Foi uma criação da LPF com o empenhamento especial de Hermínio Loureiro, enquanto seu Presidente, para a época de 2006/07. Prova exclusivamente destinada à participação dos clubes da I Liga e Liga de Honra e com regulamentos muito peculiares que foram mudando a cada época, de forma a garantir na final os clubes «mais poderosos», quiçá mais influentes.
O FC Porto desde o primeiro momento, deu-lhe um valor muito relativo, escalonando as suas equipas com os jogadores menos utilizados do plantel, permitindo-lhes de algum modo alguma rodagem e experiência. Ainda assim, não tem sido essa a razão principal pela qual os Dragões apenas tenham chegado a uma final. Esta competição tem sido marcada por um especial proteccionismo, para não lhe chamar outra coisa mais grave, a um determinado clube que ameaçou não participar se determinadas benesses não lhe fossem garantidas.
O facto é que a verdade desportiva desta prova tem sido barbaramente violada ao ponto de ser conhecida pela Taça Senhor Lucílio Baptista, que nesta triste figura da arbitragem portuguesa, presta uma justa homenagem, à sua desastrada actuação numa final, bem como a toda a classe, ao longo de todas as edições já efectuadas.
Esta competição leva já cinco edições disputadas e não é por acaso que o SL Benfica venceu 4. A primeira foi ganha pelo V. Setúbal, para não dar bandeira.
As primeiras três finais começaram a ser disputadas no estádio do Algarve, porque sim e as restantes no estádio cidade de Coimbra, aparentemente por nelas também estarem envolvidas equipas do Norte do país, que não o FC Porto.
17 é o número de atletas azuis e brancos que registaram o seu nome na lista de marcadores dos golos. Hulk, Lucho, Varela e Emídio Rafael dividem o comando com apenas 2 golos cada um.
(Continua)
PARTE VII - COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS

