quinta-feira, 9 de julho de 2020

TÍTULO A 1 PONTO DE DISTÂNCIA

















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO


























O FC Porto não falhou o seu objectivo, cumprindo mais uma vitória no caminho para o título, ao bater o Tondela, num jogo que não foi nada fácil, já que a equipa da casa assumiu a sua condição de equipa mais fraca, apresentando um sector defensivo mais reforçado do que é costume, com uma linha de 5 defesas, apoiada por 3 médios.

Já os Dragões repetiram o onze titular da jornada anterior, patenteando as dificuldades habituais contra este tipo de oposição, razão pela qual a primeira parte resumiu-se praticamente às tentativas pouco esclarecidas para derrubar o muro do Tondela.

Na segunda parte tudo foi diferente. Assistiu-se a um jogo intenso que teve várias cambiantes. A equipa portista chegou cedo ao golo inaugural (47'), no aproveitamento de uma bola parada. Pontapé de canto cobrado por Alex Telles, correspondido excelente cabeceamento com êxito por Danilo, entrado a substituir o lesionado Sérgio Oliveira.

O FC Porto passou a ter mais espaço, e numa recuperação de bola por Marega, a equipa azul e branca partiu rápida para o ataque, com Corona a lançar em profundidade o maliano, que na cara de Babacar, atirou a contar (56').

Depois do 2-0, o Tondela abandonou o «muro» e fez substituições, no sentido da recuperação.

Os Dragões baixaram o ritmo e num lance de má abordagem, Uribe cometeu grande penalidade que Ronan não perdoou. 

O que se passou até final foi bastante emotivo com uma e outra equipa a tentar modificar o resultado. O golo esteve à vista num e noutro lado, mas foi o FC Porto a beneficiar de um lance faltoso sobre Marega, dentro da área de rigor, primeiro ignorado pelo árbitro, mas depois corrigido após visionamento do lance,

O jovem Fábio Vieira bateu com calma, classe e competência, garantindo mais uma vitória, a quarta consecutiva que deixa o FC Porto a 1 ponto do objectivo, face a mais um tropeção do sl toupeiral, quando faltam ainda 3 jornadas.

quarta-feira, 8 de julho de 2020

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ANTÓNIO CARLOS - Goleador Nº 317

Apontou 2 golos em 14 participações oficiais, com a camisola do FC Porto durante a época de 1992/93, única ao seu serviço.

António Carlos dos Santos, nasceu no dia 8 de Junho de 1964, No Rio de Janeiro, Brasil.

Antes de chegar ao FC Porto, jogou no Fluminense (1982 a 1984) e no Botafogo (1985 a 1987). Transferiu-se depois para o México onde representou o América por 5 temporadas consecutivas (1987/88 a 1991/92).

Chegou às Antas pelas mãos do treinador brasileiro Carlos Alberto Silva, para fazer parte do plantel portista da temporada 1992/93.

























A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 6 de Setembro de 1992, no Estádio das Antas, frente ao Paços de Ferreira, em jogo da 3ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista por 2-0. O médio brasileiro começou no banco e rendeu Domingos aos 68 minutos.

Não conseguiu impor-se na equipa estando apenas em 16 convocatórias das 50 possíveis (2 como titular a tempo inteiro, 6 como titular substituído, 6 como substituto utilizado e 2 como não utilizado).

A imagem que se segue ilustra uma dessas titularidades. Jogo realizado no dia 8 de Novembro de 1992, no Estádio da Antas, frente ao Benfica, em jogo da 11ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista, por 1-0. António Carlos foi substituído aos 60 minutos por Timofte, que viria a marcar o golo do triunfo:


































Jogou pouco mas ainda assim conseguiu acertar com as redes por duas vezes. A primeira, no dia 4 de Outubro de 1992, no Estádio das Antas, frente ao Braga, em jogo da 7ª jornada do Campeonato nacional. O médio portista entrou a substituir Rui Filipe, fazendo toda a segunda parte, já o FC Porto vencia por 1-0. António Carlos fechou a contagem aos  78 minutos. A segunda aconteceu no dia 25 de Outubro de 1992, mais uma vez no Estádio das Antas, frente ao Farense, em jogo da 9ª jornada do Campeonato Nacional, com vitória portista por 3-0. António Carlos inaugurou o resultado aos 13 minutos, num dos dois jogos em que foi titular a tempo inteiro.








O seu natural descontentamento levou-o a mudar de ares no final da época, regressando ao México para representar o América (1993/94) e o Tigres (1994/95).

A etapa seguinte foi o Japão onde durante dois anos defendeu o emblema do Sanfrecce Hiroshima (1996 e 1997). Seguiu-se o regresso ao México para defender as cores do Santos Laguna (1997/98), do Morelia (1998/99) e do Atlante (1999/00).

Palmarés ao serviço do FC Porto (2 títulos):

1 Campeonato Nacional (1992/93)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1991/92)

Fontes:Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt

segunda-feira, 6 de julho de 2020

SEGUNDA PARTE À CAMPEÃO ACABOU EM GOLEADA

















FICHA DO JOGO































SISTEMA DE JOGO



























O FC Porto recebeu e bateu o Belenenses com uma goleada, defendendo com autoridade a vantagem de 6 pontos com que se iniciou esta jornada, ficando agora a duas vitórias a 4 jornadas do fim, para se sagrar campeão nacional.

O regresso do médio Sérgio Oliveira após castigo, foi a única alteração promovida pelo técnico Sérgio Conceição, deixando Danilo Pereira no banco.

Esperava-se mais um jogo muito complicado com o adversário muito fechado no seu reduto defensivo e sem grandes preocupações ofensivas, porém a equipa lisboeta surpreendeu ao procurar jogar no campo todo, ainda que bem organizada defensivamente, obrigando o FC  Porto a pausar o seu futebol, fazendo circular a bola sem grande progressão, de forma cautelosa para evitar  perdas de bola comprometedoras. 

Foi mesmo o Belenenses a criar uma ou duas jogadas mais ambiciosas mas mal concluídas, até que, depois de um lance bastante discutível na área do Belenenses que não teve direito a verificação pelo Var, já que no lance imediato Soares, aproveitando a sua boa colocação na área, recebeu um passe teleguiado da direita, dos pés de Otávio, cabeceou com eficácia para inaugurar o resultado (31').

O golo serenou a equipa e quatro minutos depois novo golo, num belo trabalho de Uribe a romper pelo meio da defesa e a bater Koffi. O árbitro foi chamado à atenção, foi ver o lance e anulou o golo por bola no braço do colombiano. Decisão polémica já que a bola ressaltou do braço de Nuno Coelho, batendo depois no braço do jogador portista, pelo que a jogada a ser interrompida seria por infracção do defesa, primeiro a tocar na bola com o braço, transportando-a.

Seguiu-se o grito de revolta portista. Sérgio Oliveira esteve perto do golo com um potente remate de meia distância (38'), enquanto o Belenenses ia recuando cada vez mais.

No segundo tempo assistiu-se ao ressurgimento do futebol demolidor, com jogadas bem pensadas e executados que deu para alguns atletas portistas brilharem, com golos fabulosos.

Marega bem desmarcado por Corona, na cara de Koffi não perdoou, elevando para 2-0 (57'), Alex Telles de penalty, a castigar derrube sobre Luis Díaz, que tinha entrado a substituir o mexicano, dilatou para 3-0 (74'), Fábio Vieira, na marcação de um livre directo aumentou para 4-0, estreando-se a marcar com a camisola da equipa principal (81') e para acabar em beleza, Luis Díaz arrancou desde meio caminho entre a área portista e a linha do meio campo, após uma recuperação de bola, foi galgando terreno, enquadrou-se com a baliza e sobre a marca da meia lua disparou forte um balázio a que Koffi foi impotente para deter (91'). Golaço para rever.

Vitória farta num jogo que começou complicado e acabou em goleada.



quarta-feira, 1 de julho de 2020

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JORGE ANDRADE - Goleador Nº 316

Concretizou 2 golos em 12 participações oficiais, com a camisola do FC Porto, durante uma época ao seu serviço (1991/92).

Jorge Andrade de Guimarães nasceu no dia 18 de Abril de 1963, no Rio de Janeiro, Brasil.

Não são muitas as informações sobre este atleta, mas o que consegui pesquisar é que se tratou de um avançado brasileiro que veio para Portugal, oriundo de um clube da cidade de Cabo Frio, no Estado de Rio de Janeiro, mais propriamente a Associação Desportiva Cabofriense, para integrar o plantel do Farense, no ano de 1985. A equipa algarvia militava então na II Divisão nacional.

Jorge Andrade cumpriu duas épocas em Faro, com uma subida de Divisão que lhe permitiu chamar a atenção do Boavista que o contratou e onde jogou as 4 temporadas seguintes (1987/88 a 1990/91), com desempenhos bastante interessantes (108 jogos/40 golos).

Foi a vez dos responsáveis repararem nas suas qualidades, contratando-o para integrar o plantel da época de 1991/92, sob a orientação técnica do também brasileiro Carlos Alberto Silva.

























A sua estreia oficial de Dragão ao peito, aconteceu no dia 29 de Setembro de 1991, no Estádio Municipal de Chaves, frente ao Grupo Desportivo de Chaves, em jogo a contar para a 6ª jornada do Campeonato Nacional, com vitória portista por 1-0. Jorge Andrade foi chamado ao jogo a partir do minuto 83, a substituir Kostadinov.

Nunca conseguiu impor-se como atleta influente, face à forte concorrência que encontrou (Domingos, Kostadinov, Mihtarski), tendo sido pouco utilizado. Esteve em 26 convocatórias das 47 possíveis (2 como titular a tempo inteiro, 3 como titular substituído, 7 como suplente utilizado e 14 como suplente não utilizado). 

Segue-se uma foto das raras vezes em que alinhou a titular, precisamente na deslocação a Braga, para defrontar o SC Braga, em jogo da 9ª jornada do Campeonato nacional, que terminou com empate sem golos, disputado no dia 27 de Outubro de 1991:























A pouca utilização não lhe permitiu uma relação fácil com o golo, pois apontou apenas 2. A sua estreia a concretizar, com a camisola azul e branca foi no dia 15 de Dezembro de 1991, no Complexo Desportivo Monte da Forca, em Vila Real, frente ao S.C. Vila Real (da II Divisão B), em jogo da 4ª eliminatória da Taça de Portugal. O avançado brasileiro foi o autor do 3ª golo portista, aos 62 minutos.

Só voltaria a marcar no dia 5 de Janeiro de 1992, no Estádio Municipal de Guimarães, frente ao Vitória local, em jogo da jornada 17 do Campeonato nacional, que acabou com um empate a um golo. Jorge Andrade evitou a derrota portista aos 66 minutos, num dos poucos jogos em que foi titular a tempo inteiro.








Face à sua fraca utilização, a sua saída foi inevitável, passando a representar o Marítimo (1992/93 e 1993/94), o V. Setúbal (1994/95), a Portuguesa, do Brasil (1995), o Paços de Ferreira (1995/96), o Marítimo (1996/97) e o Blumenau, do Brasil (1998), encerrando a sua carreira.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (1 TÍTULO):

1 Campeonato nacional (1991/92) 

terça-feira, 30 de junho de 2020

VALEU O GOLO PARA MAIOR DISTANCIAÇÃO PONTUAL

















FICHA DO JOGO































SISTEMAS DE JOGO



















































O FC Porto aproveitou mais uma escorregadela das aves de rapina, ganhando o seu jogo em Paços de Ferreira, aumentando para 6 pontos a distância pontual.

O técnico portista voltou a ter de alterar o onze inicial, face à indisponibilidade de Sérgio Oliveira (afastado por acumulação de cartões amarelos), mas aproveitou para mexer em mais duas posições. Tomás Esteves e Luís Díaz foram relegados para o banco de suplentes, tendo sido escolhidos para os seus lugares Wilson Manafá e Danilo Pereira.
























Conhecendo já o resultado negativo do rival, os Dragões entraram com o objectivo de alargar distâncias, tentando fazer um jogo ao seu melhor nível. Apesar de ter conseguido ganhar vantagem no resultado logo aos 7 minutos, na sequência de um pontapé de canto cobrado do lado direito do ataque portista, por Alex Telles, o guardião pacense sacudiu a bola para o coração da área e Mbemba, no local certo, foi rápido a reagir rematando com direcção para o fundo das redes, os azuis e brancos fizeram uma exibição muito cinzenta.

O golo madrugador foi certamente um óptimo lenitivo para que os azuis e brancos pudessem colocar em campo toda a gama de potencialidades dos seus jogadores, em prol de um futebol agradável, lúcido, inteligente e porque não artístico.

Porém não foi isso que aconteceu. Frente a um adversário bem estruturado, tacticamente bem montado e sobretudo bastante consistente nas manobras defensivas, o FC Porto raras vezes conseguiu impor-se, perdendo-se numa toada trapalhona, pouco ou nada consistente, com muitas dificuldades de ligação do seu jogo, originando muitos passes perdidos, muitos lançamentos sem nexo, raras ocasiões perigosas, tornando o espectáculo numa luta pela posse da bola e pouco mais.

No segundo tempo, a combatividade da equipa da casa obrigou a equipa portista a ter de defender em alguns momentos para segurar a vitória.

Jogo pouco conseguido em que apenas se salvou o golos madrugador, suficiente desta vez para garantir 3 pontos importantes e deixar o 2º classificado ainda mais longe.

quinta-feira, 25 de junho de 2020

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ABÍLIO - Goleador Nº 315

Apontou 2 golos em 17 participações oficiais com a camisola principal do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (1989/90 e 1990/91).

Abílio António Gomes Novais, nasceu no dia 24 de Junho de 1967, na Afurada, Vila Nova de Gaia.

Começou a sua formação no CD Candal na temporada de 1980/81, tendo passado a representar o FC Porto em 1984/85, no seu último ano de juniores.

A passagem aos seniores levou-o até ao UD Oliveirense (1985/86), para se fixar na equipa principal do Leixões durante 3 temporadas (1986/87 a 1988/89).

Nas duas épocas seguintes (1989/90 e 1990/91) Abílio juntou-se ao plantel do FC Porto, tendo sido contratado para o lugar de defesa direito.

























A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 4 de Fevereiro de 1990, no Estádio das Laranjeiras, em Paredes, frente ao Paredes, equipa que militava no 3º escalão nacional, em jogo a contar para a 4ª eliminatória da Taça de Portugal, com goleada portista por 5-0. Abílio saiu do banco para jogar toda a segunda parte, substituindo ao intervalo o médio defensivo André.

A primeira época foi complicada porque a qualidade e regularidade do seu concorrente, João Pinto, não lhe deram grandes hipóteses. Esteve apenas em 6 convocatórias, das 43 possíveis (1 como titular a tempo inteiro, 1 como titular substituído, 2 como suplente utilizado e 2 como suplente não utilizado).

Abílio não teve por isso muitas possibilidades de marcar golos. Ainda assim, começou por registar o seu nome na lista dos marcadores de golos, ao serviço do FC Porto, no dia 13 de Maio de 1990, no Estádio Municipal de Guimarães, frente ao Vitória local, em jogo da 33ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista por 2-0. Abílio alinhou no meio campo, concretizando o 2º golo azul e branco, aos 58 minutos.

Em baixo, uma das fotos possíveis a ilustrar uma das poucas titularidades do atleta:

























Na segunda temporada foi mais utilizado, porque o técnico Artur Jorge deslocou-o com mais frequência para a linha média.

Esteve então em 24 convocatórias, das 53 possíveis (6 como titular a tempo inteiro, 1 como titular substituído, 6 como suplente utilizado e 11 com não utilizado).

Conseguiu marcar mais um golo que aconteceu no dia 12 de Janeiro de 1991, no Estádio das Antas, frente ao Salgueiros, em jogo da 21ª jornada do Campeonato nacional, na vitória portista por 3-0. Abílio encerrou a contagem aos 88 minutos.










Da sua fraca utilização resultou a sua saída para o Salgueiros, clube que representou durante 7 temporadas em alto nível (1991/92 a 1993/94 e 1995/96 a 1998/99) com uma esporádica passagem pelo Belenenses em 1994/95. Foi por assim dizer o melhor período da carreira deste atleta.

Antes de encerrar a sua actividade ainda representou o Campomaiorense (1999/00), o Aves (2000/01) e o Leixões (2001/02 e 2002/03), abraçando de seguida a carreira de treinador.

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (3 TÍTULOS):

1 Campeonato nacional (1989/90)
1 Taça de Portugal (1990/91)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1989/90)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e Zeroazero.pt


quarta-feira, 24 de junho de 2020

EM NOITE DE S. JOÃO, SÓ DEU DRAGÃO

















FICHA DO JOGO































SISTEMAS DE JOGO


















































O FC Porto recebeu e goleou o Boavista, voltando a isolar-se na tabela classificativa, beneficiando da derrota do clube do regime.

Os Dragões entraram no relvado conhecendo já o resultado negativo do seu rival e dispostos a conquistar os 3 pontos, frente a mais um adversário que se apresentou com um sistema táctico pouco ou nada ambicioso, muito recuado lá atrás com uma linha de 5 defesas, quatro médios muito recuados e um avançado perdido no relvado, tal qual o adversário da anterior jornada (Aves).

Não foi portanto de admirar que os azuis e brancos tivessem tomado conta das operações desde o apito inicial, tentando construir o seu jogo ofensivo de forma a derrubar a muralha defensiva do adversário.

Na primeira parte voltou a ficar evidente as dificuldades de penetração sentidas pela turma portista, muito por culpa da fraca intensidade, de um ritmo pausado e de um futebol muito previsível e fácil de anular. Ainda assim, o resultado poderia ter funcionado por duas vezes, a primeira à passagem do minuto 13, quando Pepe cabeceou com intencionalidade, fazendo a bola passar muito perto do poste e depois, aos 39 minutos com Corona a falhar o alvo também por pouco.

No segundo tempo Sérgio Conceição deixou Tomás Esteves e Luis Díaz no banco, fazendo entrar Manafá e Uribe.

A equipa entrou mais rápida e consistente, começando a criar grandes dificuldades na defensiva do Boavista, obrigando-a a cometer uma série de erros que viriam a ser fatais.

Marega abriu o activo na conclusão de uma jogada construída com arte e engenho, aos 53 minutos e quatro minutos depois, em novo lance bem congeminado, Dulanto cometeu grande penalidade sobre Marega que o árbitro prontamente sancionou. Alex Telles apontou e não perdoou (60').

Oito minutos depois, em mais uma jogada de profundidade, Marega aparece solto na direita, entrou na área, cruzou e Dulanto meteu a mão à bola, provocando nova penalidade. Artur Soares Dias foi peremptório, o Var confirmou e Sérgio Oliveira dilatou o resultado para 3-0.

Estava encontrado o vencedor da partida já que o Boavista nunca foi capaz de contrariar a forte tendência ofensiva portista.

Marega selou o resultado final (84'), depois de um roubo de bola a meio campo, o jovem Fábio Vieira lançou o maliano que frente ao guarda-redes não falhou.

Goleada em noite de S. João, num jogo que o FC Porto começou com muitas dificuldades de penetração, para na segunda parte dar uma imagem completamente diferente para melhor.