terça-feira, 2 de junho de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 8)

OS MEUS DESTAQUES

Para além da influência importante das estruturas, administrativa, técnica e associativa, a quem cabe uma boa parte do êxito nesta temporada, os meus destaques vão para a performance dos atletas.


















Num conjunto de 33 atletas, é obvio que todos tiveram os seus momentos positivos e importantes, mas, não esquecendo esse pormenor, decidi eleger estas duas figuras, como o expoente máximo de um conjunto que sem ser perfeito, conseguiu o objectivo principal, o título de campeão nacional, depois de quatro temporadas de interregno.

Diogo Costa foi muito importante na defesa da baliza, conseguindo uma marca de golos sofridos abaixo do normal, com 21 jogos sem sofrer, nos 34 deste campeonato. Foi também o jogador do plantel que mais minutos jogou, na soma de todas as competições (4346 minutos, em 49 participações das 53 possíveis).

Victor Froholdt impressionou pela sua capacidade física, alto ritmo de jogo, visão na distribuição com critério, capacidade técnica e inteligência táctica. Foi também o que participou em mais jogos (51 dos 53 possíveis).

Por tudo isto foi eleito o melhor jogador e melhor jovem da Liga.



















O FC Porto terminou a temporada como a equipa menos batida entre os principais campeonatos europeus.

Para além dos 21 jogos sem sofrer golos, já mencionados, apenas consentiram 18 golos, constituindo uma imagem de marca na caminhada para o título, uma defesa de betão.



















Este terceiro destaque é no fundo a consequência lógica dos dois anteriores, com a eleição de 5 dragões no onze ideal de Liga, resultante da votação dos treinadores e capitães das 18 equipas do campeonato.

domingo, 31 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 7)

Apesar do título conquistado, em termos de golos obtidos, a produção atacante não foi muito diferente da temporada anterior. A equipa só conseguiu produzir mais um golo (97). A grande diferença esteve nos golos consentidos, 33 contra 57 da época anterior.








































De referir que apesar de nesta temporada o FC Porto ter participado em menos duas provas (Supertaça nacional e Mundial de clubes), fez ainda assim mais um jogo (53) que na temporada anterior (52).

A lista dos marcadores de golos voltou a ser dominada por Samu Aghehowa, com 20 golos, mesmo tendo sido afastado por lesão no início do mês de Fevereiro.














































Também no ranking geral dos goleadores portistas de todos os tempos, Samu Aghehowa continua a ser o melhor classificado, ocupando o 52º lugar.
























sexta-feira, 29 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 6)

O FC Porto esteve envolvido em 3 provas nacionais e 1 internacional, num conjunto de 53 jogos.

Destaques para a eliminação prematura na Taça da liga, da taça de Portugal, mas aqui com a mãozinha da APAF, e também da liga Europa, de forma algo surpreendente, nos quartos-de-finais.

QUADRO RESUMO











Seguem-se os quadros de todos os jogos disputados (clicar em cima de cada um para ampliar e tornar legível).




































Foram 33, os atletas utilizados durante a temporada, por Francesco Farioli, conforme quadros abaixo:



































































Victor Froholdt foi o atleta em que mais jogos participou (51), mas foi Diogo Costa quem jogou mais minutos (4346 minutos).

quarta-feira, 27 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 5)

Pelo segundo ano consecutivo o FC Porto não conseguiu a qualificação para a Champions League, pelo que voltou a ter de disputar a Liga Europa, nos moldes da época anterior.

UEFA EUROPA LEAGUE

O objectivo era ir o mais longe possível, com a expectativa elevada de chegar à final da prova.

Os Dragões fizeram uma fase de liga razoável, averbando 5 vitórias, 2 empates e 1 derrota, que colocou a equipa no 5º lugar, qualificando-se directamente para os Oitavos-de-finais da prova.

Na fase a eliminar, superou o Stuttgart com duas vitórias, mas soçobrou nos quartos-de-finais, frente ao Nottingham Forest, com empate no Dragão e derrota fora. 










































HISTORIAL DO FC PORTO NESTE PROVA

Lembrando que o modelo actual aglutinou todas as anteriores que se encontram neste quadro





















OBS.: Clicar nos quadros para ampliar.

segunda-feira, 25 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 4)

A performance do FC Porto nas taças internas, teve níveis diferenciados. Boa na Taça de Portugal e desastrosa na da Liga.

TAÇA DE PORTUGAL

A disputa desta taça foi encarada com a responsabilidade máxima, com Francesco Farioli a não facilitar, quanto às escolhas dos onze titulares.

A prova começou frente a equipas de escalões inferiores, na 3ª e 4ª eliminatórias, começando a dificultar-se desde os Oitavos-de-final, com a recepção ao Famalicão.

Frente aos minhotos a equipa sentiu algumas dificuldades, mas acabou em grande com goleada, por 4-1.

Seguiu-se a recepção ao Benfica. Os Dragões marcaram cedo (15 minutos) e depois optaram por recuar linhas e tentar explorar o contra ataque. Opção algo arriscada, que permitiu algum domínio lisboeta, mas sem consequências, face à competência defensiva portista. Os azuis e brancos poderiam até ter dilatado o marcador, numa série de contra ataques venenosos, muito mal finalizados.

As meias-finais, jogadas em duas mãos, teve como adversário o Sporting, graças às ajudas da APAF que inclinou descaradamente o campo frente ao Santa Clara, permitindo aos lisboetas seguir em frente.

No jogo da 1ª mão, em Alvalade, o FC Porto entrou forte e dominador, mas nada eficaz no que respeita à finalização. Depois, o jogo descambou para a palhaçada, tornando-se quezilento, teatralizado, muito interrompido, com a cumplicidade do apitador de serviço, um tal de Cláudio Pereira, com  dualidade de critério, quer técnico, quer disciplinar. 

O Sporting acabou por ser mais eficaz, a aproveitar um lance infeliz de Fofana que originou a marcação de grande penalidade, aos 61 minutos.

Na segunda mão, no Dragão, o FC Porto teria de ser uma equipa pragmática, preparada para ultrapassar a matreirice adversária, mas também a incompetência (termo simpático) da equipa de arbitragem, mais uma vez a beneficiar largamente a estratégia do Sporting.

A equipa portista não conseguiu evitar cair na armadilha, entrou ingenuamente no esquema montado, acabando por ser vítima disso mesmo. A expulsão merecida de Alan Varela aos 89 minutos, ilustra isso mesmo.

A igualdade a zero no resultado foi algo demonstrativo da falta de soluções da equipa portista para reverter a tendência da eliminatória, na já apelidada Taça Sporting de Lisboa.










TAÇA DA LIGA

Fruto de um calendário competitivo muito sobrecarregado, o FC Porto encarou esta prova, mais uma vez, com alguma displicência. 

O onze titular foi formado, na maioria, por atletas menos utilizados até então, com reflexos evidentes na performance da equipa.

Frente ao Vitória SC, uma equipa bem organizada, que se limitou a aproveitar, as constantes falhas dos azuis e brancos, a derrota, por 1-3, ilustrou bem a falta de qualidade patenteada durante toda a partida e o consequente afastamento da prova.






sábado, 23 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 3)

 CAMPEONATO NACIONAL (LIGA PORTUGAL BETCLIC)

Com a casa praticamente arrumada, que é como quem diz renovada, o FC Porto arrancou para o campeonato de forma decidida, competente e prometedora.

Fez uma primeira volta quase irrepreensível. Em 17 jogos venceu 16 e empatou 1, frente ao Benfica, mas com mãozinha da arbitragem a sonegar um penalti claro de António Silva sobre Deniz Gul.

Não foram 17 exibições de encher o olho, mas foram suficientemente competentes para garantir a liderança partilhada desde a primeira jornada até à terceira, isolando-se na quarta, como consequência da vitória em Alvalade (1-2), jamais cedendo esse estatuto.

Por um conjunto de circunstâncias (lesão dos dois avançados Samu e Luuk de Jong, a maior percepção dos adversários relativamente ao futebol praticado), na segunda volta a equipa patenteou algumas dificuldades. 

A primeira derrota na 20ª jornada na deslocação a Rio Maior, frente ao Casa Pia deixou algumas marcas e a ideia que esta equipa precisava de um novo alento. Seguiu-se a recepção ao Sporting. Os lisboetas vinham animados com a derrota portista e esperançados em reduzir a distância pontual de 4 pontos para apenas 1.

O futebol portista já não era tão esclarecido e eficaz, faltava o goleador. Ainda assim, os Dragões marcaram primeiro, pelo reforço de Inverno, Seko Fofana. Porém, a estrelinha da sorte que algumas vezes acompanhou a equipa, nesse jogo foi madrasta. Nos últimos momentos do tempo de compensação (100'), o Sporting marcou de pênalti (a bola embateu no braço de Francisco Moura). Diogo Costa ainda defendeu, mas na recarga foi incapaz de evitar o golo. Uma vitória neste jogo daria ao FC Porto uma margem confortável de 7 pontos e praticamente a garantia do título. O destino não quis assim.

Com menor capacidade realizadora, o FC Porto foi encontrando forças para segurar a liderança, mantendo os seus rivais na expectativa.

A jornada 25 trouxe mais um teste importante para as aspirações azuis e brancas. A deslocação a Lisboa para defrontar o 3º classificado, o Benfica. A Comunicação Social via neste jogo a possibilidade dos lisboetas se afirmarem com candidatos ao título, em caso de vitória. 

O FC Porto dominou o jogo durante 60 minutos e esteve a vencer por 2-0, mas incompreensivelmente deixaram-se empatar. Sorte que o Sporting tinha empatado em Braga, pelo que o topo da classificação não sofreu alteração.

Na 27ª jornada os Dragões mostraram que queriam ser campeões. Foram a Braga vencer por 2-1 e mantiveram os 6 pontos de vantagem, conseguidos na jornada anterior, pelo empate do Sporting contra o Tondela.

Logo a seguir o empate com o Famalicão, no Dragão, voltou a reduzir a diferença pontual para 4 pontos.

Seguiram-se 4 vitórias consecutivas e a consagração em casa contra o Alverca.

Até final o FC Porto ainda saiu derrotado na Vila das Aves, num jogo em que os jogadores portistas pareceram ausentes, ainda a viver a comemoração do título.

O Santa Clara foi o adversário de encerramento do campeonato. O Dragão engalanou-se e assistiu a um futebol pobrezinho, mas a uma festa do carago!




























































quinta-feira, 21 de maio de 2026

BALANÇO DA TEMPORADA 2025/26 (PARTE 2)

Depois da "horribilis season" 2024/25, havia que encetar o trabalho hérculeo de fazer renascer das cinzas o FC Porto ganhador, ambicioso, coeso, campeão.

A  Administração manteve a política de recuperação financeira e atenuou de forma evidente a chamada "caça às bruxas", que teve como reflexo uma maior empatia de parte dos associados que estavam de costas viradas.

Em termos desportivos, também foram dados passos seguros, com a contratação de nova estrutura técnica e da renovação do plantel, de forma exemplar.

Francesco Farioli, italiano a treinar nos Países Baixos, o Ajax, acabado de perder o título nas últimas jornadas, foi o eleito, a que se juntou, entre outros, "El Comandante" Lucho González e mais tarde André Castro, dois ex-atletas portistas.

A 5 saídas de atletas, corresponderam 5 entradas muito bem estudadas e escolhidas:





































Destaques para o fim de carreira de Ivan Marcano e para o negócio de troca de João Mário por Alberto Costa, com a Juventus.

No mercado de Inverno, o FC Porto dispensou 3 atletas e adquiriu 4:































Nas saídas o maior destaque vai para Stephen Eustaquio e as entradas foram cirúrgicas, para colmatar as lesões de Nehuén Pérez, Samu e Luuk de Jong.

STAFF TÉCNICO
































PLANTEL