FICHA DO JOGO
SISTEMA TÁCTICO
O FC Porto não foi capaz de reverter a eliminatória da Taça de Portugal, num jogo em que era obrigado a vencer pela diferença de dois golos, acabando por isso eliminado.
Foram 4 as alterações promovidas pelo técnico portista Francesco Farioli, no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Tondela. Thiago Silva, Pablo Rosário, Gabri Veiga e Wiiliam Gomes, renderam Zaidu, Alan Varela, Rodrigo Mora e Pepê.
Confesso que desde que foi conhecido o nome do árbitro para dirigir este encontro, fiquei preocupado e desde logo com a sensação que as coisas não iam correr bem.
A minha preocupação ficou confirmada no decorrer do jogo, com uma dualidade de critério gritante com benefício óbvio da equipa visitante.
O FC Porto não conseguiu superar essa diferença, embarcando de alguma forma na armadilha montada. Os jogadores do Sporting, sentiram as costas quentes e toca de fazer teatro a cada contacto, prontamente sancionado pelo assoprador do assobio. Jogador dos verdes no chão, falta imediata. Ao contrário, o assobio não funcionava.
Assim fica bem mais complicado, apesar deste grupo de trabalho estar profusamente avisado de como tem sido esta temporada.
Quanto ao futebol possível, os Dragões não foram suficientemente competentes, eficazes e em alguns casos inteligentes para dar a volta ao texto, como em outras ocasiões análogas.
A equipa mostrou-se nervosa, pouco confortável com a matreirice adversária e seus cúmplices, com pouco critério e em termos de golo, até algo alérgica, apesar de algumas boas ocasiões criadas.
Alan Varela viu bem o cartão vermelho, aos 89 minutos, lance revertido pelo VAR, já que o incompetente do assobio começou por mostrar o amarelo. Por falar em VAR, parece que terá acordado nesse momento, desse sono retemperador, que o obrigou a ficar calado em jogadas na área da turma lisboeta, ou perto dela.
Á caso para dizer: "Ó Nogueira, esta arbitragem nem por brincadeira!"




























