FICHA DO JOGO
SISTEMA TÁCTICO
O FC Porto sofreu a primeira derrota da temporada, na recepção ao Manchester City, no regresso dos Dragões à Liga milionária do futebol europeu.
Privado de Bednarek, a cumprir castigo, e de Froholdt, a recuperar de lesão, Francesco Farioli procedeu a três alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Moreirense. Nehuén Pérez, Martim Fernandes e Pablo Rosário foram os eleitos em vez de Bednarek, Francisco Moura e Froholdt.
O jogo confirmou essa diferença com o FC Porto a ser subjugado perante a classe, a organização e a eficácia da turma inglesa que só não construiu um resultado mais desnivelado graças ao superior desempenho de Diogo Costa que foi tapando a baliza com defesas espectaculares.
Os azuis e brancos não tiveram argumentos para superar as dificuldades. Foram defendendo estoicamente mas pouco mais que isso. Em termos ofensivos foram mesmo uma nulidade. Nem um remate enquadrado com a baliza e o remate mais perigoso pertenceu a Alan Varela, que como se sabe, é perito a atirar para fora.
A exibição portista foi pois muito curta para estas andanças, principalmente contra equipas deste calibre.
Verdade seja dita, também contou com uma arbitragem absurda. O polaco do apito fez vista grossa à cotovelada de Bouaddi (68'), a merecer cartão vermelho, mas também o VAR não interviu, bem como perdoou o 2º amarelo a Gvardiol.
A vitória do clube inglês é indiscutível, apesar de tudo.






































