domingo, 7 de março de 2021

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Matheus Uribe e Sérgio Oliveira foram os autores dos últimos dois golos do FC Porto, frente ao Gil Vicente, vendo por isso aumentar o seu pecúlio no ranking dos goleadores portistas.

O médio colombiano apontou o seu  5º golo ao serviço do FC Porto (4º esta temporada) subindo assim à 230ª posição, um salto de 25 posições ( tantos quantos os atletas que têm menos 1 golo).





















Sérgio Oliveira, médio português das escolas de formação do FC Porto, obteve o seu 29º golo com a camisola dos Dragões (15º esta temporada), subindo apenas um lugar (81º), trocando com Vermelhinho (28 golos).




sábado, 6 de março de 2021

DOIS BALÁZIOS EM BARCELOS COLORIRAM O RESULTADO

 
















FICHA DO JOGO





























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto regressou às vitórias, batendo em Barcelos o Gil Vicente, por dois golos sem resposta, por sinal dois balázios de Uribe e Sérgio Oliveira.

Cinco alterações no onze titular, após a derrota frente ao Braga para a Taça de Portugal, nomeadamente de Marchesín, Nanú, Diogo Leite, Sérgio Oliveira e Mehdi Taremi que renderam Diogo Costa, Mbemba, Malang Sarr, Marko Grujic e Luis Díaz.























Com o jogo frente à Juventus no horizonte, era importante resolver cedo a partida para poder gerir o esforço. Os campeões nacionais chegaram efectivamente cedo à vantagem, fruto de uma entrada em jogo decidida e consistente. Canto marcado por Sérgio Oliveira que a defesa minhota sacudiu, Nanú recolheu e lançou na direita Otávio. O médio Portista cruzou, a bola foi discutida por Nanú e por Diogo Leite, ressaltando para Uribe que encheu o pé rematando um balázio sem hipóteses de defesa (6').

Estava dado o lamiré para que os intuitos portistas seguissem o guião à risca. Os azuis e brancos continuaram à procura do golo da consolidação e durante a primeira parte estiveram perto de o conseguir por quatro vezes, mas faltou a eficácia pretendida. Corona (20'), Marega (21'), Corona (40') e Otávio (44'), podiam e deviam ter sido mais esclarecidos na hora do remate.

Na segunda parte Pepe e Corona não regressaram por debilidade física, dando os seus lugares a Malang Sarr e Luis Díaz.

Jogo mais dividido com o Gil Vicente a ter mais bola, mas pertenceu ao FC Porto o lance desequilibrador que fez dilatar o marcador. Taremi assistiu Sérgio Oliveira para disparar uma bomba do meio da rua que Denis não conseguiu parar, ainda que tenha conseguido raspar as luvas.

Com a vantagem mais confortável, os azuis e brancos passaram a controlar melhor o jogo, nunca perdendo porém o sentido de baliza.

Chegou mesmo a marcar um terceiro golo, por Evanilson (entrou aos 84' a render Taremi), mas seria anulado por fora de jogo de Luis Díaz que assistira no lance.

Vitória justa num jogo em que o FC Porto foi a melhor equipa.

quinta-feira, 4 de março de 2021

RANKING GOLEADORES PORTISTAS (ACTUALIZAÇÃO)

Relativamente a este ranking, achei por bem proceder à respectiva actualização, depois de cada jogo efectuado, sempre que haja novos golos para acrescentar e desde que possível, com as respectivas ilustrações e vídeos.

Ontem Otávio e Marega acertaram nas redes, ainda que de forma insuficiente para garantir a vitória e a consequente passagem à final da Taça de Portugal.

O médio brasileiro concretizou assim o seu 19º golo, ao serviço da equipa principal do FC Porto, subindo 6 posições neste ranking:





















Quanto a Marega, ao marcar o 2º golo portista frente ao Braga, manteve a sua 22ª posição, agora com 71 golos apontados. Está neste momento a 3 golos de entrar para o TOP-20 e ultrapassar Radamel Falcão (21º/72 golos) e Rabah Madjer (20º/73 golos):




DRAGÃO DIZIMADO EM MENOS DE MEIA HORA!

 















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto foi categoricamente eliminado da Taça de Portugal, ao ser derrotado, sem apelo nem agravo por uma equipa que com menor orçamento, mostrou hoje uma superioridade abismal. Apesar de ter começado o jogo com a vantagem que o empate (1-1) da primeira mão lhe conferia, a equipa portista mostrou-se impotente para evitar, em menos de meia hora, um resultado humilhante (0-3) que alterou e decidiu a tendência da eliminatória.

A equipa subiu ao relvado com 4 alterações no onze principal, relativamente ao jogo anterior. Marchesín, Zaidu, Sérgio Oliveira e Taremi, foram relegados para o banco dos suplentes, dando os seus lugares a Diogo Costa, Malang Sarr, Marko Grujic e Luis Díaz, respectivamente.

Foram 30 minutos de uma incompetência surpreendente, com erros de palmatória que custaram dois golos, sendo certo que o Braga teve o mérito de os aproveitar e quiçá os provocar, com uma actuação bastante lúcida e categórica, mesmo que o terceiro golo tenha nascido de uma falta inexistente, cobrado com muita classe.

Só depois o FC Porto entrou realmente em campo, procurando reverter o resultado, tarefa quase impossível (seria necessário então marcar 4 e não sofrer mais nenhum). Otávio reduziu precisamente aos 30 minutos e a partir daí a equipa começou a acreditar. Quatro minutos depois Marega foi travado irregularmente quando se ia a isolar para a baliza e o Braga passou a jogar em inferioridade numérica por expulsão de Borja, o infractor.

As possibilidades da reviravolta ficaram mais reais. O FC Porto tomou conta do jogo, o Braga baixou as linhas, limitando-se praticamente a destruir.

O segundo golo portista foi sendo adiado com bravura, mas também com muita precipitação dos jogadores azuis e brancos. Marega aos 75 minutos lá acertou com a baliza, atenuando de algum modo o escândalo. Escândalo, não pela derrota mas sim pelos números e pela incapacidade frente a um adversário financeiramente menos dotado. 

domingo, 28 de fevereiro de 2021

DRAGÃO PERDULÁRIO ESTENDE PASSADEIRA AO TÍMIDO LEÃO

 
















FICHA DO JOGO





























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto terá hipotecado definitivamente a possibilidade de revalidar o título ao ceder um empate sem golos, frente ao líder do campeonato, mantendo a diferença pontual de 10 pontos.

Sérgio Conceição apresentou o onze titular mais consensual, com a introdução de Otávio, única alteração em relação ao jogo anterior.






















Num jogo entre candidatos em que um deles liderava com vantagem de dez pontos sobre o outro, competia naturalmente ao pior classificado assumir as despesas do jogo, tentando por todos os meios legais conseguir a vitória para reduzir tal distância pontual, sendo perfeitamente espectável que o outro procurasse não perder.

Foi precisamente isso que aconteceu durante todo o jogo, com o FC Porto sempre muito mais ofensivo, à procura do golo e o Sporting a defender, a roubar espaços, a tentar que a bola não chegasse com perigo à sua baliza e de longe a longe tentar alguma surpresa.

Os azuis e brancos não conseguiram uma performance satisfatória, muito por culpa da ineficácia no remate, de alguma falta de intensidade, da deficiente definição em algumas jogadas prometedoras e da falta de discernimento em alguns momentos.

Ainda assim, o FC Porto criou e desperdiçou quatro boas oportunidades para marcar (Manafá 27', Taremi 34', Zaidu 47' e de novo Taremi 57') enquanto o Sporting desperdiçou apenas uma (Matheus Nunes 73').

Com este empate os actuais campeões arriscam-se a perder a 2ª posição para o Braga, lugar pelo qual terão de lutar até ao final da prova.

terça-feira, 23 de fevereiro de 2021

VITÓRIA NOS DESCONTOS MANTEM DRAGÃO LIGADO À ILUSÃO

 
















FICHA DO JOGO





























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto saiu do Funchal com mais três pontos, conservando assim as cada vez mais escassas esperanças de poder discutir o título nacional, situação que poderá ficar clarificada na próxima jornada, na recepção ao líder da classificação.

Sérgio Conceição procedeu apenas a uma alteração no onze titular, relativamente ao anterior encontro frente à Juventus. Luis Díaz rendeu Otávio.
























O jogo frente ao Marítimo, no seu reduto, era considerada uma tarefa muito difícil de ultrapassar, como tem sido hábito. Os insulares possuem uma boa equipa, servida por atletas de real valia, capazes de dar luta a quem os visita.

O técnico portista alertou a sua equipa para a necessidade de lutar até à exaustão pela vitória, único resultado que interessava para evitar mais atrasos comprometedores.

A turma azul e branca foi sempre uma equipa muito ofensiva, na procura da vantagem no resultado, obrigando a equipa da casa a recuar para o seu último terço,  Marítimo que se apresentou num sistema táctico bastante defensivo (5-4-1), mas com capacidade para uma ou outra vez tentar surpreender, com desdobramentos intencionais.

Este dispositivo colocou as habituais dificuldades de ganhar espaços e de penetração, obrigando os campeões nacionais a trocar a bola, sem criação de grandes oportunidades de golo.

O lance mais perigoso foi mesmo o que resultou no primeiro golo portista, à passagem do minuto 14. Jogada confusa na área do Marítimo, na sequência de um livre apontado por Sérgio Oliveira. A bola andou em carambola de pé para pé, até que Matheus Uribe conseguiu rematar para o sítio certo.

Foi Sol de pouca dura porque sete minutos depois a equipa da casa reporia a igualdade, na sequência de um canto em que a bola foi rematada defeituosamente, acabando por enganar a defensiva portista, mas não o autor do golo (Leo Andrade), que aproveitou o falhanço e a apatia portista, para se isolar e encostar para as redes (21').

O FC Porto não se atemorizou e continuou a porfiar no ataque e até ao intervalo a bola esteve por mais uma vez perto de entrar na baliza de Amir. Zaidu obrigou o guardião do Marítimo a uma defesa aparatosa e na recarga Taremi, em boa posição não foi eficaz.

No segundo tempo repetiu-se a maior incidência atacante portista, com a diferença de um Marítimo mais perigoso. Luis Díaz criou perigo com remate em arco (52'), mas foi o Marítimo que esteve mais perto de desfazer a igualdade por duas vezes. Primeiro por Alipour (83'), a obrigar Marchesín a aplicar-se, cedendo canto. Na sequência, Zainadine atirou ao poste e na recarga, Marchesín negou o golo a Leo Andrade.

A entrada de Francisco Conceição aos 66 minutos trouxe ao jogo, não só mais criatividade como também maior capacidade para entrar na área adversária. Foi precisamente numa dessas jogadas de perfuração que o jovem Francisco foi abalroado pelas costas, dando origem à grande penalidade que decidiria a vitória portista, cobrada com êxito por Otávio (93').

Vitória difícil, feliz mas saborosa e importante.

A arbitragem de Vítor Ferreira esteve no patamar medíocre e normal dos congéneres nacionais, dentro da confusão disciplinar e da incompetência técnica a que infelizmente já estamos habituados.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2021

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Hoje nesta rubrica, vamos enquadrar o posicionamento dos atletas do actual plantel do FC Porto, na tabela geral de todos os tempos, bem como recordar o TOP-20 desta classificação.

Após o jogo frente à Juventus, Marega, autor do 2º golo portista, manteve a 22º posição, mas ficou agora a 2 golos de Radamel Falcão (21º) e a três de Rabah Madjer (20º).

Mehdi Taremi, autor do 1º golo frente aos italianos, subiu à 132ª posição, com 15 golos em 30 jogos.













































O TOP-20 mantem-se por enquanto inalterável, sendo liderado confortavelmente pelo inigualável Bi bota de ouro Fernando Gomes com uma marca quase impossível de ultrapassar (354 golos em 455 jogos e média de 0,8).

Moussa Marega é o atleta do actual plantel, melhor posicionado para entrar no TOP-20.