segunda-feira, 26 de outubro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Um golo solitário de Borja Sainz garantiu os três pontos em Barcelos e a 9ª vitória em tantas outras jornadas, protagonizando o melhor arranque de campeonato dos últimos 84 anos, mas ainda longe do recorde de 13 triunfos conseguido por Miháli Siska, na temporada de 1939/40.

Foi aos 63 minutos, num lance desenrolado pela direita. Pepê tocou à frente para Frohold, este deixou a bola rolar até perto da área, escolhendo o momento exacto para cruzar, surgindo Samu a disputar a bola de cabeça com um defesa contrário. A bola sobrou para Borja Sainz, que teve de recuar ligeiramente para receber com o peito e disparar de pronto para um belo golo.


Quarto golo na temporada (todos no campeonato) e o 11º de dragão ao peito, que o guinda ao 174º lugar deste ranking, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos), Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos), Victor Froholdt (desde 2025/26 - 62 jogos) e Gabri Veiga (desde 2024/25 - 64 jogos).



























domingo, 25 de outubro de 2026

O VÍCIO DE GANHAR É BOM. PENA QUE NÃO SE CONSIGA REPLICAR NOUTRO NÍVEL

 

















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























De regresso ao futebol interno, o FC Porto foi a Barcelos garantir o pleno de vitórias, somando a 9ª vitória, em 9 jogos.

Francesco Farioli pretendia apresentar apenas uma alteração ao onze titular que enfrentou o PSV, no jogo anterior, a troca de Samu por André Silva, mas Pietuszewski lesionou-se no aquecimento e o técnico viu-se obrigado a recorrer ao concurso de Borja Sainz.

























Depois de duas derrotas desoladoras na Liga dos campeões, o FC Porto regressou ao registo vitorioso pleno, na liga doméstica, vencendo com dificuldade no sempre difícil estádio Cidade de Barcelos.

A equipa manteve-se fiel às ideias do seu treinador, naquela intensidade e pressão altas, mas o Gil Vicente respondeu à altura, povoando o seu terço defensivo, para depois explorar o contra ataque, aproveitando de uma forma geral os passes errados dos jogadores portistas.

Acabou por ser um jogo muito táctico, muito encaixado e sem grandes oportunidades de golo.

Face às incidências do jogo dir-se-ia que o empate sem golos seria o resultado mais lógico só que Borja Sainz conseguiu contrariar essa tendência, ao finalizar com êxito uma das poucas jogadas ofensivas bem delineadas, aos 63 minutos.

Num jogo com estas características, era certo e sabido que, em vantagem no marcador,  as trocas de bola entre Bednarek e Kiwior, com algumas nuances de intervenção de Diogo Costa, iam intensificar-se.

Só depois da justa expulsão do defesa Elimbi, aos 81', o FC Porto sentiu algum conforto, desperdiçando, por precipitação, algumas jogadas prometedoras.

No fim, a vitória que é o que mais interessa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

ESTE DRAGÃO NÃO É DE CHAMPIONS

 

















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























Três jogos, três derrotas (duas em casa, uma fora). Decididamente, este dragão não é de Champions, não só pelas derrotas, mas também pelo futebol praticado.

Foram cinco as novidades no onze titular, apresentado por Francesco Farioli, relativamnet ao jogo anterior, em Sevilha. Alberto Costa, Jan Bednarek (após 2 jogos de castigo), Zaidu, Samu e Pietuszewski, renderamMartim Fernandes, Francisco Moura, Alan Varela, André Silva e Borja Sainz.



























O FC Porto continua a dar-se muito mal na liga milionária, não conseguindo praticar futebol condizente com o nível que esta prova exige.

Desta vez, ainda conseguiu assustar o seu adversário nos primeiros minutos, mas foi Sol de pouca dura, rapidamente a equipa caiu na mediocridade que tem caracterizado a sua participação, nas jornadas anteriores. Passes errados e comprometedores, decisões e precipitações inexplicáveis, incapacidade de ter bola com recuperações para entrega imediata ao adversário e consequente falta de fluidez no seu futebol.

O PSV dominou, sufocou, mas felizmente não marcou.

O segundo tempo também foi mau, mas não tão mau. O FC Porto conseguiu algumas jogadas prometedoras, mas a falta de eficácia no remate acabou por ditar a sua lei.

Os erros de palmatória continuaram e se no jogo passado o réu foi Francisco Moura, desta vez Zaidu não lhe ficou atrás. Um erro crasso seu deu origem ao golo neerlandês e assim precipitou a derrota que pairava no ar.

sexta-feira, 16 de outubro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Os erros grosseiros e uma exibição pouco mais que sofrível determinaram a segunda derrota consecutiva na Liga dos Campeões, desta feita em Sevilha, frente ao Real Bétis (3-2).

Gabri Veiga (54 minutos) e Samu (59 minutos), ainda fizeram a cambalhota no resultado, mas uma grande penalidade, aos 84 minutos, cometida por Francisco Moura, em mais uma das suas lacunas defensivas, ditou o resultado negativo.

Gabri Veiga, que até estava a ter uma noite cinzentona, lá tirou um coelho da cartola, na cobrança de um livre directo, ainda que com a colaboração do guarda-redes contrário, colocando o resultado num lisonjeiro empate (1-1).

Quinto golo na temporada (4 na Liga portuguesa e 1 na Champions League), somando agora 11 golos de acumulado, de Dragão ao peito, subindo ao 173º lugar, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos), Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos) e Victor Froholdt (desde 2025/26 - 60 jogos).





































Samu começou o jogo no banco de suplentes, ainda a recuperar a condição física, depois da longa lesão que o afastou durante 262 dias. Bastaram dois minutos para fazer o gosto ao pé, com um tiro cheio de força e intencionalidade, numa das raras jogadas em que saiu tudo perfeito. Triangulação na zona frontal da grande área que colocou o nº 9 portista no local ideal para fuzilar a baliza contrária, fazendo a cambalhota no resultado (1-2).

Primeiro golo na temporada e o 48º com a camisola do FC Porto, mantendo a 52ª posição deste ranking, mas agora na companhia de Jacques (1981/82 a 1984/85 - 84 jogos), Deco (1998/99 a 2003/04 - 229 jogos) e Hélder Postiga (2001/02 a 2007/08 - 165 jogos).





































Clicar nos quadros para ampliar.

quinta-feira, 15 de outubro de 2026

NUM JOGO LOUCO, FC PORTO FOI INDIGENTE

 

















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi a Sevilha somar a segunda derrota consecutiva, na actual edição da Liga dos Campeões, não somando por isso qualquer ponto, decorridas que estão duas jornadas.

O técnico portista operou 4 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, no Funchal. Martim Fernandes, Pablo Rosário, Gabri Veiga e Borja Sainz renderam Alberto Costa, Jam Bednarek (a cumprir castigo), Hwang Inbeom e William Gomes (lesionado).


























Os Dragões foram irreconhecíveis neste confronto Ibérico, frente a uma equipa personalizada e suficientemente competente a tirar partido dos imensos erros primários que os campeões nacionais foram cometendo ao longo de toda a partida.

Exibição deplorável, incapazes de ter bola e muito menos de ligar o jogo ofensivo muito por culpa de falta de critério na decisão, bem como na definição.

Foi assim durante grande tempo do jogo. A equipa sevilhana nem necessitou de fazer um grande jogo. Limitou-se a aproveitar os erros de palmatória da equipa portuguesa, que por sua vez até um brinde flagrante conseguiu falhar.

Enfim, exibição para esquecer com um resultado até algo lisonjeiro. Pouco de positivo há a salientar da turma portista. Talvez o segundo golo, por Samu com um belo remate, já que o primeiro, de livre directo, cobrado por Gabri Veiga, para mim foi um frango. Aliás, o número 10 portista foi uma nulidade, juntando-se a Borja Sainz e ao infeliz do Francisco Moura, mais uma vez a «enterrar».

segunda-feira, 12 de outubro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O FC Porto manteve o pleno de vitórias, no campeonato nacional, face à vitória na oitava jornada, conseguida no Funchal, frente ao Marítimo (2-1).

Victor Froholdt e Oskar Pietuszewski foram os autores dos golos portistas.

O primeiro aconteceu aos 42 minutos. Jogada desenrolada pela direita com William Gomes a lançar Alberto Costa, indo à linha cruzar para a posição frontal da pequena área onde apareceu Francisco Moura a cabecear para a baliza, motivando uma estirada do guardião contrário para evitar o golo com uma palmada. Victor Froholdt ganhou a sobra, rematando prontamente para o golo do empate.


Terceiro golo na temporada para o médio dinamarquês (2 no campeonato e 1 na supertaça), com um acumulado de 11 golos de Dragão ao peito. Sobe ao 172º lugar deste ranking, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos) e Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos).






































O segundo golo surgiu aos 84 minutos. Kiwior lançou à esquerda o seu compatriota Pietuszewski, que recebeu já dentro da área, flectiu para trás evitando dois adversários e procurando ângulo de remate. Achando o momento, fez a bola descrever um arco e anichar-se no canto superior da baliza, sem quaisquer hipóteses de defesa.


Primeiro golo na temporada para o jovem polaco, agora com um acumulado de 4, enquanto atleta do FC Porto. Subiu ao 282º lugar, na companhia de um largo pelotão de atletas com a mesma marca.


















sábado, 10 de outubro de 2026

OITO JORNADAS, OITO VITÓRIAS

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi ao Funchal garantir o pleno de vitórias nas oito jornadas disputadas, vencendo o Marítimo, por 2-1.

Francesco Farioli apresentou o onze titular com 3 alterações, relativamente à jornada anterior. Francisco Moura, Alan Varela e Hwang Inbeom renderam Martim Fernandes, Pablo Rosário e Gabri Veiga.





























Depois da longa paragem de 20 dias, para jogos das selecções, a deslocação aos Barreiros, era considerada de risco, não só pelas dificuldades habituais, mas também pela falta de tempo para preparar o jogo, com todos os elementos.

A entrada no jogo, porém, desmestificou um pouco essas apreensões já que a equipa portista mostrou-se compenetrada e dominadora, ciente que teria de tomar conta do jogo desde o início.

Foram cerca de dez minutos por cima do adverssário, mas sem criar claras oportunidades para marcar.

A pouco e pouco a equipa da casa foi-se libertando, ganhando alguns momentos de ascendente, com futebol criterioso, de pé para pé, levando algum perigo à área azul e branca, até conseguirem o golo inaugural, aos 16 minutos, num belo pontapé de Gábor Szalai, mas, a meu ver defensável,  com Diogo Costa a ser traído pelo seu golpe de vista.

Os campeões nacionais sentiram o toque e voltaram a tomar conta do jogo, acercando-se da baliza contrária com algumas jogadas prometedoras, mas quase sempre bem anuladas pelo guarda-redes contrário ou pelos seus defesas.

A insistência valeu o golo do empate, ainda antes do intervalo, mais precisamente aos 42 minutos, por Froholdt, na recarga a um remate de cabeça de Francisco Moura.

No regresso das cabines, com Pablo Rosário no lugar de Alan Varela, os Dragões foram quase arrasadores, não fora as excelentes defesas de Vieites, a negar o golo a Alberto Costa, a Froholdt e a Gabri Veiga.

O FC Porto estava em busca da cambalhota no marcador e o Marítimo já só defendia, até que aos 86 minutos, já com Pietuszewski em campo, o jovem polaco abriu o livro da fantasia assinando um golaço, daqueles de fazer levantar os estádios, colocando o FC Porto finalmente em vantagem no marcador.

Os minutos finais foram jogados mais com o coração do que com a cabeça, com o FC Porto mais preocupado em segurar o resultado, permitindo o assédio do Marítimo à sua área. Ainda assim os dragões só não ampliaram o resultado por pura precipitação em pelo menos 3 jogadas de contra-ataque, aparecendo em superioridade numérica.

Vitória justa, com futebol nem sempre bem jogado frente a uma equipa competitiva que dispôs de vinte dias para preparar convenientemente este jogo.