sexta-feira, 20 de março de 2026

QUARTOS DA LIGA EUROPA CONFIRMADOS

 
















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto voltou a vencer o Stuttgart, qualificando-se para os quartos de final da Liga Europa onde vai reencontrar o Nottingham Forest, agora dirigido por Vítor Pereira.

Francesco Farioli apostou no mesmo onze titular que utilizou na Alemanha no jogo da primeira mão.























A vantagem tangencial conseguida na primeira mão suscitava um jogo cauteloso mas sem descurar a ambição. O técnico portista tinha alertado para essa postura, partindo do pressuposto que esse resultado não deveria ser equacionado, antes consideraria que era como essa vantagem não existisse.

Cabia à equipa alemã tentar reverter a tendência da eliminatória e ao FC Porto apresentar argumentos para contrariar essa tentativa e se possível dilatar a diferença.

Os primeiros minutos do jogo revelaram um Stuttgart ofensivo na procura do objectivo a que se propusera, empurrando o FC Porto para um bloco baixo, muito defensivo e quase sem hipóteses de ripostar, tal a intensidade e a pressão exercida pela equipa germânica.

A coesão da defensiva portista mostrou-se forte e competente, com Diogo Costa em grande evidência a mostrar toda a sua classe com defesas de dificuldade elevada.

Os dragões só raramente se conseguiam libertar deste domínio e chegar perto da baliza contrária. Perdiam a bola constantemente, não conseguindo mantê-la por muito tempo.

Mas ao 21 minutos, contra a corrente do jogo , Zaidu lançou Borja Sainz na esquerda, o extremo portista entrou na área assistindo para a entrada fulgurante de William Gomes inaugurar o marcador.

A equipa alemã intensificou o seu processo ofensivo, desguarnecendo o seu reduto, dando algumas hipóteses de contra-ataques que foram tentados mas sem grande critério. Zaidu teve uma dessas oportunidades aos 29 minutos, mas não foi feliz na finalização. Entretanto Diogo Costa continuava a brilhar entre os postes com defesas espectaculares.

Borja Sainz, Fofana e Rodrigo Mora arriscaram remates prometedores mas também não foram eficazes e o intervalo chegou com o Porto a vencer por 1-0.

No segundo tempo Rodrigo Mora foi substituído por Victor Froholdt, mas o Stuttgartt manteve o seu domínio ofensivo, bem travado pela defensiva portista e por Diogo Costa.

Aos 71 minutos o jovem dinamarquês sentenciou a eliminatória com o segundo golo portista, numa jogada de insistência finalizada com um remate espectacular.

Até final, o FC Porto controlou com mais facilidade já que o Stuttgart foi perdendo fulgor e até viu um jogador expulso (77').

terça-feira, 17 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















A recepção ao Moreirense, na 26ª jornada da Liga nacional, rendeu 3 golos para os nossos atletas. Gabri Veiga, Oskar Pietuszewski e William Gomes foram os seus autores.

O primeiro aconteceu aos 14 minutos. Erro de um jogador do Moreirense que ao tentar receber a bola no seu meio-campo, mais não fez do que passar para Deniz Gul. O avançado portista agradeceu a oferta, caminhou para a entrada da área, verificou o bom posicionamento de Pietuszewski, colocando-lhe a bola bem redondinha para um disparo de primeira. O guarda-redes defendeu para a frente, sobrando para Gabri Veiga que não perdoou.


Quinto golo na temporada, tantos quantos de Dragão ao peito (2 na liga portuguesa, 1 na taça da liga e 2 na liga Europa). Subiu ao 252º lugar, apanhando Victor Froholdt, num pelotão de atletas com a mesma marca.


















Aos 25 minutos foi a vez de Oskar Pietuszewski facturar. Pepê lançou Froholdt pela direita, o médio portista cruzou atrasado, o nº77 portista teve de dar um passo atrás para recolher a bola, enquadrou-se com a baliza e disparou para o  poste mais distante num magnífico golo.


Terceiro golo com a camisola do FC Porto (todos na liga portuguesa) que lhe permite subir ao 316º lugar deste ranking, juntando-se a Jan Bednarek, num lote extenso de atletas com 3 golos.


















O terceiro e último golo do encontro pertenceu a William Gomes, aos 81 minutos, numa jogada característica do ala brasileiro. Transição do lado direito da área adversária para o centro e remate em arco de pé esquerdo no ângulo superior direito da baliza de André Ferreira.


Décimo golo na temporada (7 na liga portuguesa,1 na taça de Portugal e 2 na liga Europa) com um acumulado de 11 golos de Dragão ao peito. Subiu ao 171º lugar, na companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos), Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos) e Francisco Conceição (2020/21 a 2021/22 e 2023/24 - 93 jogos).



















segunda-feira, 16 de março de 2026

NO DRAGÃO IMPEROU A LEI DO MAIS FORTE

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto recebeu e venceu o Moreirense, mantendo as suas legítimas aspirações na conquista do título, num jogo sem grande história, tal a superioridade patenteada pelos Dragões, que tiveram um domínio territorial.

O técnico portista repetiu a revolução no onze titular, com oito alterações, tal como procedeu no jogo anterior em Stuttgart. Desta vez, Martim Fernandes, Jakub Kiwior, Victor Froholdt, Alan Varela, Gabri Veiga, Pepê, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski, renderam Alberto Costa, Thiago Silva, Seko Fofana, Pablo Rosário, Rodrigo Mora, William Gomes, Terem Moffi e Borja Sainz. Os três resistentes foram Diogo Costa, Jan Bednarek e Zaidu.
























A entrada forte no jogo da equipa portista, obrigou o Moreirense a defender no seu último terço e sem hipóteses de incomodar Diogo Costa. Foram 14 minutos em que os azuis e brancos foram tentando descobrir a melhor maneira de ferir o adversário.

Passado esse período, Deniz Gul descobriu Pietuszewski bem colocado na área adversária, colocou-lhe a bola, o jovem polaco não se fez rogado rematando com prontidão para uma defesa incompleta de André Ferreira. O esférico sobrou para Gabri Veiga, que na passada atirou para o golo.

Este golo teve o condão de espevitar a melhor capacidade ofensiva portista, com jogadas bem delineadas a que estava a faltar a eficácia na finalização. O segundo golo apareceu com toda a naturalidade, fruto desse pendor mais capaz, melhor aproveitado. Pepê conduziu mais um ataque, lançando Froholdt sob a direita. O médio dinamarquês, no seu estilo possante e rápido galgou terreno, cruzando rasteiro e atrasado. Pietuszewski recolheu de lado para a baliza, enquadrou-se e disparou ao segundo poste, sem qualquer hipótese de defesa.

Os Dragões mantiveram o ritmo de jogo intenso, criando uma série de oportunidades para dilatar o marcador, mas a falta de eficácia na finalização, levou o jogo para o intervalo com um resultado lisonjeiro para o adversário.

No segundo tempo, a equipa da casa entrou em modo de gestão e o jogo perdeu interesse, já que passou a jogar-se em ritmo baixo, pouco intenso e por isso com poucas oportunidades de golo.

Aos 52 minutos o Moreirense criou a sua única oportunidade ao atirar ao ferro da baliza de Diogo Costa, constituindo o canto do cisne.

Farioli aproveitou para fazer alterações e foi do banco que surgiram os dois melhores momentos portistas da segunda parte.  O primeiro num contra-ataque conduzido por Borja Sainz e Rodrigo Mora, concluído magistralmente por Moffi, mas também defendido superiormente pelo guarda-redes contrário (69'). O segundo, o terceiro golo da partida com a chancela de William Gomes, remate em arco na gaveta, ao segundo poste (81').

Vitória incontestável que peca por escassa e que mantém o Dragão na liderança e bem na luta pelo título.

sábado, 14 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















A vitória do FC Porto em Stuttgart teve como principais protagonistas os marcadores dos golos, Terem Moffi e Rodrigo Mora.

O avançado nigeriano finalizou com classe e oportunismo, aos  21 minutos. Thiago Silva recuperou a bola muito perto da linha do meio-campo e de pronto lançou para Terem Moffi. O nº 29 portista tabelou com Borja Sainz, disparando de seguida um petardo certeiro, fazendo balançar as redes da baliza contrária.



















Segundo golo de dragão ao peito (Tinha-se estreado a marcar frente ao Arouca, na liga portuguesa), subindo ao 373º lugar, na companhia de um grosso pelotão com a mesma marca.


















O segundo golo portista aconteceu aos 27 minutos. Zaidu interceptou uma tentativa de passe, com uma vistosa antecipação em velocidade que o projectou pela ala esquerda. Chegado perto do limite da área, o defesa portista levantou a cabeça a verificar o posicionamento dos seus companheiros, optando por um cruzamento com peso, conta e medida na direcção de Rodrigo Mora, que todo no ar rematou de forma acrobática, obtendo um belo golo.
















Quinto golo na temporada do jovem portista (1 na liga portuguesa, 1 na taça de Portugal e 3 na liga Europa), com um acumulado de 16 golos. Subiu ao 135º  lugar, na companhia de Freitas (1944/45 a 1948/49 - 35 jogos), Boavida (1945/48 e 1946/47 - 12 jogos), Celso (1985/86 a 1987/88 - 96 jogos), Cristian Rodríguez (2008/09 a 2011/12 - 121 jogos) e Walter (2010/11 e 2011/12 - 32 jogos).























quinta-feira, 12 de março de 2026

ELIMINATÓRIA PARA DECIDIR NO DRAGÃO, COMO ERA EXPECTÁVEL

















FICHA DO JOGO


























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi vencer a Estugarda no jogo da primeira mão dos oitavos-de-final da Liga Europa, ganhando assim uma ligeira vantagem nesta eliminatória que conhecerá o seu epílogo na próxima semana no estádio do Dragão.

Francesco Farioli promoveu uma autêntica revolução no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Benfica. Nada mais, nada menos que oito mexidas. Jakub Kiwior, Martim Fernandes, Alan Varela, Victor Froholdt, Gabri Veiga, Pepê, Deniz Gul e Oskar Pietuszewski foram rendidos por Thiago Silva, Zaidu, Pablo Rosário, Seko Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes, Terem Moffi e Borja Sainz.
























A entrada portista no jogo mostrou uma equipa nervosa e algo desconcentrada permitindo duas chegadas perigosas da equipa alemã. Os dragões só a partir dos 20 minutos de jogo encontraram o caminho da baliza contrária, com William Gomes a acertar na barra, numa conclusão ao seu estilo.

Logo a seguir,  aos 21 minutos Moffi marcou mesmo, colocando o FC Porto por cima no resultado. Estas duas jogadas catapultaram os azuis e brancos para um ataque bem mais organizado, de tal modo que aos 24 minutos o mesmo Moffi obrigou Nubel a uma grande defesa. Dois minutos depois Rodrigo Mora dilatou o marcador. Foi o melhor período do FC porto em toda a partida.

A vencer por 2-0, a equipa perdeu fulgor, dando mais uma vez a iniciativa ao adversário, foi-se defendendo com alguma organização, mas aos 40 minutos sofreu um percalço, numa jogada confusa, com perdas de bola perto da área que acabaria por dar em golo para os alemães.

No segundo tempo a equipa da casa intensificou o seu pendor ofensivo na procura do golo do empate, enquanto a turma portista, satisfeita com o resultado, procurava baixar o ritmo do jogo, dedicando muito mais da sua atenção nas acções defensivas, cada vez mais ameaçadas. 

Farioli começou as substituições ligeiramente mais cedo do que costume, mas a equipa estava mesmo mais preocupada em segurar a vantagem do que a dilatar. O lance mais perigoso da segunda parte aconteceu já nos últimos segundos do tempo de descontos, por Gabri Veiga.

Vitória saborosa que coloca alguma vantagem, mas não decisiva.

terça-feira, 10 de março de 2026

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 

















O clássico na Luz teve sabor agridoce, num jogo em que o FC Porto esteve por cima na maior parte do jogo, conseguindo uma vantagem relativamente confortável, inclusivamente com sérias ameaças de dilatar o resultado, acabando por hipotecar a possibilidade de vitória categórica com dez minutos finais influenciados por perda de organização, face às substituições marcadas pelo condicionamento de jogadores amarelados (Gabri Veiga e Pepê) e debilidade física (Martim Fernandes), mas também pelo menor rendimento dos substitutos, incapazes de manter o nível dos colegas.

Victor Froholdt (10 minutos) e Oskar Pietuszewski (40 minutos) foram os autores dos golos portistas.

Passe de Alan Varela, do grande circulo central, a desmarcar Froholdt, que se adiantou aos centrais, entrou na área rematando contra Trubin. Na recarga, o nº 8 portista fez a bola passar por entre as pernas do guarda-redes.


Quinto golo de Dragão ao peito (4 na liga portuguesa e 1 na taça de Portugal), subindo ao 251º lugar deste ranking, na companhia de mais 20 atletas com a mesma marca.


















O segundo golo, aos 40 minutos foi simplesmente genial. Gabri Veiga recuperou a bola perto da meia lua da área portista lançando rapidamente Pietuszewuski para um contra ataque letal. O jovem prodígio polaco, entrou na área, quebrou os rins a Otamendi com finta deliciosa seguida de remate forte e colocado.


Segundo golo com a camisola do FC Porto (ambos na liga portuguesa) que o faz ascender ao 372º lugar, na companhia de um extenso pelotão de atletas, entre os quais Pablo Rosário e Nehuén Pérez, seus companheiros de plantel.


 

segunda-feira, 9 de março de 2026

OITENTA E OITO MINUTOS DE COMPETÊNCIA E OITO DE FRUSTRAÇÃO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto desperdiçou uma bela oportunidade de alargar a diferença pontual que o separa dos dois rivais de Lisboa, ao empatar no estádio da Luz, num jogo em que esteve a vencer por 2-0, durante 69 minutos, permitindo o empate aos 88 minutos.

Francesco Farioli procedeu a 6 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Sporting, para a Taça de Portugal. Kiwior, Martim Fernandes, Froholdt, Gabri Veiga, Deniz Gul e Pietuszewski, renderam Pablo Rosário, Francisco Moura, Fofana, Rodrigo Mora, William Gomes e Moffi.
























Depois do empate do Sporting em Braga, a expectativa quanto ao comportamento da equipa portista na Luz, cresceu exponencialmente. Seriam os Dragões capazes de aproveitar para com uma vitória aumentar a diferença pontual para os dois perseguidores ou iria jogar para o empate deixando tudo na mesma?

Ora a equipa portista apresentou-se na Luz com a lição bem estudada, num esquema anti bazófias, muito personalizada, a impor as suas capacidades durante mais de uma hora, em que explorou de forma inteligente e eficaz as fragilidades adversárias. 

Tal performance rendeu dois belos golos e mais alguns ameaços, de forma a ir para o intervalo com uma vantagem confortável.

No segundo tempo Farioli entendeu entrar em modo de gestão, começando por deixar Pepê e Gabri Veiga no banco para as entradas de William Gomes e Fofana.

A equipa da casa demorou a acertar na sua manobra ofensiva, permitindo até mais algumas chegadas perigosas à sua área, algumas caricatamente desperdiçadas pelos jogadores portistas.

A troca de Martim Fernandes por Francisco Moura (58 minutos) e mesmo de Pietuszewski por Borja Sainz (63 minutos) acabou por ser mais prejudicial do que benéfico, já que ambos não só não acrescentaram como ajudaram à perda da vantagem. Moura, indolente foi um autentico buraco na esquerda e Borja demasiado perdulário e displicente.

Ao contrário, Mourinho fez as substituições certas, tirando partido das mesmas, conseguindo a recuperação, evitando a derrota.

A divisão de pontos acaba por saber a alguma frustração para as hostes portistas.