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quarta-feira, 7 de maio de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... O FC Porto esteve presente em 11 finais das competições internacionais oficiais (UEFA/FIFA), nas quais obteve 7 títulos?

Pelos vistos ainda há quem não saiba ou então se tenha esquecido, voluntária ou involuntariamente, só para enaltecer os feitos do clube do coração, de forma um tanto alienada. É o que temos nas redacções dos pasquins amestrados.

Já agora também relembro que o FC Porto esteve também em duas finais, em temporadas consecutivas, mas a grande diferença é que as venceu.

Aqui fica o quadro com o «retrato» dessas finais:


quarta-feira, 30 de abril de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... foram 441, os atletas que com a camisola do FC Porto contribuíram para o seu magnífico palmarés, num total de 74 troféus, conquistados pelo futebol principal do Clube e que faz dele o mais titulado de Portugal?

Conheça o Top Ten desta panóplia de jogadores que escreveram em letras de ouro belas páginas da história portista:






























Neste lote dos 10 jogadores com mais títulos conquistados, enquanto jogadores do FC Porto, ressalta desde logo o facto de apenas um deles estar em actividade e fazer parte do plantel actual (Helton), mas existem outras curiosidades:

Dois guarda-redes (Baía e Helton), um defesa direito (João Pinto), dois defesas centrais (Aloísio e Jorge Costa), dois médios defensivos/trincos (André e Paulinho Santos), um médio ofensivo (Semedo), um médio ala (Jaime Magalhães) e um ponta-de-lança (Domingos);

Vítor Baía o que mais épocas representou o FC Porto (17), João Pinto (16) e Jaime Magalhães (15). Todos os outros mais de 10, excepto Helton que leva 9 temporadas de azul e branco;

O mais antigo, aquele que apareceu primeiro no plantel principal foi Jaime Magalhães, que se estreou em 24 de Agosto de 1980. João Pinto estreou-se em 1 de Dezembro de 1981 e Semedo em 6 de Novembro de 1983.

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar; ZeroZero.pt; Arquivo deste Blogue e Base de dados actualizados de Rui Anjos.

quarta-feira, 5 de março de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... o FC Porto foi o único clube português a ganhar por TRÊS VEZES, numa mesma época, o Campeonato nacional e uma competição europeia?



A primeira vez que o FC Porto passeou a sua superioridade e classe aquém e além fronteiras, mostrando ser possível vencer simultaneamente dentro e fora do país, aconteceu na temporada de 2002/03, com José Mourinho. Os Dragões deixaram os seus rivais a 11 pontos (Benfica) e a 27 pontos (Sporting) no Campeonato nacional, venceram a Taça de Portugal (1-0, contra o U. Leiria) e ergueram a Taça Uefa, em Sevilha, frente ao Celtic de Galsgow (3-2);










Repetiu o feito, na temporada seguinte (2003/04), ainda com José Mourinho, deixando os rivais a 8 pontos (Benfica) e a 9 pontos (Sporting). Juntaram a Supertaça Cândido de Oliveira (1-0 U. Leiria) e a Liga dos Campeões, em Gelsenkirchen, frente ao AS Mónaco (3-0);












A terceira foi em 2010/11, na temporada de ouro, com André Villas-Boas, em que venceu 4 das 5 provas em que participou. Só falhou a famigerada Taça da Liga.  No Campeonato Nacional deixou os seus rivais a 21 pontos (Benfica) e a 36 pontos (Sporting). Venceu a Supertaça Cândido de Oliveira, em Aveiro (2-0 Benfica), A Taça de Portugal (6-2 V. Guimarães) e ainda a Liga Europa, em Dublin, frente ao SC Braga (1-0).






















O Benfica conseguiu-o apenas numa única vez, em 1960/61, quando ganhou  o Campeonato e a Taça dos Campeões europeus.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... Derlei foi o primeiro atleta a marcar no Estádio do Dragão?

Aconteceu no dia 16 de Novembro de 2003, num jogo de carácter particular com o Barcelona, no dia da inauguração do Estádio.

Depois de ter marcado o golo que valeu a vitória na final da Taça Uefa, em Sevilha, Derlei voltou a brilhar ao marcar o primeiro golo no Estádio do Dragão. Mais um instante mágico que ficou gravado na sua carreira e na própria história do Clube e do estádio. Um golo evidentemente com mais significado estatístico do que desportivo.





















Equipa titular que defrontou o Barcelona, no primeiro jogo do Dragão: Da esquerda para a direita, em cima: Vítor Baía, Jorge Costa, Ricardo Carvalho, Pedro Mendes, Evaldo e Tiago; Em baixo: Derlei, Ricardo Fernandes, Maniche, Secretário e Bruno Moraes.

Jogaram ainda: Nuno E. Santo, Pedro Emanuel, Jankauskas, Hugo Almeida, Mário Silva, Hélder Barbosa, Pedro Ribeiro, Vieirinha e Paulo Machado.

O Barcelona resignou-se à sua condição de mero actor secundário de uma festa para a qual fora convidado e onde não teve grande capacidade de intervenção. O jogo não passava de um mero pretexto e não constituía sequer, o mais importante para justificar a presença de 52 mil portistas no seu novo estádio.

O que ficou para a história, acerca deste jogo, foi certamente o resultado (2-0) e o nome dos autores dos golos: Derlei e Hugo Almeida. Depois, algumas curiosidades estatísticas: O primeiro jogador do FC Porto a tocar na bola depois do apito inicial do árbitro (Martins dos Santos), foi Tiago; o primeiro passe entre jogadores portistas ocorreu aos 42 segundos, entre Secretário e Jorge Costa; o primeiro remate pertenceu a Bruno Moraes, antes dos dois minutos de jogo; a primeira substituição foi a de Vítor Baía por Nuno, aos 49 minutos e naturalmente, o primeiro golo foi aos 55 minutos, por Derlei.

Leonel Messi teve também neste dia, a sua estreia na equipa principal do Barcelona.























Já em jogos oficiais, pertenceu a Maniche, o primeiro golo, no jogo disputado, contra a União de Leiria, em 7 de Fevereiro de 2004, a contar para a 21ª jornada da Super Liga, com vitória portista por 2-1. O outro golo foi da autoria de Maciel.

Nas provas da Uefa, o primeiro jogo no Dragão aconteceu em 25 de Fevereiro de 2004, com o Manchester United, jogo da 1ª mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões, que o FC porto venceu por 2-1, com «bis» de Benni McCarthy.


Fonte: Revista Dragões

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... O FC Porto consagrou 46 atletas do futebol principal, como campeões europeus, nas temporadas de 1986/87 e 2003/2004?


Duas vezes campeão europeu, o FC Porto venceu o seu primeiro troféu em Maio de 1987, vencendo o Bayern de Munique, no Estádio do Prater, em Viena de Áustria, por 2-1, com golos de Madjer, de calcanhar e Juary. Artur Jorge, o treinador portista de então, utilizou nessa campanha europeia 23 atletas.

Recorde agora no quadro abaixo, todos eles e os seus desempenhos:

















































17 anos depois, mais precisamente em Maio de 2004, os Dragões voltaram a conquistar a prova rainha da Europa, desta vez sob o comando de José Mourinho, na final disputada na Arena AufSchalke, em GelsenKirchen, na Alemanha, com reultado de 3-0, sobre o AS Mónaco. Curiosamente, Mourinho utilizou também 23 atletas nessa campanha.

Recorde no quadro abaixo todos os envolvidos e as suas performances:

















































Fontes: Revista Dragões e Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... O FC Porto consagrou 26 atletas como Campeões do Mundo de futebol?

Duas grandes vitórias internacionais fazem parte da recheada história de triunfos portistas. Japão foi em ambas as ocasiões o palco dessas duas epopeias.

A primeira, em Tóquio, numa tarde de Inverno rigoroso, debaixo de um intenso nevão. Foi no dia 13 de Dezembro de 1987. Os Campeões europeus (FC Porto) defrontaram na final os campeões sul-americanos (Peñarol, do Uruguai). Jogo muito disputado, em condições terríveis, com o resultado de 1-1 no final do tempo regulamentar. No prolongamento os Dragões conseguiram o golo da vitória.

17 anos depois (12 de Dezembro de 2004), os azuis e brancos voltaram ao Japão, desta vez à cidade de Yokohama, para defrontar o Once Caldas, da Colômbia.

Num jogo de sentido único, o FC Porto fez as despesas do jogo frente a um adversário com muitas preocupações defensivas. Quatro bolas nos ferros e dois golos mal anulados, empurraram a equipa portista para o prolongamento, que não alterou o nulo no resultado.

Na marcação de grandes penalidades os azuis e brancos foram mais eficazes e ergueram o troféu pela segunda vez.

Reveja agora cada um dos intervenientes portistas dessas duas finais:































































Fonte: Baú de Memórias, de Rui Anjos

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... dos 68 jogadores portistas pentacampeões nacionais, entre 1994 e 1999, 40 eram de nacionalidade portuguesa?

Numa altura em que a percentagem de jogadores estrangeiros a actuar nas equipas portuguesas é superior à de jogadores portugueses, é bom recordar que nem sempre foi assim.

Efectivamente, nos período em que o FC Porto se tornou pentacampeão nacional, 58,8% dos atletas eram portugueses e apenas 41,2% de outras nacionalidades.

Recorde agora todos eles, com a indicação do nº de títulos (do pentacampeoato), do nº de jogos em que participaram e dos golos que marcaram ou sofreram (no caso dos guarda-redes):

































































































































Fonte: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZero.pt

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















...68 jogadores portistas participaram na conquista do único pentacampeonato do futebol português, entre 1994 e 1999, mas apenas seis estiverem presentes nos 5 títulos?

Foram muitos os atletas que em cinco temporadas (1994/95 a 1998/99) contribuíram para que o FC Porto conseguisse um feito inédito no futebol português, a conquista do pentacampeonato.

No entanto, desses, só seis estiveram nesses cinco campeonatos:










Aloísio foi dos seis o que participou em maior número de jogos (149), seguido de Drulovic (146), seguem-se Paulinho Santos (132), Rui Barros (125), Jorge Costa (106) e Folha (87).

Fontes: Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira e Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... dos 63 treinadores da história da equipa principal do FC Porto, 16 foram campeões nacionais e destes, 5 eram ex-jogadores e apenas 2 venceram campeonatos nas duas funções?

O húngaro Joseph Szabo foi o treinador campeão em 1934/35. Representou o FC Porto, como treinador/atleta, durante 3 temporadas (1930/31 a 1932/33);

Outro húngaro, Mihaly Siska, foi treinador campeão em 1938/39 e 1939/40. Tinha sido atleta portista (guarda-redes) durante 9 épocas (1924/25 a 1932/33);

Artur Jorge foi o treinador campeão em 1984/85, 1985/86 e 1989/90. Tinha sido atleta (avançado) do FC Porto na temporada de 1964/65.

Os dois treinadores portistas que foram campeões nas duas vertentes:

José Maria Pedroto, o «mestre», treinador campeão nas temporadas de 1977/78 e 1978/79, representou o Clube como atleta durante 8 épocas (1952/53 a 1959/60). Foi campeão nacional como atleta (médio) em 1955/56 e 1958/59;

António Oliveira foi treinador campeão em 1996/97 e 1997/98. Como atleta (médio ofensivo), envergou a camisola da equipa principal portista durante 10 temporadas (1970/71 a 1979/80). Venceu como atleta os campeonatos de 1977/78 e 1978/79.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... O FC Porto foi três vezes campeão nacional em igualdade pontual com o 2º classificado?


A igualdade pontual na última jornada do campeonato aconteceu por sete vezes, na história do futebol português. O FC Porto esteve envolvido em cinco delas, ficando  por duas vezes em desvantagem nos critérios de desempate.

A primeira igualdade aconteceu  na temporada de 1937/38, com Benfica e FC Porto a chegarem ao termo do campeonato, ambos com 23 pontos. O título foi atribuído ao clube de Lisboa, em vantagem nos resultados directos (3-1, nas Amoreiras e 2-2, no Lima). A turma portista era treinada por Mihaly Siska;

Em 1955/56, o FC Porto voltou a terminar empatado com o Benfica, mas desta vem em vantagem nos resultados directos (3-0, nas Antas e 1-1, na Luz). Dorival Yustrich era o treinador portista;

Em 1957/58, o empate pontual foi com o Sporting. Nova desvantagem portista nos confrontos directos (derrota em Alvalade, por 3-0 e vitória nas Antas, por 2-1), determinaram a atribuição do título aos leões. A turma portista era treinada por Dorival Yustrich;

Na temporada seguinte (1958/59), nova igualdade com o Benfica. Foi na temporada do célebre Inocêncio Calabote, que acabaria irradiado sete meses depois, por manipulação do resultado da turma lisboeta contra a Cuf, na última jornada do campeonato, enquanto o FC Porto lutava pelo título em Torres Vedras.  Empatados nos confronto directos (0-0 nas Antas e 1-1 na Luz), o 2º critério de desempate era a melhor diferença geral entre golos marcados e sofridos. Vantagem portista de 1 golo (81-22 contra 78-20), que Calabote não foi capaz de anular. Bela Guttmann era o treinador dos azuis e brancos;

Finalmente em 1977/78, a última igualdade pontual e de novo com o Benfica. Treinados pelo «Mestre» José Maria Pedroto, os Dragões puseram fim a um jejum de 19 anos. Mais uma vez empatados nos confrontos directos (0-0 na Luz e 1-1 nas Antas), o critério de desempate foi a melhor diferença geral entre os golos marcados e sofridos. Vantagem clara da turma azul e branca de 15 golos (81-21 contra 56-11).











Fontes: Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira e Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... Um jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal foi decido após a marcação de 30 grandes penalidades?



Nunca se tinha visto nada assim! Foi em 20 de Janeiro de 2010 que o FC Porto se deslocou ao Estádio do Restelo para discutir com o Belenenses a passagem aos quartos-de-final da Taça de Portugal.

O jogo terminou com uma igualdade a dois golos, que o prolongamento não alterou. Dando cumprimento ao regulamento da prova, o desempate foi processado pela marcação de grandes penalidades. Foram necessários 30 penáltis para se encontrar o vencedor, um número recorde em Portugal e o 7º no Top Ten mundial. O recorde do mundo é de 48 e aconteceu num jogo da Taça da Namíbia, em 2005, segundo os registos da RSSSF, fundação que junta estudiosos e estatísticos de futebol de todo o mundo.

Os atletas portistas acertaram 10 das 15 da sua responsabilidade, enquanto os belenenses só acertaram 9.



























A figura da noite foi o guarda-redes portista Beto, que defendeu cinco grandes penalidades e converteu uma. 

O jogo terminou com a qualificação portista, já muito perto da meia-noite.
























Ver video do youyube aqui

Fontes: Arquivo do Blogue (I edição), Mais Futebol e Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... em 15 de Outubro de 2011, foi um guarda-redes, que se tornou no mais jovem jogador de sempre a envergar oficialmente a camisola do FC Porto?



Kadú
Aconteceu a oito minutos do final do jogo da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, em Sintra, mais concretamente no Parque de Jogos Pardal Monteiro, em Pêro Pinheiro.

Integrado num lote de jogadores convocados, maioritariamente dos menos utilizados do plantel, como aliás vem sendo hábito nas primeiras eliminatórias desta prova, o técnico portista Vítor Pereira lançou no jogo o guardião suplente Kadú, aos 82 minutos, para substituir Bracalli, quando o FC Porto já vencia por 0-7, a equipa local, o Pêro Pinheiro, mas ainda a tempo de poder festejar mais um golo. O angolano tinha então apenas 16 anos, 10 meses e 15 dias.

Por curiosidade referir que em jogos para o campeonato nacional, o mais novo a estrear-se foi Fernando Gomes, nas Antas, contra a Cuf, a 8 de Setembro de 1974, com 17 anos, 9 meses e 26 dias, tendo marcado dois golos nessa partida.

Fontes: Base de dados, de Rui Anjos e Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira

quarta-feira, 23 de outubro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... na temporada de 1968/69, foram permitidas duas substituições de jogadores de campo e o primeiro jogador do FC Porto a entrar se chamava Lisboa?

Lisboa
Aconteceu exactamente a 8 de Setembro de 1968, quando o treinador José Maria Pedroto decidiu lançar no jogo com o Sp. de Braga, no Estádio das Antas, relativo à 1ª jornada do Campeonato nacional de 1968/69, o médio Lisboa , de nome completo Alberto LISBOA Dias, natural de Chaves, que vestiu a camisola azul e branca, durante duas épocas (1968/69 e 1969/70), entrando nesse jogo para substituir Jaime.

Lisboa foi pois a primeira substituição do FC Porto, de um jogador de campo. Antes só era permitido a substituição do guarda-redes, que só foi autorizada a partir de 1953.

Na baliza portista, o primeiro guarda-redes chamado a substituir outro, foi Américo que rendeu Barrigana, a 6 de Dezembro de 1953, no decorrer de um jogo entre o FC Porto e o Atlético, no Estádio das Antas, jogo da 8ª jornada do Campeonato nacional de 1953/54, os Dragões eram então treinados por Cândido de Oliveira.

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... o primeiro golo de baliza a baliza, marcado em Portugal por um guarda-redes, foi marcado por um atleta do FC Porto?

Ainda que não tenha sido intencional, Acúrsio, no dia 23 de Março de 1958, no Restelo, frente ao Belenenses, fez um pontapé  longo para o centro, que se destinava aos colegas mais adiantados, mas com o vento, a bola ganhou altura e velocidade, bateu no relvado, sobrevoou José Pereira, guardião do Belenenses, e só parou no fundo da baliza.

Este golo, de gostinho especial, foi o segundo do FC Porto, da vitória portista por 1-3 onde, curiosamente, Acúrsio fracturou um braço, num choque acidental com Matateu.

Naturalmente que este feito teria tido uma maior repercussão se fosse cometido pelo guardião da equipa do regime, assim acabou no esquecimento e mais ninguém fala nele.

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... Soares dos Reis foi o primeiro guarda-redes portista a representar a Selecção nacional?

Manuel Soares dos Reis brilhou nas balizas do FC Porto nas décadas de 30 e 40 e foi o seu primeiro guarda-redes internacional.

A estreia na equipa das quinas deu-se a 11 de Março de 1934, em Madrid, contra a Espanha, dia do seu 24º aniversário. A prenda é que não foi a melhor pois Soares dos Reis sofreu três dos 9 golos com que a selecção espanhola goleou Portugal. O guardião portista sofreu uma lesão durante esse jogo e foi substituído pelo benfiquista Augusto Amaro que «encaixou» os restantes seis golos.

Soares dos Reis, antes de chegar ao FC Porto tinha representado o Boavista e o Belenenses, sucedendo a Miguel Siska na baliza portista. Jogava sempre de camisola de gola alta, bordada com as suas iniciais «SR» bem visíveis. Nos treinos, utilizava um método invulgar para exercitar os reflexos: tentava apanhar coelhos!

Fontes: A Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira; Fotobiografia do FC Porto, de Rui Guedes

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... fez no dia 20 de Setembro, 57 anos que o FC Porto se estreou nas provas da UEFA?


A estreia internacional oficial do FC Porto, aconteceu na temporada de 1956/57, sob a égide da UEFA, como representante português na então designada Taça dos Clubes Campeões Europeus.

O sorteio ditou como adversário os espanhóis do Atlético de Bilbau, abrindo o confronto no Estádio das Antas.

Aos seis minutos, pontapé de Gaínza, frango de Acúrsio. José Maria ainda empatou, entrando para a história como o marcador portista do primeiro golo europeu. Canito fez o resultado final, mas no ar pairou um sabor amargo de injustiça. O FC Porto tinha sido melhor mas não conseguiu materializar essa superioridade. 

O treinador adversário, ao abandonar o Estádio das Antas, não escondeu a sua preocupação, relativamente ao jogo da segunda mão.

JOGO 1




















Em San Mamés, o FC Porto voltou a demonstrar classe e superioridade. Esteve por duas vezes em vantagem no marcador e só um penalty falso como judas, precipitou a derrota, pois os jogadores portistas reagiram mal a essa decisão, ameaçando abandonar o relvado. O jogo esteve suspenso por 7 minutos, Virgílio foi expulso, a equipa azul e branca acabou por ponderar e voltar ao jogo.

A partir daí, o ânimo portista ficou gravemente afectado, o jogo perdeu qualidade, os nervos e a indignação apoderaram-se dos atletas e os bascos aproveitaram para passar para a frente do marcador. Pouco depois Jaburú foi também expulso.

Arteche, o marcador dos três golos do Atlético, no final, reconheceu a superioridade do FC Porto, a sorte que tinham tido, afirmando que os Dragões tinham sido a melhor equipa que tinha actuado em Bilbau nos últimos seis anos.

JOGO 2




















JOGADORES UTILIZADOS NOS DOIS JOGOS






quarta-feira, 11 de setembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... o FC Porto foi o primeiro clube português a optar por um guarda-redes estrangeiro?


Chamava-se Mihaly Syska, o húngaro que ajudou a conquistar dois campeonatos de Portugal
Mihaly Siska
(1924/25 e 1931/32) e que se manteve sete anos no plantel dos dragões. Depois de abandonar como futebolista, assumiu o comando técnico em duas ocasiões (1935/36 e 1938/39 a 1941/42).

Mihaly Siska veio para o FC Porto em 1922, quando o futebol era ainda amador, no entanto consta que o guardião húngaro recebia mil escudos «à socapa». Para todos os efeitos, Siska era empregado mecânico da Sociedade de Vinhos Borges & Irmão, apesar de ter sido formado como dentista.

Mais tarde naturalizou-se português, adoptando o nome de Miguel Siska e foi o primeiro ex-guarda-redes a treinar uma equipa, o FC Porto, conseguindo levar a equipa ao título nacional em duas épocas consecutivas (1938/39 e 1939/40).

Fontes: Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira; Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















...a primeira claque portista organizada surgiu nos anos 30?


Chamava-se «Esquadrão Azul e Branco» e terá sido formada por volta de 1934. Com o decorrer dos anos foram surgindo outras claques, como por exemplo, a «Força Azul», a «Esquadra Azul» ou os «Dragões Azuis».

As actuais claques activas e organizadas do FC Porto, são como se sabe, os «Super Dragões», criada em 30 de Novembro de 1986























e o «Colectivo Ultras 95», criada em 6 de Julho de 1995, ambas destinadas a apoiar o clube, em todas as manifestações desportivas.

























Fontes: Bíblia do FC Porto, de João Pedro Bandeira; Super Dragões e Colectivo.