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sábado, 27 de maio de 2023

RESILIÊNCIA PORTISTA INSUFICIENTE PARA ALTERAR GUIÃO PREVIAMENTE ESCRITO

 
















FICHA DO JOGO


SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto cumpriu a sua obrigação de  vencer o último jogo do campeonato, frente ao Vitória SC, dando luta pelo campeonato até ao limite, como foi prometido por Sérgio Conceição, depois da vitória na Luz, na 27ª jornada, altura em que encurtou a distância pontual para 7 pontos. Não foi suficiente para revalidar o título, tanto mais que o guião deste campeonato estava já escrito de forma a impor outro campeão, o clube do regime, nem que para isso fosse, como foi, necessário ferir gravemente a verdade desportiva.

É certo que os Dragões tiveram performances demasiado incompetentes, que lhe valeram alguns dissabores, a que se juntaram erros muito graves da APAF, em prejuízo do FC Porto e outros também eles graves que favoreceram o clube querido.

Fica o orgulho da luta até ao fim, com que não contavam, com 9 vitórias consecutivas na parte final do campeonato.

O jogo desta tarde era, para os mais realistas, uma mera formalidade para cumprir calendário, mas ainda assim  a equipa do FC Porto fez questão de acabar em beleza, vencendo e convencendo, num jogo quase sem história.

O técnico portista procedeu a duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Famalicão. Matheus Uribe e Evanilson foram os eleitos em detrimento de Marko Grujic e Toni Martínez.

























Esperava-se um jogo bem mais competitivo face ao valor do adversário, mas a expulsão de Handel aos 2 minutos, precipitou o domínio territorial dos azuis e brancos.

Os Dragões, com um futebol dinâmico, intenso e criativo chegaram cedo à vantagem no marcador, aos 8 minutos por Taremi e durante toda a primeira parte jamais tiraram o pé do acelerador, construindo um resultado confortável, com mais dois golos, Otávio (32') e Evanilson (39').

Este resultado acabou por influenciar a segunda parte, com o FC Porto a baixar o ritmo e a gerir o esforço com vista ao último encontro da temporada, a final da Taça de Portugal.

Pepe, Galeno e Evanilson (63') deram os lugares a Rodrigo Conceição, Verón e Toni Martínez, Otávio (73') a  André Franco e Wendell (82') a Danny Namaso.

Diogo Costa (Clean Sheet), Mehdi Taremi (Homem do jogo) e Matheus Uribe (Mérito e Valores Porto) , foram os premiados deste jogo.






Mehdi Taremi sagrou-se o melhor marcador da prova, com 22 golos, mas disso falarei noutra altura.

domingo, 21 de maio de 2023

POKER DE TAREMI AMANSOU A RAIVA MINHOTA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto voltou a cumprir a sua missão de complicar ao máximo a passagem de testemunho, no que ao título de campeão diz respeito, vencendo o seu jogo, frente ao Famalicão, num jogo de cambiantes diversos, marcado pela raiva minhota, como consequência das incidências dos jogos entre as duas equipas, nas meias finais da Taça de Portugal.

Sérgio Conceição já pode contar com Marcano e Otávio, livres de castigos, juntando-os a Grujic e Toni Martínez, as 4 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, contra o Casa Pia. Fábio Cardoso, Matheus Uribe, André Franco e Evanilson, foram os sacrificados.
























Esperava-se um jogo muito complicado, tendo em conta a competitividade do Famalicão, pelo facto de jogar em sua casa, mas também pelas incidências dos jogos recentes para a Taça de Portugal.

Os Dragões entraram decididos, começando a tronar mais fácil a sua missão, chegando a uma vantagem de dois golos, nos primeiros 9 minutos do jogo, com golos de Taremi (6' e 9').

Esta atitude do FC Porto passou a impressão que o jogo ia ser um passeio, mas a verdade é que a pouco e pouco o Famalicão começou a equilibrar e acabou mesmo por marcar aos 33 minutos, muito por culpa da menor atenção portista, facilitando aos minhotos  algumas transições perigosas.

Os Dragões mantiveram a capacidade ofensiva, criaram oportunidade para dilatar o marcador, mas foi o Famalicão a marcar, de grande penalidade muito duvidosa, aos 45 minutos, encerrando-se a primeira parte com o empate (2-2).

No segundo tempo, os ainda campeões nacionais submeteram o Famalicão à sua defesa, forçando-os aos erros e às faltas que originaram mais duas grandes penalidades.

Mehdi Taremi foi o cobrador das mesmas, com a eficácia a que nos tem habituado, elevando o marcador para 4-2 e amansando de alguma forma a raiva incontida de alguns jogadores da equipa da casa, ainda a sofrer da azia provocada pela eliminação da Taça de Portugal (Riccieli, Columbato e Ivo Rodrigues, em especial).

Vitória justa da melhor equipa sobre o relvado, que garante desde logo o apuramento directo para a liga dos campeões e evita que o rival festeje o título no sofá.

Mehdi Taremi (Homem do jogo) e Otávio (Mérito e Valores Porto), foram os premiados do jogo.







segunda-feira, 15 de maio de 2023

DRAGÃO MASOQUÍSTA ADIOU FESTA LAMPIÓNICA MAIS UMA SEMANA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto continua a cumprir a promessa de lutar até à última pela revalidação do título, tarefa praticamente impossível, porque a dois jogos do fim, a diferença pontual continua de 4 pontos para a liderança.

A vitória caseira frente ao Casa Pia, teve todavia a virtude de adiar a festa lampiónica, pelo menos mais uma semana, mas também permitiu manter a vantagem de 5 pontos para o terceiro classificado, importante para a conquista do segundo lugar que dá direito à entrada directa na Liga dos Campeões.

O onze titular portista voltou a sofrer alterações, face aos impedimentos de Marcano e Otávio, por via dos castigos por limite de cartões amarelos, aos quais se juntou Marko Grujic, por opção técnica, relativamente ao jogo anterior frente ao Arouca. Fábio Cardoso, Matheus Uribe e André Franco foram os eleitos.

























Este final de temporada tem-se revelado para a equipa do FC Porto um verdadeiro tormento, apesar dos resultados positivos, que colocam a equipa a lutar até ao seu limite.

A recepção ao Casa Pia foi mais um capítulo dessa tormenta, com os jogadores azuis e brancos a patentearem evidente desgaste físico e psicológico que os atira para patamares de performance muito abaixo do desejável. A equipa lutou, suou, esgotou-se, mas sempre mais com o coração do que com a cabeça. Correu muito, conseguiu muita posse de bola, criou algumas jogadas de ataque interessantes, mas no momento de decidir ou de concretizar falhou clamorosamente, umas vezes por precipitação, outras por deficiência técnica momentânea e outras ainda por falta de lucidez. A par disso, perdeu bolas em locais proibitivos, expondo-se de forma escandalosa aos contra ataques do adversário, sempre à espera para poder ferir a defensiva portista. Para piorar a situação, Evanilson fez auto-golo já em tempo de descontos para o intervalo, colocando a equipa a perder e a ter que correr contra o prejuízo. Se isto não é masoquismo...

Depois de um intervalo mais alargado por via da preleção (digo eu) do treinador, os Dragões regressaram ao jogo com uma outra clarividência, provocando um recuo mais acentuado do adversário que só muito raramente voltou a conseguir incomodar Diogo Costa e seus pares.

As substituições que Sérgio Conceição foi procedendo durante esse período foram resultando e a reviravolta no marcador acabou mesmo por acontecer, de forma natural mas emocionante, como descarga das tensões vividas durante todo o jogo. Gabriel Véron, entrado aos 55 minutos para a saída de Fábio Cardoso, assistiu para o golo de Taremi, aos 57 minutos e Toni Martínez, entrado aos 84 minutos a render Evanilson, assistiu para o golo da vitória, marcado por Danny Namaso, aos 93 minutos, ele que também tinha entrado aos 84 minutos a substituir André Franco.

Danny Namaso (Homem do Jogo) e Gabriel Veron (Mérito e Valores Porto), foram os premiados do jogo.




 

terça-feira, 9 de maio de 2023

DRAGÃO SOMA E SEGUE

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto deslocou-se a Arouca onde foi arrecadar mais três pontos para o seu pecúlio, com um golo solitário de Marcano, num jogo que se esperava mais complicado do que acabou por ser.

Foi com 5 alterações no onze titular que o FC Porto se apresentou no estádio municipal de Arouca. Diogo Costa, Marcano, Eustaquio, Evanilson e Taremi, renderam Cláudio Ramos, Wilson Manafá, Fábio Cardoso, Matheus Uribe e Toni Martínez, relativamente ao jogo anterior frente ao Famalicão, para a Taça de Portugal.
























Era suposto o FC Porto sentir dificuldades para bater o Arouca, face ao bom momento da equipa da casa, mas uma entrada forte e uma capacidade defensiva autoritária facilitaram a vida dos Dragões.

Mas a equipa azul e branca, apesar do domínio territorial não foi capaz de materializar essa superioridade em golos. A equipa não atravessa um bom momento e isso nota-se principalmente no último terço do relvado, onde parece que a equipa está pondo em prática a arte de bem estragar todas as boas jogadas que até à área adversária é capaz de construir. 

A sorte foi que o Arouca também nunca foi capaz de assustar o último reduto portista, não criando uma única jogada  de perigo real.

Marcano desbloqueou no resultado aos 44 minutos, numa assistência de Otávio que cruzou, com peso, conta e medida para o defesa portista aparecer com oportunismo a cabecear para o golo da vitória.

Vitória justa, num jogo tranquilo que merecia um resultado bem mais gordo.

Otávio (Homem do jogo), Marcano (Mérito e Valores Porto) e Diogo Costa (Clean Sheet), foram os premiados da noite.




domingo, 30 de abril de 2023

AMBIÇÃO E RESILIÊNCIA NA BASE DE MAIS UMA VITÓRIA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto saiu vencedor do derby da cidade, frente ao Boavista, num jogo em que era proibido perder pontos, para manter os objectivos intactos, já que os seus directos competidores haviam ganho os seus jogos.

Foram quatro as alterações promovidas por Sérgio Conceição no onze titular, comparativamente ao jogo anterior, frente ao Famalicão para a Taça de Portugal. Diogo Costa, Matheus Uribe, Evanilson e Mehdi Taremi renderam Cláudio Ramos, Marko Grujic, Danny Namaso e Toni Martínez, todos relegados para o banco de suplentes.



O derby da cidade do Porto é sempre um jogo muito especial e de uma forma geral muito competitivo, de tal forma que nem quando uma das equipas se apresenta como mais favorita, o jogo se torna mais fácil.

Este não fugiu à regra e por consequência, assistiu-se a um jogo muito táctico e muito amarrado, sobretudo durante a primeira parte. Os Dragões foram, como lhes competia, a equipa com o pendor mais atacante, mas sempre com cuidados defensivos.

Evanilson (9') e Otávio (13'), dispuseram de boas oportunidades para abrirem o activo, mas pecaram pela ineficácia. Só aos 34 minutos o Boavista criou um lance verdadeiramente perigoso, num remate de Sebastian Perez que Diogo Costa não conseguiu suster fazendo a bola passar junto ao ferro da sua baliza, que a ser golo seria um grande peru.

Antes do intervalo Mehdi Taremi perdeu também uma bela ocasião para marcar.

O técnico portista não gostou muito da primeira parte portista e para a segunda metade deixou de fora Manafá, Eustaquio e Evanilson, entrando André Franco, Toni Martínez e Galeno, no sentido de dar mais agressividade ofensiva, destabilizar a organização defensiva do adversário e encontrar espaços entre linhas, para poder finalmente marcar.

A equipa melhorou mas manteve a ineficácia no momento da definição e do remate, até que André Franco foi carregado dentro da área axadrezada, com o árbitro a não ter dúvidas e assinalar a respectiva grande penalidade, superiormente cobrada por Mehdi Taremi (59').

O jogo parecia dominado e até se esperava o dilatar do marcador, mas eis senão quando, numa abordagem infeliz de Marcano, a falhar clamorosamente na intercepção da bola deixando-a à mercê do adversário que se preparava para se isolar e quiçá restabelecer a igualdade, recorreu à falta grosseira, vendo assim o cartão vermelho (66').

Com cerca de meia hora para jogar em inferioridade numérica, Sérgio Conceição tirou Toni Martínez, para refazer a linha defensiva, entrando Fábio Cardoso.

Até final o Boavista carregou para chegar ao empate, criando três situações ameaçadoras, mas sem êxito. O FC Porto dispôs também de algumas boas saídas para o ataque, desperdiçadas por precipitação.

Vitória difícil mas muito importante. Diogo Costa (Clean Sheet), Pepê (Homem do jogo) e André Franco (Mérito e Valores Porto), foram os premiados da noite.



domingo, 23 de abril de 2023

MISSÃO CUMPRIDA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O futebol é um desporto incrível! Em apenas três jornadas, o FC Porto que esteve 35 minutos a 13 pontos virtuais da liderança reduziu para apenas 1 ponto, ainda que com mais um jogo disputado, face à vitória conseguida, com a dificuldade prevista, num estádio onde ganhar pontos não costuma ser a melhor das tarefas para os Dragões.

Os ainda campeões nacionais, subiram ao relvado da Mata Real com duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior. Mehdi Taremi e Evanilson regressaram, remetendo para o banco de suplentes Stephen Eustaquio e Toni Martínez.

























Este jogo com o Paços de Ferreira era esperado com alguma expectativa, face às dificuldades tradicionais para conquistar pontos naquele estádio. Vencer era imperativo para recuperar o segundo lugar, ocupado à condição pelo Braga que já tinha ganho no dia anterior e simultaneamente exercer alguma pressão ao líder que vai jogar mais tarde.

Essas dificuldades foram sentidas logo nos primeiros minutos, com Diogo Costa a ser chamado a uma intervenção de dificuldade elevada, à conta principalmente de erros individuais de alguns colegas.

Ultrapassados esses primeiros momentos, o FC Porto tomou conta do jogo, encostou o seu adversário ao seu último terço, construiu jogadas ofensivas prometedoras mas falhou copiosamente no remate, razão pela qual chegou ao intervalo sem alteração no marcador.

Na segunda parte, beneficiando da expulsão de Holsgrove, o domínio acentuou-se e os golos acabaram por aparecer de forma natural, por Taremi (65' de grande penalidade) e Toni Martínez (83').

Não foi uma exibição perfeita, mas deu para cumprir o objectivo. Diogo Costa (Clean Sheet), Pepe ( Mérito e Valores Porto) e Mehdi Taremi (Homem do jogo) foram os premiados da noite.



domingo, 16 de abril de 2023

TRÊS PONTOS IMPORTANTES MAS EXIBIÇÃO FROUXA

 
















FICHA DO JOGO


SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto recebeu e venceu o Santa Clara, colocando-se a 4 pontos da liderança, face à derrota do líder em Chaves.

Sem poder contar com Marko Grujic e Mehdi Taremi, ambos a cumprir castigo, Sérgio Conceição operou a duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior.  Stephen Eustáquio e Toni Martínez foram os eleitos para suprir a falha dos castigados.
























Os Dragões subiram ao relvado, com o conhecimento da derrota do líder e a necessidade de vencer este jogo terá contribuído para alguma ansiedade e precipitação de grande parte dos atletas portistas, que não conseguiram uma exibição clarividente e categórica como a que rubricaram na casa do seu rival, na semana anterior.

Comportamento muito diferente e algo surpreendente, já que a margem de erro era já de qualquer forma inexistente. Porém, o nervosismo miudinho apareceu e quem sofreu foi a qualidade do jogo.

Na primeira parte, apesar de tudo, os azuis e brancos ainda conseguiram disfarçar de algum modo esse estado de espírito, jogando o suficiente para sair para o intervalo com resultado bem mais confortável do que o golo solitário conseguido aos 34 minutos, de grande penalidade, cobrada por Matheus Uribe. 

Criaram outras ocasiões para marcar e até falharam uma outra grande penalidade, aos 42 minutos, por Otávio, que teve o condão de enganar o guarda-redes, mas não acertou com a baliza. Do outro lado estava o último classificado, que acabou por conseguir uma exibição interessante. Não foi perigoso mas conseguiu em muitos momentos do jogo equilibrar a partida e deixar uma imagem bem diferente do lugar que ocupa na classificação sugere.

Esperava-se que no retorno dos balneários a equipa portista aparecesse com outra atitude, depois de ouvir as instruções do seu treinador. Efectivamente a equipa apareceu diferente mas para pior. A mesma falta de lucidez, a mesma precipitação na definição, no último passe e no remate e também mais permeáveis em termos defensivos, permitindo mais e melhores aproximações à sua área, dando algum alento ao seu adversário que começava a acreditar ser possível levar pontos do Dragão.

Sérgio Conceição começou a tentar corrigir com trocas de Eustaquio por Evanilson (56'), Wilson Manafá e Toni Martínez por André Franco e Danny Namaso (66'), mas o futebol portista nem por isso melhorou. 

Namaso conseguiu dilatar a vantagem portista aos 80 minutos mas nem esse golo fez com que a equipa se sentisse mais confortável e dominador. Ficou mais descontraída e quiçá mais desconcentrada permitindo que o adversário apontasse o golo de honra, que fez por merecer.

Enfim, todas as vitórias são importantes e muito mais quando não se podem perder mais pontos.

Matheus Uribe (homem do jogo) e Toni Martínez (Mérito e Valores Porto) foram os premiados da noite.





sexta-feira, 7 de abril de 2023

CONTRA A ROUBALHEIRA, GANHAR, GANHAR

 
















FICHA DO JOGO


SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto saiu vencedor do confronto contra o líder do campeonato, no chamado Salão de festas, na capital do Império falido, com uma exibição muito positiva.

O onze titular apresentou três alterações, relativamente ao jogo anterior contra o Portimonense. Diogo Costa e Pepe, recuperados das suas lesões juntaram-se a Marko Grujic, deixando no banco de suplentes Cláudio Ramos, Fábio Cardoso e Toni Martínez.























A deslocação à catedral da trafulhice foi encarada pelas hostes portistas como uma óptima oportunidade de demonstrar à saciedade que a vantagem de 10 pontos que os separavam do seu adversário, na liderança da prova era fabricada e fruto de uma campanha suja, indigna e sem vergonha, que tem como principais responsáveis a seita da APAF que insiste em aplicar regras de jogo especiais e de protecção para esse clube, a comunicação social em geral, pelo branqueamento que vergonhosamente vão assumindo, a Liga e a Federação que vão assobiando para o lado e a Justiça que parece hipnotizada e não cumpre o seu papel.

A exibição do FC Porto na tarde de hoje, sem ser perfeita (longe disso), teve o condão de demonstrar a sua superioridade em todos os capítulos do jogo, vulgarizando o adversário, tido pelos bazófias como equipa maravilha. Lutou para conseguir uma goleada humilhante que só não foi possível por mais uma anedótica actuação da seita da APAF, com erros inacreditáveis.

A equipa da casa marcou primeiro (10'), num lance infeliz  de Diogo Costa, mas fora isso a equipa da casa levou um banho de futebol. Matheus Uribe (45') e Mehdi Taremi (54'), reverteram o resultado.

Vitória justa, inequívoca mas escassa.

Matheus Uribe (Homem do jogo) e Mehdi Taremi (Mérito e Valores Porto) foram os premiados deste jogo.