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terça-feira, 6 de março de 2018

DEFENDIDA A HONRA


















FICHA DO JOGO






























Com a eliminatória já resolvida a favor dos ingleses em função da goleada sofrida no Dragão, o FC Porto pisou o relvado de Anfield Road com grande dose de pragmatismo, aceitando a superioridade do adversário, ao ponto de actuar com todas as cautelas defensivas possíveis.

Sérgio Conceição, pelas limitações conhecidas a que somou alguma gestão, fazendo descansar alguns dos habituais titulares disponíveis, promoveu dez alterações, em relação ao jogo da 1ª mão. Só Diego Reyes foi titular nos dois jogos. Destaque para a utilização, em estreia absoluta na equipa principal, do jovem médio da equipa B, Bruno Costa e para os regressos à titularidade de Jesús Corona e Aboubakar.

























Perante adversário tão poderoso, os Dragões enveredaram por um jogo mais controlado, mais seguro e por isso com menos erros, salvaguardando de algum modo o descalabro da 1ª mão.  

Tal atitude provocou incomparavelmente menos capacidade ofensiva, contando-se pelos dedos de uma mão as saídas organizadas  com remates à baliza e quase uma nulidade de oportunidades sérias criadas, durante todo o jogo.

O Liverpool também não foi muito agressivo, apesar de não ter feito muitas mexidas no seu onze inicial, jogando com o resultado conseguido no Dragão. Mesmo assim, tentou obviamente vencer este encontro, mas não foi capaz de criar mais de duas boas ocasiões para marcar, uma das quais com a bola a esbarrar no ferro da baliza de Casillas.

Foi portanto um jogo de muitas expectativas, relativamente ao comportamento da turma liderada por Sérgio Conceição, que conseguiu rectificar a má imagem da 1ª mão, mostrando principalmente nos últimos 15 minutos da partida, que esta eliminatória podia e devia ter sido bem mais equilibrada.

Parabéns para o comportamento dos cerca de 3 mil apoiantes portistas que nunca se calaram durante a partida, dando um exemplo fantástico e admirável, muito apreciado pelos nossos adversários de hoje.




















Agora, afastados dos grandes palcos europeus, EU QUERO O PORTO CAMPEÃO!!!!

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

DRAGÃO TRUCIDADO POR LOCOMOTIVA BRITÂNICA

















FICHA DO JOGO































Imaginem um motociclista que perante uma passagem de nível fechada, com o sinal de perigo em persistente e ruidoso alarme sonoro, mas mesmo assim e com atitude de excessiva confiança, decide contornar as barreiras e arriscar a travessia, sem tão pouco cuidar de olhar em ambas as direcções. Atitude fatal! Nesse preciso momento, o comboio de alta velocidade (TGV) irrompe a toda a velocidade, trucidando o incauto motociclista.

Foi assim que eu vi este jogo entre o FC Porto e o Liverpool, não sendo difícil identificar quem é quem, nesta imagem de retórica. 

A equipa do FC Porto pisou o fustigado terreno do encontro com 3 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior. Regressos de Ricardo Pereira, Brahimi e do recuperado Ivan Marcano, em detrimento de Maxi e Corona, por opção e de Felipe, por castigo.
























Num jogo previsivelmente complicado face à reconhecida valia do adversário, a equipa portista beneficiou de um período de cerca de 25 minutos, em que a equipa inglesa apareceu expectante como que a tomar o pulso às possibilidades portistas. Viu-se então muitas cautelas, futebol pausado, preocupação para ter bola e não a perder em situações comprometedoras, muito controle e algum respeito mutuo.

Nesse período, Otávio foi protagonista, aos 9 minutos, ao desperdiçar uma das raras oportunidades portistas, para fazer funcionar o marcador a seu favor. Falhou com o remate a ser ainda desviado por um defesa.

Começou a falhar também a lucidez ao futebol portista, com passes transviados, dificuldade de ligação e perdas de bola inconvenientes a permitir contra golpes que acabariam por ter consequências nefastas.

O Liverpool, ao contrário, foi ficando confortável no jogo, ganhando mais bola e ameaçando a área portista, com futebol rectilíneo, rápido, criterioso, ameaçador e eficaz.

Face a este maior ascendente britânico em contraposição com algum desnorte portista, os golos acabariam por surgir.

O primeiro de forma até algo fortuita. Reposição manual de José Sá interceptada no meio campo portista, seis (!) jogadores azuis e brancos (Herrera, Ricardo, Marcano, Reyes, Alex e Sérgio) concentrados no condutor da bola (Lovren), incapacitados de evitar o remate. Bola a tabelar nas costas de Diego Reyes e ressalto para o mesmo Lovren, com os mesmos seis, todos ao molho entre a marca da grande penalidade e a linha limite da grande área, mais um toque para a esquerda, onde Mané, livre de adversários, rematou fraco, fazendo a bola bater por debaixo do corpo de José Sá, resvalando para as malhas. Lance muito consentido que terminou num «peru» de Sá (25').

Se o jogo portista já denunciava fragilidades pouco habituais, a partir de então as coisas pioraram, precipitando um autêntico desnorte.

Foi um Liverpool, mais senhor do jogo, mais incisivo, mais intenso, mais demolidor que quatro minutos depois ampliou a vantagem.

Alex Telles afastou com um balão o esférico da sua área, Marega na tentativa de recolha terá sofrido falta de Milner, que o árbitro não sancionou, progressão do médio inglês com remate a bater no poste esquerdo de José Sá e a ir ao encontro de Salah, completamente solto em posição frontal, com o virtuoso egípcio a controlar a bola, a evitar o guardião portista e a marcar o segundo, num trabalho fabuloso, só ao alcance dos predestinados.

Tentou o FC Porto responder, mas sempre sem grande convicção, sem discernimento e lucidez, perdendo duelos, passes, insistindo em lançamentos longos e sobretudo em individualismos, quer de Brahimi como de Marega.

Ainda assim criou uma nova oportunidade, antes do intervalo, numa combinação perfeita entre o argelino e Soares, com o remate do brasileiro a sair rente ao poste.

No segundo tempo os Dragões apareceram com uma alteração. Otávio ficou nas cabines dando o seu lugar a Jesús Corona.

Nos primeiros minutos pareceu que os azuis e brancos estavam mais calmos, conscientes e lúcidos, ensaiaram algumas jogadas bem delineadas de ataque, mas a resposta do Liverpool foi demolidora.

Aos 53 minutos, numa jogada de contra ataque conduzida por Salah que colocou a bola em posição central, na entrada da área, onde Firmino, entre dois jogadores portistas, rematou, José Sá correspondeu com defesa de palmada para a esquerda, para a entrada fulminante de Mané que não perdoou. Jogada simples, rápida e eficaz a apanhar a defensiva azul e branca em contra pé.

Este golo acabaria com um pequeno período de algum equilíbrio lançando os ingleses para uma exibição de alto gabarito, reduzindo a pó a já de si fragilizada equipa portista que nunca mais se encontrou.

A consequência acabaria por ser devastadora com mais dois golos na baliza portista e uma incapacidade confrangedora dos jogadores do FC Porto que acuraram e de que maneira a maior valia adversária.

Firmino aos 69 minutos e Mané aos 89 minutos coloriram o resultado final.

Numa noite fria, desagradável e chuvosa, valeu o espectáculo dado pelas claques organizadas do FC Porto que nunca se calaram, apesar do duro revés.























Está pois encontrado o vencedor desta eliminatória na mais expressiva derrota de sempre em casa do FC Porto, nas provas da UEFA.

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

A PROVA DO ALGODÃO CONFIRMOU DRAGÃO DE CHAMPIONS LEAGUE

















FICHA DO JOGO






























Depois de três empates consecutivos, dois deles na prova da «padralhada» com as susceptibilidades inerentes,  e o outro frente ao Besiktas, o FC Porto necessitava de vencer para garantir (sem depender de terceiros) a sua passagem aos oitavos-de-final da prova rainha do futebol europeu.

Os Dragões não desiludiram e demonstraram a sua real capacidade e mérito para estar no grupo dos 16 clubes que vão discutir  as próximas fases.

Com apenas uma alteração no onze titular, André André em vez de Sérgio Oliveira (castigado por ter atingido o limite de cartões amarelos), os azuis e brancos começaram o jogo de uma forma algo desconfortável, motivado pela pressão alta exercida pela equipa monegasca.






















Porém, na primeira oportunidade para fazer golo, aos 9 minutos, Aboubakar, bem assistido por Brahimi, não perdoou e restitui à equipa a confiança e a serenidade necessárias para tomar conta do jogo e partir para uma exibição muito positiva, pendular e esclarecedora.























Tão esclarecedora, quer ao nível da exibição como da concretização. A primeira parte rendeu 3 golos, resultado confortável, com destaque para Aboubakar e Brahimi. O camaronês bisou aos 33 minutos, depois de uma jogada envolvente em que Aboubakar demonstrou toda a sua capacidade de goleador.























Depois foi Brahimi a receber uma assistência de Aboubakar e a facturar com a criatividade que o caracteriza, já em cima do intervalo.























Referência para a justa expulsão de Felipe, aos 38 minutos, juntamente com o seu adversário, com quem se envolveu (Ghezzal), obrigando  Sérgio Conceição a operar uma substituição forçada (saída de André André para a entrada de Diego Reyes).

No segundo tempo o FC Porto continuou a dominar, agora com mais calma e serenidade, permitindo ao Mónaco abeirar-se com mais frequência perto da sua área. As entradas dos ex-portistas Moutinho e Falcao deram à equipa adversária mais argumentos, mas os azuis e brancos nunca deixaram de mandar no jogo.

Aos 61 minutos Marcano cortou com alguma imprudência uma bola que lhe terá tocado no braço e o árbitro não hesitou em marcar a respectiva grande penalidade, ele que tinha deixado passar uma mão bem mais flagrante na área contrária. José Sá adivinhou o lado mas o remate forte de Glik não lhe deu hipóteses.

Quatro minutos depois Alex Telles rematou forte, cruzado e bateu o guardião contrário, num golo de belo efeito, restituindo a vantagem de 3 golos.























Falcao, de regresso ao Dragão teve a oportunidade de surgir na pequena área a cabecear como muito bem sabe, reduzindo o marcador para 4-2, mas o resultado acabaria por se fixar com novo golo portista. Cruzamento de Ricardo Pereira, depois de um belo trabalho de Corona, com Soares a aparecer  livre de marcação a cabecear para o golo.























Resultado volumoso e justo, num jogo em que ganhar era o objectivo, ficando provado inequivocamente que o FC Porto é o clube mais forte de Portugal.

terça-feira, 21 de novembro de 2017

OITAVOS É AMBIÇÃO POSSÍVEL

















FICHA DO JOGO






























No «Inferno» de Istambul, o FC Porto voltou a sair sem conhecer o gosto amargo da derrota. Esteve a ganhar, mas não conseguiu aguentar a vantagem durante muito tempo. Mantém o 2º lugar do grupo, agora em igualdade pontual com o Leipzig, mas continua a depender de si próprio para se apurar para os oitavos-de-final da prova.

Sérgio Conceição operou 5 alterações no onze titular, em relação ao jogo anterior para a Taça de Portugal. José Sá, Maxi Pereira, Sérgio Oliveira, Herrera e Brahimi, foram desta vez os eleitos. Casillas, André André, Óliver Torres, HernÂni e Jesús Corona, os preteridos:
























Excelente primeira parte, com futebol consistente, ainda que em alguns momentos se tivesse notado algum nervosismo e precipitação, face à enorme pressão vinda do exterior como da equipa contrária que tudo fez para asfixiar  a construção ofensiva portista. O enorme controlo defensivo e as saídas para o ataque com critério e segurança, foram as características mais marcantes que acabariam por dar frutos.

Marcou primeiro num lance de laboratório. Livre apontado por Alex Telles a combinar com Ricardo Pereira, cruzamento rasteiro para a área onde Felipe apareceu, qual ponta de lança a rematar de primeira, para um golo de belo efeito.
























Pouco depois podia até ter dilatado o marcador, não fora Aboubakar desperdiçar uma bela ocasião.

A raça dos turcos, sempre muito rápidos e incisivos, acabou por fazer estragos na defensiva portista, que se deixou empatar.

A segunda parte foi bem menos conseguida pelos Dragões que tiveram de suar e contar com alguma sorte para segurar o empate. Ainda assim Ricardo podia ter aproveitado melhor uma soberana ocasião para dar alguma injustiça ao resultado.

O FC Porto continua na luta pelo apuramento, bastando para isso fazer o mesmo resultado do Leipzig.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

GANHAR COM CABEÇA E CLASSE

















FICHA DO JOGO































Depois da derrota na Alemanha, era imperioso vencer para manter viva a aspiração de se qualificar para os oitavos-de-final da Champions League. Tarefa obviamente complicada face à real capacidade da equipa adversária.

Sérgio Conceição voltou a apostar no onze titular que tão boa conta tinha dado no estádio do Bessa, no encontro anterior.
























Entrada no jogo de forma algo receosa, com muitas cautelas a denunciar alguma intranquilidade o que originou futebol confuso, sem ligação, também por culpa da pressão alta da turma germânica.

Os Dragões tiveram ainda que ultrapassar a primeira contrariedade do jogo, com a necessidade de ter de substituir o lesionado Marega, logo aos 7 minutos, revés considerável na manobra ofensiva. André André foi o eleito por Sérgio Conceição, preferindo reforçar o meio campo em vez de lançar o único avançado no banco, Hernâni.

Ainda assim, seis minutos depois o FC Porto chegaria à vantagem no marcador, na sequência de um lance de bola parada. Canto cobrado por Alex Telles, do lado direito do ataque portista, Herrera no lado esquerdo tocou atrasado de cabeça para o centro da grande área onde se encontravam vários jogadores, alguma confusão com a bola a sobrar novamente para o mexicano que com frieza e clarividência rematou, batendo o guardião contrário.





















A turma alemã tentou elevar o ritmo e a pressão, condicionando e de que maneira o jogo ofensivo portista, obrigando os azuis e brancos a um recuo no terreno, raras vezes contrariado até ao final da primeira parte. 

José Sá foi inclusivamente chamado a uma espectacular defesa, na cobrança de um livre directo e a defensiva portista teve de se aplicar para não ser surpreendida.

Sérgio Conceição, mais uma vez,  deve ter sido muito interventivo no balneário já que a turma portista abordou o segundo tempo de uma forma bem mais positiva e competente. Foi uma mudança radical no seu futebol, agora de forma consistente, criteriosa e eficaz.

Apesar dessa atitude, haveria de ter de passar por duas novas provações como que num teste inequívoco à personalidade da equipa. A primeira, aos 48 minutos, num lance de grande mérito para o ataque do Leipzig ao explorar com classe, uma desatenção defensiva portista, na obtenção do golo do empate.

A equipa portuguesa não se amedrontou e reagiu com a personalidade dos grandes campeões. Assentou o seu jogo, tomou conta da partida, provocando o jogo faltoso da equipa adversária. Foi precisamente na sequência de um desses livres que os Dragões se recolocariam em vantagem no marcador.

Cobrança exemplar de Alex Telles para a marca de grande penalidade onde Danilo Pereira foi mais rápido a saltar e a cabecear com êxito.






















Entretanto surgiu a 2ª provação com a lesão de Jesús Corona, aos 70 minutos, ele que se vinha evidenciando nesta segunda metade. Sérgio Conceição optou por lançar Maxi Pereira. Seria expectável o defesa uruguaio entrar para  defesa lateral direito e o adiantamento de Ricardo, mas surpreendentemente não foi isso que aconteceu. Maxi ficou mais adiantado e Ricardo manteve-se no seu lugar.

Os Dragões sentiram que o jogo tinha de ser mais controlado e então passaram a privilegiar  a troca de bola em ritmo mais moderado e com saída para o ataque de  forma cerebral, diga-se que com grande eficiência já que a sua baliza nunca esteve exposta (Diego Reyes entrara para substituir Brahimi) e ainda lograram marcar o terceiro golo num contra-ataque bem lançado por Aboubakar e superiormente aproveitado por Maxi Pereira que na cara de Gulácsi não perdoou.





















Vitória importante, valorizada por um adversário muito complicado que deixa o FC Porto na 2ª posição e a depender de si próprio.. 

terça-feira, 17 de outubro de 2017

SUPERIORIDADE ALEMÃ ANIQUILOU DRAGÃO SEM FOGO

















FICHA DO JOGO































Segunda derrota em três jornadas da Champions League parece ser demonstrativo da falta de capacidade actual para o embate europeu.

A equipa alemã, estreante nestas andanças, foi bastante superior e aniquilou quase por completo a equipa do FC Porto de tal forma que a equipa portuguesa nunca foi capaz de esboçar uma reacção convicta, apesar de ter chegado ao empate, depois do primeiro golo sofrido.

O guarda-redes José Sá foi a maior surpresa no onze titular escalado por Sérgio Conceição, que também contou com uma segunda alteração (Layún em vez de Ricardo Pereira), em relação ao onze titular apresentado no Mónaco.























A equipa portista entrou bastante intranquila, desligada, precipitada e até desconcentrada, perdendo todos os duelos, os ressaltos, bolas em zonas complicadas do terreno, permitindo aos alemães «cavalgar» com muito perigo até à sua área de uma forma  muito comprometedora. 

Um erro de José Sá, permitiu à equipa alemã adiantar-se no marcador, logo aos 8 minutos, numa altura em que os jogadores portistas ainda andavam completamente atarantados. Esse espírito manteve-se até ao golo do empate, obtido por Aboubakar, na sequência de um lançamento de linha lateral, com intervenção na área contrária dos centrais portistas, Marcano e Felipe, com a bola a sobrar para o camaronês disparar com êxito.





















A toada frenética do Leipzig continuou a acentuar a péssima exibição portista, com laivos de descoordenação, saindo tudo mal (passes, perdas de bola, tentativas de saída e sobretudo erros defensivos que custaram pelo menos dois golos e mais alguns ameaços).

A perder por 3-1 e com as principais peças azuis e brancas, completamente desinspirados, chegou a temer-se uma derrocada, mas em mais um lance de bola parada, Marcano deu algumas esperanças de recuperação.





















No segundo tempo a equipa portuguesa conseguiu travar um pouco o ritmo alemão, mas nunca foi capaz de manifestar capacidade para virar o resultado. As melhores ocasiões para fazer o resultado voltar a funcionar foram da equipa da casa, pelo que a derrota foi merecida e um justo castigo à bastante fraca performance da equipa do FC Porto.

Continua tudo em aberto, mas vai ser necessário um FC Porto bem mais competente para conseguir chegar à fase seguinte.