terça-feira, 14 de abril de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















Os remates certeiros de Pepê e Victor Froholdt, bem como o auto-golo de Xeka, permitiram aos Dragões, selaram a vitória no estádio António Coimbra da Mota, frente ao Estoril Praia, mantendo deste modo a liderança bem como a diferença pontual para os seus rivais.

O golo inaugural chegou aos 14 minutos por Pepê. Gabri Veiga recebeu de Zaidu à esquerda, cruzou rasteiro ao segundo poste, onde apareceu Pepê a antecipar-se ao defesa contrário para empurrar para o golo.


Quarto golo na temporada (3 na liga portuguesa e 1 na taça de Portugal), com um acumulado de 29 golos de Dragão ao peito, que lhe permite isolar-se na 90ª posição deste ranking de goleadores portistas.


















O segundo golo portista foi um auto-golo de Xeka, aos 32 minutos. Obviamente não conta para este ranking.

O terceiro golo dos azuis e brancos aconteceu aos 72 minutos por Victor Froholdt. Jogada corrida desenrolada no centro do terreno. Francisco Moura meteu em Borja Sainz que recebeu, rodou e cedeu a Alberto Costa na entrada da área. O nº 20 avançou dois passos e de pé esquerdo cruzou ao segundo poste onde apareceu o dinamarquês a encostar para o golo, num gesto técnico muito semelhante ao do golo de Pepê.


Sétimo golo de Froholdt na temporada (5 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 1 na liga Europa). Subiu ao 214º lugar, agora na companhia de Carlos Mesquita (1930/31 a 1935/36 - 18 jogos), Vlk (1990/91 a 1992/93 - 42 jogos), Latapy (1994/95 e 1995/96 - 56 jogos), Fernando Mendes (1996/97 a 1998/99 - 91 jogos), Paredes (2000/01 e 2001/02 - 92 jogos), Marco Ferreira (2002/03 e 2003/04 - 35 jogos), Diego (2004/05 e 2005/06 - 63 jogos), Defour (2011/12 e 2013/14 - 113 jogos), Quintero (2013/14 e 2014/15 - 64 jogos), Hernâni (2014/15 a 2018/19 - 32 jogos), Wendell (2021/22 a  Outubro de 2024 - 109 jogos), Borja Sainz (43 jogos neste temporada) e Francisco Moura (desde 2024/25 - 71 jogos até agora).











































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segunda-feira, 13 de abril de 2026

TESTE ESTORIL SUPERADO COM DISTINÇÃO

 

















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























Depois de dois empates consentidos em pleno Dragão (um para a liga nacional e o outro para a liga Europa), as vicissitudes do calendário colocou pela frente da equipa do FC Porto um teste tradicionalmente complicado. Defrontar o Estoril na Amoreira seria pois a prova dos nove, quanto à capacidade, quer do colectivo, quer do individual, no que ao factor anímico  diz respeito.

A expectativa era enorme. Seria a equipa capaz de reagir positivamente a esses "desaires caseiros", considerando-os de incidentes de percurso, sem reflexos na ambição e na produção do seu futebol?

A resposta foi tão positiva como animadora. A equipa demonstrou que continua crente nos seus processos de trabalho e confiante em levar a nau a bom porto, mesmo que continue a ter de lutar contra o sistema do varandim instalado, que faz de tudo para defraudar a verdade desportiva.

O treinador portista Francesco Farioli, aparentemente alheio aos escândalos que vão acontecendo, continuou com o seu esquema de gestão do plantel, que como se sabe, continua a braços com lesões perlongadas (Nehuén Pérez, Luuk de Jong e Samu), a que se juntou desde o jogo anterior Martim Fernandes, mas também com o castigo de William Gomes, por limite de cartões amarelos.

Assim, promoveu sete alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Nottingham Forest, para a liga Europa. Alberto Costa, Jakub Kiwior, Alan Varela, Victor Froholdt, Pepê, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski, renderam Martim Fernandes, Thiago Silva, Pablo Rosário, Seko Fofana, William Gomes, Terem Moffi e Borja Sainz.
























A necessitar de espantar fantasmas de semanas anteriores, a turma portista encarou este jogo como se de uma final se tratasse, partindo para uma exibição consistente, desmontando muito cedo toda e qualquer intenção do seu tradicional difícil adversário.

Foi uma demonstração de raça, de união, de ambição e de capacidade para tornar o encontro muito mais fácil do que era suposto admitir, de tal forma que, uma goleada das antigas poderia ter mesmo acontecido, não fora a precipitação, a ineficácia ou o inadequado gesto técnico, no momento da finalização, independentemente da boa actuação do guarda-redes Joel Robles ou das habituais distorções das leis do jogo desse famigerado matreco do apito.

Para a posteridade fica uma vitória categórica e insofismável, que só peca por escassa e ainda a manutenção da liderança isolada da classificação.

sábado, 11 de abril de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















No confronto europeu frente ao Nottingham Forest, a estrela azul e branca que mais brilhou foi William Gomes, o autor do golo inaugural, obtido aos 11 minutos, momento único em que os jogadores portistas acertaram nas redes adversárias, no empate registado no final da partida.

Jogada desenrolada na esquerda com Zaidu a meter em Pablo Rosário na zona do grande círculo central, passe lateralizado de primeira, à esquerda para Borja Sainz, seguido de lançamento em profundidade para a entrada de Pablo a progredir no terreno, acompanhando a jogada. O nº 13 à chegada da linha limite da grande área, de costas, temporizou cedendo de seguida e de calcanhar para a entrada de Gabri Veiga que de pé esquerdo fez um passe açucarado para a entrada da pequena área, a solicitar quem acorresse ao ataque da bola. Moffi tentou mas chegou tarde, permitindo que a bola corresse mais uns metros. Expedito foi William Gomes, que acreditou, atacou a bola e foi feliz.
















Décimo terceiro golo na temporada (8 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 4 na liga Europa). Soma um acumulado de 14 golos, que lhe permite subir ao 144º lugar colando-se a Bernardo da Velha (1964/65 a 1968/69 - 72 jogos) e a Danny Namaso (2021/22 a 2024/25 - 106 jogos).




















sexta-feira, 10 de abril de 2026

AMBIÇÕES ASSOMBRADAS, POR CULPA PRÓPRIA

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO























O FC Porto voltou a ceder novo empate, agora na recepção ao Nottingham Forest, na 1ª mão dos quartos-de-final da Liga Europa, em mais um jogo em que ficou a dever a si próprio um resultado positivo.

Francesco Farioli apostou em sete alterações, como vem sendo habitual, no onze titular, em relação ao jogo anterior contra o Famalicão. Martim Fernandes, Thiago Silva, Pablo Rosário, Seko Fofana, Gabri Veiga, William Gomes e Borja Sainz renderam Alberto Costa, Jakub Kiwior, Alan Varela, Victor Froholdy, Rodrigo Mora, Pepê e Oskar Pietuszewski.
























Entrada forte dos azuis e brancos na partida, a levar perigo à baliza dos ingleses logo nos primeiros segundos da partida, com Moffi a falhar o golo, na cara do guarda-redes por via de remate à figura, seguida de recarga de Borja Sainz, ao mesmo estilo, atitude repetida pelo nº 17 portista, em posição privilegiada para marcar, aos 7 minutos.

Aos 11 minutos, após jogada bem delineada, William Gomes deu seguimento com remate certeiro, colocando os Dragões na frente do resultado, com todo o mérito.

Foi Sol de pouca dura porque Martim Fernandes, aos 13 minutos decidiu atrasar a bola ao seu guardião, a meio do seu meio campo, sem nenhuma necessidade, interpretando a tendência de quem não sabe o que fazer com a bola. Azar dos Távoras! a bola saiu forte, apanhando Diogo Costa, incapaz de intervir e evitar o auto-golo.

O Nottingham Forest empatava sem nada ter feito para isso.

Este golo mexeu com a equipa que entrou numa espiral de asneiras, perdeu fulgor, discernimento, velocidade e capacidade de raciocínio. O jogo ficou assim equilibrado, favorecendo naturalmente os intentos da turma britânica, empenhada em jogar para o empate.

Como se o azar não bastasse, Martim Fernandes teve de sair por lesão, aos 19 minutos.

O intervalo serenou a equipa portista que reentrou com a intenção clara de vencer o encontro, mas nunca conseguiu a lucidez  e a pontaria suficientes para transformar em golos as oportunidades que conseguiram criar. Deniz Gul, Froholdt e William Gomes falharam golos cantados e quando assim é a vitória fica impossível de concretizar.

A decisão final ficou assim adiada para a próxima semana, em terras de Sua Magestade, terra, relembro, em que o FC Porto nunca venceu e até já perdeu com este adversário, esta temporada e para esta prova, na fase de grupos.

terça-feira, 7 de abril de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 


A recepção ao Famalicão transformou a euforia de uma pretensa vitória arrancada à custa de muita luta, num empate desolador, consentido nos últimos segundos concedidos, para além do tempo de compensação inicialmente apontado pelo árbitro do encontro.

Alberto Costa foi o primeiro a abrir as hostilidades, aos 35 minutos. Jogada ofensiva sobre o lado esquerdo, com Rodrigo Mora a cruzar para a área adversária e um defesa minhoto com o seu guarda-redes a afastarem a meias. A bola foi interceptada por Alberto Costa de cabeça, com toque na direcção de Moffi. O avançado portista tentou recolher com o peito mas a forma incorrecta como o fez levou a bola ao encontro do nº 20 portista que rematou de pronto e sem preparação para o golo inaugural.


Foi a estreia de Alberto Costa a marcar de dragão ao peito, entrando para o último lugar (467) deste ranking de goleadores portistas.


















Aos 91 minutos Seko Fofana fez o estádio do Dragão saltar de euforia. Tudo levava a crer que este golo seria o da vitória final já que o jogo se encaminhava para o seu final.

Fofana recebeu na esquerda, passou por vários adversários, em direcção à baliza e já no interior da área, rematou cruzado com a colocação suficiente para fazer a bola beijar as malhas à guarda de Carevic. 


Terceiro golo com a camisola do FC Porto (todos na liga portuguesa), subindo ao 317º lugar, na companhia de um pelotão extenso de atletas com a mesma marca.



domingo, 5 de abril de 2026

DRAGÃO CEDE PONTOS E VÊ RIVAL APROXIMAR-SE GRAÇAS ÀS AJUDAS DO COSTUME

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto cedeu um empate na recepção ao Famalicão, num teste que se afigurava de muito exigente face ao comportamento da turma minhota na presente temporada. Os Dragões que passaram por momentos de dificuldades, lograram adiantar-se no marcador por duas vezes, claudicando nos últimos segundos do jogo.

Francesco Farioli operou 3 substituições, relativamente ao jogo anterior, em Braga, no passado dia 22 de Março, antes da interrupção das provas de clubes para permitir os jogos das selecções. Alberto Costa, Rodrigo Mora e Terem Moffi, foram os eleitos em detrimento de Martim Fernandes, Gabri Veiga (a cumprir castigo por limite de cartões amarelos) e Deniz Gul.
























O interregno para as selecções não foi benéfico para a equipa portista que entrou neste jogo de forma a permitir um domínio inesperado da equipa do Famalicão. Esperavam-se sérias dificuldades sim, mas não tão evidentes como às que assistimos nos primeiros trinta minutos, onde o FC Porto foi submetido a um futebol fluído, consistente, dinâmico, mecanizado, capaz de criar boas oportunidades de golo, que só pecou pela ineficácia na finalização.

Os Dragões custaram a reagir e a entrar no jogo. Dificuldades em parar o ataque adversário e também na construção ofensiva, com excessivos passes entre os dois centrais, sem  soluções, a passo, sem progressão, até decidirem lançar longo, sem convicção e por isso mal efectuados, a oferecer a bola ao adversário.

Mas foi nesse mau período portista que Alberto Costa conseguiu adiantar os azuis e brancos, no marcador, muito à custa de uma insistência de Rodrigo Mora que acabou num remate certeiro do lateral direito portista, contra a corrente do jogo, diga-se.

O Famalicão não sentiu o golo sofrido e voltou a ameaçar até ao intervalo obrigando Diogo Costa a aplicar-se para manter as redes invioláveis.

O descanso fez bem às hostes portistas que apareceram com duas alterações. Martim Fernandes rendeu Zaidu e William Gomes entrou em vez de Pietuszewski. Antes porém já Rodrigo Mora tinha saído tocado, entrando Fofana (43').

As substituições dinamizaram o ataque portista que começou a aparecer mais próximo da área adversária, no entanto foi nesse melhor período portista que o Famalicão empatou, num lance em que Sorriso aproveitou a permissividade da defensiva portista. Balde de água fria no Dragão, pois este empate deixava adivinhar novas dificuldades para chegar à vitória.

O jogo tornou-se mais disputado, mais quezilento e mais emocionante, com os nervos à flor da pele. Tal como em Braga, o FC Porto nunca desistiu de lutar, ainda que com mais coração do que com cabeça, e mais uma vez, o talento e a raça de Fofana emergiram para um golo que parecia ser redentor, aos 91 minutos, a fazer o Dragão explodir de alegria.

Contudo, a euforia durou pouco tempo, dando lugar à frustração. A defesa de betão, voltou a abrir uma brecha irreparável e o golo do empate, já depois do tempo de compensação dado pelo árbitro, lançou o silêncio no estádio e o sentimento de tristeza.

O empate aceita-se como o resultado mais justo, face à exibição de cada uma das equipas.

sábado, 4 de abril de 2026

INTERNACIONAIS PORTISTAS

 



















Seko Fofana foi titular e esteve em campo durante 79 minutos, na goleada da Costa do Marfim (4-0) sobre a Coreia do Sul, em jogo de preparação disputado em Inglaterra.

A Costa do Marfim disputou um segundo jogo, ainda em Inglaterra, também de preparação, frente à Escócia (1-0), em que Fofana não foi utilizado.

Soma 32 internacionalizações, a última enquanto atleta do FC Porto.
























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