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sábado, 17 de maio de 2014

CONTAS FINAIS DA TEMPORADA (CONTINUAÇÃO)

IV PARTE


No computo geral, a produção de golos apenas divergiu da temporada anterior pela diferença de menos 2 alcançados.





















Destaque mais uma vez para o avançado colombiano Jackson Martinez, que bisou a sua condição de melhor marcador, quer do Campeonato nacional, quer no total de todas as provas. 

Também para Quaresma que apenas foi integrado em Janeiro e, ainda assim conseguiu ser o 3º mais produtivo.













































No ranking de goleadores portistas, tabela que vem sendo apresentada semanalmente, estas performances influenciaram a classificação já apresentada, com as subidas de Lucho Gonzalez, para a 24º posição, com 62 golos, ultrapassando Emil Kostadinov (61 golos), de Jackson Martinez ao 26º lugar, com 60 golos, destronando Azumir (59 golos) e de Silvestre Varela ao 44º lugar, com 48 golos, ultrapassando Lemos e Jaime Magalhães, ambos com 46 golos.




























(...)





sexta-feira, 16 de maio de 2014

CONTAS FINAIS DA TEMPORADA (CONTINUAÇÃO)

PARTE III

A temporada portista foi composta por 53 jogos oficiais, relativos a 6 provas distintas e que apenas rendeu um título, ficando bastante aquém da performance da temporada anterior.













Esta temporada realizou mais 6 jogos, teve menos 5 vitórias, mais 3 empates,  mais 3 derrotas, marcou menos 2 golos e sofreu mais 24 golos.








































(Clicar no quadro para ampliar)

As equipa técnicas utilizaram 30 atletas nas seis provas em que o FC Porto esteve envolvido. Jackson Martinez foi o que participou em mais jogos e o que registou mais minutos em campo.












































































(Continua)

quinta-feira, 15 de maio de 2014

CONTAS FINAIS DA TEMPORADA (CONTINUAÇÃO)

PARTE II

Apesar das performances inconstantes, o FC Porto foi avançando razoavelmente, pelo menos em termos de resultados, quer na Taça de Portugal, quer na Taça da Liga. Em ambas as provas foi eliminado nas meias-finais.

Trofense, V. Guimarães, Atlético e Estoril foram os adversários que se cruzaram no caminho dos Dragões e foram sendo eliminados sucessivamente na Taça de Portugal.

Nas meias finais, jogadas a duas mãos, os azuis e brancos ainda venceram no Dragão, o Benfica, por 1-0, numa das melhores exibições portista de época, onde foram desperdiçadas oportunidades de golo que poderiam ter sentenciado a eliminatória. Não conseguindo concretizar mais que um golo, o FC Porto ficou à mercê do adversário, que em sua casa foi mais eficaz, revertendo o resultado a seu favor.









Também na Taça da Liga, última oportunidade para garantir o título, o FC Porto não foi feliz. Começou por se qualificar para a meia final, liderando o seu grupo em que teve como adversários o Sporting, o Penafiel e o Marítimo.

Nas meias-finais, jogadas no Dragão, mais uma vez contra o Benfica, os Dragões não foram capazes de marcar no tempo regulamentar, apesar das inúmeras oportunidades falhadas, algumas escandalosamente e na lotaria das grandes penalidades, a actuação, mais uma vez desastrosa, ditou o destino da eliminatória.









Duas eliminações frente ao Benfica, de forma absolutamente imperdoáveis.

Em termos internacionais, também a actuação portista esteve muito longe do que seria exigível.

Colocado no Grupo G da Champions League, na companhia de Áustria de Viena, Atlético de Madrid e Zenit Ste. Petersburgo, os Dragões acabaram por ter uma das piores prestações de sempre, nesta prova. Em 6 jogos apenas venceu 1 (na Áustria), fez 2 empates e acumulou 3 derrotas, duas das quais em sua própria casa, local onde não logrou vencer qualquer partida.



















O 3º lugar averbado permitiu-lhe ser relegado para a Liga Europa, onde era suposto ter mais hipóteses.

Mas também nesta prova a performance portista foi marcada por uma inconstância permanente, capaz de coisas bonitas e outras banais durante os jogos, razão pela qual não passou dos quartos-de-final da prova, eliminado pelo Sevilha de uma forma estrondosa (4-1, no Rámon Sánchez Pizjuán).









Época desastrosa com responsabilidade a dividir por todos (SAD, equipas técnicas e jogadores), a não repetir.

(Continua)

quarta-feira, 14 de maio de 2014

HORA DAS CONTAS FINAIS DA TEMPORADA


PARTE I


Encerradas todas as competições da temporada, para o FC Porto, está na hora do balanço e apresentação das contas finais.

Terminado o ciclo de Vítor Pereira no comando técnico da equipa portista, Pinto da Costa decidiu apostar num treinador sem experiência, mas que se revelara no comando do Paços de Ferreira, classificando-o num surpreendente 3º lugar e qualificando-o para o play-off da Champions League. Paulo Fonseca.






















Com as saídas de João Moutinho e James Rodríguez, para o AS Mónaco, o FC Porto teve de ir ao mercado para reforçar a equipa.














A estes juntar-se-iam os emprestados, Jorge Fucile e Abdoulaye.

























Deste plantel foram sendo afastados sucessivamente, Tiago Rodrigues (emprestado ao V. Guimarães), Iturbe (emprestado com cláusula de opção ao Hellas Verona), Castro (emprestado com cláusula de opção ao Kasimpasa), Abdoulaye (emprestado ao V. Guimarães e repescado na janela de Inverno), Marat Izmaylov (dispensado para tratar de assuntos pessoais e depois emprestado ao FK Qabala), Otamendi (vendido no mercado de Inverno ao Valência) e finalmente Jorge Fucile (proibido de treinar com o plantel, após incompatibilização com o treinador).

Ricardo Quaresma foi a contratação de Inverno.

Paulo Fonseca começou por alterar o triângulo do meio campo, fazendo a equipa actuar com dois médios mais recuados, no apoio à defesa e um mais avançado, no caso Lucho Gonzalez, bem mais junto do ponta de lança.

A época começou em bom nível, com a vitória na Supertaça Cândido de Oliveira (a 5ª consecutiva), disputada no Estádio Municipal de Aveiro, frente ao V. de Guimarães e com resultado (3-0) a condizer com a exibição.





















A equipa também entrou bem no Campeonato nacional e à oitava jornada dispunha de uma vantagem de 5 pontos para os principais rivais, porém, foi perdendo o gás e resvalando para exibições cinzentas que lhe custaram a perda de pontos, a liderança e o afundamento na classificação com desvantagem pontual que chegou aos 13 pontos finais.























Paulo Fonseca, impotente e incapaz de reverter a situação pediu várias vezes a sua demissão, mas só em Março, Pinto da Costa decidiu aceitar e colocar no cargo, de forma interina, o treinador da equipa B, Luís Castro, que também não conseguiu fazer melhor.

Realmente o jovem e inexperiente técnico sentiu dificuldades e mostrou não estar preparado para conduzir um grupo de jogadores ambiciosos, com tiques de vedetas e cabeças ocupadas com contratos milionários. Era necessária firmeza, disciplina, pulso e visão, qualidades que o técnico raras vezes demonstrou.

(Continua)