quinta-feira, 12 de março de 2026

ELIMINATÓRIA PARA DECIDIR NO DRAGÃO, COMO ERA EXPECTÁVEL

















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi vencer a Estugarda no jogo da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, ganhando assim uma ligeira vantagem nesta eliminatória que conhecerá o seu epílogo na próxima semana no estádio do Dragão.

Francesco Farioli promoveu uma autêntica revolução no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Benfica. Nada mais, nada menos que oito mexidas. Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Alan Varela, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Pepê, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski foram rendidos por Thiago Silva, Zaidu, Pablo Rosário, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes, Terem Moffi e Borja Sainz.
























A entrada portista no jogo mostrou uma equipa nervosa e algo desconcentrada permitindo duas chegadas perigosas da equipa alemã. Os dragões só a partir dos 20 minutos de jogo encontraram o caminho da baliza contrária, com William Gomes a acertar na barra, numa conclusão ao seu estilo.

Logo a seguir,  aos 21 minutos Moffi marcou mesmo, colocando o FC Porto por cima no resultado. Estas duas jogadas catapultaram os azuis e brancos para um ataque bem mais organizado, de tal modo que aos 24 minutos o mesmo Moffi obrigou Nubel a uma grande defesa. Dois minutos depois Rodrigo Mora dilatou o marcador. Foi o melhor período do FC porto em toda a partida.

A vencer por 2-0, a equipa perdeu fulgor, dando mais uma vez a iniciativa ao adversário, foi-se defendendo com alguma organização, mas aos 40 minutos sofreu um percalço, numa jogada confusa, com perdas de bola perto da área que acabaria por dar em golo para os alemães.

No segundo tempo a equipa da casa intensificou o seu pendor ofensivo na procura do golo do empate, enquanto a turma portista, satisfeita com o resultado, procurava baixar o ritmo do jogo, dedicando muito mais da sua atenção nas acções defensivas, cada vez mais ameaçadas. 

Farioli começou as substituições ligeiramente mais cedo do que costume, mas a equipa estava mesmo mais preocupada em segurar a vantagem do que a dilatar. O lance mais perigoso da segunda parte aconteceu já nos últimos segundos do tempo de descontos, por Gabri Veiga.

Vitória saborosa que coloca alguma vantagem, mas não decisiva.

terça-feira, 10 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O clássico na Luz teve sabor agridoce, num jogo em que o FC Porto esteve por cima na maior parte do jogo, conseguindo uma vantagem relativamente confortável, inclusivamente com sérias ameaças de dilatar o resultado, acabando por hipotecar a possibilidade de vitória categórica com dez minutos finais influenciados por perda de organização, face às substituições marcadas pelo condicionamento de jogadores amarelados (Gabri Veiga e Pepê) e debilidade física (Martim Fernandes), mas também pelo menor rendimento dos substitutos, incapazes de manter o nível dos colegas.

Victor Froholdt (10 minutos) e Oskar Pietuszewski (40 minutos) foram os autores dos golos portistas.

Passe de Alan Varela, do grande circulo central, a desmarcar Froholdt, que se adiantou aos centrais, entrou na área rematando contra Trubin. Na recarga, o nº 8 portista fez a bola passar por entre as pernas do guarda-redes.


Quinto golo de Dragão ao peito (4 na liga portuguesa e 1 na taça de Portugal), subindo ao 251º lugar deste ranking, na companhia de mais 20 atletas com a mesma marca.


















O segundo golo, aos 40 minutos foi simplesmente genial. Gabri Veiga recuperou a bola perto da meia lua da área portista lançando rapidamente Pietuszewuski para um contra ataque letal. O jovem prodígio polaco, entrou na área, quebrou os rins a Otamendi com finta deliciosa seguida de remate forte e colocado.


Segundo golo com a camisola do FC Porto (ambos na liga portuguesa) que o faz ascender ao 372º lugar, na companhia de um extenso pelotão de atletas, entre os quais Pablo Rosário e Nehuén Pérez, seus companheiros de plantel.


 

segunda-feira, 9 de março de 2026

OITENTA E OITO MINUTOS DE COMPETÊNCIA E OITO DE FRUSTRAÇÃO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto desperdiçou uma bela oportunidade de alargar a diferença pontual que o separa dos dois rivais de Lisboa, ao empatar no estádio da Luz, num jogo em que esteve a vencer por 2-0, durante 69 minutos, permitindo o empate aos 88 minutos.

Francesco Farioli procedeu a 6 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Sporting, para a Taça de Portugal. Kiwior, Martim Fernandes, Froholdt, Gabri Veiga, Deniz Gul e Pietuszewski, renderam Pablo Rosário, Francisco Moura, Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Moffi.
























Depois do empate do Sporting em Braga, a expectativa quanto ao comportamento da equipa portista na Luz, cresceu exponencialmente. Seriam os Dragões capazes de aproveitar para com uma vitória aumentar a diferença pontual para os dois perseguidores ou iria jogar para o empate deixando tudo na mesma?

Ora a equipa portista apresentou-se na Luz com a lição bem estudada, num esquema anti bazófias, muito personalizada, a impor as suas capacidades durante mais de uma hora, em que explorou de forma inteligente e eficaz as fragilidades adversárias. 

Tal performance rendeu dois belos golos e mais alguns ameaços, de forma a ir para o intervalo com uma vantagem confortável.

No segundo tempo Farioli entendeu entrar em modo de gestão, começando por deixar Pepê e Gabri Veiga no banco para as entradas de William Gomes e Fofana.

A equipa da casa demorou a acertar na sua manobra ofensiva, permitindo até mais algumas chegadas perigosas à sua área, algumas caricatamente desperdiçadas pelos jogadores portistas.

A troca de Martim Fernandes por Francisco Moura (58 minutos) e mesmo de Pietuszewski por Borja Sainz (63 minutos) acabou por ser mais prejudicial do que benéfico, já que ambos não só não acrescentaram como ajudaram à perda da vantagem. Moura, indolente foi um autentico buraco na esquerda e Borja demasiado perdulário e displicente.

Ao contrário, Mourinho fez as substituições certas, tirando partido das mesmas, conseguindo a recuperação, evitando a derrota.

A divisão de pontos acaba por saber a alguma frustração para as hostes portistas. 

sexta-feira, 6 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Na falta de golos portistas no último jogo, frente ao Sporting em Alvalade (derrota 1-0), em jogo da 1ª mão das meias finais da Taça de Portugal, aproveito para relembrar o posicionamento dos atletas portistas do actual plantel, nesta data.

























quarta-feira, 4 de março de 2026

DERROTA TANGENCIAL DEIXA TUDO EM ABERTO

















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto sofreu a primeira derrota na Taça de Portugal desta temporada, na deslocação a Alvalade, primeira mão das meias-finais da prova.

O técnico Francesco Farioli procedeu a 6 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Arouca. Francisco Moura, Alan Varela, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Terem Moffi, foram os eleitos em detrimento de Jakub Kiwior, Zaidu, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski, todos relegados para o banco de suplentes.



























O jogo da primeira mão, efectuado em Lisboa punha frente a frente o ataque mais realizador (Sporting) e a defesa menos batida (FC Porto). ingredientes que faziam elevar as expectativas, especialmente dos paineleiros das Tvês da capital, ávidos de assistirem a uma goleada leonina.

Foi o FC Porto a entrar melhor no jogo, a realizar uma primeira parte bastante personalizada, com destaque para William Gomes, a fazer perder a paciência Maxi Araújo, levando perigo à baliza contrária. Foram 12 minutos iniciais muito fortes dos azuis e brancos, mas com a pecha do costume, incapacidade para meter a bola na baliza.

Depois deste período, o jogo entrou numa fase de quezílias, toques rasteiros, equipa médica a entrar várias vezes no relvado e jogo prolongado 10 minutos. Alguma dureza mal ajuizada pelo soprador do assobio, ao ponto de permitir uma série de entradas maldosas sem a respectiva sanção disciplinar. Luis Suarez foi mais uma vez protegido, escapando à expulsão por entrada duplamente agressiva sobre Bednarek (soco no peito e calcadela intencional, aos 25 minutos), arrumando-o do jogo, aos 44 minutos.

Alberto Costa também foi poupado ao segundo amarelo, nitidamente por compensação de um primeiro tão injusto quanto ridículo.

A segunda parte também começou bem para os Dragões que tiveram uma bola na trave a remate de Alan Varela (48'), mas o fulgor portista foi Sol de pouca dura, com a equipa da casa a aproveitar para explanar um futebol ofensivo mais esclarecido e perigoso com algumas chegadas à área portista.

O golo acabaria mesmo por chegar de grande penalidade cometida por Fofana, aos 61 minutos e o FC Porto não foi capaz de evitar a derrota.

domingo, 1 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Foram três os golos com que o FC Porto brindou a equipa do Arouca, na vitória por 3-1.

Oskar Pietuszewski, William Gomes e Terem Moffi, foram os autores dos golos.

O primeiro aconteceu na jogada que deu inicio ao encontro, mais precisamente aos 13 segundos. A bola disputada de cabeça no limite da grande área sobrou para Froholdt que cruzou ao segundo poste onde surgiu Pietuszewski a empurrar para o golo.


O jovem ala portista estreou-se a marcar de Dragão ao peito, registando o seu nome nesta lista de goleadores portistas, na 465ª posição.


















O segundo golo foi de grande penalidade a castigar toque no pé de Fofana, quando este se preparava para rematar, prontamente assinalado pelo árbitro da partida e confirmado pelo VAR. Só por ignorância ou má fé este lance tem vindo a ser contestado pelos alienados do costume.

Indiferente aos protestos, William Gomes não deu hipóteses de defesa, recolocando o FC Porto em vantagem no marcador (90'+1')


William Gomes chega aos 9 golos na temporada (6 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 2 na liga Europa). Acumula 10 golos com a camisola do FC Porto, subindo ao 182º lugar, na companhia de Francisco Castro (1929/30 a 1934/35 - 27 jogos), Yanko Daucik (1959/60 - 10 jogos), Rodolfo Reis (1971/72 a 1983/84 - 331 jogos), Albertino (1979/80 a 1981/82 - 57 jogos), Stéphan Paille (1990/91 - 27 jogos), Carlos Secretário (1993/94 a 2003/04 - 309 jogos), César Peixoto (2002/03 a 2005/06 - 56 jogos), João Moutinho (2010/11 a 2012/13 - 140 jogos), Nicolás Otamendi (2010/11 a 2013/14 - 126 jogos), Cristian Tello (2014/15 e 2015/16 - 57 jogos) e Zé Luís (2019/20 - 32 jogos).















O terceiro golo aconteceu aos 98 minutos, num contra ataque conduzido pela direita por William Gomes, que aproveitando a desorganização defensiva do Arouca, cruzou para a entrada oportuna de Terem Moffi.


Mais uma estreia a marcar com a camisola do FC Porto. Moffi ocupa a última posição deste ranking, o 466º lugar.



sábado, 28 de fevereiro de 2026

DRAGÃO ABANOU MAS NÃO CEDEU

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto recebeu e bateu o Arouca, em mais um jogo em que a performance portista voltou a ser periclitante, acabando por ter de cerrar os dentes e arregaçar as mangas para garantir a vitória e consequentemente a vantagem pontual que o separa do principal rival.

Farioli não pôde contar com Alan Varela, por limite de cartões amarelos, mas recuperou o central Jakub Kiwior, livre da lesão. O central polaco constituiu a única alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Rio Ave.


























Acho que não se poderia pedir à equipa melhor entrada no jogo, já que o golo apareceu logo aos 13 segundos, por Oskar Pietuszewski a aproveitar uma excelente assistência de Victor Froholdt.

Estavam assim criadas todas as condições para os azuis e brancos partirem para uma exibição consistente e agradável, de forma a evitar calafrios.

Mas esta equipa não parece vocacionada para resolver os jogos de forma rápida e confortável. Parece preferir ir arrastando-se, umas vezes penosamente, com a bola a circular entre os centrais (os passes entre Bednarek e Kiwior, foram mais que muitos), sem qualquer intuito de progressão e alguns lançamentos de longa distância, geralmente mal dirigidos, alternando com uma ou outra jogada ofensiva bem delineadas, mas muito mal concluídas.

Diga-se em abono da verdade que o FC Porto, durante a primeira parte construiu algumas jogadas que poderiam ter dado golos, não fora a falta de talento para as concluir com êxito (Deniz Gul, aos 19 minutos a não acertar na bola, numa recarga ou Pepê, aos 45 minutos a atirar contra as pernas de um defesa, em situação privilegiada) ou também a falta de um pontinha de sorte (bola no ferro aos 17 minutos por Froholdt).

O segundo tempo começou mal para o FC Porto, que entrou demasiado relaxado, com a intenção de controlar a magra vantagem.

Sofreu o primeiro aviso, 27 segundos após o recomeço do jogo, com a bola a esbarrar estrondosamente na barra da baliza de Diogo Costa. Este lance parece ter despertado a equipa que respondeu com um remate perigoso de Gabri Veiga, seguido de um desperdício (mais um) displicente de Deniz Gul, que na cara do golo atirou sobre a barra (52 minutos).

Foi Sol de pouca dura já que o Arouca dividiu o jogo, aproveitando a apatia relativa da turma portista, arrancando um golo de belo efeito à passagem do minuto 70, já Farioli tinha feito 3 alterações (61').

Balde de água fria no Dragão até porque a turma adversária parecia não ter grandes argumentos para furar a defensiva azul e branca.

O que se seguiu até final foi um assalto à baliza do Arouca, mas com muita precipitação, pouco discernimento e muita intranquilidade. 

A insistência acabaria por dar os seus frutos, pois aos 87 minutos, Seko Fofana sofreu falta para pênalti e William Gomes, com execução soberba colocou a equipa em vantagem (91'). 

Para acabar em beleza, o nº 7 portista ainda assistiu Moffi, para o terceiro golo (98 minutos), garantindo os três pontos.

Vitória justa mas sofrida sem necessidade, face à incapacidade para matar o jogo ainda cedo, apesar das oportunidades criadas.