quinta-feira, 11 de junho de 2026

INTERNACIONAIS PORTISTAS

 


















Com o início do Campeonato do Mundo/2026, terminaram os jogos de preparação das diversas selecções.

Zaidu esteve envolvido em dois encontros, um contra a Polónia e outro contra Portugal, ambos a envolver igualmente outros atletas portistas, de que a seu tempo darei nota, até para actualizar o número de internacionalizações de cada um deles.

Em ambos os encontros o defesa lateral esquerdo portista, foi suplente utilizado. Contra a Polónia (empate a 2 golos), fez toda a segunda parte e contra Portugal (derrota 2-1) entrou aos 60 minutos.

Soma agora 32 internacionalizações, todas enquanto atleta do FC Porto.









































De referir que a Nigéria não se qualificou para esta fase final e que Terem Moffi, jogador também utilizado,  já não pertence ao plantel do FC Porto, após empréstimo pelo Nice.

terça-feira, 9 de junho de 2026

INTERNACIONAIS PORTISTAS

 



















O médio portista Victor Froholdt encerrou a temporada ao serviço da sua selecção, a Dinamarca, com dois jogos amigáveis, frente à República do Congo e Ucrânia, somando agora 12 internacionalizações, todas enquanto atleta do FC Porto.

No primeiro encontro, jogado em Liége frente à Rep. do Congo, foi suplente utilizado a partir dos 57 minutos, num empate sem golos. Já no segundo embate, disputado em Odense, frente à Ucrânia, foi titular a tempo inteiro, num jogo que foi suspenso aos 77 minutos derivado a novo colapso de Eriksen, quando o resultado acusava a vitória dinamarquesa, por 2-1.

Recordo entretanto que a Dinamarca não se qualificou para o Campeonato do Mundo, pelo que o médio dos Dragões pode finalmente gozar as suas merecidas férias.
















terça-feira, 2 de junho de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 8)

OS MEUS DESTAQUES

Para além da influência importante das estruturas, administrativa, técnica e associativa, a quem cabe uma boa parte do êxito nesta temporada, os meus destaques vão para a performance dos atletas.


















Num conjunto de 33 atletas, é obvio que todos tiveram os seus momentos positivos e importantes, mas, não esquecendo esse pormenor, decidi eleger estas duas figuras, como o expoente máximo de um conjunto que sem ser perfeito, conseguiu o objectivo principal, o título de campeão nacional, depois de quatro temporadas de interregno.

Diogo Costa foi muito importante na defesa da baliza, conseguindo uma marca de golos sofridos abaixo do normal, com 21 jogos sem sofrer, nos 34 deste campeonato. Foi também o jogador do plantel que mais minutos jogou, na soma de todas as competições (4346 minutos, em 49 participações das 53 possíveis).

Victor Froholdt impressionou pela sua capacidade física, alto ritmo de jogo, visão na distribuição com critério, capacidade técnica e inteligência táctica. Foi também o que participou em mais jogos (51 dos 53 possíveis).

Por tudo isto foi eleito o melhor jogador e melhor jovem da Liga.



















O FC Porto terminou a temporada como a equipa menos batida entre os principais campeonatos europeus.

Para além dos 21 jogos sem sofrer golos, já mencionados, apenas consentiram 18 golos, constituindo uma imagem de marca na caminhada para o título, uma defesa de betão.



















Este terceiro destaque é no fundo a consequência lógica dos dois anteriores, com a eleição de 5 dragões no onze ideal de Liga, resultante da votação dos treinadores e capitães das 18 equipas do campeonato.

domingo, 31 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 7)

Apesar do título conquistado, em termos de golos obtidos, a produção atacante não foi muito diferente da temporada anterior. A equipa só conseguiu produzir mais um golo (97). A grande diferença esteve nos golos consentidos, 33 contra 57 da época anterior.








































De referir que apesar de nesta temporada o FC Porto ter participado em menos duas provas (Supertaça nacional e Mundial de clubes), fez ainda assim mais um jogo (53) que na temporada anterior (52).

A lista dos marcadores de golos voltou a ser dominada por Samu Aghehowa, com 20 golos, mesmo tendo sido afastado por lesão no início do mês de Fevereiro.














































Também no ranking geral dos goleadores portistas de todos os tempos, Samu Aghehowa continua a ser o melhor classificado, ocupando o 52º lugar.
























sexta-feira, 29 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 6)

O FC Porto esteve envolvido em 3 provas nacionais e 1 internacional, num conjunto de 53 jogos.

Destaques para a eliminação prematura na Taça da liga, da taça de Portugal, mas aqui com a mãozinha da APAF, e também da liga Europa, de forma algo surpreendente, nos quartos-de-finais.

QUADRO RESUMO











Seguem-se os quadros de todos os jogos disputados (clicar em cima de cada um para ampliar e tornar legível).




































Foram 33, os atletas utilizados durante a temporada, por Francesco Farioli, conforme quadros abaixo:



































































Victor Froholdt foi o atleta em que mais jogos participou (51), mas foi Diogo Costa quem jogou mais minutos (4346 minutos).

quarta-feira, 27 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 5)

Pelo segundo ano consecutivo o FC Porto não conseguiu a qualificação para a Champions League, pelo que voltou a ter de disputar a Liga Europa, nos moldes da época anterior.

UEFA EUROPA LEAGUE

O objectivo era ir o mais longe possível, com a expectativa elevada de chegar à final da prova.

Os Dragões fizeram uma fase de liga razoável, averbando 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota, que colocou a equipa no 5º lugar, qualificando-se directamente para os Oitavos-de-finais da prova.

Na fase a eliminar, superou o Stuttgart com duas vitórias, mas soçobrou nos quartos-de-finais, frente ao Nottingham Forest, com empate no Dragão e derrota fora. 










































HISTORIAL DO FC PORTO NESTE PROVA

Lembrando que o modelo actual aglutinou todas as anteriores que se encontram neste quadro





















OBS.: Clicar nos quadros para ampliar.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 4)

A performance do FC Porto nas taças internas, teve níveis diferenciados. Boa na Taça de Portugal e desastrosa na da Liga.

TAÇA DE PORTUGAL

A disputa desta taça foi encarada com a responsabilidade máxima, com Francesco Farioli a não facilitar, quanto às escolhas dos onze titulares.

A prova começou frente a equipas de escalões inferiores, na 3ª e 4ª eliminatórias, começando a dificultar-se desde os Oitavos-de-final, com a recepção ao Famalicão.

Frente aos minhotos a equipa sentiu algumas dificuldades, mas acabou em grande com goleada, por 4-1.

Seguiu-se a recepção ao Benfica. Os Dragões marcaram cedo (15 minutos) e depois optaram por recuar linhas e tentar explorar o contra ataque. Opção algo arriscada, que permitiu algum domínio lisboeta, mas sem consequências, face à competência defensiva portista. Os azuis e brancos poderiam até ter dilatado o marcador, numa série de contra ataques venenosos, muito mal finalizados.

As meias-finais, jogadas em duas mãos, teve como adversário o Sporting, graças às ajudas da APAF que inclinou descaradamente o campo frente ao Santa Clara, permitindo aos lisboetas seguir em frente.

No jogo da 1ª mão, em Alvalade, o FC Porto entrou forte e dominador, mas nada eficaz no que respeita à finalização. Depois, o jogo descambou para a palhaçada, tornando-se quezilento, teatralizado, muito interrompido, com a cumplicidade do apitador de serviço, um tal de Cláudio Pereira, com  dualidade de critério, quer técnico, quer disciplinar. 

O Sporting acabou por ser mais eficaz, a aproveitar um lance infeliz de Fofana que originou a marcação de grande penalidade, aos 61 minutos.

Na segunda mão, no Dragão, o FC Porto teria de ser uma equipa pragmática, preparada para ultrapassar a matreirice adversária, mas também a incompetência (termo simpático) da equipa de arbitragem, mais uma vez a beneficiar largamente a estratégia do Sporting.

A equipa portista não conseguiu evitar cair na armadilha, entrou ingenuamente no esquema montado, acabando por ser vítima disso mesmo. A expulsão merecida de Alan Varela aos 89 minutos, ilustra isso mesmo.

A igualdade a zero no resultado foi algo demonstrativo da falta de soluções da equipa portista para reverter a tendência da eliminatória, na já apelidada Taça Sporting de Lisboa.










TAÇA DA LIGA

Fruto de um calendário competitivo muito sobrecarregado, o FC Porto encarou esta prova, mais uma vez, com alguma displicência. 

O onze titular foi formado, na maioria, por atletas menos utilizados até então, com reflexos evidentes na performance da equipa.

Frente ao Vitória SC, uma equipa bem organizada, que se limitou a aproveitar, as constantes falhas dos azuis e brancos, a derrota, por 1-3, ilustrou bem a falta de qualidade patenteada durante toda a partida e o consequente afastamento da prova.