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Ainda não foi desta que o FC Porto se qualificou para a final de Taça Lucílio Calabote Baptista! Desta vez, a jogar no salão de festas privilegiado, os Dragões não puderam saborear a vitória.
Os Dragões entraram praticamente a perder, sofrendo um golo aos 4 minutos, ainda as equipas estavam a medir forças, mas não se deixaram perturbar pelo golo madrugador e aos 17' já tinham dado a reviravolta no marcador, face a uma reacção categórica que podia até ter sido ilustrada com mais golos.
As equipas entraram então numa toada de equilíbrio e nos últimos minutos da segunda parte a equipa do regime igualou o resultado, numa altura em que já o justificava.
Num jogo intenso e geralmente agradável, ambas as equipas saíram para o balneário com a noção de que tudo haviam feito para chegarem à vantagem no marcador.
A segunda parte foi menos intensa mas manteve a mesma emoção e alternância na condução e domínio do jogo. Foram mais felizes as papoilas porque aproveitaram melhor os erros alheios e por isso o resultado final, num jogo que, como muito bem disse o treinador Vítor Pereira pendeu para um lado mas também poderia ter pendido para o outro.
A derrota portista castiga sobretudo alguns erros defensivos que se revelaram fatais e a habitual falta de discernimento para concluir com êxito lances ofensivos em que apareceram na área contrária em superioridade numérica.
A arbitragem sem ter tido influência não esteve isenta de erros, sendo o que mais terá prejudicado o FC Porto, foi quando aos 85' Hulk foi impedido de caminhar isolado para a baliza, por fora de jogo mal assinalado.
O meu destaque vai para João Moutinho que rubricou uma excelente exibição.






































