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domingo, 15 de maio de 2022

CONCLUSÃO DE UM CAMPEONATO COM SUPERIORIDADE ARRASADORA

 
















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto concluiu o campeonato nacional com mais uma vitória, agora frente ao Estoril, batendo o recorde de pontos conquistados (91), a que somou a maior série de jogos sem derrotas (58). A par disso, registou o melhor ataque (86 golos marcados) e a melhor defesa (22 golos sofridos).

Consagrou 33 atletas, no jogo de hoje os 4 do plantel actual que ainda não tinham sido utilizados.

Sérgio Conceição quis muito encerrar a prova com mais um triunfo e por isso fez apenas uma alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior, com a troca de guarda-redes. Cláudio Ramos em vez de Diogo Costa.
























Já com o título garantido, os Dragões entraram no jogo a dominar, obrigando o seu adversário a acantonar-se no seu reduto defensivo, do qual só a espaços conseguiu sair. Foi um domínio quase total, embora sem oportunidades para inaugurar o marcador, muito à conta de um ritmo baixo que permitiu ao adversário, bem organizado defensivamente, ir anulando as tentativas portistas, muito rendilhadas e nada eficazes. O nulo ao intervalo foi por isso o resultado que melhor traduziu o desempenho até então.

Obviamente que o técnico portista não estava satisfeito e durante o intervalo terá certamente manifestado esse descontentamento e apontado o caminho para chegar ao golo.

A verdade é que a equipa apareceu transfigurada e em apenas 3 minutos construiu a jogada que lhe garantiu o golo de abertura. Cruzamento de Zaidu, na esquerda, que se destinava a Evanilson, mas o capitão do Estoril Joãozinho apareceu em desespero a tentar cortar, mas mais não fez do que introduzir a bola na própria baliza.

As oportunidades sucederam-se, a bola beijou os ferros por duas ocasiões e o golo da confirmação acabaria por chegar ao minuto 88, já depois de quase todas as substituições efectuadas. Pertenceu a Fernando Andrade que tinha saído do banco, dois minutos antes.

Vitória incontestável num jogo de duas faces.


No final a linda festa da entrega do troféu.



domingo, 1 de maio de 2022

TRIUNFO CASEIRO COLOCA DRAGÕES A UM PONTO DO TÍTULO

 















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO

























A três jornadas do fim e vindo de uma derrota em Braga, pairava neste ar impregnado de frustrações verdes e vermelhas, uma forte esperança de mais um passo em falso do Dragão, que recebia o Vizela, equipa ainda na luta pela manutenção e como tal, hipoteticamente capaz de lhes dar essa alegria.

Contudo, a força mental que caracteriza este nobre e leal clube nortenho, ostentando orgulhosamente o escudo da cidade que na história deu o nome a Portugal, mostrou-se mais uma vez preparado  para lutar contra tudo e contra todos, mantendo os seus objectivos intactos após mais uma vitória difícil e de diferentes cambiantes, acabando valorizada pela réplica da também nortenha equipa do Vizela, num jogo emotivo e interessante até ao seu final.

A necessitar de regressar às vitórias para não se desviar do caminho do título e dissipar de algum modo os ruídos venenosos de lagartixas calimeras e papoilas saltitantes, um conjunto de estimáveis alienados que pululam pelas mais variadas vias da Comunicação Social e de uma forma geral pelos vários sectores da vida nacional e que de tudo tentam para sufocar o grito audaz da nossa ardente voz, o técnico portista não fez qualquer alteração no onze inicial, mesmo podendo já contar com Matheus Uribe, recuperado da lesão que o afastou dos 4 jogos anteriores.

























Foi com uma entrada determinada que o FC Porto chegou ao golo da vantagem no marcador, por Evanilson (21'), saindo vitorioso da pressão alta exercida sobre o guarda-redes adversário, ganhando-lhe a bola para a introduzir na baliza.

A vantagem acabaria dilatada sete minutos depois, de grande penalidade sobre Marko Grujic, lance inicialmente assinalada por Manuel Mota ao contrário, posteriormente corrigido, pelo alerta do VAR e visionamento das imagens pelo próprio árbitro. Mehdi Taremi, na linha dos onze metros fez a bola beijar as malhas enquanto o guardião do Vizela se lançava para o lado contrário.

Apesar do jogo controlado, os azuis e brancos deixaram-se surpreender por um lance concretizado com nota artística pelo vizelense Mendez, com um remate indefensável (36').

No intervalo Sérgio Conceição mexeu na equipa, tirando o amarelado Marko Grujic para a entrada do regressado Matheus Uribe.

A equipa visitante mostrava-se então mais ambiciosa, chegando mesmo ao empate, num remate fortuito que sofreu o desvio infeliz de Mbemba, suficiente para mudar a trajetória da bola e enganar Diogo Costa.

Os Dragões não esmoreceram e foram à procura da vitória que chegou aos 56 minutos (3-2). Cruzamento de Pepê, correspondido da melhor forma com um remate de primeira de Mbemba, qual ponta de lança. 

As entradas de Francisco Conceição e Wendell (59') e mais tarde de Galeno (79'), deram ao FC Porto mais poder de fogo e o quarto golo esteve na iminência de acontecer por diversas vezes, mas só surgiu aos 87', num belo trabalho de Francisco Conceição a assistir para o remate de Taremi,  com Pedro Silva  a defender numa primeira fase mas impotente para evitar a recarga do avançado portista.

Resultado justo que premeia a melhor equipa, passando a somar 85 pontos, colocando-se a um ponto da glória, dos seis ainda em disputa.

Mehdi Taremi e Mebemba recolheram os prémios do jogo.

























segunda-feira, 25 de abril de 2022

HUGO MIGUEL, O CALHAU QUE FEZ TROPEÇAR OS DRAGÕES

 
















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO

























E eis senão quando, ao 59º jogo do Campeonato, um calhau com nome de gente, fez tropeçar o até então invencível Dragão, num jogo que se antevia difícil, não muito bem jogado, é verdade, mas que ainda assim teria resultado bem diferente, não fora a mediocridade e a desonestidade dessa figura que estudou na cartilha do Paixão.

Foi com apenas uma alteração no onze titular, regresso de Diogo Costa para a baliza, que Sérgio Conceição fez subir ao relvado do Municipal de Braga, a equipa do FC Porto, que então tinha 9 pontos de vantagem sobre o segundo classificado, um tal Sporting de Lisboa, perdão da 2ª circular (correcção para tentar não ferir suscetibilidades mais sensíveis). 
























Estádio que se apresentou com uma bancada (a destinada aos simpatizantes portistas) meio vazia, porque o clube da casa está a nadar em dinheiro e não quis ceder mais que o número de bilhetes mínimos estabelecidos pelos regulamentos. Além disso, no dia da liberdade, as claques portistas foram impedidas de entrar com os habituais adereços (bandeiras e estandartes). Parabéns aos bracarenses, por esta atitude fascista. 

O jogo começou logo com grande polémica e com o artista do apito a sonegar uma grande penalidade descarada aos 3 minutos, com o guardião Matheus a atropelar Evanilson. Lance que também passou em claro no VAR, num atentado, mais um, à verdade desportiva. Conhecendo bem estes artistas, arrisco-me a dizer, sem perigo de errar, que se este lance tivesse acontecido na área do FC Porto, a decisão teria sido diferente.

Foi uma primeira parte complicada para os azuis e brancos que tiveram muitas dificuldades para ultrapassar o bem escalonado bloco defensivo da equipa da casa, tendo o lance mais perigoso acontecido aos 25 minutos, numa incursão pela direita de Evanilson que cruzou para a pequena área, onde um defesa ao intervir quase fazia auto golo.

De quando em vez o Braga tentava a sua sorte e quase era feliz aos 40 minutos com Ricardo Horta a fazer a bola bater com estrondo no travessão da baliza de Diogo Costa e aos 43 minutos com Abel Ruiz a aproveitar uma falha quase fatal de Pepê, para aparecer na cara do guarda-redes portista, obrigando-o a uma defesa de grande dificuldade.

Ainda antes do intervalo mais motivos para polémica. Taremi sofre um pisão de Yan Couto, dentro da área e quer o apitador de serviço, quer o ceguinho do VAR, entenderam mandar seguir (no passa nada).

Insatisfeito com o desenrolar da partida, o técnico portista deixou no balneário Evanilson, fazendo entrar João Mário, adiantando Pepê, para permitir aos Dragões subir ainda mais e aparecer com mais perigo na área contrária. Pepê obrigou Matheus a uma grande defesa, mas foi o Braga a inaugurar o marcador numa jogada de contra ataque (54').

Os azuis e brancos tentaram reagir mas o fraco discernimento associado à falta de eficácia, impediram que Galeno e Otávio, traduzissem em golos as boas oportunidades que tiveram.

Derrota injusta que castiga a falta de eficácia, num jogo em que a equipa de arbitragem teve influência directa no resultado.








Ficam a faltar 3 jogos/9 pontos, com o FC Porto a necessitar de conquistar 4 pontos para ser campeão, dependendo apenas de si próprio.

domingo, 17 de abril de 2022

CÃES LADRAM, DRAGÕES GOLEIAM

















 FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO
























Depois de uma semana em que todos os rafeiros saíram a terreiro, numa campanha anti-Porto, com argumentos estupidamente defendidos à exaustão visando igualmente o avançado Mehdi Taremi, o FC Porto respondeu como eu mais aprecio, no relvado do jogo, com goleada expressiva e exibição de gala, enquanto Taremi deliciou-nos com 3 golos da sua lavra, com dedicatória especial pera todos os raivosos que tentaram em vão desmoralizá-lo.





























Outro pormenor importante para os tais rafeiros: Foi contra 11 (1 guarda-redes e 10 jogadores de campo), banco de suplentes completo e sem expulsões, ok? Agora continuem a ladrar.

Considerando este jogo com o Portimonense, como mais uma final, Sérgio Conceção viu-se obrigado a fazer uma alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior, em Guimarães. João Mário, incapacitado fisicamente, deu o seu lugar a Evanilson, recuando Pepê para defesa direito.






















Frente a um adversário cujo treinador decidiu poupar alguns titulares, para os defender do 5º amarelo, a somar a algumas lesões, o jogo tornou-se de sentido único, com o golo inaugural a aparecer em cima do minuto 19, por Mehdi Taremi, aproveitando para mandar calar os aziados.

Sem tirar o pé do acelerador, os Dragões concluíram a primeira parte com 4 golos no bornal,  de Marko Grujic (28'), em estreia esta temporada, o bis de Taremi, este de grande penalidade (34') e de Evanilson (40').

Com margem confortável, Sérgio Conceição deixou no banco Zaidu e Otávio, entrando para os seus lugares Wendell e Francisco Conceição e a segunda parte começou com o hat-trick de Taremi (47').

O sexto não demoraria muito (55'), obra de Pepe, que subiu mais alto que a concorrência, desviando a bola de cabeça para o interior da baliza.

Os azuis e brancos mantiveram a sua cavalgada até à área contrária, fechando a contagem aos 60 minutos, no bis de Evanilson.

Foi então que o técnico portista decidiu voltar a mexer na equipa, retirando Pepe, Vitinha e Taremi, para as entradas de Fábio Cardoso, Stephen Eustaquio e Toni Martínez.

O oitavo golo esteve eminente, mas o marcador já não voltaria a funcionar.

Fábio Vieira foi considerado o homem do jogo e Marko Grujic, arrecadou o prémio Mérito e Valores Porto.





domingo, 10 de abril de 2022

TRIUNFO NO BERÇO E RECORD NACIONAL BATIDO

 
















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto deu mais um passo importante rumo ao título, ao vencer em Guimarães o Vitória, com um golo solitário de Taremi, batendo simultaneamente o record nacional de 57 jogos sem conhecer o sabor amargo da derrota.

Sem poder contar com o médio colombiano Matheus Uribe, por lesão, Sérgio Conceição fez duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Santa Clara. Marko Grujic e Mehdi Taremi, renderam Uribe e Evanilson, respectivamente.























Os Dragões entraram no relvado com a noção de que teriam de vencer para manter os seis pontos de vantagem sobre o segundo classificado, que havia ganho o seu jogo na véspera.

Foi pois uma entrada decidida com uma toada eminentemente ofensiva na procura do golo. Pepê teve-o à mercê logo aos 3 minutos, mas não foi eficaz no remate.

Foram trinta e poucos minutos de ataque avassalador, mas sem grandes oportunidades de marcar, face à competente organização defensiva do adversário, com muita gente a ocupar o seu último reduto e a não deixar espaços de penetração.

Mas aos 36 minutos, fruto de uma tenaz insistência, o golo apareceu.  Otávio lançou Taremi para a área, onde o avançado portista foi ceifado pelo guardião vimaranense, provocando grande penalidade que o próprio concretizou.

No minuto seguinte Taremi voltou a ter o golo ao seu alcance mas falhou incrivelmente o alvo, perdendo a possibilidade de dilatar o resultado.

Só aos 42 minutos, o Vitória criou algum perigo, num remate intencional de Rochinha que passou por cima da barra da baliza à guarda de Diogo Costa.

No segundo tempo, o FC Porto voltou a entrar forte e Pepê voltou a falhar o alvo, acertando na rede lateral exterior, aos 46 minutos e aos 61 minutos Taremi voltou a ser derrubado por Bruno Varela, mas desta vez permitiu a defesa.

A partir de então o Vitória cresceu, abordou com algum perigo a área portista, e os Dragões começaram a perder muitas bolas, a falhar muitos passes e a permitir que a equipa da casa tivesse mais bola.

A situação não melhorou com as substituições nem mesmo com a expulsão de Estupiñan, aos 80 minutos. 

Ainda que sem criar situações de golo, os vimaranenses forçaram o FC Porto a maiores cuidados defensivos, mas ainda assim foi Galeno a desperdiçar a melhor oportunidade de marcar, aos 89 minutos.

Vitória merecida e escassa, valorizada pela boa réplica do adversário.

Mehdi Taremi e Pepe, recolheram os prémios do jogo (Homem do jogo e Mérito e Valores Porto, respectivamente).





terça-feira, 5 de abril de 2022

DRAGÃO DERROTA NOBRE... SANTA CLARA

 
















FICHA DO JOGO































SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto mantem os seis pontos de vantagem sobre o segundo classificado, ao receber e vencer de forma limpa, o Santa Clara,  que se apresentou bem apoiado por um tal de Nobre.

Sérgio Conceição, afastado do banco por mais um castigo por dizer verdades, escalou o mesmo onze que na jornada anterior derrotou o Boavista, no Bessa.

























À medida que a temporada se encaminha para o fim, os episódios protagonizados pelos elementos da APAF, vão-se tornando cada vez mais anedóticos, para não dizer ridículos e escandalosos. 

Em Alvalade, a equipa dos calimeros contou com a ajuda inestimável dessa gente, para garantir uma vitória carregada de imundice que deveria envergonhar os responsáveis pelo futebol português.

Hoje, um tal de Nobre, veio ao Dragão disposto a estragar o espectáculo, tentando por várias decisões irracionais, abalar a liderança do FC Porto.

Não foi feliz porque os Dragões formam uma equipa coesa, ambiciosa, trabalhadora e com muita qualidade, que deu um show de bola, mesmo lutando contra duas equipas.

Vai ser assim até ao fim, pelo que teremos de lutar como verdadeiros Dragões, contra tudo e contra todos.

Não se esperava um jogo fácil, mas os azuis e brancos entraram no jogo com a noção da responsabilidade e principalmente com a lição bem estudada para vencer o jogo. Entrada a todo o gás com Evanilson e Fábio Vieira a darem o lamiré, com remates muito perigosos.

Depois, aos 26 minutos Zaidu sofreu falta para penalty (toque de Ricardinho, por trás, na perna e empurrão com o braço esquerdo), que a turma da APAF ignorou, que isto aqui não é Alvalade. Minutos depois Pepê surgiu na cara do golo, mas não aproveitou a oportunidade rematando fraco.

Percebia-se que o golo não tardaria e assim foi. Livre a castigar falta sobre Pepê à entrada da área. Vitinha simulou o remate directo, tocando para o lado, onde apareceu Fábio Vieira a rematar certeiro, surpreendendo quase todos (38').

A equipa portista não descansou com o golo, mantendo a toada ofensiva que viria a dar os seus frutos, três minutos depois, no aproveitamento de um  erro defensivo do Santa Clara. Atraso pouco feliz de um defesa insular, Pepê recuperou a bola, na cara do guarda-redes simulou o remate, obrigando-o a estender-se e com ângulo apertado rematou ao poste, com a bola a sobrar para Fábio Vieira que apareceu no momento certo para rematar a contar.

Na segunda parte o FC Porto baixou um pouco o ritmo, controlou mais o jogo e o resultado, mas continuou a pertencer-lhe as iniciativas mais promissoras para voltar a marcar. 

Vitinha esteve perto de o conseguir, mas o seu remate resvalou num adversário e foi beijar a barra.

Foi já com as 4 substituíções consumadas que o FC Porto chegou ao resultado final. Galeno lançado em profundidade, entrou na área  mas o seu remate foi desviado pelo guarda-redes, para o lado contrário, onde apareceu com oportunismo Zaidu, a empurrar a bola para o interior da baliza.

Vitória inequívoca, frente a um adversário aguerrido, mas que só importunou numa jogada em que Diogo Costa voou para evitar o golo de Ricardinho.

Fábio Vieira e Zaidu, foram os premiados (Melhor em campo e Mérito e Valores Porto, respectivamente).