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terça-feira, 13 de agosto de 2019

DERROTA QUASE ESCANDALOSA AFASTA DRAGÕES DA CL

















FICHA DO JOGO






























Depois de um resultado prometedor na Rússia, o que hoje aconteceu no Dragão chegou a roçar o escândalo. Sofrer 2 golos em 13 minutos e 3 em 34, não lembrava nem ao diabo. Pois foi isso que aconteceu, num desmoronamento literal das linhas recuadas do FC Porto, inviabilizando desde logo a possibilidade de continuar a lutar pela fase de grupos da Champions League.

O técnico portista optou por fazer desta vez cinco alterações, em relação ao jogo anterior, em Barcelos: Saravia, Danilo Pereira Nakajima, Luis Díaz e Marega, deixaram no banco Wilson Manafá e Zé Luis, enquanto Bruno Costa, Otávio e Soares nem sequer foram convocados.


























Foi com uma péssima primeira parte que os Dragões hipotecaram a qualificação para o play-off da Champions League. Defensiva sonolenta, perdas de bola irritantes e reacção à perda de bola em câmara lenta, tornaram um jogo que se antevia difícil mas ultrapassável, num violente e surpreendente pesadelo.


Perder por 2-0 aos 13 minutos, com os russos a concretizarem os dois remates de que dispuseram nesse período, é um handicap complicado de ultrapassar e um «soco» violento no estômago, especialmente para uma equipa em formação, que ainda não teve o tempo de maturação necessário para ser considerado um conjunto coeso, homogéneo, competente e eficaz.

Especialmente nesta primeira parte, tal como nos 90 minutos de Barcelos, ficou evidente a falta de ligação entre os sectores, a descoordenação individual e a falta de tempo para as novas unidades se adaptarem, permitindo aos adversários explorar com todo o à vontade, os imensos erros que os jogadores portistas vão acumulando. 

A equipa da época passada sofreu uma mudança violenta (Casillas, Maxi, Felipe, Militão,  Óliver Torres, Herrera e Brahimi, entre mais alguns menos importantes), elementos que foram substituídos tarde e a más horas, tendo em conta esta fase prematura da Pré -eliminatória da Liga dos campeões europeus. Falhanço completo no planeamento na época que agora começou, com os resultados que se estão a ver.

Na segunda parte o FC Porto tentou reagir mas nem sempre da melhor maneira. Graças ao guardião Marchesín o resultado não foi mais ampliado, com mais uma defesa monumental e foi já em desespero que os golos portistas surgiram.

Primeiro por Zé Luís, que tinha entrado ainda na primeira parte (37'), a render o defesa Saravia (jogo fraquinho, principalmente a defender), num golpe de cabeça, na sequência de um cruzamento de Alex Telles (57') e depois por Luís Díaz (76'), num «tirasso» bem colocado, a renovar as esperanças da plateia portista, que encheu quase por completo o Estádio do Dragão.

Os azuis e brancos empolgaram-se mas mais com o coração do que com a cabeça. O golo do empate esteve perto de acontecer não fora a precipitação geral, demonstrando que se a temporada tivesse sido bem planeada, outro galo cantaria.

Agora é dar tempo ao tempo e ir tentando não complicar mais aquilo que começou da pior maneira. 

quarta-feira, 7 de agosto de 2019

RÚSSIA, TERRA DA FELICIDADE PORTISTA

















FICHA DO JOGO






























O FC Porto iniciou a temporada oficial com mais uma vitória na Rússia (a 6ª em 8 jogos), batendo desta vez o Krasnodar,com um golo da autoria de Sérgio Oliveira, de livre directo, já muito perto do fim da partida.

O técnico portista que não pode estar no banco, por estar a cumprir castigo, escalonou o onze inicial  com duas novidades (o reforço Marchesín e o recém promovido Romário Baró, para além de mais duas caras conhecidas, os regressados Marcano e Sérgio Oliveira).


























Foi um jogo em que a equipa portuguesa entrou bem, a controlar e a dominar durante toda a primeira parte, com os sectores mais recuados em bom plano. 

O mesmo não se poderá dizer da linha avançada que denotou muita indecisão no remate, fraca pontaria e sobretudo falta de classe. Marega desperdiçou aos 12 minutos uma excelente oportunidade de marcar.

A segunda parte foi bem pior para os azuis e brancos que tiveram de trabalhar com mais afinco na defesa para travar o maior ímpeto adversário, mais perigoso nesse período.

Romário (hoje pouco assertivo)  foi o primeiro a dar o seu lugar aos 55 minutos, para a entrada do novo reforço Luis Díaz, a mostrar alguns bons apontamentos. Soares, também ele muito complicado, foi o segundo a sair para a entrada de Zé Luís, aos 74 minutos. O novo reforço pareceu-me mais dinâmico, cavando a falta que haveria de ser transformado em golo, aos 89 minutos, numa cobrança irrepreensível de Sérgio Oliveira.
























Um pouco antes, aos 84 minutos, Corona, mais uma exibição muito pobre, deu o seu lugar a Otávio e ainda antes, aos 80 minutos o guarda-redes portista mostrou os seus dotes com aparatosa defesa a evitar o golo dos russos.

Vitória justa da melhor equipa, a dar vantagem na eliminatória que terá de ser confirmada na 2ª mão no Dragão.