Apesar do título conquistado, em termos de golos obtidos, a produção atacante não foi muito diferente da temporada anterior. A equipa só conseguiu produzir mais um golo (97). A grande diferença esteve nos golos consentidos, 33 contra 57 da época anterior.
domingo, 31 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 7)
sexta-feira, 29 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 6)
O FC Porto esteve envolvido em 3 provas nacionais e 1 internacional, num conjunto de 53 jogos.
Destaques para a eliminação prematura na Taça da liga, da taça de Portugal, mas aqui com a mãozinha da APAF, e também da liga Europa, de forma algo surpreendente, nos quartos-de-finais.
QUADRO RESUMO
quarta-feira, 27 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 5)
Pelo segundo ano consecutivo o FC Porto não conseguiu a qualificação para a Champions League, pelo que voltou a ter de disputar a Liga Europa, nos moldes da época anterior.
UEFA EUROPA LEAGUE
O objectivo era ir o mais longe possível, com a expectativa elevada de chegar à final da prova.
Os Dragões fizeram uma fase de liga razoável, averbando 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota, que colocou a equipa no 5º lugar, qualificando-se directamente para os Oitavos-de-finais da prova.
Na fase a eliminar, superou o Stuttgart com duas vitórias, mas soçobrou nos quartos-de-finais, frente ao Nottingham Forest, com empate no Dragão e derrota fora.
segunda-feira, 25 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 4)
A performance do FC Porto nas taças internas, teve níveis diferenciados. Boa na Taça de Portugal e desastrosa na da Liga.
TAÇA DE PORTUGAL
A disputa desta taça foi encarada com a responsabilidade máxima, com Francesco Farioli a não facilitar, quanto às escolhas dos onze titulares.
A prova começou frente a equipas de escalões inferiores, na 3ª e 4ª eliminatórias, começando a dificultar-se desde os Oitavos-de-final, com a recepção ao Famalicão.
Frente aos minhotos a equipa sentiu algumas dificuldades, mas acabou em grande com goleada, por 4-1.
Seguiu-se a recepção ao Benfica. Os Dragões marcaram cedo (15 minutos) e depois optaram por recuar linhas e tentar explorar o contra ataque. Opção algo arriscada, que permitiu algum domínio lisboeta, mas sem consequências, face à competência defensiva portista. Os azuis e brancos poderiam até ter dilatado o marcador, numa série de contra ataques venenosos, muito mal finalizados.
As meias-finais, jogadas em duas mãos, teve como adversário o Sporting, graças às ajudas da APAF que inclinou descaradamente o campo frente ao Santa Clara, permitindo aos lisboetas seguir em frente.
No jogo da 1ª mão, em Alvalade, o FC Porto entrou forte e dominador, mas nada eficaz no que respeita à finalização. Depois, o jogo descambou para a palhaçada, tornando-se quezilento, teatralizado, muito interrompido, com a cumplicidade do apitador de serviço, um tal de Cláudio Pereira, com dualidade de critério, quer técnico, quer disciplinar.
O Sporting acabou por ser mais eficaz, a aproveitar um lance infeliz de Fofana que originou a marcação de grande penalidade, aos 61 minutos.
Na segunda mão, no Dragão, o FC Porto teria de ser uma equipa pragmática, preparada para ultrapassar a matreirice adversária, mas também a incompetência (termo simpático) da equipa de arbitragem, mais uma vez a beneficiar largamente a estratégia do Sporting.
A equipa portista não conseguiu evitar cair na armadilha, entrou ingenuamente no esquema montado, acabando por ser vítima disso mesmo. A expulsão merecida de Alan Varela aos 89 minutos, ilustra isso mesmo.
A igualdade a zero no resultado foi algo demonstrativo da falta de soluções da equipa portista para reverter a tendência da eliminatória, na já apelidada Taça Sporting de Lisboa.
sábado, 23 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 3)
CAMPEONATO NACIONAL (LIGA PORTUGAL BETCLIC)
Com a casa praticamente arrumada, que é como quem diz renovada, o FC Porto arrancou para o campeonato de forma decidida, competente e prometedora.
Fez uma primeira volta quase irrepreensível. Em 17 jogos venceu 16 e empatou 1, frente ao Benfica, mas com mãozinha da arbitragem a sonegar um penalti claro de António Silva sobre Deniz Gul.
Não foram 17 exibições de encher o olho, mas foram suficientemente competentes para garantir a liderança partilhada desde a primeira jornada até à terceira, isolando-se na quarta, como consequência da vitória em Alvalade (1-2), jamais cedendo esse estatuto.
Por um conjunto de circunstâncias (lesão dos dois avançados Samu e Luuk de Jong, a maior percepção dos adversários relativamente ao futebol praticado), na segunda volta a equipa patenteou algumas dificuldades.
A primeira derrota na 20ª jornada na deslocação a Rio Maior, frente ao Casa Pia deixou algumas marcas e a ideia que esta equipa precisava de um novo alento. Seguiu-se a recepção ao Sporting. Os lisboetas vinham animados com a derrota portista e esperançados em reduzir a distância pontual de 4 pontos para apenas 1.
O futebol portista já não era tão esclarecido e eficaz, faltava o goleador. Ainda assim, os Dragões marcaram primeiro, pelo reforço de Inverno, Seko Fofana. Porém, a estrelinha da sorte que algumas vezes acompanhou a equipa, nesse jogo foi madrasta. Nos últimos momentos do tempo de compensação (100'), o Sporting marcou de pênalti (a bola embateu no braço de Francisco Moura). Diogo Costa ainda defendeu, mas na recarga foi incapaz de evitar o golo. Uma vitória neste jogo daria ao FC Porto uma margem confortável de 7 pontos e praticamente a garantia do título. O destino não quis assim.
Com menor capacidade realizadora, o FC Porto foi encontrando forças para segurar a liderança, mantendo os seus rivais na expectativa.
A jornada 25 trouxe mais um teste importante para as aspirações azuis e brancas. A deslocação a Lisboa para defrontar o 3º classificado, o Benfica. A Comunicação Social via neste jogo a possibilidade dos lisboetas se afirmarem com candidatos ao título, em caso de vitória.
O FC Porto dominou o jogo durante 60 minutos e esteve a vencer por 2-0, mas incompreensivelmente deixaram-se empatar. Sorte que o Sporting tinha empatado em Braga, pelo que o topo da classificação não sofreu alteração.
Na 27ª jornada os Dragões mostraram que queriam ser campeões. Foram a Braga vencer por 2-1 e mantiveram os 6 pontos de vantagem, conseguidos na jornada anterior, pelo empate do Sporting contra o Tondela.
Logo a seguir o empate com o Famalicão, no Dragão, voltou a reduzir a diferença pontual para 4 pontos.
Seguiram-se 4 vitórias consecutivas e a consagração em casa contra o Alverca.
Até final o FC Porto ainda saiu derrotado na Vila das Aves, num jogo em que os jogadores portistas pareceram ausentes, ainda a viver a comemoração do título.
O Santa Clara foi o adversário de encerramento do campeonato. O Dragão engalanou-se e assistiu a um futebol pobrezinho, mas a uma festa do carago!
quinta-feira, 21 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 2)
Depois da "horribilis season" 2024/25, havia que encetar o trabalho hérculeo de fazer renascer das cinzas o FC Porto ganhador, ambicioso, coeso, campeão.
A Administração manteve a política de recuperação financeira e atenuou de forma evidente a chamada "caça às bruxas", que teve como reflexo uma maior empatia de parte dos associados que estavam de costas viradas.
Em termos desportivos, também foram dados passos seguros, com a contratação de nova estrutura técnica e da renovação do plantel, de forma exemplar.
Francesco Farioli, italiano a treinar nos Países Baixos, o Ajax, acabado de perder o título nas últimas jornadas, foi o eleito, a que se juntou, entre outros, "El Comandante" Lucho González e mais tarde André Castro, dois ex-atletas portistas.
A 5 saídas de atletas, corresponderam 5 entradas muito bem estudadas e escolhidas:
terça-feira, 19 de maio de 2026
BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 1)
Terminada a temporada, é tempo da revisão daquilo que marcou a performance do plantel principal do FC Porto.
Começo mais uma vez pelos equipamentos escolhidos para vestir a rigor os nossos atletas.
EQUIPAMENTO PRINCIPAL
Celebrando o 10º aniversário de ligação com a New Balance, o equipamento principal revisitou o primeiro da parceria com a marca, com detalhes frescos e modernos, mantendo as clássicas riscas que tantas histórias escreveram em Portugal e no mundo.
Redesenhado com uma visão moderna, a camisola inclui detalhes como o símbolo bordado ou os promenores em dourado que cativam e dão um toque contemporâneo ao estilo de sempre. O visual fica completo com os tradicionais calções azuis (com alternativa em branco) e meias brancas ou azuis.












































