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segunda-feira, 31 de março de 2014

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 49












NUNO CAPUCHO - Goleador Nº 49

Apontou 43 golos em 275 jogos com a camisola do FC Porto, durante as 6 épocas em que esteve ao seu serviço (1997/98 a 2002/03).

Nuno Fernando Gonçalves Rocha, eternizado para o futebol com o nome de Capucho, nasceu em 21 de Fevereiro de 1972, em Barcelos, cidade onde começou a dar os primeiros pontapés na bola, nas escolas de formação do Gil Vicente.

Capucho destacou-se muito cedo pelas suas capacidades técnicas que aliava a uma envergadura física, pouco comum para os miúdos da sua idade. Por isso começou a ser seguido e disputado por emblemas de maior nomeada. Foi internacional em todas as categorias de formação e fez parte do plantel júnior que venceu o Campeonato do Mundo, disputado em Portugal, em 1991.

Tornou-se profissional em representação do Gil Vicente, com apenas 19 anos e pela mão De Rodolfo Reis, treinador de então, da principal equipa minhota, na temporada de 1990/91.

Antes de chegar ao FC Porto, Capucho passou ainda pelo Sporting (de 1992/93 a 1994/95) e o V. Guimarães (1995/96 e 1996/97).



Palmarés ao serviço do FC Porto (11 títulos):
3 Campeonatos nacionais (1997/98, 1998/99 e 2002/039
4 Taças de Portugal (1997/98, 1999/00, 2000/01 e 2002/03)
3 Supertaças Cândido Oliveira (1997/98, 1998/99 e 200/01)
1 Europa League (2002/03)

Pode aceder a outros dados biográficos mais completos aqui, na rubrica INTERNACIONAIS PORTISTAS, editado em 22 de Agosto de 2011.

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZero.pt.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

INTERNACIONAIS PORTISTAS (ANOS 90) PARTE VII

Nuno Capucho - 88ª internacional: Envergou a camisola das quinas por 34 vezes (5 pelo V. Guimarães e 29 pelo FC Porto), com estreia em 21 de Fevereiro de 1996, no Porto, num jogo amigável Portugal-Alemanha, com derrota portuguesa por 2-1, ainda como atleta do clube minhoto.

Em representação do FC Porto, fez a sua 6ª internacionalização, em Londres, num amigável Inglaterra-Portugal (derrota por 3-0), no dia 22 de Abril de 1998.

Capucho era um extremo-direito nato, com uma rara capacidade de progressão no terreno, com a bola controlada, sempre em busca da linha de fundo para cruzar. Chegou às Antas na temporada de 1997/98 para dotar o futebol portista de maior profundidade e de maior capacidade no jogo de um para um, tirando assim partido da sua excelente propensão de municiador do ataque.

Apesar dessa época não ter começado bem para os azuis e brancos que perderam a Supertaça Cândido de Oliveira para o Boavista FC, os Dragões viriam a alcançar a dobradinha com a conquista do Campeonato Nacional e Taça de Portugal, completando o Tetra, com Capucho a intervir em 30 jogos oficiais, apontando 4 golos. Começava aqui a formar-se um trio atacante temível, com Capucho, Mário Jardel e Drulovic.

A segunda época de Capucho no FC Porto seria o ano de afirmação. Com a saída de Sérgio Conceição, Capucho ganhou preponderância na formação portista e conquistaria o histórico Penta, alinhando em 33 partidas, nas quais apontou 6 golos. Juntou ainda ao seu pecúlio a Supertaça Cândido de Oliveira, contribuindo com um golo . Destaque ainda , no final desta época (1998/99), para a concretização do seu único golo, com a camisola das quinas, num jogo em que Portugal venceu a Eslováquia por 1-0, em 5 de Junho de 1999.

Em 1999/00, Capucho alinhou em 32 partidas, sendo o autor de 6 golos, no Campeonato nacional. Juntou novo troféu ao seu palmarés com a conquista de mais uma Supertaça Cândido de Oliveira.

Em 2000/01 fez 33 jogos do Campeonato, apontando 6 golos. Na Taça de Portugal, que o FC Porto venceu, alinhou em cinco jogos e concretizou 3 golos.

Capucho integrou as formações da era Mourinho, mas sem grande relevo em 2001/02, enquanto Octávio Machado não foi rendido. Já na época seguinte, última de Capucho com o emblema portista ao peito, participou nos êxitos portistas com as conquistas de todos os títulos nacionais (Supertaça Cândido de Oliveira, Campeonato Nacional e Taça de Portugal, culminando com a vitória na Taça Uefa.

Terminada a época 2002/03 e após seis anos consecutivos de ligação ao Clube, Capucho decidiu deixar-se seduzir por novos objectivos profissionais emigrando para a Escócia onde foi representar o Glasgow Rangers.

Antes de abandonar a carreira de futebolista, Capucho ainda representou os espanhóis do Celta de Vigo.

Actualmente, mantém-se ligado à modalidade em que se notabilizou, pertencendo aos quadros do futebol de formação do FC Porto, onde desempenha as funções de técnico.

MAPA RESUMO DOS ANOS NOVENTA
(Continua)
Fontes: European Football.info; International Matches 2000-2002 e Blog Glórias do Passado: