A performance do FC Porto nas taças internas, teve níveis diferenciados. Boa na Taça de Portugal e desastrosa na da Liga.
TAÇA DE PORTUGAL
A disputa desta taça foi encarada com a responsabilidade máxima, com Francesco Farioli a não facilitar, quanto às escolhas dos onze titulares.
A prova começou frente a equipas de escalões inferiores, na 3ª e 4ª eliminatórias, começando a dificultar-se desde os Oitavos-de-final, com a recepção ao Famalicão.
Frente aos minhotos a equipa sentiu algumas dificuldades, mas acabou em grande com goleada, por 4-1.
Seguiu-se a recepção ao Benfica. Os Dragões marcaram cedo (15 minutos) e depois optaram por recuar linhas e tentar explorar o contra ataque. Opção algo arriscada, que permitiu algum domínio lisboeta, mas sem consequências, face à competência defensiva portista. Os azuis e brancos poderiam até ter dilatado o marcador, numa série de contra ataques venenosos, muito mal finalizados.
As meias-finais, jogadas em duas mãos, teve como adversário o Sporting, graças às ajudas da APAF que inclinou descaradamente o campo frente ao Santa Clara, permitindo aos lisboetas seguir em frente.
No jogo da 1ª mão, em Alvalade, o FC Porto entrou forte e dominador, mas nada eficaz no que respeita à finalização. Depois, o jogo descambou para a palhaçada, tornando-se quezilento, teatralizado, muito interrompido, com a cumplicidade do apitador de serviço, um tal de Cláudio Pereira, com dualidade de critério, quer técnico, quer disciplinar.
O Sporting acabou por ser mais eficaz, a aproveitar um lance infeliz de Fofana que originou a marcação de grande penalidade, aos 61 minutos.
Na segunda mão, no Dragão, o FC Porto teria de ser uma equipa pragmática, preparada para ultrapassar a matreirice adversária, mas também a incompetência (termo simpático) da equipa de arbitragem, mais uma vez a beneficiar largamente a estratégia do Sporting.
A equipa portista não conseguiu evitar cair na armadilha, entrou ingenuamente no esquema montado, acabando por ser vítima disso mesmo. A expulsão merecida de Alan Varela aos 89 minutos, ilustra isso mesmo.
A igualdade a zero no resultado foi algo demonstrativo da falta de soluções da equipa portista para reverter a tendência da eliminatória, na já apelidada Taça Sporting de Lisboa.






































