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terça-feira, 17 de dezembro de 2019

FINALMENTE UMA EXIBIÇÃO AGRADÁVEL!
















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























O FC Porto recebeu e bateu o Tondela num jogo com exibição bem agradável e com performances interessantes de que resultaram 3 golos sem resposta e mais algumas boas situações para dilatar o marcador.

A surpresa no onze titular foi a ausência de Danilo Pereira (poupado para recuperar de inferioridade física) e a entrada de Nakajima.
























Os Dragões assumiram o comando do jogo desde o primeiro minuto, sufocando o adversário com pressão alta, impedindo-o de ter bola, obrigando-o a baixar o bloco para o seu último terço do relvado.

Foi uma toada ofensiva avassaladora, mas bem contrariada pelo muro do Tondela que no entanto acabou por abrir uma brecha no décimo minuto, na sequência de um cruzamento  bem dirigido de Corona que foi encontrar Soares no coração da área, livre de marcação, a cabecear com direcção, fazendo a bola beijar pela primeira vez as malhas à guarda de Cláudio Ramos.

Apesar da intensa toada ofensiva, os azuis e brancos só voltaram a criar verdadeiro perigo à passagem do minuto 32. Corona cobrou um canto, Marega saltou mais alto desviando para o segundo poste onde apareceu o oportuno Soares a encaminhar a bola para a baliza, bisando na partida.

No minuto seguinte, o Tondela, aproveitando alguma desconcentração da equipa portista, ainda sob o efeito da alegria do segundo golo, conseguiu criar a sua única situação de golo, com João Pedro a fazer a bola passar muito próxima do poste mais distante de Marchesín.

Até ao intervalo o FC Porto continuou dono e senhor da partida, mas numa toada mais calma e pensada.

Sérgio Conceição deixou Marega no balneário fazendo entrar Wilson Manafá, originando o adiantamento de Corona para o seu lugar natural.

O FC Porto subiu de produção, o jogo tornou-se mais fluído e consistente, atingindo mesmo momentos de bom recorte técnico a que só faltou melhor definição no remate.

O terceiro golo aconteceu aos 51 minutos, numa jogada muito bonita, com finalização de Otávio a condizer. Vale a pena rever o lance várias vezes no respectivo resumo abaixo.

Sérgio Oliveira e Fábio Silva renderam Otávio e Luís Diáz, respectivamente, mantendo o mesmo brilho.

Vitória justa, bem construída mas que peca por escassa. Vamos ver se esta exibição catapulta a equipa para um resto de época bem mais positiva.

domingo, 8 de dezembro de 2019

INCAPACIDADE DE LUTA CONTRA O SISTEMA E NÃO SÓ

















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























O FC Porto voltou a ceder pontos e a atrasar-se na luta desigual pelo título, no sempre difícil confronto com o Belenenses, desta vez jogado no Jamor e apitado pelo famoso padre de Braga, um tal de João Pinheiro.

Todos sabemos que o nosso Clube tem que estar bem preparado para lutar contra tudo e contra todos. Este lema já é bem mais velho que o Constantino (famosa e antiga bebida branca). Tenho 50 anos de associado e nunca o FC Porto disputou qualquer prova que não tivesse que ser muito superior aos seus adversários para garantir os títulos nacionais que constam do seu palmarés.

Ora o que aconteceu hoje no Jamor foi a constatação de que esta equipa não está devidamente apetrechada para poder fazer face ao sistema que inquina a verdade desportiva e não só. 

A exibição de hoje foi manifestamente confrangedora, imprópria de um candidato ao título e muito menos de uma equipa que é obrigada a defrontar dois adversários em cada jogo.

Sérgio Conceição voltou ao onze titular constituído pelos jogadores mais utilizados, depois do interregno para a taça da liga.


























A equipa portista estava avisada de que teria de entrar forte, decidido e competente para poder ambicionar conquistar os três pontos. Os primeiros minutos deixaram transparecer essa atitude, mas também ficou claro que a maioria dos seus jogadores apresentavam incapacidades técnicas, pouca capacidade para apresentar um futebol adulto, esclarecido e eficaz. Alguns até bastante desastrados, a dar sinais de ausência de lucidez, a perder lances atrás de lances, por vezes de forma caricata.

O técnico portista fartou-se de berrar, de tentar corrigir movimentos, fazer chamadas de atenção, mas a equipa parecia pouco concentrada, pouco inspirada e disso se aproveitou o adversário para fazer um jogo mais tranquilo, organizando-se bem no último terço e sempre que podia ir até à frente tentar a sua sorte.

Chegou primeiro ao golo (14') numa jogada ferida de morte que nem árbitro nem VAR consideraram ( mão de um jogador do Belenenses no início da jogada) e poucos minutos depois poderiam até ter dilatado o marcador num lance em que Licá viu Marchesín negar-lhe o golo com uma defesa espectacular.

O FC Porto poucas vezes conseguiu construir com lucidez, mas numa dessas jogadas acabou por ser feliz, quando o árbitro decidiu bem (face à conjuntura até podia ter fechado os olhos) assinalar a grande penalidade sobre Corona, que acabaria por ser concretizada superiormente por Alex Telles (32'), restabelecendo a igualdade com que as equipas recolheram aos balneários.

A segunda parte foi ainda mais frustrante que a anterior. Esperava-se que o FC Porto arrepiasse caminho e praticasse o futebol demolidor que está ao seu alcance, com ou sem padres, toupeiras, mafiosos, corruptos ou quejandos. Infelizmente não foi isso que aconteceu. A equipa continuou a manifestar falta de classe e incapacidade para construir e produzir futebol de qualidade. 

O jogo tornou-se previsível, feio, de uma vulgaridade atroz, vulgaridade que se transmitiu ao adversário, que à medida que o tempo ia avançando começou a recorrer ao anti-jogo primário, tornando o espectáculo ainda mais degradante.

No final o «padralheco» do apito, depois de tantas paragens forçadas, decidiu dar 5 minutos de descontos! Não sei qual foi o medo, pois bem poderia ter dado 15 ou 20, que da forma como o FC Porto estava a jogar, pouca ou nenhuma diferença faria.

Para a história fica mais uma desilusão pela forma como a equipa actuou, colocando-se a jeito, para que a acostumada organização mafiosa tivesse motivos para ficar feliz.

Confesso que começo a ficar sem paciência e a ficar enojado com a forma como as Instituições deste País permitem tanta falta de vergonha.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

A FORÇA DA TÉCNICA
















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























O FC Porto recebeu e venceu o Paços de Ferreira, num jogo competitivo em que foi visível alguma dificuldade portista na fase de construção, em função da pressão alta do adversário  que  adicionou boa organização defensiva e qualidade na troca de bola.

No onze titular, Sérgio Conceição fez apenas uma alteração relativamente ao jogo anterior em Berna, frente ao Young Boys: Mbemba cedeu o lugar a Wilson Manafá.


























Esperava-se um jogo difícil com o Paços de Ferreira muito recuado a roubar espaços para as tentativas ofensivas do FC Porto. Se é verdade que os Dragões mantiveram o domínio em quase todo o jogo, foi a equipa que criou as únicas verdadeiras oportunidades para construir um resultado ainda mais dilatado, também não deixa de ser verdade que o adversário surpreendeu pelas qualidades já apontadas acima.

Os azuis e brancos tiveram assim dificuldades de construção, perdendo muitos lances, especialmente nos passes longos, sendo obrigado muitas vezes a jogar para trás e para os lados e ainda a ter cuidados especiais para não permitir veleidades ofensivas ao seu adversário, sempre muito perspicaz e lúcido no desdobramento defesa/ataque.

Obviamente que a maior desenvoltura técnica acabaria por fazer a diferença. Mamadou Loum  que rubricou uma exibição muito equilibrada, foi premiado com a obtenção dos seu primeiro golo com a camisola azul e branca, dando seguimento a um canto cobrado por Alex Telles (18'), concretizando a melhor oportunidade até então.

Só aos 35 minutos o FC Porto voltou a ter oportunidade de marcar, por Marega, que lançado por Otávio atirou ao ferro.

O Paços nunca abdicou de tentar responder, sempre com qualidade mas raras vezes com perigo e o resultado foi para intervalo com a vantagem mínima portista.

O segundo tempo não foi muito diferente. O FC Porto manteve o domínio, manteve dificuldades na construção, muito por mérito do adversário e acabaria por ser Zé Luís, saído do banco aos 37 minutos a substituir Aboubakar, outra vez lesionado, a dilatar o marcador com um gesto técnico espectacular (pontapé de bicicleta) que fez levantar o estádio (76').

Vitória justa, algo escassa em função das oportunidades ainda assim criadas. Ricardo Ribeiro esteve excepcional a evitar dois ou três golos na sua baliza e a dupla árbitro/VAR lá conseguiram sonegar mais uma grande penalidade clara sobre Otávio.

quarta-feira, 30 de outubro de 2019

















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























Foi frente a um Marítimo hiper-lutador que o FC Porto perdeu dois pontos no estádio dos Barreiros, hoje com um relvado mal tratado a dificultar a manobra portista, a que se juntou uma arbitragem com dois critérios disciplinares, protagonizada pelo «complexado» Jorge Sousa, com tendência natural para prejudicar sistematicamente os azuis e brancos.

O treinador portista optou por apostar no mesmo onze que defrontou o Famalicão, apesar da do pouco tempo de intervalo entre estes dois jogos.


























Hoje a equipa mostrou-se muito menos lúcida e pouco prática. Frente a um adversário muito lutador, sempre com dois ou três jogadores em cima do portador da bola, recorrendo frequentemente à falta, quase sempre mal avaliadas pelo árbitro, os jogadores portistas sentiram uma enorme dificuldade para construir lances perigosos junto da baliza contrária. 

Pouco espaço, muita agressividade e boa organização defensiva do adversário, foram os principais obstáculos, a que se juntou o anti-jogo depois do excelente e feliz golo de Bambock, com a conivência do juiz da partida.

Os azuis e brancos tudo fizeram para reverter o resultado, mas diga-se em abono da verdade, sem grande inspiração e muito menos eficácia.

O melhor que conseguiram foi o golo do empate numa jogada que só é polémica na cabeça dos mal intencionados. A bola ultrapassou a linha de baliza de forma inequívoca e a alegada falta de Pepe sobre o guarda-redes Amir não existiu. O defesa portista saltou naturalmente para cabecear e foi o guardião que promoveu o contacto fora da pequena-área (área de protecção). A reacção de Amir foi a habitual de jogadores manhosos que não têm pejo em simular toques e agressões, para enganar os árbitros.

O lance foi verificado pelo VAR que o validou, garantindo o empate.

Sérgio Conceição fez as alterações que entendeu serem as mais aconselhadas para tentar a vitória, mas o golo acabaria por não chegar, apesar de uma ou duas boas oportunidades, não aproveitadas.

No final ficou o amargo de boca pelos pontos perdidos que afasta o FC Porto da liderança.

segunda-feira, 28 de outubro de 2019

TRIUNFO CONSISTENTE
















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























Foi com uma exibição bastante consistente que o FC Porto bateu o Famalicão, líder do campeonato até então, assumindo o comando da prova em igualdade pontual com o clube da toupeirada, mails, padralhada e afins.

Depois de uma exibição confrangedora frente ao Rangers, a meio da semana, Sérgio Conceição tentou rectificar alguns dos problemas aí encontrados, promovendo duas alterações na equipa titular, mas com influência directa em três posições. Mbemba e Wilson Manafá apareceram como defesas direito e esquerdo, respectivamente, relegando para o banco Alex Telles enquanto Marega viu o jogo da bancada e viu também Jesús Corona ocupar a sua posição.


























A lição foi bem estudada com a equipa portista a assumir o comando do jogo, com alegria, rapidez, consistência, lucidez e ambição. Com estes ingredientes, conseguiu impedir o adversário de ter a bola e quando a tinha faltava-lhe os espaços, muito bem tapados pela alta pressão exercida logo na primeira fase de construção.

Não faltaram oportunidades para o FC Porto se adiantar no marcador, mas o Famalicão contou com a bela exibição do seu guarda-redes que foi adiando o inevitável, mas também com o menor acerto dos atiradores portistas.

Água mole em pedra dura tanto bate até que fura. Foi o que aconteceu em cima do minuto 45, numa combinação perfeita entre Corona e Luís Díaz, com o colombiano a bater Defendi e a adiantar os azuis e brancos no marcador.

O segundo tempo foi praticamente a cópia da primeira, com o FC Porto sempre no comando da partida, a desperdiçar oportunidades e a não dar quaisquer hipóteses de veleidades ofensivas ao seu adversário.

Soares (74') e Fábio Silva (88'), acabariam por conseguir dilatar o marcador, numa altura em que os jogadores famalicenses acusavam já algum desnorte e menor resistência.

Vitória bem conseguida com uma exibição bastante positiva, a fazer esquecer recentes de menor qualidade.

domingo, 29 de setembro de 2019

DOMINAR 80 MINUTOS E AGUENTAR OS RESTANTES

















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























O FC Porto venceu o Rio Ave, na sua difícil deslocação a Vila do Conde, num jogo em que dominou cerca de 80 minutos e foi no final obrigado a recuar as suas linhas para garantir as suas redes invioláveis.

Sérgio Conceição recorreu ao seu onze mais utilizado, depois das profundas alterações a meio da semana, para o jogo da Taça da Liga, com apenas duas novidades, relativamente à anterior jornada do campeonato: regresso do castigado Alex Telles e entrada de Nakajima em vez de Luís Díaz.

Os Dragões tiveram uma entrada forte, a impor o seu futebol, dando logo aos 2 minutos um sério aviso, com Marega, na cara do guarda-redes a desperdiçar uma ocasião fabulosa de abrir o activo, executando defeituosamente o chapéu que tentou aplicar, fazendo a bola bater no ombro de Kieszek.

Dez minutos depois foi mais feliz, ao emendar de cabeça um canto cobrado por Alex Telles, dando a expressão mais justa ao desenrolar da partida.

Sem rubricar uma exibição brilhante, a equipa portista mostrava-se autoritária, dominadora, suficientemente controladora, não permitindo ao seu adversário quaisquer tipo de veleidades. Senhores da bola, a equipa hoje de amarelo, manteve sempre o comando do jogo, mas sem voltar a ter claras ocasiões para dilatar o marcador.

No segundo tempo o Rio Ave fez logo duas substituições, passou não só a povoar mais o seu meio campo, roubando  espaços que dificultaram as penetrações portistas, como também tiveram o condão de espevitar mais as suas acções ofensivas.

Ainda assim pertenceu ao FC Porto o lance mais perigoso aos 54', num livre directo apontado por Alex Telles, que foi beijar a barra depois de desvio providencial de Kieszek.

Os vilacondenses tinham mais bola mas não eram muito perigosos. O lance mais digno desse nome aconteceu aos 63 minutos, numa jogada em que o avançado Taremi introduziu a bola na baliza, golo imediatamente invalidado pelo árbitro, por fora de jogo que o VAR confirmou.

Os minutos  73 e 77 foram marcados por duas novas ocasiões para os portistas. Zé Luís, depois de um bom trabalho atirou em arco, proporcionando ao guardião do Rio Ave a defesa da noite e depois foi Alex Telles a fazer estremecer a barra, mais uma vez, na marcação de novo livre directo.

Os últimos treze minutos foram de grande trabalho defensivo, face à determinação da equipa da casa em chegar ao golo do empate. Sérgio Conceição fez entrar Mbemba para trinco, para dar a Danilo e Uribe maior capacidade de manobra, mas não foi suficiente para parar o assalto final do Rio Ave, que apesar do seu  afinco não conseguiu mais do que por à prova a atenção de Marchesín, numa cabeçada de Aderllan Santos, que o argentino não teve dificuldade em recolher (85').

A vitória ajusta-se perfeitamente à maior capacidade atacante portista, frente a uma equipa que não foi capaz de resistir a uma primeira parte bem conseguida e também não foi capaz de criar lances promissores para marcar, apesar de ter obrigado o FC Porto a recuar e a defender o resultado.

segunda-feira, 23 de setembro de 2019

JOGO QUASE DE SENTIDO ÚNICO SÓ RENDEU 2 GOLOS!

















FICHA DO JOGO





























SISTEMAS TÁCTICOS



























O FC Porto recebeu e bateu o Santa Clara, num jogo que se previa difícil, mas que os portistas souberam torná-lo fácil e quase de sentido único, face a uma exibição que não sendo perfeita, teve os condimentos necessários para que a equipa com melhores argumentos pudesse puxar dos galões.

Duas novidades no onze inicial, em relação ao jogo anterior frente ao Young Boys. Wilson Manafá foi o escolhido para substituir o castigado Alex Telles e Zé Luís voltou a ocupar o seu lugar em detrimento de Soares que ficou no banco.

























Os azuis e brancos entraram fortes, dinâmicos, intensos, dominadores, muito ofensivos e rápidos a recuperar a bola, deixando a equipa açoriana atarantada, sem tempo nem espaço para reagir. Foram cerca de 25 minutos demolidores que só rendeu 1 golo por culpa, umas vezes da falta de pontaria para acertar nas redes e outras por mérito ou sorte da defesa do Santa Clara.

Golo que aconteceu aos 15 minutos, após 3 sérios avisos, num trabalho de grande mérito de Danilo Pereira, a simular o remate e a colocar a bola na cabeça de Zé Luís, para o primeiro festejo da noite.

O FC Porto continuou à procura de mais golos, sem deixar o seu adversário respirar, roubando-lhe a bola e obrigando-o a baixar para o seu último terço.

Mas só aos 41 minutos apareceu o 2º golo. Falta sobre Otávio cobrado por Corona para perto da pequena área, Danilo ganhou nas alturas, cabeceou de cima para baixo, apanhando o defesa César Martins que na sua movimentação acabou por fazer auto golo.

Como já vem sendo habitual, no segundo tempo a equipa da casa entrou mais acomodada, proporcionando ao seu adversário alguma posse de bola e finalmente, algum atrevimento ofensivo, mas diga-se em abono da verdade, algo inconsequente. Foram cerca de 15 minutos de tréguas, depois dos quais se assistiu a novo período de cavalgada em direcção à baliza do Sta. Clara.

O resultado não sofreu alteração porque os jogadores portistas falharam copiosamente, umas vezes na finalização e outras na definição do último passe, em situações bastante prometedoras.

Vitória mais que justa e deveras escassa, em relação ao futebol produzido.