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domingo, 2 de julho de 2017

BRONZE PARA PORTUGAL EM JOGO TREMIDO




















FICHA DO JOGO





























A selecção nacional portuguesa concluiu a sua participação na Taça das Confederações com uma vitória sobre o México, classificando-se na terceira posição com direito à medalha de bronze.

Foi no entanto necessário recorrer ao prolongamento, que permitiu uma 4ª substituição, para que a equipa lusitana chegasse à vitória, num jogo em que começou por falhar uma grande penalidade, teve o infortúnio de ver um seu defesa marcar na própria baliza, mas acabar por marcar o golo da igualdade, já nos descontos.

Fernando Santos operou uma revolução no onze titular, no qual só Rui Patrício, Eliseu e André Silva foram intocáveis.

Num jogo bem diferente do disputado por ambas as equipas, na fase de grupos,  a primeira parte ficou marcada pelo falhanço de uma grande penalidade, aos 16 minutos, depois de recurso ao vídeo-árbitro, a castigar falta de Rafa Márquez sobre André Silva, que o próprio concretizou de forma deficiente, permitindo a defesa de Ochoa. 

Com maior posse de bola, Portugal falhou também algumas boas ocasiões e deve a Patrício ter ido para as cabines com o resultado em branco.

No recomeço foi ainda Portugal a entrar melhor mas a não ser capaz de concretizar. Depois veio o golo do México, no tal lance de infortúnio de Luis Neto.

A vencer, a equipa mexicana acreditou ser possível manter a vantagem e recuou no terreno, permitindo aos portugueses jogar mais perto da sua área. Ao fim de vários cruzamentos inócuos, Pepe lá conseguiu aproveitar da melhor maneira um último, em tempo de compensação, numa altura em que já poucos acreditavam ser possível levar o jogo para prolongamento.

No tempo extra Portugal foi mais feliz, beneficiando de mais uma grande penalidade que desta vez não falhou. Foi Adrien, que com frieza e concentração, enganou Ochoa e fez pender o resultado para as cores nacionais portuguesas.

Bronze conquistado e fecho da temporada com mais uma razoável prestação.


quarta-feira, 28 de junho de 2017

VITÓRIA JUSTA DO CHILE AFASTA PORTUGAL DA FINAL




















FICHA DO JOGO





























Portugal foi hoje afastado da final da Taça das Confederações ao perder nas grandes penalidades, após prolongamento, num jogo em que a equipa Sul-americana foi bastante superior e merecia até ter evitado as grandes penalidades, se o árbitro não lhe tivesse sonegado uma grande penalidade clara, cometida por Bruno Alves e se tivessem tido um pouquinho de sorte, pelo menos num lance que fez estremecer os ferros de Patrício por duas vezes, em fracções de segundos.

Fernando Santos, impedido de utilizar o defesa central Pepe, por acumulação de cartões amarelos, fez alinhar José Fonte no seu lugar. Fez também regressar o recuperado Cédric, para além de William Carvalho, Adrien e André Gomes.

Não foi um grande jogo porque as equipas temeram-se mutuamente, mas ficou clara uma maior superioridade da equipa chilena, sempre mais perigosa no ataque.

O lance mais flagrante de golo construído pela equipa lusa terá sido a que André Silva rematou por entre as pernas de Bravo, mas com o guardião a ser feliz com o ressalto.



















Portugal teve breves momentos do jogo de algum ascendente, mas falhou de forma clamorosa no último terço do relvado.

Já o Chile foi mais consistente e perigoso, dominando em períodos mais alargados mas encontrou em Rui Patrício e em algum azar os maiores obstáculos para as suas aspirações.

Com uma igualdade sem golos no final do tempo regulamentar foi necessário recorrer ao prolongamento.

Fase do jogo com algumas cautelas, quase sempre muito disputado mas sem grande discernimento de parte a parte.

Perto do fim, o Chile viu um lance de grande penalidade não lhe ser assinalada, por pisadela clara de Bruno Alves e pouco depois a bola bater sucessivamente no poste e na barra.

Nas grandes penalidades que se seguiram Portugal foi tão desastrado que não conseguiu concretizar nenhuma das três tentativas, ao contrário dos chilenos que concretizaram todas, relegando assim a turma portuguesa para a disputa dos 3º e 4º lugares.














Nota de destaque para o facto de ter sido permitido fazer mais uma substituição, para além das 3 habituais, mas a 4ª só no prolongamento.

domingo, 25 de junho de 2017

GOLEADA GARANTE MEIAS-FINAIS EM PRIMEIRO DO GRUPO



















FICHA DO JOGO




























A selecção nacional portuguesa garantiu a passagem às meias-finais da Taça das Confederações ao golear a congénere da Nova Zelândia.

O técnico Fernando Santos não pode contar com os dois defesas laterais, Cedric e Rphael Guerreiro, por lesão, fazendo alinhar em seus lugares Nélson Semedo e Eliseu. Para além destas alterações forçadas, o técnico português promoveu ainda mais três alterações. Danilo Pereira, João Moutinho e R. Quaresma, surgiram nos lugares de William Carvalho, Adrien e André Gomes.

A entrada portuguesa no jogo não foi nada famosa, permitindo ao adversário algumas incursões perto da sua área, mas a pouco e pouco a turma lusa foi subindo de produção até conseguir dominar e chegar ao golo.

O primeiro surgiu de grande penalidade, concretizado por Cristiano Ronaldo.

Os neozelandeses sentiram o toque e deram mais facilidades. Portugal aproveitou para dilatar a vantagem, por Bernardo Silva, que na sequência do lance se lesionou, já não voltando para o segundo tempo.















Depois do intervalo Portugal entrou mais descontraído face à débil réplica da turma da Nova Zelândia, gerindo os ritmos de jogo a seu belo prazer, conseguindo ainda assim criar algumas situações de golo.

Fernando Santos aproveitou para tirar Cristiano Ronaldo, introduzindo Nani, mas só aos 80 minutos o marcador voltou a funcionar, desta vez num belo remate de André Silva.




















Pertenceu a Nani fechar o resultado, com remate certeiro, já em tempo de descontos.


















Portugal segue assim para as meias-finais, na primeira posição do Grupo, seguido de México, Rússia e Nova Zelândia.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

COMEÇAR A DOMINAR, MARCAR E ACABAR A SOFRER




















FICHA DO JOGO




























Para este segundo encontro, Fernando Santos apresentou 4 alterações na equipa titular. José Fonte, José Moutinho, Ricardo Quaresma e Nani deram os seus lugares a Bruno Alves, Bernardo Silva, Adrien e André Silva.

















Portugal entrou no jogo bem melhor que frente ao México e ainda teve o mérito de chegar cedo ao golo. Bernardo Silva rasgou da direita para o centro, colocou a bola à esquerda em Raphael Guerreiro, o lateral português avançou pelo seu corredor, cruzou com peso, conta e medida para Cristiano Ronaldo aparecer solto a cabecear para as malhas russas.


















Durante toda a primeira parte a equipa portuguesa demonstrou a sua superioridade, embora sem criar mais situações claras de golo.

No segundo tempo a selecção da casa entrou disposta a alterar o resultado. Portugal beneficiou do maior adiantamento da equipa adversária, criando lances flagrantes de golo que o guardião Akinfeev, nitidamente inspirado, foi evitando, especialmente em lances de finalização de Ronaldo e André Silva.
















A equipa russa nunca desistiu de procurar anular a vantagem portuguesa, obrigando a equipa nacional a recuar no terreno e a preocupar-se muito mais com as acções defensivas. Danilo Pereira foi mesmo chamado ao jogo para segurar o resultado, numa altura em que a equipa da casa falhara já algumas boas situações para empatar.


















Portugal acabou o jogo a sofrer, quando poderia ter aproveitado melhor as oportunidades para dilatar o resultado, deixando uma imagem de alguma fragilidade.

domingo, 18 de junho de 2017

PORTUGAL ENTROU A EMPATAR




















FICHA DO JOGO



























Portugal não foi além do empate, no primeiro jogo da Taça das Confederações, frente a um México muito mais empreendedor que dominou em grande parte da partida, especialmente na primeira parte.

Fernando Santos surpreendeu ao deixar André Silva no banco, apostando numa frente de ataque com Quaresma, Ronaldo e Nani.

Só a partir dos vinte minutos Portugal deu um ar da sua graça e viria mesmo a adiantar-se no marcador aos 34 minutos num excelente trabalho, quer de Ronaldo a fazer um passe açucarado, quer para Quaresma, a corresponder com toda a sua classe e a desfeitear Ochoa.

Os mexicanos reagiram, não sem antes terem visto a bola quase a entrar de novo na sua baliza, mas conseguiram chegar ao empate já perto do intervalo.

No reatamento as equipas patentearam a mesma disposição, mas foi mais uma vez Portugal a desbloquear o resultado, por Cédric, num remate que ainda ressaltou em Herrera e enganou o guarda-redes.

Com a vitória quase assegurada e com o terceiro golo falhado por milímetros, Portugal acabaria por ceder o empate, já em tempo de compensação.

Os portistas deste plantel começaram todos no banco e só André Silva foi utilizado a partir do minuto 82.