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quinta-feira, 31 de maio de 2018

BALANÇO DA TEMPORADA 2017/18

PARTE IV

Em termos de golos marcados, a equipa do FC Porto esteve bem mais produtiva, conseguindo mais 31 tentos que na época anterior, com destaque para a Taça de Portugal, onde foram conseguidos mais 13 golos:


















Aboubakar cotou-se como o máximo goleador azul e branco ao apontar 26 dos 119 golos do FC Porto em todas as competições. Marega (23) e Brahimi (12), completam o pódio.























No ranking geral dos goleadores portistas, os actuais atletas azuis e brancos ocupam agora as posições indicadas no quadro abaixo:


Convém recordar que neste mapa só constam os atletas do actual plantel já elencados na rubrica semanal neste blogue. Todos os restantes aparecerão obviamente quando forem objecto de destaque na referida rubrica.

Aboubakar, com os seus 52 golos é de longe o melhor classificado e juntamente com Soares os de melhor média (0,5 golos por jogo), mas ainda muito distante do Top-ten, comandado pelo nosso BI-BOTA DE OURO, Fernando Gomes, com a marca fabulosa e imbatível de 354 golos.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

BALANÇO DA TEMPORADA 2017/18

PARTE III

Uma vez mais, o FC Porto esteve envolvido em 4 competições, disputando no conjunto das provas 52 jogos.

O quadro que se segue ilustra a performance global da equipa em cada uma delas e os totais:












Comparativamente com a época anterior, os Dragões disputaram mais 3 jogos (49/52), conquistaram mais 11 vitórias (27/38), menos 8 empates (16/8) e averbaram menos 2  derrotas (8/6). Marcaram mais 31 golos (88/119), mas sofreram mais 11 (28/39). 

Seguem~se os mapas com todos os 52 jogos disputados (relembro que pode ampliar cada quadro clicando em cima de cada um):











































Seguem-se os quadros demonstrativos da utilização dos 33 jogadores eleitos por Sérgio Conceição e sua equipa técnica, em cada prova, por ordem decrescente de tempo jogado por cada um deles:




























Também esta temporada, o atleta mais tempo utilizado foi um defesa, só que desta vez um lateral, Alex Telles, que bateu por 10 minutos o seu colega de sector Ivan Marcano. Ambos participaram em 45 jogos.


Destaque também para o facto de apenas 3 deste conjunto de atletas não se terem sagrado campeões nacionais: Bruno Costa, Luizão e Jorge Fernandes.
























(Continua)

segunda-feira, 28 de maio de 2018

BALANÇO DA TEMPORADA 2017/18

PARTE II

Na segunda prova mais importante do calendário do futebol português, a Taça de Portugal, o FC Porto fez um percurso limpo até à 1ª mão das meias-finais da prova. Lusitano e Évora, Portimonense, Vitória de Guimarães e Moreirense, foram sendo eliminados sem grandes sobressaltos.

Depois surgiu no caminho o Sporting, que no Dragão não evitou a magra derrota por 1-0, com a turma portista a dominar de forma categórica o encontro, mas a não conseguir a eficácia de outros jogos.

Em Alvalade, mais de dois meses depois, os Dragões jogaram com o resultado favorável que levavam da 1ª mão. Sérgio Conceição aproveitou para fazer poupanças, a pensar no objectivo principal, o Campeonato nacional, acabando por ser traído face à menor ambição patenteada. Num jogo muito táctico, o FC Porto quase se limitou a tentar controlar o jogo, na expectativa de segurar o 0-0. A entrada de Diego Reyes aos 83 minutos, para a saída de Óliver Torres, foi demonstrativo das intenções do treinador. O tiro saiu pela culatra, já que dois minutos após o Sporting marcou e igualou a eliminatória, obrigando o jogo a ir para o prolongamento, cujo resultado não sofreu alteração.

No desempate por grandes penalidades, Marcano foi o único a falhar, ditando a eliminação do FC Porto na prova:















Algo um pouco diferente se passou em relação à Taça da Liga, ainda que o resultado final fosse idêntico.

Num grupo perfeitamente acessível, o FC Porto ainda assim consentiu um empate em casa, frente ao Leixões, mas depois corrigiu com duas vitórias que lhe garantiram a liderança e a passagem às meias-finais:




























O Sporting foi o adversário com quem o FC Porto teve de discutir o acesso à final. Jogo disputado no Municipal de Braga, na «final-four», com a equipa azul e branca a demonstrar grande superioridade sobre o seu rival, mas com a pontaria quase sempre desafinada.

A afinação do remate esteve a cargo de Soares que chegou a introduzir a bola nas redes leoninas, que o VAR, numa decisão polémica acabou por anular. O lance suscitou muitas dúvidas e durante a semana que se seguiu foi objecto de inúmeras análises, com a maioria dos comentadores a entenderem que o golo tinha sido mal anulado.

Como não valeu, o jogo acabou por se decidir na marcação das grandes penalidade. Mais uma vez, o Sporting saiu por cima, falhado duas contra três do FC Porto que ficou pelo caminho:












Na Champions League, o FC Porto voltou a ter o desempenho regular, com os resultados mias ou menos expectáveis.

A qualificação directa colocou a equipa em boa posição para fugir aos principais «tubarões» do futebol europeu, acabando no Grupo G, na companhia dos turcos do Besiktas, dos alemães de RB Leipzig e dos monegascos do Mónaco.

Depois de uma entrada titubeante, os Dragões acabaram por garantir os pontos necessários para se qualificarem para os oitavos-de-final da prova:




































O sorteio porém não foi nada generoso para os azuis e brancos.  Liverpool foi o destino imediato. A equipa britânica vivia uma das suas melhores fases da sua história e o FC Porto acabaria por pagar a factura. Uma factura demasiado pesada, muito mais pesada do que era suposto, numa noite negra para os Dragões, que em casa averbaram um derrota volumosa, num jogo em que tudo correu mal.

Foi com a eliminatória sentenciada que os azuis e brancos se deslocaram ao mítico Anfield Road, onde de algum modo conseguiram corrigir a má imagem inicial, conseguindo um empate sem golos.













(Continua)

sexta-feira, 25 de maio de 2018

BALANÇO DA TEMPORADA 2017/18

PARTE I

Quatro temporadas a fio sem ganhar o título nacional era obviamente motivo para grande insatisfação do Universo Azul e Branco. Havia pois urgência de mudar a agulha e reorganizar a estrutura de molde a restituir ao plantel, o rigor, a disciplina a competência e a paixão, requisitos essenciais, para fortalecer a capacidade de lutar tenazmente contra tudo e contra todos.

Sim, contra tudo e contra todos, como foi sendo sistematicamente denunciado pelo nosso Director  de Informação e Comunicação, Francisco J. Marques, no Porto Canal, sobre o «modus operandi» do clube do regime e tetracampeão nacional, a que apelidou de «POLVO ENCARNADO», pondo a nu os esquemas, manipulações  e compadrios (emails, toupeiras, cartilheiros e afins), que lhe garantiram todos os títulos dessas 4 épocas.

Pinto da Costa, mais uma vez, fez a escolha perfeita. Conseguiu a contratação de um treinador, ainda jovem é certo, não muito experiente na profissão, mas com um carácter, uma força anímica, uma ambição, uma capacidade agregadora e de liderança que acabaram por ser fundamentais no êxito desta temporada.

Sérgio Conceição, ex-atleta idolatrado pela sua raça, ambição, dedicação e determinação, conhecedor da exigência e mística do Clube, foi apresentado com pompa e circunstância,  deixando transparecer desde logo a confiança na qualidade do seu trabalho e da sua equipa técnica, a coragem para enfrentar os malefícios dos «jogos fraudulentos» de bastidores e sobretudo a mentalidade ganhadora, com a convicção de que em Maio, o Mundo Azul e Branco, iria estar muito feliz.

Afectado pelos regulamentos da UEFA, à conta do incomprimento do fair-play financeiro, em função dos prejuízos obtidos nos 3 anos anteriores, o FC Porto viu-se limitado na contratação de novos jogadores, pelo que o novo técnico teve de olhar atentamente para a «matéria-prima» disponível.

Geridos que foram os activos (8 saídas/vendas e 8 regressos/compras), ficou-se com a ideia que o plantel era curto para tantos compromissos (Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Taça da Liga e Champions League).


CAMPEONATO NACIONAL (LIGA NOS)

Inicio muito prometedor, com sete vitórias consecutivas, interrompidas pelo empate na deslocação a Alvalade, bastante injusto já que a equipa portistas foi de longe a melhor equipa e a que mais oportunidades criou para vencer folgadamente o encontro.

Seguiram-se três vitórias normais, até ao primeiro de dois empates consecutivos, muito marcados pelas actuações desastrosas das equipas de arbitragem, a roçar mesmo o escândalo, contra o Aves e o Benfica. No primeiro caso ficou um penalty claro sobre Danilo Pereira por marcar e no segundo duas grandes penalidades (derrube a Marega e braço na bola intencional de Luizão) e um golo mal anulado por fora de jogo inexistente. 

Aliás, a saga das arbitragens a prejudicar o FC Porto e a beneficiar os clubes da 2ª circular foram uma constante durante todo o campeonato, mesmo em encontros que os Dragões  conseguiram vencer.

Mais cinco vitórias consecutivas, seguidas de novo empate na 20ª jornada em Moreira de Cónegos. Apesar do jogo não ter sido muito bem conseguido pela equipa azul e branca, a verdade é que o resultado final (0-0) ficou ferido por mais uma decisão errada da equipa de arbitragem e do VAR. Golo mal anulado a Warris, por pretenso fora de jogo!

Seis vitórias consecutivas, a liderança isolada com 5 pontos de vantagem e a aproximação do final do Campeonato, começaram a pôr em causa o anunciado penta do polvo encarnado. Era pois necessário e urgente travar esta cavalgada portista rumo ao título. Ora a deslocação à Mata Real, em 11 de Março, na 26ª jornada entrou para a história desta prova, com uma postura indecente dos jogadores e treinador do Paços de Ferreira (anti-jogo ridículo e inimaginável) e sobretudo com a complacência do «apitador» de serviço, o famigerado e intragável Bruno Paixão, resultando na  1ª derrota do FC Porto, no Campeonato fazendo renascer a  esperança do sistema lâmpianico, face ao simultâneo e constante proteccionismo à sua equipa.

Depois de vencer o Boavista, os Dragões deslocaram-se ao Restelo onde foram derrotados sem apelo nem agravo, num jogo que claramente não correu bem, com resultado final justo, a castigar o mau desempenho azul e branco, que lhe valeria a perda da liderança da prova. Sérgio Conceição afirmou recentemente que foi aí que sentiu, pelas reacções dos seus jogadores no balneário, no final do jogo, que a equipa estava realmente focada e determinada em fazer uma recta final de Campeonato irrepreensível.

Foi realmente dessa forma que os azuis e brancos abordaram os  6 jogos finais, apesar das consideradas saídas complicadas à Luz, aos Barreiros e a Guimarães, averbando 6 vitórias claras e justas que lhe garantiram terminar a prova com 7 pontos de vantagem sobre o segundo classificado e 10 sobre o terceiro, com o ataque mais concretizador e a defesa menos batida:
























(Continua)