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sábado, 4 de agosto de 2018

CAMPEÃO PUXOU DOS GALÕES

















FIXA DO JOGO





























O Campeão nacional teve de puxar dos galões para levar de vencida a aguerrida equipa do Desportivo das Aves, tendo inclusivamente de reverter o resultado desfavorável a partir do minuto 14.

Sérgio Conceição apresentou duas estreias oficiais no onze titular.O jovem defesa central que alinhou na temporada passada na equipa B e na equipa de Sub-19, Diogo Leite e o avançado, também ele jovem, que jogou na equipa B e depois de Janeiro, foi emprestado ao Vitória de Setúbal, André Pereira.
























Uma final é sempre um jogo muito competitivo, mesmo que o adversário seja de menor valia, como foi o caso de hoje. O FC Porto apresentou-se naturalmente com maior favoritismo, mas o Aves conseguiu dar uma réplica interessante, como se esperava, tornando a partida interessante.

Os Dragões entraram fortes com Aboubakar a obrigar o guardião avense a fazer uma defesa espectacular para evitar o primeiro golo.

Numa altura em que os azuis e brancos dominavam, foi a equipa adversária a chegar ao golo, num remate primoroso de Falcão. Lance precedido de falta (pé em riste sobre Brahimi), que a equipa de arbitragem deixou passar em claro.

Seguiu-se uma fase  pouco esclarecida do FC Porto, visivelmente afectado com o golo sofrido, mas onze minutos depois, numa combinação fabulosa entre Aboubakar e Brahimi, o argelino fez a igualdade.























Os campeões nacionais estabilizaram o seu jogo e procuraram chegar à vantagem mas sem grande lucidez. Alguns passes falhados, más decisões e deficiência no remate levaram o empate até ao intervalo, com Brahimi lesionado a partir dos 39 minutos.

Na segunda parte os portistas apareceram mais coesos defensivamente e mais autoritários. Dominaram em toda a linha e o resultado acabou por sofrer a alteração esperada.

Primeiro foi Maxi Pereira a bater o guarda-redes Beunardeau, fazendo a bola passar-lhe por entre as pernas.























Jesús Corona deu a machadada final aos 84 minutos com um remate colocado.























Vitória justa da melhor equipa frente a um adversário que fez tudo o que podia para complicar.

Quem também tentou complicar foi a equipa de arbitragem que deixou bem evidente que o FC Porto vai ter de continuar a lutar contra tudo e contra todos.
























sábado, 10 de agosto de 2013

PENTACAMPEÃO, AGORA TAMBÉM NA SUPERTAÇA















FICHA DO JOGO

















































Começou bem a época para o FC Porto com mais um triunfo na Supertaça Cândido de Oliveira, a quinta consecutiva e a 20ª da colecção, para o Museu.

Frente a uma equipa combativa mas sem grandes argumentos, ainda a recuperar da perda de alguns jogadores importantes, do plantel da época passada, que lhe garantiu a proeza da vitória na Taça de Portugal, os campeões nacionais construíram uma exibição segura, serena e sem sobressaltos.

Com duas partes bem distintas, os azuis e brancos aproveitaram da melhor maneira e com eficácia os primeiros erros defensivos dos vimaranenses e assim, aos 17 minutos já venciam por dois a zero, fruto dos dois primeiros remates.

























Depois foi só controlar, impor a toada que mais lhe agradava e voltar a esperar por novos erros. Foi o que aconteceu em cima do intervalo, com Lucho Gonzalez a aproveitar da melhor maneira um desentendimento do guardião com um defesa do Guimarães.

























O segundo tempo foi jogado ainda com mais controlo e menor velocidade. Ainda assim o quarto golo esteve para acontecer em três ou quatro ocasiões, que porém não foram aproveitadas com a mesma eficácia.

Vitória incontestável, justa e até escassa, num jogo bastante desequilibrado. 

Paulo Fonseca lançou, com alguma surpresa, o ex-Estoril Licá que correspondeu ao que dele se esperava. De resto, as exibições dos jogadores portistas, de uma maneira geral, não saíram de uma bitola pouco mais que razoável com alguma preponderância para Otamendi e Mangala na defesa e Lucho Gonzalez na linha média.

Achei Alex Sandro e Silvestre Varela muito lentos e complicativos, Fernando algo trapalhão e Jackson perdulário. Fucile esteve bem no apoio ao ataque, tirando alguns bons cruzamentos. Quintero, nos 14 minutos que esteve em campo também apresentou bons pormenores.



sexta-feira, 9 de agosto de 2013

PONTAPÉ DE SAÍDA DA NOVA ÉPOCA








Arranca amanhã a  nova época oficial, que terá como cartaz a disputa da Supertaça Cândido de Oliveira e que reúne os vencedores do Campeonato Nacional (FC Porto) e da Taça de Portugal (V.Guimarães), da época passada.

A discussão se é o primeiro título da nova época ou o último da época anterior parece-me não ter grande cabimento já que o jogo vai ser disputado com os novos planteis de cada equipa, logo...

No que ao FC Porto diz respeito, Paulo Fonseca, o novo treinador, parece transportar a ambição legítima deste clube e por isso, vai querer abrir com chave de ouro a nova época. Trata-se de uma final em que só dois resultados são possíveis, a vitória ou a derrota e portanto é de esperar um enorme empenhamento de ambas as equipas para erguerem o troféu (com nova imagem).

O novo treinador portista fez a sua escolha, chamando ao lote dos convocados seis reforços desta época (incluindo Fucile que esteve afastado a época anterior).

LISTA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Supertaça Cândido de Oliveira - Final
PALCO DO JOGO: Estádio Municipal de Aveiro - Aveiro
DATA E HORA DO JOGO: Sábado, 10 de Agosto de 2013, às 20:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Artur Soares Dias
TRANSMISSÃO: RTP 1

domingo, 12 de agosto de 2012

TETRA EM RITMO DE CHA CHA CHA!

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)

O FC Porto entrou a época de 2012/13, como saiu, ou seja a ganhar mais um troféu para o seu rico e incomparável historial, de entre os clubes portugueses.

Trata-se da 19ª Supertaça Cândido de Oliveira conquistada em 34 edições e a quarta consecutiva, feito inédito no futebol lusitano.

O adversário, a Académica de Coimbra bateu-se galhardamente para travar o favoritismo portista e só baqueou em cima do final do encontro quando já toda a gente esperava pelo prolongamento. Seria afinal um castigo demasiado severo para uma equipa que tudo fez para vencer a partida desde o apito inicial do árbitro da partida.

Os Campeões nacionais tiveram o controlo e o comando das operações quase todo o jogo, perdendo apenas algum ascendente na parte final da 1ª parte e em alguns raros momentos da segunda. De resto, as mais flagrantes oportunidades de golo pertenceram por inteiro aos Dragões que foram para os balneários com uma igualdade injusta, depois de desperdiçarem três boas ocasiões para marcar, tendo como protagonistas James Rodríguez, Atsu e Otamendi (na mesma jogada) e Mangala.

Na segunda parte o FC Porto foi ainda mais acutilante e logo no primeiro minuto Jackson falhou por pouco. Os estudantes procuravam a todo o custo organizar-se na defensiva, incomodando cada vez menos o último reduto portista.

Quando já poucos acreditavam ser possível evitar o prolongamento, face à repetida ineficácia no remate dos Campeões nacionais, eis que, em cima do minuto 90, Miguel Lopes cruzou para a área adversária onde acorreu Jackson Martinez que se elevou mais alto a cabecear com êxito para as redes estudantis. Estava feito o resultado e garantido mais um título para o melhor Clube português.

Não foi uma exibição exemplar, mas o FC Porto justificou em pleno esta vitória, porque foi sempre superior em todos os capítulos do jogo. Pecou pela falta de eficácia e teve alguns momentos de falta de ligação, com problemas de penetração, alguma dificuldade na recepção da bola e sobretudo muita indefinição dos lances.

Destaques positivos para Fernando, quase sempre bem, para Moutinho que só entrou na segunda parte e logo pegou na batuta e para Jackson Martinez, especialmente pelo golo importante que marcou.

Menos brilhantes estiveram Atsu, Defour, Lucho e James Rodríguez.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

TIRO DE PARTIDA PARA A NOVA ÉPOCA

Pela quarta época consecutiva, o FC Porto tem o privilégio de inaugurar a temporada futebolística portuguesa, apresentando-se uma vez mais como um dos principais candidatos à conquista dos vários títulos que vão começar a ser disputados. A prova de arranque da época é, como se sabe, a Supertaça Cândido de Oliveira, que põe frente a frente o Campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal, da época anterior.

O FC Porto ostenta um palmarés esmagador no historial desta prova, com 18 títulos em 33 edições, número superior ao conjunto de vitórias dos restantes vencedores juntos.  Os Dragões que conseguiram já um inédito TRI, neste troféu, podem dilatar esse recorde, se conseguirem triunfar, amanhã frente à Académica de Coimbra. O número de presenças dos azuis e brancos, nesta Taça é também esmagador: 27 presenças (falhou 6), perdendo apenas 9.

Como se sabe, Vítor Pereira não tem ao seu dispor todos os atletas do plantel. São ausências de peso os três brasileiros (Danilo, Alex Sandro e Hulk), que se encontram a disputar o Torneio Olímpico, cuja final se disputa também amanhã. Com estas limitações, o treinador portista escolheu os atletas que, em princípio, lhe garantem maior rendimento.

LISTA DOS CONVOCADOS

Tendo em conta estas escolhas e as formações iniciais dos jogos de preparação, na pré-temporada, parece-me óbvia a equipa provável para este encontro.

EQUIPA PROVÁVEL
COMPETIÇÃO: Supertaça Cândido de Oliveira
PALCO: Estádio Municipal de Aveiro
DATA E HORA DO JOGO: 11 de Agosto de 2012, às 20:45 h
ÁRBITRO: Olegário Benquerença - A.F. Leiria
TRANSMISSÃO: RTP 1

terça-feira, 29 de maio de 2012

RETROSPECTIVA - PARTE V

POR COMPETIÇÃO - SUPERTAÇA CÂNDIDO DE OLIVEIRA

É a terceira da hierarquia das competições nacionais do futebol nacional. É disputada todos os anos, colocando em confronto o campeão nacional e o vencedor da Taça de Portugal. Quando o campeão nacional é também o vencedor da Taça de Portugal o seu adversário é o finalista vencido da Taça de Portugal.

Esta prova começou a ser disputada na época de 1978/79 ainda sem carácter oficial tal como na época seguinte. Face ao sucesso destas edições a prova a FPF chamou a si a organização passando a ser oficial a partir de 1980/81.

As características da prova foram sendo alteradas de acordo com as conveniências dos clubes, que em Assembleia Geral foram modificando até chegar ao modelo actual. Assim, a 1ª edição realizou-se num jogo só (na casa do Campeão), enquanto a segunda já foi em duas mãos.  Enquanto se jogou em duas mãos, houve um período em que os golos do resultado não eram importantes. Vencia o troféu quem somasse mais vitórias. Mais tarde passou a ser a diferença entre golos marcados e sofridos.

A partir de 2000/01, a prova passou a ser disputada num único jogo em campo neutro, designado pela FPF.

Resta acrescentar que desde então passou a ser o jogo de abertura da época, referente à época anterior.

Este troféu leva já 33 edições, 18 das quais conquistadas pelo FC Porto que comanda o Ranking.

O Sporting é o 2º com 7 títulos, o Benfica é o 3º com 4, o Boavista é o 4º com 3 e o 5º é o V. Guimarães com 1.

Os Dragões participaram em 51 jogos com um pecúlio de 61 golos marcados.
Foram 41 os atletas portistas que acertaram nas redes contrárias, com destaque para Domingos Paciência, que com os seus 6 golos comanda a lista dos melhores marcadores azuis e brancos, nesta prova.
Rolando é o único atleta do plantel actual que marcou golos na Supertaça e se continuar é um candidato a melhorar a sua marca.

De referir ainda que o FC Porto é o único Clube que conseguiu vencer esta prova por três vezes consecutivas:
9 de Agosto de 2009 -  SUPERTAÇA 2008/2009
7 de Agosto de 2010 - SUPERTAÇA 2009/2010
7 de Agosto de 2011 - SUPERTAÇA 2010/11

(Continua)

PARTE VI - TAÇA DA LIGA

domingo, 7 de agosto de 2011

TRI, TRI, TRI, MAIS UMA SUPERTAÇA QUE JÁ MORA AQUI!

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)
O FC Porto conquistou esta noite o Tri na Supertaça Cândido de Oliveira, ao vencer o Vitória de Guimarães, no seu 70º Título da História do Clube.
Numa partida marcada pela natural superioridade azul e branca, os Dragões adiantaram-se no marcador muito cedo, permitindo controlar a partida e o adversário. Foram cerca de dez minutos de ritmo forte que deixaram o adversário sem reacção.  

O primeiro golo surgiu de uma vistosa jogada, com um toque de calcanhar de João Moutinho a desmarcar na direita Hulk que cruzou de «letra» para o coração da área onde surgiu Rolando a cabecear com grande oportunidade para as redes.

O FC Porto teve ainda mais três boas ocasiões para dilatar o marcador, com remates de Hulk (2) e Rolando. Depois abrandou o ritmo e permitiu um jogo mais equilibrado.

O Guimarães aproveitou para aparecer mais vezes junto da área portista e acabou mesmo por empatar por Toscano, pouco depois da meia hora de jogo, correspondendo a um cruzamento, onde saltou mais alto que os defensores portistas.

O FC Porto voltou a acelerar e Rolando bisou na partida. O intervalo chegaria a prometer uma segunda parte mais disputada.

O segundo tempo não trouxe nada de novo, ou seja, voltamos a ter um FC Porto mais controlador que dominador. Criou novos lances perigosos, três dos quais passíveis de grande penalidade que Proença optou por não assinalar, quiçá para manter o equilibrío no marcador até final.

Vitória portista justa mas escassa. Realce para a veia goleadora de Rolando e para a habitual classe e importância do incrível Hulk.

Última palavra para Vítor Pereira que se estreia na conquista dos títulos mais importantes do futebol nacional, como técnico principal.