FICHA DO JOGO
SISTEMA TACTICO
O FC Porto recebeu e bateu o Moreirense, mantendo o pleno de vitórias e a consequente liderança isolada do Campeonato, num jogo que começou complicado, com desvantagem no marcador, mas acabou revertido com uma segunda parte mais condizente com a condição de campeão nacional em título.
Apenas uma alteração no onze inicial, face à lesão de Zaidu, entrando para o seu lugar Francisco Moura.
A entrada portista no jogo não foi muito positiva, apesar do maior domínio e pendor atacante. A equipa mostrou-se pouco confortável com o esquema defensivo do adversário, enveredando por uma toada lenta, pouco incisiva e incapaz de criar jogadas capazes de ferir o adversário.
Para piorar a situação, a defensiva azul e branca apareceu adormecida, pouco coesa, lenta a reagir, transformando-se num bloco de esferovite, permitindo incursões bem perigosas, que por sorte, só custaram um golo, quando estavam decorridos vinte minutos.
O golo sofrido fez soar as sirenes e então os dragões começaram a acordar e a praticar um futebol mais ameaçador, chegando à igualdade aos 37 minutos, na sequência de um livre cobrado por William Gomes, que Bednarek desviou de cabeça para o golo.
No segundo tempo o FC Porto entrou com outra atitude. Pressionante, agressivo e muito mais criterioso na construção ofensiva.
A reviravolta no marcador foi a natural consequência dessa mudança. Froholdt ganhou a bola, tocou à esquerda em Pepê que cruzou ao segundo poste onde apareceu William Gomes a encostar para o golo.
Até final, o FC Porto foi dono e senhor do jogo e o terceiro golo esteve sempre muito presente, mas a falta de pontaria e a boa performance do guarda-redes contrário foram evitando que o marcador voltasse a funcionar.
Vitória trabalhosa mas muito justa.
De lamentar a lesão de Froholdt, aos 85 minutos que motivou a sua substituição e a expulsão do infractor Guilherme Liberato.






































