terça-feira, 24 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O FC Porto venceu em Braga e manteve a diferença pontual para os seus rivais, na liderança isolada da prova.

William Gomes e Seko Fofana foram os autores dos golos portistas.

Depois de estar a perder, num golo de penalti muito discutível, os Dragões foram à procura de reverter o resultado. Aos 69 minutos Kiwior lançou na esquerda o seu compatriota Pietuszewski, que avançou pelo seu corredor, entrou na área, cruzando ao segundo poste para, na entrada oportuna de William Gomes, encostar para o golo.


Décimo segundo golo na temporada (8 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 3 na liga Europa). soma agora 13 golos de acumulado, subindo ao 149º lugar, na companhia de Reboredo (1936/37 a 1938/39 - 39 jogos), Humaitá (1959/60 - 23 jogos), Mangala (2011/12 a 2013/14 - 97 jogos), Danilo (2011/12 a 2014/15 - 141 jogos) e Maicon (2009/10 a 2015/16 - 177 jogos)

























O golo da reviravolta pertenceu a Seko Fofana, aos 80 minutos, na sequência de um canto cobrado do lado direito por William Gomes. A bola viajou ao primeiro poste onde foi disputada de cabeça, sobrando para o lado oposto onde surgiu Fofana a disparar de primeira um míssil redentor.


Segundo golo para o nº 42 portista, reforço de Inverno, ambos para a liga portuguesa. Passa a posição de lanterna vermelha para subir ao 374º lugar, na companhia de um extenso pelotão de atletas com a mesma marca.



segunda-feira, 23 de março de 2026

DRAGÃO ASSUME CANDIDATURA AO TÍTULO CONTRA TUDO E CONTRA TODOS

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto assumiu a real candidatura ao título nacional, ao vencer em Braga, o Sporting local, de forma convincente, contra um adversário de valor incontestável, mas também contra uma arbitragem ardilosa, que procurou a todo o transe dificultar a maior competência portista.

O técnico azul e branco tem assumido grande coragem e sobretudo uma confiança inexcedível,  no plantel que comanda, procedendo a autênticas revoluções no onze titular, a cada jogo. Em Braga não foi excepção. Oito alterações (outra vez), relativamente ao jogo anterior, frente ao Stuttgart, para a liga Europa. Martim Fernandes, Kiwior, Alan Varela, Froholdt, Gabri Veiga, Pepê, Deniz Gul e Pietuszewski, renderam Alberto Costa, Thiago Silva, Pablo Rosário, Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes, Moffi e Borja Sainz.























A expectativa era enorme com esta complicada deslocação à Pedreira, onde os rivais directos não conseguiram vencer. Muitos esperavam naturalmente a mesma sorte ou se possível pior, mas o FC Porto entrou sem medo, consciente do seu valor e durante cerca de vinte minutos evidenciou uma supremacia que só não rendeu golos pela falta de eficácia na hora de finalizar. Pepê, Alan Varela e Pietuszewski ficaram a dever a si mesmos um pouquinho mais de pontaria.

Depois desse período o Braga lá conseguiu pegar no jogo, muito de pé para pé, num futebol burilado, qualidade no passe, construção criteriosa, boa condução de bola em progressão, mas a esbarrar de forma constante na muralha defensiva azul e branca mas foi ainda o FC Porto a criar a melhor ocasião para marcar por Gabri Veiga, na cobrança de um livre directo.

No segundo tempo a equipa da casa entrou melhor, aparecendo mais incisivo no ataque e aos 54 minutos o homem do apito assinalou penalti por agarrão de Gabri Veiga a um adversário. O médio portista prendeu ligeiramente a camisola e o bracarense atirou-se para o chão. Tudo seria normal se o critério fosse sempre o mesmo sem diferenciar as cores das camisolas, mas jamais esquecerei o lance no Dragão entre António Silva e Deniz Gul, muito mais evidente e sem sanção.

Braga a ganhar e aspirações portistas a balançar. Qual quê! Dragão que é dragão não desiste, luta até ao fim. E assim foi, Farioli operou duas alterações imediatas, William Gomes e Moffi, para os lugares de Pepê e Deniz Gul e as acções atacantes do FC Porto começaram a sobressair.

Como o resultado se mantinha, aos 67 minutos lançou Pablo Rosário e Fofana e a reviravolta aconteceu. Primeiro William Gomes (69') e depois Fofana (80'), fizeram ouvir o grito audaz da nossa ardente voz.

Três preciosos pontos que mantêm os Dragões na rota certa do título.

sábado, 21 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O estádio do Dragão voltou a viver as noites gloriosas do futebol internacional com a vitória portista (2-0) sobre a forte equipa alemã do Stuttgart que luta pelo título nacional do seu país.

William Gomes e Victor Froholdt foram os grandes protagonistas do jogo por terem sido os autores dos golos, mas hoje tenho de abrir uma excepção para referir a descomunal exibição do nosso excepcional guarda-redes Diogo Costa, com um punhado de defesas estratosféricas, a manter invioláveis as redes à sua guarda.

O primeiro golo aconteceu aos21 minutos. Corte de Pablo Rosário, perto da sua área, a desfazer ataque contrário, seguido de passe  para o centro do terreno a encontrar Moffi. O nº 29 portista disputou a bola, sobrando para o seu companheiro Zaidu. O lateral esquerdo lançou em profundidade, pela esquerda, Borja Sainz que entrou na área, evitando um adversário, disputando a bola com outro defensor. Nessa disputa a bola bateu-lhe nas pernas seguindo para uma posição central onde William Gomes, com faro do golo, acorreu rápido para inaugurar o marcador.



















Décimo primeiro golo na temporada (7 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 3 na liga Europa). Subiu ao 158º lugar deste ranking, com 12 golos de acumulado, na companhia de Lima Pereira (1978/79 a 1988/89 - 264 jogos), Eloi (1985/86 e 1986/87 - 28 jogos), Branco (1988/89 a 1990/91 - 81 jogos), Demol (1989/90 - 39 jogos), Fernando Couto (1987/88 a 1993/94 - 158 jogos), João Manuel Pinto (1995/96 a 1999/00 - 109 jogos), Tarik Sektioui (2006/07 a 2008/09 - 57 jogos), Óliver Torres (2014/15 e 2016/17 - 55 jogos) e a Stephen Eustaquio (2021/22 a 29 de Janeiro de 2026 - 156 jogos).

































O segundo golo foi aos 71 minutos, numa jogada desenrolada pela esquerda entre Pepê e Fofana. O nº 42 perdeu a bola junto da meia lua da área germânica que foi recuperada pelo médio dinamarquês que tentou entrar na área, mas já no interior foi desarmado. Froholdt não desistiu do lance, voltou a recuperar em esforço, evitou a queda, enquadrou-se com a baliza e disparou um míssil com o pé esquerdo fazendo a bola entrar junto à barra superior, num golo de fazer levantar o estádio. A foto que se segue não faz justiça ao belo momento. Pena não poder juntar o vídeo.


















Sexto golo na temporada (4 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 1 na liga Europa). Subiu ao 231º lugar na companhia de Romão (1944/45 a 1951/52 - 162 jogos), Virgílio (1947/48 a 1962/63 - 436 jogos), Ivan (1960/61 e 1961/62 - 63 jogos), Rolando (1963/64 a 1974/75 - 313 jogos), Valdemar (1965/66 a 1973/74 - 230 jogos), Lisboa (1967/68 a 1969/70 - 41 jogos), Laurindo (1973/74 e 1974/75 - 24 jogos), Murça (1974/75 a 1979/80 - 203 jogos), Gabriel (1974/75 a 1982/83 - 250 jogos), Eurico (1982/83 a 1985/86 - 130 jogos), Lipcsei (1995/96 - 28 jogos), Doriva (1997/98 e 1998/99 - 40 jogos), Chainho (1998/99 a 2000/01 109 jogos), Rúben Micael (2009/10 a 2011/12 - 55 jogos), Fernando (208/09 a 2013/14 - 236 jogos), Evandro (2014/15 a 2016/17 - 58 jogos) e Deniz Gul (desde 2024/25 - 56 jogos).




















sexta-feira, 20 de março de 2026

QUARTOS DA LIGA EUROPA CONFIRMADOS

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto voltou a vencer o Stuttgart, qualificando-se para os quartos de final da Liga Europa onde vai reencontrar o Nottingham Forest, agora dirigido por Vítor Pereira.

Francesco Farioli apostou no mesmo onze titular que utilizou na Alemanha no jogo da primeira mão.























A vantagem tangencial conseguida na primeira mão suscitava um jogo cauteloso mas sem descurar a ambição. O técnico portista tinha alertado para essa postura, partindo do pressuposto que esse resultado não deveria ser equacionado, antes consideraria que era como essa vantagem não existisse.

Cabia à equipa alemã tentar reverter a tendência da eliminatória e ao FC Porto apresentar argumentos para contrariar essa tentativa e se possível dilatar a diferença.

Os primeiros minutos do jogo revelaram um Stuttgart ofensivo na procura do objectivo a que se propusera, empurrando o FC Porto para um bloco baixo, muito defensivo e quase sem hipóteses de ripostar, tal a intensidade e a pressão exercida pela equipa germânica.

A coesão da defensiva portista mostrou-se forte e competente, com Diogo Costa em grande evidência a mostrar toda a sua classe com defesas de dificuldade elevada.

Os dragões só raramente se conseguiam libertar deste domínio e chegar perto da baliza contrária. Perdiam a bola constantemente, não conseguindo mantê-la por muito tempo.

Mas ao 21 minutos, contra a corrente do jogo , Zaidu lançou Borja Sainz na esquerda, o extremo portista entrou na área assistindo para a entrada fulgurante de William Gomes inaugurar o marcador.

A equipa alemã intensificou o seu processo ofensivo, desguarnecendo o seu reduto, dando algumas hipóteses de contra-ataques que foram tentados mas sem grande critério. Zaidu teve uma dessas oportunidades aos 29 minutos, mas não foi feliz na finalização. Entretanto Diogo Costa continuava a brilhar entre os postes com defesas espectaculares.

Borja Sainz, Fofana e Rodrigo Mora arriscaram remates prometedores mas também não foram eficazes e o intervalo chegou com o Porto a vencer por 1-0.

No segundo tempo Rodrigo Mora foi substituído por Victor Froholdt, mas o Stuttgartt manteve o seu domínio ofensivo, bem travado pela defensiva portista e por Diogo Costa.

Aos 71 minutos o jovem dinamarquês sentenciou a eliminatória com o segundo golo portista, numa jogada de insistência finalizada com um remate espectacular.

Até final, o FC Porto controlou com mais facilidade já que o Stuttgart foi perdendo fulgor e até viu um jogador expulso (77').

terça-feira, 17 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















A recepção ao Moreirense, na 26ª jornada da Liga nacional, rendeu 3 golos para os nossos atletas. Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e William Gomes foram os seus autores.

O primeiro aconteceu aos 14 minutos. Erro de um jogador do Moreirense que ao tentar receber a bola no seu meio-campo, mais não fez do que passar para Deniz Gul. O avançado portista agradeceu a oferta, caminhou para a entrada da área, verificou o bom posicionamento de Pietuszewski, colocando-lhe a bola bem redondinha para um disparo de primeira. O guarda-redes defendeu para a frente, sobrando para Gabri Veiga que não perdoou.


Quinto golo na temporada, tantos quantos de Dragão ao peito (2 na liga portuguesa, 1 na taça da liga e 2 na liga Europa). Subiu ao 252º lugar, apanhando Victor Froholdt, num pelotão de atletas com a mesma marca.


















Aos 25 minutos foi a vez de Oskar Pietuszewski facturar. Pepê lançou Froholdt pela direita, o médio portista cruzou atrasado, o nº77 portista teve de dar um passo atrás para recolher a bola, enquadrou-se com a baliza e disparou para o  poste mais distante num magnífico golo.


Terceiro golo com a camisola do FC Porto (todos na liga portuguesa) que lhe permite subir ao 316º lugar deste ranking, juntando-se a Jan Bednarek, num lote extenso de atletas com 3 golos.


















O terceiro e último golo do encontro pertenceu a William Gomes, aos 81 minutos, numa jogada característica do ala brasileiro. Transição do lado direito da área adversária para o centro e remate em arco de pé esquerdo no ângulo superior direito da baliza de André Ferreira.


Décimo golo na temporada (7 na liga portuguesa,1 na taça de Portugal e 2 na liga Europa) com um acumulado de 11 golos de Dragão ao peito. Subiu ao 171º lugar, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos) e Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos).



















segunda-feira, 16 de março de 2026

NO DRAGÃO IMPEROU A LEI DO MAIS FORTE

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto recebeu e venceu o Moreirense, mantendo as suas legítimas aspirações na conquista do título, num jogo sem grande história, tal a superioridade patenteada pelos Dragões, que tiveram um domínio territorial.

O técnico portista repetiu a revolução no onze titular, com oito alterações, tal como procedeu no jogo anterior em Stuttgart. Desta vez, Martim Fernandes, Jakub Kiwior, Victor Froholdt, Alan Varela, Gabri Veiga, Pepê, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski, renderam Alberto Costa, Thiago Silva, Seko Fofana, Pablo Rosário, Rodrigo Mora, William Gomes, Terem Moffi e Borja Sainz. Os três resistentes foram Diogo Costa, Jan Bednarek e Zaidu.
























A entrada forte no jogo da equipa portista, obrigou o Moreirense a defender no seu último terço e sem hipóteses de incomodar Diogo Costa. Foram 14 minutos em que os azuis e brancos foram tentando descobrir a melhor maneira de ferir o adversário.

Passado esse período, Deniz Gul descobriu Pietuszewski bem colocado na área adversária, colocou-lhe a bola, o jovem polaco não se fez rogado rematando com prontidão para uma defesa incompleta de André Ferreira. O esférico sobrou para Gabri Veiga, que na passada atirou para o golo.

Este golo teve o condão de espevitar a melhor capacidade ofensiva portista, com jogadas bem delineadas a que estava a faltar a eficácia na finalização. O segundo golo apareceu com toda a naturalidade, fruto desse pendor mais capaz, melhor aproveitado. Pepê conduziu mais um ataque, lançando Froholdt sob a direita. O médio dinamarquês, no seu estilo possante e rápido galgou terreno, cruzando rasteiro e atrasado. Pietuszewski recolheu de lado para a baliza, enquadrou-se e disparou ao segundo poste, sem qualquer hipótese de defesa.

Os Dragões mantiveram o ritmo de jogo intenso, criando uma série de oportunidades para dilatar o marcador, mas a falta de eficácia na finalização, levou o jogo para o intervalo com um resultado lisonjeiro para o adversário.

No segundo tempo, a equipa da casa entrou em modo de gestão e o jogo perdeu interesse, já que passou a jogar-se em ritmo baixo, pouco intenso e por isso com poucas oportunidades de golo.

Aos 52 minutos o Moreirense criou a sua única oportunidade ao atirar ao ferro da baliza de Diogo Costa, constituindo o canto do cisne.

Farioli aproveitou para fazer alterações e foi do banco que surgiram os dois melhores momentos portistas da segunda parte.  O primeiro num contra-ataque conduzido por Borja Sainz e Rodrigo Mora, concluído magistralmente por Moffi, mas também defendido superiormente pelo guarda-redes contrário (69'). O segundo, o terceiro golo da partida com a chancela de William Gomes, remate em arco na gaveta, ao segundo poste (81').

Vitória incontestável que peca por escassa e que mantém o Dragão na liderança e bem na luta pelo título.

sábado, 14 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















A vitória do FC Porto em Stuttgart teve como principais protagonistas os marcadores dos golos, Terem Moffi e Rodrigo Mora.

O avançado nigeriano finalizou com classe e oportunismo, aos  21 minutos. Thiago Silva recuperou a bola muito perto da linha do meio-campo e de pronto lançou para Terem Moffi. O nº 29 portista tabelou com Borja Sainz, disparando de seguida um petardo certeiro, fazendo balançar as redes da baliza contrária.



















Segundo golo de dragão ao peito (Tinha-se estreado a marcar frente ao Arouca, na liga portuguesa), subindo ao 373º lugar, na companhia de um grosso pelotão com a mesma marca.


















O segundo golo portista aconteceu aos 27 minutos. Zaidu interceptou uma tentativa de passe, com uma vistosa antecipação em velocidade que o projectou pela ala esquerda. Chegado perto do limite da área, o defesa portista levantou a cabeça a verificar o posicionamento dos seus companheiros, optando por um cruzamento com peso, conta e medida na direcção de Rodrigo Mora, que todo no ar rematou de forma acrobática, obtendo um belo golo.
















Quinto golo na temporada do jovem portista (1 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 3 na liga Europa), com um acumulado de 16 golos. Subiu ao 135º  lugar, na companhia de Freitas (1944/45 a 1948/49 - 35 jogos), Boavida (1945/48 e 1946/47 - 12 jogos), Celso (1985/86 a 1987/88 - 96 jogos), Cristian Rodríguez (2008/09 a 2011/12 - 121 jogos) e Walter (2010/11 e 2011/12 - 32 jogos).