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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 86












MANICHE - Goleador Nº 86

Apontou 23 golos em 124 jogos com a camisola do FC Porto, durante as 3 temporadas ao seu serviço (2002/03 a 2004/05).

Nuno Ricardo de Oliveira Ribeiro, conhecido nos meandros do futebol pela alcunha de Maniche, nasceu no dia 11 de Novembro de 1977, em Lisboa, razão pela qual começou a sua carreira de futebolista nas escolas de formação do Benfica.

Tendo em conta que foi objecto de análise individual neste blogue, na rubrica "INTERNACIONAIS PORTISTAS", editado em 24 de Outubro de 2011, não me vou alongar nos dados da sua carreira, que poderão recordar aqui, apenas dar umas pequenas achegas.






















A sua estreia oficial com a camisola do FC Porto aconteceu no dia 25 de Agosto de 2002, no Estádio das Antas, frente ao Belenenses, em jogo da 1ª Jornada do Campeonato Nacional, com empate a duas bolas.

O seu primeiro golo foi obtido em 15 de Setembro do mesmo ano, no Estádio das Antas, frente ao Gil Vicente, na vitória portista por 3-1, em jogo da 3ª Jornada do Campeonato Nacional. O Gil Vicente marcou primeiro, aos 13 minutos e Maniche empatou o jogo, cinco minutos depois.

O último foi em 17 de Dezembro de 2004, no Estádio do Dragão, frente ao Moreirense, na vitória portista, por 1-0, em jogo da 15ª Jornada do Campeonato Nacional.









Palmarés ao serviço do FC Porto (7 titulos):
2 Campeonatos Nacionais (2002/03 e 2003/04)
1 Taça de Portugal (2002/03)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2002/03)
1 Shampions League (2003/04)
1 Taça UEFA (2002/03)
1 Taça Intercontinental (2004)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

INTERNACIONAIS PORTISTAS (ANOS 2000) PARTE IX

Maniche - 97º internacional: Vestiu a camisola da Selecção nacional por 52 vezes (24 pelo FC Porto, 4 pelo Dínamo de Moscovo, 10 pelo Chelsea, 13 pelo Atlético de Madrid e 1 pelo Inter de Milão. Apontou um total de sete golos, dois dos quais na fase final do Euro/2004. Também esteve presente na fase final do Mundial/2006, onde Portugal arrancou o 4º lugar, tendo feito parte da lista dos dez jogadores mais valiosos da competição, fruto das suas excelentes exibições, coroadas com dois golos, frente ao México e Holanda.

Natural de Lisboa, começou a sua carreira de futebolista nas escolas de formação do Benfica, tendo-se estreado como profissional na temporada de 1995/96.

Antes de se afirmar como uma estrela bem cintilante no panorama do futebol nacional e internacional, Maniche passou ainda, durante três épocas, por empréstimo, pelo Alverca, até regressar ao seu clube de origem em 1999/2000. Alguma irreverência somada a problemas disciplinares, criaram o clima propício para nova saída, razão pela qual apareceu, de forma algo surpreendente, ligado ao FC Porto, a custo zero, durante o defeso que antecedeu a época 2002/03.

Escolhido e treinado pelo «Special One» José Mourinho, que o conhecia aquando da sua efémera passagem pelo Benfica, logo se destacou como um dos mais influentes jogadores portistas, vencendo, logo no ano de estreia, as três mais importantes competições em disputa: a Taça Uefa, o Campeonato nacional e a Taça de Portugal.

Na época seguinte voltou a estar em grande, contribuindo para mais um conjunto de êxitos inolvidáveis, que culminou com a conquista da Liga dos Campeões Europeus, depois de já ter garantido a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira e o Campeonato Nacional.

Maniche foi o que se pode chamar, no futebol moderno, um "box to box" (posição também conhecida por volante). Dotado de grande pulmão, estendia a sua acção de uma área à outra, aparecendo com frequência na zona de finalização.  Dos seus imensos dotes técnicos evidenciavam-se a sua excelente qualidade de passe (a longa, média ou curta distância), a sua magnífica visão de jogo, a rapidez de raciocínio, a facilidade de ganhar espaços entre linhas e ainda a invulgar capacidade de remate de média e longa distância, que lhe proporcionaram belos golos.

Na terceira época ao serviço do FC Porto, Maniche deixou-se contagiar pela ansiedade do «salto a todo o custo», para campeonatos mais competitivos e/ou incomparavelmente mais atractivos financeiramente, enveredando por um comportamento oscilante, que haveria de dar os frutos ambicionados. Assim, depois de ter vencido mais uma Supertaça Cândido de Oliveira e a Taça Intercontinental, foi cedido ao Dínamo de Moscovo por 16 milhões de euros.

Maniche acabou percorrendo uma trajectória muito idêntica à de Costinha. Também ele não voltaria a exibir-se ao mesmo nível.

Em Moscovo não foi feliz e acabaria, primeiro emprestado ao Chelsea e depois ao Atlético de Madrid, onde permaneceu durante três temporadas. Pelo meio ainda vestiu a camisola do Inter de Milão. Em 2009/10 ingressou no FC Colónia, da Alemanha, regressando a Portugal em 2010/11, para representar o Sporting. Com a chegada de Domingos Paciência aos leões, esta época, acabou dispensado.

(Continua)
Fonte: International Matches 2003/09