Mostrar mensagens com a etiqueta Champions League 2013/14. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Champions League 2013/14. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

INCOMPETÊNCIA FATAL















FICHA DO JOGO

























CLASSIFICAÇÃO FINAL
















O FC Porto deu o adeus definitivo desta época à Champions League, em Madrid, conforme era espectável, dada a sua frágil participação, que os números na classificação bem ilustram.

Só quem vive no mundo da fantasia e da ilusão poderia acalentar a esperança de uma vitória em Madrid, que conjugada com a derrota do Zenit em Viena, que aconteceu mesmo, poderia recolocar a equipa na 2ª posição do grupo e consequente qualificação para os oitavos-de-final- da prova.

Estava na cara que o futebol que os Dragões têm vindo a produzir se encontra a milhas do nível mínimo exigido para figurar entre a elite da Europa. Mais uma vez, isso ficou demonstrado, agora no relvado do Vicente Calderón, frente a uma equipa do Atlético de Madrid, em evidente gestão de esforço e de plantel.

Diego Simeone, tinha a perfeita noção das actuais incapacidades dos azuis e brancos e por isso ofereceu estrategicamente o comando das operações à equipa portista, sabendo da fragilidade do seu futebol ofensivo e também que mais tarde ou mais cedo a defesa acabaria por entregar o ouro ao bandido.

A verdade é que à grande percentagem de posse de bola dos Dragões, correspondeu um futebol inconsequente, inofensivo, repetitivo e fácil de anular. É verdade que os campeões nacionais tiveram 4 bolas nos ferros e ainda falharam um penalty, mas a bem da verdade, a não ser o remate de Licá, já na segunda parte e a perder 2-0, que foi o único bafejado pelo azar, todos os outros falhanços ficaram à conta da incompetência que se estendeu ao primeiro golo dos colchoneros, pela permeabilidade de Maicon e Helton, que não fizeram o que deviam para o evitar. Helton, ainda se redimiu evitando dois golos quase certos.

O jogo acabou por ser mais do mesmo. Muita posse de bola, desta vez mais consentida que conquistada, ao contrário do jogo da 1ª volta, muita incapacidade para criar lances de ruptura, falta de criatividade, pouco jogo pelas alas, avançado quase sempre mal servido e jogadores nada confiantes nas suas capacidades, falhando sucessivamente os gestos mais básicos do futebol. A teimosia do treinador, na aposta de jogadores abúlicos e num sistema táctico que a equipa não assimila, ajuda em muito ao quadro actual, ou seja, equipa sem nível para jogar quaisquer das provas da UEFA.

Esta é pois uma equipa à imagem do seu treinador, que antes dos jogos tece os mais rasgados elogios aos adversários, como que a justificar antecipadamente os prováveis fracassos.













terça-feira, 26 de novembro de 2013

GARANTIR A LIGA EUROPA








Sim, sou dos que estão convencidos que seguir para os oitavos da CL é quase impensável, tanto mais que, o Atlético de Madrid, com o 1º lugar do grupo já garantido, vai fazer gestão do plantel, o que à partida poderá indiciar um menor empenho nos jogos que faltam. Assim, resta ao FC Porto lutar pela vitória nos dois confrontos, garantindo já na próxima jornada o 3º lugar e a consequente passagem para a Liga Europa, para além da não menos importante angariação das verbas que as vitórias proporcionam.














Desta vez não vou entrar em considerandos quanto à forma como os atletas e seu treinador deveriam abordar este jogo, para não me repetir.

Cumprido o castigo, Mangala está de regresso, sendo a única alteração na lista de convocados, por troca com Carlos Eduardo.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Champions League - 5ª Jornada - Grupo G
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Terça-feira, 26 de Novembro de 2013, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Ovidiu Hategan - Roménia
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

EQUIPA SEM ESTALECA, DEVE FICAR DE FORA















FICHA DO JOGO


























O FC Porto somou hoje o seu terceiro jogo consecutivo sem conseguir vencer, para a Champions League, hipotecando quase definitivamente as hipóteses de se qualificar para a fase seguinte.

Num jogo em que só a vitória servia as suas aspirações, os Dragões entraram fortes, aproveitando de algum modo a estratégia do adversário, que entregaram aos azuis e brancos a iniciativa do jogo. Os russos, em face da classificação,  deram-se ao luxo de optar por um começo cauteloso, com as suas linhas recuadas à espera das falhas portistas para lançarem o contra ataque.

Mas como de costume, a equipa portuguesa nunca soube tirar partido dessa situação, pois apesar da esmagadora percentagem de posse de bola (chegou a ter 65%), mostrou-se quase sempre inofensivo e sem arte para colocar em risco o guardião Lodygin.

As duas únicas excepções, na primeira parte, foram o lance do golo apontado por Lucho Gonzalez, aos 23 minutos e um remate de cabeça de Jackson, mas sem muita convicção.

























A par disso ainda voltou a cometer alguns erros defensivos pouco recomendáveis a este nível, um dos quais a provocar o golo de Hulk. Helton abordou hesitante ao lance, assim como quem vai colher flores, e foi surpreendido pela velocidade e decisão do «incrível» que não perdoou.

No segundo tempo o treinador da equipa russa Spalletti, mudou de estratégia, avançando as suas linhas, dificultando ao máximo a tarefa portista. Assistiu-se então a um banho de bola, do qual muito dificilmente e com a ajuda do árbitro, o FC Porto conseguiu sair incólume. O perigo passou a rondar a área portista, com Helton a redimir-se do erro clamoroso que originou o golo do empate, com defesas de grande nível de dificuldade, defendendo inclusivamente uma grande penalidade, marcada de forma denunciada por Hulk.

O resultado acaba por ser lisonjeiro, apesar de dois lances de muito perigo que também podiam ter dado golo, um de Varela e outro de Jackson.

Os meus destaques vão para Fernando (mais um grande jogo), para Lucho (enquanto teve pernas) e de alguma forma para Helton (apesar das culpas no golo sofrido).

Com este empate a equipa portista está agora mais fora que dentro, pois para se apurar necessita de vencer os dois jogos que faltam, um deles frente ao Atlético de Madrid e esperar que o Zenit perca pontos.

Para mim, tendo em conta o futebol praticado, será preferível ficar por aqui para evitar sofrer algum tipo de humilhação.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

VENCER OU FICAR DE FORA? - EIS A QUESTÃO








Num grupo considerado à partida de equilibrado,  e por isso previsivelmente com liderança e segundo lugar avaramente disputados, a verdade é que tudo ou quase tudo pode ficar resolvido já amanhã, no decorrer da 4ª jornada. 

O Atlético de Madrid conta por vitórias os três jogos disputados e dispõem de uma vantagem pontual de 5 pontos, que lhe permite gerir e garantir a passagem aos oitavos de final, no próximo jogo.

Quanto ao segundo candidato, a luta parece mais restringida a Zenit e FC Porto, que se voltarão a encontrar, agora em São Petersburgo, onde o FC Porto só pode vencer, para continuar a sonhar. 














A tarefa parece quase impossível, tanto mais que as performances portistas têm demonstrado muita irregularidade e sobretudo muita desconcentração. A somar a tudo isto, pesa a recente derrota no Dragão, frente a este mesmo adversário, na jornada anterior, mas também o historial desfavorável, nos confrontos entre as duas equipas.

Recordo que os anteriores embates aconteceram na temporada de 2011/12, na 2ª jornada do grupo G, com derrota clara (3-1), na Rússia e depois na 6ª e última jornada, com um empate (0-0), no Dragão, resultados que atiraram os azuis e brancos para a Liga Europa.

Entretanto, Paulo Fonseca vai tentando passar uma mensagem de confiança, sentimento contrário ao de uma franja considerável da massa associativa e adeptos portistas, tendo em conta o momento actual da equipa e da forma contraditória como o técnico diz que o vê. 

A chamada do médio nigeriano da equipa B, Mikel Agu, constitui a principal novidade na lista de convocados elaboradas pelo técnico portista, para este jogo. Impedido de contar com Herrera (castigado), Quintero (lesionado) e Carlos Eduardo (não inscrito), Paulo Fonseca chamou ainda o central Diego Reyes, para completar essa lista, já que Izmaylov e Fucile parecem ser «cartas fora do baralho».

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Champions League 2013/12 - 4ª Jornada Grupo G
PALCO DO JOGO: Estádio Petrovsky - São Petersburgo - Rússia
DATA E HORA DO JOGO: Quarta-feira, 6 de Novembro de 2013, às 17:00 h (Portugal Con.)
ÁRBITRO NOMEADO: Tom H. Hagen - Noruega
TRANSMISSÃO: SportTv1

terça-feira, 22 de outubro de 2013

NÃO APROVEITAR AS OPORTUNIDADES SAIU CARO















FICHA DO JOGO


























EQUIPA TITULAR























Da esquerda para a direita: Helton, Fernando, Jackson MArtinez, Mangala, Danilo e Otamendi; Em baixo: Herrera, Licá, Lucho Gonzalez, Alex Sandro e Josué.

O FC Porto está decididamente a disputar esta edição da Champions League sob o signo do infortúnio. Mais uma vez, a jogar no Dragão, a equipa teve de lutar contra um conjunto de contrariedades de que o futebol é fértil, ainda que  menos frequentes em jogos consecutivos. As grandes equipas têm que estar preparadas para tudo e hoje, apesar do resultado, os azuis e brancos mostraram a sua raça e sobretudo uma grande vontade de lutar contra as adversidades.

Paulo Fonseca apostou em Herrera e Licá, no onze titular e não foi feliz. Primeiro porque o médio mexicano, fruto da sua inexperiência, só conseguiu estar 6 minutos em campo, sendo expulso por acumulação de amarelos, num curto espaço de um minuto! O primeiro na sequência de uma falta cirúrgica a evitar que Hulk entrasse na área em condições de fazer golo e o segundo por ter saído extemporaneamente da barreira, na sequência da marcação do respectivo livre.























Falta que originou 1º amarelo

A jogar com menos um a partir do 6º minuto, a estratégia alterou-se desde logo. Josué que começou junto à ala direita, recuou para o meio campo, ficando a linha avançada restringida a Jackson e Licá.

Pode dizer-se que a equipa reagiu bem, passando para uma toada de maior controle, dando a iniciativa do jogo ao adversário que tinha em Hulk a peça desequilibradora em maior evidência. Mas foi o FC Porto que esteve primeiro mais perto do golo num remate intencional, de fora da área, por Lucho Gonzalez, que viu a bola esbarrar no ferro com estrondo, para na recarga Licá falhar o pontapé de bicicleta.

O jogo  foi para intervalo  com a equipa portista em missão de grande solidariedade e sacrifício, mas com o jogo perfeitamente controlado. 

No segundo tempo o domínio da equipa russa intensificou-se, em função da sua maior pressão ofensiva e do natural desgaste portista. Fernando foi um autêntico «polvo» a aparecer em todos os sítios com raça e autoridade. A manobra ofensiva tornou-se mais escassa e muito prejudicada pelo desacerto do passe. A ligação meio campo - ataque pecava então por alguma falta de discernimento.  Era necessário fazer alguma coisa antes que fosse tarde de mais. Aos 53 minutos Varela rendeu Licá e o «Drogbá da Caparica» começou a impor mais respeito aos defensores contrários.

Aos 57 minutos, num disparate escandaloso de Otamendi, Hulk  roubou-lhe a bola, caminhou isolado para a baliza, mas Helton correspondeu com uma grande defesa com os pés, evitando um golo quase certo.

A área portista passou por um período de maior assédio, com Hulk sempre endiabrado, mas sempre que podiam os jogadores azuis e brancos lá tentavam a sua sorte. Foi assim aos 79 minutos com Silvestre Varela a imitar Hulk, numa deambulação da esquerda para o centro e remate forte que esbarrou, mais uma vez, no ferro. Perdia-se assim mais uma grande oportunidade para chegar à vantagem no marcador.

Em alta competição quem não marca arrisca-se a sofrer. Foi o que aconteceu. Kerzhakov, acabadinho de entrar, recebeu na área portista um cruzamento de Hulk, e entre os centrais desviou de cabeça para o golo. Balde de água fria quase no final do jogo. A equipa não esmoreceu, pelo contrário, nos derradeiros momentos tentou tudo para chegar ao empate. Jackson, Ghilas e Varela, puseram à prova a categoria do guarda-redes Lodygin, que correspondeu sempre de forma superior.

Segundo grande teste, segunda derrota, ambas com o sabor amargo do infortúnio.

Face às circunstâncias, pode dizer-se que a equipa tentou sempre lutar e remar contra a maré, nem sempre bem, nem sempre inteligentemente, patenteando algumas lacunas importantes que são ainda mais determinantes neste tipo de competição. Não chega vontade, raça e determinação. É necessária muita competência, cabeça fria e bom desempenho técnico. Nesse particular tenho que destacar a grande exibição de Fernando, o melhor jogador portista em campo seguido de Varela. Pena o extremo não jogar sempre assim.






































A qualificação para a fase seguinte fica agora mais complicada, mas ainda ao alcance da equipa. Nada está perdido, mas vai ser necessário um pouquinho de sorte.

MAIS UMA PROVA DE FOGO








O FC Porto vai ter mais uma prova de fogo, a segunda desta época, ao receber o FC Zenit, para a Liga dos Campeões.

Depois de perder em casa frente ao Atlético de Madrid, os Dragões não podem voltar a falhar, sob pena de perderem o comboio da qualificação para a fase seguinte.

O momento da equipa é instável, com exibições muito fracas o que não abona nada em seu favor. Só um Porto no seu melhor poderá ambicionar à vitória.














Paulo Fonseca continua com um discurso moralizador, de grande confiança, próprio de um líder que pretende o melhor para o seu grupo de trabalho. Trata-se de um discurso para dentro, mas que está longe de espelhar a realidade actual da equipa.

Como seria de esperar, a sua convocatória volta à normalidade com a entrada de jogadores considerados nucleares e que tiveram direito a descanso no último jogo da Taça de Portugal.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Champions League - 3ª Jornada - Grupo G
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Terça-feira, 22 de Outubro de 2013, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Paolo Tagliavento - Itália
TRANSMISSÃO: TVI

terça-feira, 1 de outubro de 2013

TESTE NÃO SUPERADO!















FICHA DO JOGO

























EQUIPA TITULAR


Da esquerda para a direita, em cima: Helton, Fernando, Mangala, Jackson Martinez, Danilo e Otamendi; Em baixo: Defour, Lucho Gonzalez, Alex Sandro, Josué e Silvestre Varela.


O FC Porto falhou o primeiro grande teste da época. Esta é a principal conclusão a retirar do resultado desta noite.

Foi mais um jogo em que a equipa portista voltou a pôr em evidência as duas facetas que tem sido as suas exibições desta temporada, salvo raríssimas excepções.

Na primeira parte a equipa actuou ao nível da CL, foi uma equipa para consumo externo, evidenciando raça, ambição, competência, qualidade, enfim, todas as qualidades que obrigaram o adversário a portar-se como uma equipa vulgar, tal foi o domínio exercido, em todos os capítulos do jogo. Exibição soberba, atrevo-me a considerar, o melhor futebol apresentado pela equipa, nesta temporada, que apesar de tudo apenas rendeu um golo, logo aos 16 minutos. Livre à entrada da área, conquistada por Josué, que o próprio apontou, para Jackson Martinez, de cabeça, atirar para o golo.





















A equipa continuou embalada no ataque, com determinação e sobretudo com muita eficiência. Ganhava todos os lances, trocava bem a bola, era incisiva e pressionante não permitindo ao adversário quaisquer tipo de veleidades. Porém, face à imensa preocupação defensiva adversária, não era fácil conquistar situações de finalização.

No segundo tempo a equipa transfigurou-se. Seria pedir muito à equipa portista, nesta altura, que mantivesse o mesmo ritmo, a mesma capacidade, a mesma organização, mas descer tanto talvez não estivesse já nas previsões.  A equipa passou do nível europeu para o nível nacional, assim, num estalar de dedos. Tudo passou a ser pior. Menor velocidade, menor qualidade de passe, menor organização e muito maior propensão para o erro. Disso se aproveitou o Atlético de Madrid, para em duas falhas clamorosas da defensiva portista construir o resultado que mais lhe convinha, a vitória.

No final o resultado até pode parecer injusto, mas castiga a incompetência, a este nível inadmissível, de uma equipa de duas faces.

Não vou crucificar ninguém, embora haja responsáveis bem identificados nesta derrota, por isso também não vou fazer destaques.

PRIMEIRO GRANDE TESTE DA ÉPOCA








O FC Porto vai ter hoje o maior teste desta época às suas potencialidades, pois vai receber a forte formação do Atlético de Madrid, com quem partilha o comando do Grupo G, face às vitórias conseguidas na 1ª Jornada da competição, os Dragões frente ao Áustria de Viena, por 1-0 e os Colchoneros, frente ao Zenit, por 3-1.















Confesso que as minhas expectativas não são as melhores. Tenho acompanhado as performances de ambas as equipas e é inegável que os espanhóis se apresentam num momento de forma mais apurado e com um futebol mais consolidado, capaz de colocar imensas dificuldades e  de apresentar no Dragão, argumentos mais que suficientes para pensar na vitória.

Ao contrário, os azuis e brancos passam por um momento de instabilidade do seu futebol, capazes de alternar, durante os jogos, períodos de capacidade e competência, com outros de pura desconcentração, descontrolo e incapacidade, tornando a equipa permeável e exposta à qualidade adversária.

Neste nível de competição quem não for capaz de se mostrar regular, concentrado, competente, ambicioso e eficaz, durante o jogo todo, arrisca-se a hipotecar o objectivo.

Paulo Fonseca promoveu duas alterações nas suas escolhas para este jogo. As chamadas do central brasileiro Maicon, que já recuperou da lesão que o afectava, e do médio mexicano Hector Herrera, constituem as novidades, na lista dos convocados, onde não aparecem Diego Reyes e Carlos Eduardo, preteridos em relação à anterior convocatória.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Champions League - Fase de Grupos - 2ª Jornada - Grupo G
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Terça-feira, 01 de Outubro de 2013, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Howard Webb - Inglaterra
TRANSMISSÃO: TVI

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

VENCER SEM CONVENCER















FICHA DO JOGO


























O FC Porto cumpriu a sua obrigação, vencendo aquela que parece ser a equipa mais fraca do seu grupo, ainda que com uma exibição a roçar o miserável e onde só a jogada que deu o golo foi das poucas positivas que os Dragões conseguiram construir.

Paulo Fonseca fez subir ao relvado molhado e escorregadio do Hernst Happel a equipa que era prevista, com Josué no lugar do castigado Defour.

A equipa portista entrou lenta, desconcentrada e complicativa, raras vezes acertando o último passe, perdendo frequentemente na luta directa e sem argumentos para contrariar a melhor organização adversária. 

Nunca conseguiu ascendente e viveu toda a primeira parte a perder bolas, a tentar suster a contra-ataque austríaco e a conceder facilidades perto da sua área.

A equipa era uma sombra de si própria. Parecia jogar sem raça, sem determinação, sem talento, sem inspiração e sem ambição. O empate parecia ser o resultado que lhe agradava, não justificando o favoritismo que previamente lhe era dado. Só a ineficácia no remate da equipa da casa lhe garantiu sair para o intervalo com as suas redes incólumes.

No segundo tempo verificou-se uma melhoria pouco acentuada, especialmente pela acção mais esclarecida de «El Comandante» que conseguiu finalmente alguns pormenores de luxo, entre os quais a finalização da única jogada com princípio, meio e fim e que garantiu a vitória no jogo.





















Muita parra e pouca uva, numa exibição preocupante, a confirmar o decréscimo de rendimento já verificado na segunda parte do último jogo do campeonato.

Lucho Gonzalez foi o homem do jogo pelo excelente golo que marcou e por me parecer ter sido o único que tentou remar contra a maré.



ENTRAR COM COMPETÊNCIA E AMBIÇÃO








Vai começar a competição mais importante da Europa de Clubes. O FC Porto mais uma vez vai estar presente com a ambição de sempre, lutar pela melhor performance possível, o que quer dizer, passar a fase de grupos e depois seja o que Deus quiser.

Nas últimas temporadas os Dragões não têm conseguido ultrapassar os oitavos-de-final e só em 2008/2009 conseguiram chegar aos quartos-de-final. Muito dificilmente esta bitola será ultrapassada.

Incluído num grupo muito equilibrado, os tricampeões nacionais vão ter de apresentar argumentos para fazerem boa figura. Apesar das saídas de Moutinho e James, a equipa parece ter ficado mais equilibrada, pelo acerto que aparentemente terá feito nas aquisições efectuadas. Ora esta competição é o palco perfeito para aferir com toda a propriedade dessa justeza.

Desde já, o técnico Paulo Fonseca surpreendeu com as escolhas efectuadas dos atletas para este jogo. Diego Reyes e Izmaylov foram chamados e constituem as principais novidades na lista dos convocados.

O jovem central mexicano beneficia da lesão sofrida por Maicon frente ao Gil Vicente, enquanto o médio russo faz a sua estreia esta época entre os eleitos do técnico portista.

Para além de Maicon, também Defour não está disponível devido a castigo que transita da época passada, quando foi expulso em Málaga.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Champions League - Fase de Grupos - 1ª Jornada - Grupo G
PALCO DO JOGO: Estádio Ernst Happel - Viena - Áustria
DATA E HORA DO JOGO: Quarta-feira, 18 de Setembro de 2013, às 19:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Craig Thomson - Escócia
TRANSMISSÃO: SportTv1

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

SORTEIO CHAMPIONS LEAGUE



O FC Porto,cabeça de série do seu grupo, vai ter a companhia do Atlético de Madrid, de Espanha, do Zenit, da Rússia e do Áustria de Viena, da Áustria, para discutirem a passagem aos oitavos-de-final, da prova.

Vão ser, em princípio, os regressos ao Dragão de Cristian Rodríguez e Hulk, dois ex-jogadores do FC Porto, que militam no Atlético e Zenit, respectivamente.

Parece-me nitidamente uma luta a três, com os austríacos como out-sider.

A campanha europeia inicia-se precisamente em Viena, uma cidade muito querida dos portistas. Foi lá que o FC Porto venceu o seu primeiro troféu internacional:

1ª Jornada - 18 de Setembro de 2013 - Áustria de Viena - FC Porto
2ª Jornada - 01 de Outubro de 2013 - FC Porto - Atlético de Madrid
3ª Jornada - 22 de Outubro de 2013 - FC Porto - Nenit
4ª Jornada - 06 de Novembro de 2013 - Zenit - FC Porto
5ª Jornada - 26 de Novembro de 2013 - FC Porto - Áustria de Viena
6ª Jornada - 11 de Dezembro de 2013 - Atético de Madrid - FC Porto

Mapa com todos os grupos sorteados: