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domingo, 21 de maio de 2017

HUMILHAÇÃO OU FRETE? DECIDAM VOCÊS!

















FICHA DO JOGO






























Foi com uma vergonhosa exibição que a equipa do FC Porto se despediu deste  falso campeonato, ajudando inclusive a branquear de algum modo a oferta em bandeja de ouro deste título à equipa do regime.

Demonstração clara da falta de argumentos, perante uma equipa que lutava desesperadamente para não descer, muito por culpa de uma nítida falta de atitude, falta de orgulho e amor próprio e de uma clara falta de consideração pela massa adepta que nunca faltou com o seu apoio e sobretudo de uma enorme falta de respeito pelo emblema que ostentam.

Esta exibição foi esclarecedora quanto à incompetência da equipa técnica, que foi capaz de se manter impávida e serena, durante todo o jogo, demonstrativo de uma incapacidade atroz.

Parabéns ao Moreirense pela atitude, o arreganho e principalmente pela capacidade técnica patenteada, merecedoras deste resultado.

E por aqui me fico para não ser mais corrosivo.

domingo, 14 de maio de 2017

TÍTULO ENTREGUE, ARBITRAGEM ATENTA!
















FICHA DO JOGO






























Oferecido definitivamente em bandeja de ouro, pela APAF/CD e quejandos, ao clube do regime, o título nacional,  a somar à imutabilidade da classificação no 2º lugar do FC Porto, o jogo de hoje no Dragão não suscitava qualquer pressão a não ser a de vencer, como em qualquer encontro que os Dragões disputem.

Talvez por isso e por alguma insatisfação, o estádio apresentou uma das mais baixas assistências da temporada (25.416 espectadores).

O técnico portista estava apenas impedido de utilizar o central Felipe, castigado por acumulação de cartões amarelos, escalando por isso Boly, mas decidiu proceder a duas outras alterações no onze titular. Maxi Pereira retomou o seu lugar na ala direita, após castigo e Jesús Corona, deixando no banco os trincos Danilo Pereira e Rúben Neves.






















Os azuis e brancos interpretaram a primeira meia hora com demasiada descontracção, de tal modo a permitir dois avisos sérios da turma dos castores (13' e 14'). A primeira na sequência de um canto e a outra numa perda de bola de Herrera em zona proibida, com a defesa desposicionada.

O terceiro descuido foi fatal. Estavam então decorridos 31 minutos. Contra-ataque rápido sob o lado esquerdo, cruzamento atrasado para o centro da entrada da área, recepção e remate em rotação de Andrezinho, bola a ressaltar nos pés de Ricardo Valente, a tirar as hipóteses de defesa a Casillas em queda para o lado contrário. 

Este lance foi a pedra de toque para a imediata reacção portista, despertada finalmente para uma toada enérgica, decidida e eficaz, dando a volta ao marcador em apenas 5 minutos.

Livre sobre Brahimi a meio-campo, cobrança rápida pelo argelino tocando para Soares, este para Herrera, sempre em progressão, depois para Corona mais à direita, recepção e imediata assistência para o seu compatriota a aparecer a cabecear com êxito, no limite da pequena área (35'). 





















Três minutos depois, Brahimi recebeu na esquerda, de Otávio, correu para a área, levando atrás de si o defesa contrário, que o derrubou, ocasionando grande penalidade, imediatamente assinalada pelo juiz da partida, com direito a explicação por gestos. É caso para dizer:  titulo entregue, arbitragem atenta!

O argelino colocou a bola na marca e atirou a contar (39'), com a bola a ressaltar no guardião contrário.






















O FC Porto foi assim para as cabines a vencer por 2-1.

No reatamento da partida Diogo Jota surgiu no lugar de Corona com uma entrada surpreendente que lhe permitiu marcar o 3º golo, ainda não tinha decorrido o primeiro minuto. Lançamento longo, lateral do lado direito efectuado por Maxi Pereira, Herrera de costas para a baliza e em queda solicitou a entrada de Diogo Jota que rematou lesto e colocado, sem hipótese de defesa. 





















Foi por assim dizer o golo da tranquilidade porque depois e ainda que os Dragões tivessem procurado dilatar o resultado, o jogo conheceu nova fase de descontracção e Casillas teve de se empregar a fundo aos 53 minutos para evitar novo golo dos pacenses.

Nuno E. Santo aproveitou então para fazer as duas últimas substituições. Saíram Brahimi e Soares e entraram Danilo Pereira e André Silva.

A equipa voltou a criar situações de golo para dilatar o resultado. André Silva (69') e Otávio (77') estiveram muito perto.

O 4º golo acabaria por chegar aos 89 minutos em nova grande penalidade (título entregue, arbitragem atenta!). Lançamento de linha lateral por Maxi Pereira para dentro da área, Diogo Jota foi impedido de receber a bola e Artur Soares Dias não hesitou!

André Silva teve então ensejo de poder regressar aos golos, com um remate forte e colocado.





















Vitória justa num jogo fácil e explicavelmente bem arbitrado! Se é que me faço entender...

sábado, 6 de maio de 2017

FRUSTRAÇÃO (EPISÓDIO 4º)

















FICHA DO JOGO






























Nesta tradicional difícil deslocação ao Funchal, para defrontar o Marítimo, a equipa do FC Porto confirmou ainda não estar pronta para voos mais altos, hipotecando definitivamente quaisquer esperanças de chegar ao título.

Nuno, que até é Espírito Santo, não faz milagres e o seu discurso de grande confiança e optimismo acaba quase sempre por sair furado e não condizente com o que depois se passa no relvado.

Neste mal fadado jogo, apresentou três alterações em relação ao jogo anterior. Com Maxi Pereira castigado, o treinador portista optou por colocar o defesa direito que actua habitualmente na equipa B, Fernando Fonseca, uma surpresa agradável já que a maioria esmagadora dos adeptos e simpatizantes portistas esperavam  certamente que o lugar fosse ocupado por Miguel Layún, que nem sequer seguiu viajem. Herrera em vez de Corona e o regresso de Brahimi, em vez de Diogo Jota, foram as outras novidades.


























Primeira parte interessante, quase sempre bem jogado, com jogadas bem delineadas, a mostrar a equipa ambiciosa e desejosa de lutar pela vitória.

André André foi o primeiro a dispor de uma boa situação para marcar, aos 10 minutos, mas o remate pronto saiu por alto.

Os insulares iam tentando responder, mas a defensiva portista respondia com eficiência, enquanto lá na frente, os azuis e brancos construíam jogadas com algum perigo mas mal concretizadas.

O golo portista acabaria por chegar aos 28 minutos. Herrera entrou na área insular sob o flanco direito, cruzando para o centro da área, Zainadine cortou em esforço, sobrando a bola para Otávio rematar cruzado para o poste mais distante, colocando o FC Porto na frente do resultado. 


























Este golo deu ainda mais confiança aos Dragões que continuaram na procura de dilatar o resultado. Fernando Fonseca teve mesmo ao seu alcance  essa oportunidade, mas viu o seu remate ser travado pelas pernas do guardião Charles.

O tempo de intervalo parece não ter sido bem aproveitado nas cabines. A equipa entrou descontraída, talvez um pouco arrogante no que diz respeito às possibilidades do adversário e acabaria por ser vítima dessa demasiada descontracção, permitindo aos jogadores do Marítimo mais liberdades na condução da bola próxima da sua área.

Soares ainda teve tempo para desperdiçar mais uma boa oportunidade, aos 59 minutos.

Num lance de bola parada, num pontapé de canto, mais precisamente, surgiu o golo do empate. Bola dirigida para o canto mais afastado da pequena área, onde surgiu Djoussé, sem qualquer oposição a cabecear vitoriosamente.

Seguiu-se então o período do desespero, onde o coração bateu mais forte que a razão. Nuno colocou toda a carne no assador, que é como quem diz, meteu os dois avançados que tinha no banco (André Silva e Rui Pedro), mais Jesús Corona, mas a sofreguidão e a falta de lucidez, foram os pontos dominantes.  

A equipa voltou a acusar ansiedade, falta de estofo e incapacidade total para dar a volta ao resultado, apesar de algumas boas ocasiões.

No final mais uma grande frustração e a certeza de um quarto ano consecutivo sem um único troféu conquistado.

sábado, 29 de abril de 2017

MANTER A APAF EM ALERTA MÁXIMA

















FICHA DO JOGO


Nuno E. Santo teve de fazer a inevitável alteração do trinco portista, por lesão de Danilo Pereira, saltando para o seu lugar Rúben Neves. Otávio e Corona foram as outras duas alterações de ordem técnica, em vez de Óliver Torres e André Silva.

Num jogo em que era imperioso vencer, a equipa do FC Porto não fez uma primeira parte bem conseguida, bem pelo contrário. Jogar para ser campeão implica determinação, audácia, ambição, capacidade técnica e de concretização. Faltou tudo isto aos azuis e brancos até ao intervalo.

O treinador portista deve ter sido cáustico nas cabines para os seus jogadores, de tal forma que se assistiu a uma segunda parte bem diferente para melhor, quer em atitude na pressão  como na procura da bola.

Perante esta diferença, o golo não tardou a chegar. Aos 52 minutos André André recuperou a bola junto à área flaviense, rematou e António Filipe defendeu para a frente, permitindo a chegada de Soares para apontar o primeiro golo do jogo.





















Em desvantagem no marcador, a equipa da casa abriu mais espaços na procura do empate, situação explorada pelos jogadores do FC Porto que chegariam ao segundo golo aos 72 minutos por André André, depois de um lance conduzido por Otávio e dum passe a rasgar, muito bem aproveitado.





















Os Dragões mantiveram o pé no acelerador, criaram mais alguns lances perigosos, mas o marcador não se alterou. 

Aos 89 minutos Maxi Pereira viu o cartão vermelho directo, por uma entrada imprudente e ríspida sobre Davidson. 

Maxi, tens de te recordar que não estás na equipa do regime!

domingo, 23 de abril de 2017

FALTA DE ESTALECA E ARBITRAGEM PERNICIOSA DETERMINAM ADEUS AO TÍTULO
















FICHA DO JOGO





























O FC Porto disse hoje adeus ao título ao ceder mais um empate, o quarto nos últimos cinco jogos, depois de mais uma exibição confrangedora, onde a ansiedade, a atrapalhação e a falta de lucidez foram mais uma vez os pontos dominantes, a juntar a mais uma desastrosa arbitragem que ajudaram e de que maneira a mais um resultado frustrante.

Sem poder contar com os jogadores mais criativos do plantel, Brahimi castigado e Jesús Corona lesionado, Nuno E. Santo fez alinhar Diogo Jota no lugar do argelino.























A equipa voltou a entrar muito mal, demasiado lenta, sem ideias, muito precipitada e até mesmo algo displicente, permitindo ao adversário controlar o jogo no seu último reduto.

Só aos 14 minutos os azuis e brancos apareceram com algum perigo na área contrária, com um pontapé de bicicleta de Soares, demasiado ao lado.

Depois dos vinte minutos é que a equipa portista acordou, carregou no acelerador, criou algumas jogadas para golo, mas todas elas marcadas por uma ineficácia atroz, deixando o marcador inalterável para o intervalo.

No regresso das cabines surgiu desde logo Otávio no lugar de Óliver Torres e o FC Porto pareceu mais determinado em alterar o rumo dos acontecimentos. Pouco depois o brasileiro entrou na área foi derrubado nas barbas do apitador de serviço que fez vista grossa, não sancionando mais uma grande penalidade clara em prejuízo do FC Porto.

Depois e até final, foi a tentativa desesperada dos jogadores portistas para chegarem à vitória, que lhes daria a redução para um ponto da liderança, mas a precipitação, a falta de discernimento  e o jogar mais com o coração do que com a cabeça, a juntar a novas e constantes falhas clamorosas da equipa de arbitragem, fizeram com que o resultado terminasse mesmo no nulo inicial.

A equipa está claramente a sentir as arbitrariedades da APAF, a ficar descrente e a perder a noção do que deve fazer. É nitidamente uma equipa em quebra anímica e sem estaleca para estes ambientes. Os últimos resultados e exibições são disso a prova mais concludente.

Assim, ainda que o discurso seja de alguma esperança, a verdade é que o título está praticamente entregue de mão beijada.

sábado, 15 de abril de 2017

NOVA ESCORREGADELA, FAZEM DO TÍTULO UMA MIRAGEM

















FICHA DO JOGO






























O FC Porto deu hoje em Braga mais um passo atrás na luta pelo título, ficando agora a três pontos da liderança. É o terceiro percalço, desde que o primeiro lugar ficou à disposição, primeiro cedendo um desolador empate no Dragão, frente ao Vitória de Setúbal, foi depois na casa do líder, com novo e frustrante  empate, que colocou essa ambição dependentes de terceiros e agora outro em Braga, quando era proibido perder pontos.

Nuno E. Santo fez apenas uma alteração no onze inicial, fazendo regressar Marcano, depois de cumprido o castigo, mantendo todos os outros que haviam sido titulares frente ao Belenenses.























A equipa voltou a entrar mal, acusando ansiedade e pouca lucidez, permitido à equipa da casa tomar conta do jogo e chegar cedo à vantagem no marcador.

A perder num estádio e adversário habitualmente difícil, os Dragões custaram a serenar e só a partir da vintena de minutos conseguiu chegar com algum perigo à área adversária, Soares teve mesmo uma oportunidade flagrante, mas na hora do remate frontal a bola saiu-lhe enrolada para as mãos de Matheus.

Cinco minutos depois o mesmo Soares, numa disputa de bola, dentro da área, quando procurava o remate, sofreu falta para penalty que o árbitro da partida não quis assinalar, ele que esteve sempre bastante mais rigoroso a assinalar as faltas cometidas pelos azuis e brancos e muito benevolente relativamente às faltas dos jogadores do Braga, mas enfim é de resto e infelizmente a prática habitual.

Esteve bem melhor quando já em tempo de compensação na primeira parte assinalou a grande penalidade cometida por Óliver Torres, por braço na bola, não aproveitada por Pedro Santos, atirando ao ferro. Foi por assim dizer a segunda e última oportunidade de golo do Braga em todo o desafio.

Esperava-se uma reacção firme e determinada da equipa portista para a segunda metade, mas só quando Nuno E. Santo decidiu proceder a alterações, a equipa começou a carburar.

Jeus Corona rendeu Óliver Torres, aos 55 minutos e a sua criatividade voltou a fazer-se notar. Dois minutos depois já estava a colocar a bola na cabeça de Brahimi, mas o argelino abordou mal o lance e atirou para fora.

O empate chegaria na sequência de um canto apontado por Alex Telles, com Soares a subir mais alto e a bater Matheus.





















A toada eminentemente ofensiva do FC Porto era cada vez mais intensa e aos 66 minutos Brahimi assistiu de forma magnífica para a entrada de Soares, o brasileiro recebeu, rodou e não resistiu à tentação de rematar à meia volta e à figura do guarda-redes, com Corona a entrar mais à direita, livre de marcação.

À medida que o encontro se aproximava do fim, mais a equipa portista ameaçava marcar o golo da reviravolta.

A perdida mais flagrante pertenceu a Danilo, na sequência de um livre indirecto estudado que deixou o médio portista isolado na cara de Matheus, mas a meter deficientemente a cabeça à bola, falhando um golo cantado.

Antes do jogo acabar, Brahimi que já estava no banco por ter sido substituído aos 83 minutos, viu o cartão vermelho por ter reclamado por um cartão amarelo mostrado a Soares, por falta inexistente.

Com esta terceira escorregadela, o título fica mais longe e quiçá hipotecado, principalmente em função desta mafiosa conjuntura, apostada em o oferecer de mão beijada à equipa do Regime, do Colinho, da Passadeira vermelha, do Andor e dos Vouchers.

sábado, 8 de abril de 2017

A LUTA CONTINUA
















FICHA DO JOGO






























Depois dos decepcionantes empates frente ao V. Setúbal e contra a equipa dos vouchers, era com alguma expectativa que se aguardava este jogo frente ao Belenenses, equipa que esta temporada tinha imposto dois empates, uma para o Campeonato outra para a Taça da Liga, ambos sem golos.

Com Marcano a cumprir castigo por acumulação de cartões amarelos, Nuno E. Santo fez alinhar o habitual suplente Boly e apresentou André Silva em vez de Jesús Corona, as duas únicas alterações, em relação ao jogo no «chiqueiro» da Luz.























O FC Porto tomou conta das operações como se esperava, enquanto a equipa visitante se limitava a tapar todos os espaços para a sua baliza.

Os Dragões sentiram grandes dificuldades para carrilar o seu futebol, pecando pela lentidão, pouca intensidade e sobretudo falta de imaginação, resultando pouco perigo na área dos lisboetas.

Só à passagem do minuto 24, os azuis e brancos conseguiram construir uma boa ocasião para marcar, mas Soares falhou o remate fazendo um passe ao guarda-redes contrário.

O ambicionado golo chegaria em lance do bola parada, a castigar um derrube sobre Brahimi, o jogador mais esclarecido dos Dragões. O argelino cobrou o livre, Filipe de cabeça assistiu Danilo e este, depois de receber com o peito, deixou cair o corpo e desferiu o remate fatal.





















Até ao intervalo a equipa da casa continuou a tentar ser mais objectiva, mas sem sucesso.

Esperava-se uma segunda parte mais aberta e com mais golos. Foi exactamente isso que sucedeu, apesar da entrada um tanto desgarrada dos jogadores do FC Porto, algo precipitados e demasiadamente previsíveis.

Soares, na conclusão de um canto apontado por Alex Telles falhou por pouco o segundo golo e o Belenenses, embora mais solto não conseguia abeirar-se com perigo da baliza de Casillas.

Depois de superados os piores momentos da equipa portista, os Dragões voltaram a comandar o jogo e a criar boas ocasiões. Aos 61 minutos, Brahimi assistido por Óliver Torres disparou forte, obrigando Cristiano a defesa aparatosa; Aos 62 foi Soares com um pontapé de bicicleta, fez o público saltar da cadeira, mas a bola passou rente à barra; Aos 66, Óliver Torres desfeiteou o guarda-redes contrário, rodeando-o, mas o remate foi interceptado na linha de golo por Domingos Duarte e aos 67, Felipe na cara de Cristiano mandou um «balázio», mas para as nuvens. Oportunidades mais que suficientes para transformar o resultado numa goleada.

Foi necessário Nuno mexer para novos golos aparecessem. A entrada do inspirado Jesús Corona foi decisiva. Entrou aos 69 minutos para o lugar de André Silva e no minuto seguinte já estava a fazer estragos na defensiva contrária, primeiro trocando os olhos ao seu adversário, para depois efectuar o cruzamento, com peso, conta e medida para a cabeça de Soares que não se fez rogado.





















O FC Porto conhecia então a sua melhor fase no jogo e o terceiro golo apareceria pouco depois com toda a naturalidade. Brahimi conduziu a bola pelo lado esquerdo, entrou na área e quando preparava o remate foi tocado, acabando por cair. Fábio Veríssimo, bem colocado, não hesitou em sancionar. O argelino apontou e dilatou o marcador para os números finais, estavam decorridos 74 minutos.






















Até final Nuno ainda deu oportunidade a Herrera e Diogo Jota, mas sem alterações quer na forma de jogar como no resultado.

Com esta vitória o FC Porto mantém acesa a luta pelo título.