segunda-feira, 2 de novembro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O FC Porto goleou o Estoril Praia, por 4-0, graças à pontaria afinada de Froholdt, Borja Sainz,  André Silva e Gabri Veiga, por esta ordem.

O marcador começou cedo a funcionar, face à entrada forte do FC Porto no jogo. Assim, aos 4 minutos Froholdt encontrou o caminho das redes adversárias. Jogada ofensiva envolvente, com Borja Sainz, à esquerda a ceder a bola a Gabri Veiga. O nº10 portista meteu em Samu, dentro da área e de costas para a baliza, com um adversário atrás a tentar desarmá-lo, tabelou com Borja que acompanhou o lance, tocando de primeira para a direita, a solicitar a entrada de Froholdt ou de Pepê que se encontravam em progressão na direcção da baliza. Foi Pepê que conseguiu recolher, muito perto da linha de cabeceira, tocando atrasado para o desvio, também de primeira, do médio dinamarquês.


Victor Frohold marcou o seu 4º golo na temporada e o 12º de Dragão ao peito, que o coloca na 159ª posição deste ranking, com a curiosidade de, neste jogo, manter a companhia dos dois companheiros de equipa que não quiseram ficar para trás, assinando igualmente o ponto, como veremos a seguir.


























O segundo golo surgiu aos 64 minutos, num  roubo de bola de Gabri Veiga à entrada da área contrária, com Borja Sainz a surgir na entreajuda para ganhar a dividida. Gabri ficou dono e senhor da bola que lhe fugia para a esquerda, arrastando consigo dois defensores do Estoril. Face à oposição, o médio espanhol tocou de calcanhar para Borja que recolheu, enquadrou-se com a baliza e atirou ao angulo superior, enfiando a bola na gaveta, com um gesto técnico de grande qualidade.


Quinto golo na temporada para o nº 17 portista, que se mantem colado a Froholdt, na posição imediata, o 160º lugar.


























Aos 70 minutos, André Silva, lançado 3 minutos antes para o lugar de Samu, concluiu uma jogada desenrolada pela direita. Alberto Costa cruzou para Gabri Veiga, cujo forte remate de primeira não conseguiu ser segurado pelo guarda-redes. A bola sobrou para André Silva, que com o faro de golo  que se lhe reconhece, não perdoou.


André Silva chegou aos 4 golos na temporada e aos 28, na equipa principal do FC Porto, mantendo o 92º lugar, mas agora colado em Vermelhinho (1982/83 a 1988/89 - 123 jogos)















































O golo final pertenceu a Gabri Veiga, aos 73 minutos. Jogada de Borja Sainz pela esquerda a flectir para o interior até à entrada da área, assistindo o seu compatriota. Gagri Veiga evitou dois adversários puxando a bola para a esquerda seguida de remate cruzado, a bater o guarda-redes do Estoril.


Sexto golo na temporada para o médio portista e o 12º com a camisola azul e branca. Este é o terceiro elemento que com este golo não deixou fugir os colegas de equipa, que tinham marcado antes, nesta partida. Está então no 161º lugar, na companhia de Lima Pereira (1978/79 a 1988/89 - 264 jogos), Eloi (1985/86 e 1986/87 - 28 jogos), Branco (1988/89 a 1990/91 - 81 jogos), Demol (1989/90 - 39 jogos), Fernando Couto (1987/88 a 1993/94 - 158 jogos), João Manuel Pinto (1995/96 a 1999/00 - 109 jogos), Tarik Sektioui (2006/07 a 2008/09 - 57 jogos), Óliver Torres (2014/15 e 2016/17 - 55 jogos), Stephen Eustaquio (2021/22 a 29 de Janeiro de 2026 - 156 jogos), Victor Froholdt (desde 2025/26 - 64 jogos) e de Borja Sainz (desde 2025/26 - 61 jogos).








































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domingo, 1 de novembro de 2026

TRIUNFO GORDO PARA DEDICAR AOS CABEÇUDOS DAS TELEVISÕES E DOS PASQUINS

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto goleou o Estoril, mantendo imaculado este início de temporada, no que à liga portuguesa diz respeito, somando a 10ª vitória  nas 10 jornadas disputadas.

Francesco Farioli regressou ao seu esquema habitual, o 4x3x3, com apenas uma alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior para esta competição, contra o Gil Vicente. Tratou-se da inclusão de Samu em vez de André Silva.

























Hoje o FC Porto mostrou que tem jogadores para fazer um campeonato bem mais agradável, com futebol mais atraente e mais fluido. 

A entrada portista foi forte e o golo apareceu muito cedo, logo aos 4 minutos, numa boa jogada colectiva, que Froholdt soube finalizar.

Desta vez não se acomodou na vantagem e continuou a invadir a área do adversário com jogadas perigosas que o guardião contrário conseguiu desfazer.

A pressão, o domínio e a intensidade era contínua de tal forma que o Estoril poucas ocasiões teve para chegar à área portista. A pesar de tudo isto , o resultado não se alterou até ao intervalo.

No segundo tempo o FC Porto foi demolidor e construiu um resultado gordo para que os cabeçudos da chamada comunicação social não possam botar defeito.

Vitória sem espinhas com exibição a condizer. Assim gosto mais. Só não aprecio a lentidão do Bednarek na construção ofensiva. Quando a bola lhe chega aos pés o jogo arrefece e nunca tira partido de situações em que a defensiva contrária está adiantada. Mas pronto, se calhar não é defeito, pode ser feitio.

Gabri Veiga, Borja Sainz e André Silva, fizeram os outros golos.

quinta-feira, 29 de outubro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O FC Porto venceu o Académico de Viseu, com um golo solitário de Santiago Gimenez, de grande penalidade, por braço na bola de um defensor contrário. Esta vitória garantiu a qualificação para a final-four da taça da liga.


O avançado mexicano foi titular a tempo inteiro, marcando o seu segundo golo de Dragão ao peito, que o guinda ao 375º lugar, na companhia de um pelotão de atletas com a mesma marca. 



















FINAL FOUR EM LEIRIA GARANTIDA COM VITÓRIA MAGRA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto recebeu e bateu o Académico de Viseu (1-0), apurando-se para as meias finais da Taça da Liga.

Francesco Farioli operou uma autêntica revolução quer no onze titular, ao mudar os onze jogadores, relativamente ao jogo anterior frente ao Gil Vicente, como no sistema táctico, optando por 3 centrais, com os laterais projectados.
























Com as equipas  profundamente alteradas, era suposto assistirmos a uma partida pouco interessante, contudo o desenrolar do jogo desmentiu de alguma forma essa expectativa, já que os atletas escolhidos pareceram focados em aproveitar a confiança neles depositada, com exibições agradáveis.

A equipa pareceu confortável, no novel 3x5x2, desenvolvendo um futebol positivo, na procura do golo.

É verdade que as oportunidades foram escassas, mas a hipotética falta de entrosamento quase não se notou. Só uma ou outra falha mais grave, mas que não teve consequências porque a equipa foi solidária.

Se na primeira parte até houve algum equilíbrio, desfeito pelo golo de Gimenez, de penalti, em cima do intervalo, na segunda o FC Porto foi dominador e em alguns momentos sufocante, mas o resultado não o ilustrou, apesar das boas ocasiões criadas.

Resultado magro mas justo e a consequente qualificação para a final four da prova, a realizar-se entre 5 e 9 de Janeiro, em Leiria.

segunda-feira, 26 de outubro de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Um golo solitário de Borja Sainz garantiu os três pontos em Barcelos e a 9ª vitória em tantas outras jornadas, protagonizando o melhor arranque de campeonato dos últimos 84 anos, mas ainda longe do recorde de 13 triunfos conseguido por Miháli Siska, na temporada de 1939/40.

Foi aos 63 minutos, num lance desenrolado pela direita. Pepê tocou à frente para Frohold, este deixou a bola rolar até perto da área, escolhendo o momento exacto para cruzar, surgindo Samu a disputar a bola de cabeça com um defesa contrário. A bola sobrou para Borja Sainz, que teve de recuar ligeiramente para receber com o peito e disparar de pronto para um belo golo.


Quarto golo na temporada (todos no campeonato) e o 11º de dragão ao peito, que o guinda ao 174º lugar deste ranking, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos), Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos), Victor Froholdt (desde 2025/26 - 62 jogos) e Gabri Veiga (desde 2024/25 - 64 jogos).



























domingo, 25 de outubro de 2026

O VÍCIO DE GANHAR É BOM. PENA QUE NÃO SE CONSIGA REPLICAR NOUTRO NÍVEL

 

















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























De regresso ao futebol interno, o FC Porto foi a Barcelos garantir o pleno de vitórias, somando a 9ª vitória, em 9 jogos.

Francesco Farioli pretendia apresentar apenas uma alteração ao onze titular que enfrentou o PSV, no jogo anterior, a troca de Samu por André Silva, mas Pietuszewski lesionou-se no aquecimento e o técnico viu-se obrigado a recorrer ao concurso de Borja Sainz.

























Depois de duas derrotas desoladoras na Liga dos campeões, o FC Porto regressou ao registo vitorioso pleno, na liga doméstica, vencendo com dificuldade no sempre difícil estádio Cidade de Barcelos.

A equipa manteve-se fiel às ideias do seu treinador, naquela intensidade e pressão altas, mas o Gil Vicente respondeu à altura, povoando o seu terço defensivo, para depois explorar o contra ataque, aproveitando de uma forma geral os passes errados dos jogadores portistas.

Acabou por ser um jogo muito táctico, muito encaixado e sem grandes oportunidades de golo.

Face às incidências do jogo dir-se-ia que o empate sem golos seria o resultado mais lógico só que Borja Sainz conseguiu contrariar essa tendência, ao finalizar com êxito uma das poucas jogadas ofensivas bem delineadas, aos 63 minutos.

Num jogo com estas características, era certo e sabido que, em vantagem no marcador,  as trocas de bola entre Bednarek e Kiwior, com algumas nuances de intervenção de Diogo Costa, iam intensificar-se.

Só depois da justa expulsão do defesa Elimbi, aos 81', o FC Porto sentiu algum conforto, desperdiçando, por precipitação, algumas jogadas prometedoras.

No fim, a vitória que é o que mais interessa.

quarta-feira, 21 de outubro de 2026

ESTE DRAGÃO NÃO É DE CHAMPIONS

 

















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























Três jogos, três derrotas (duas em casa, uma fora). Decididamente, este dragão não é de Champions, não só pelas derrotas, mas também pelo futebol praticado.

Foram cinco as novidades no onze titular, apresentado por Francesco Farioli, relativamnet ao jogo anterior, em Sevilha. Alberto Costa, Jan Bednarek (após 2 jogos de castigo), Zaidu, Samu e Pietuszewski, renderamMartim Fernandes, Francisco Moura, Alan Varela, André Silva e Borja Sainz.



























O FC Porto continua a dar-se muito mal na liga milionária, não conseguindo praticar futebol condizente com o nível que esta prova exige.

Desta vez, ainda conseguiu assustar o seu adversário nos primeiros minutos, mas foi Sol de pouca dura, rapidamente a equipa caiu na mediocridade que tem caracterizado a sua participação, nas jornadas anteriores. Passes errados e comprometedores, decisões e precipitações inexplicáveis, incapacidade de ter bola com recuperações para entrega imediata ao adversário e consequente falta de fluidez no seu futebol.

O PSV dominou, sufocou, mas felizmente não marcou.

O segundo tempo também foi mau, mas não tão mau. O FC Porto conseguiu algumas jogadas prometedoras, mas a falta de eficácia no remate acabou por ditar a sua lei.

Os erros de palmatória continuaram e se no jogo passado o réu foi Francisco Moura, desta vez Zaidu não lhe ficou atrás. Um erro crasso seu deu origem ao golo neerlandês e assim precipitou a derrota que pairava no ar.