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domingo, 29 de março de 2015

O FAVORITO PUXOU FINALMENTE PELOS GALÕES

















FICHA DO JOGO

























Ao fim de 4 jogos, Portugal encontra-se finalmente na liderança do seu grupo, na fase de qualificação para o Euro/2016, com dois pontos de vantagem sobre os mais próximos perseguidores (Dinamarca e Albânia), assumindo a sua condição de favorito para a passagem à fase final da competição.

Frente à Sérvia, no estádio da Luz, Portugal começou a construir a vitória por Ricardo Carvalho, aos 10 minutos. Os sérvios ainda empataram, na segunda parte, mas Fábio Coentrão, bem servido por João Moutinho, hoje o motor da equipa e a melhor unidade em campo, recolocou a vantagem no marcador.

Esta equipa sem jogadores portistas é como um jardim sem flores. Ilídio Vale, treinador adjunto, neste jogo com a responsabilidade de substituir Fernando Santos, que como se sabe se encontra a cumprir 2 jogos de castigo, chamou a jogo Ricardo Quaresma para disputar os últimos 12 minutos do encontro.

O jogador do FC Porto não teve tempo para mostrar as suas potencialidades, numa altura em que a equipa portuguesa procurava sobretudo controlar a partida e o resultado.

Quaresma soma agora 40 internacionalizações, 27 das quais enquanto atleta do FC Porto. As restantes, 1 foi pelo Sporting, 2 pelo Inter de Milão e 10 pelo Besiktas.

Como referi, Portugal passa a comandar o Grupo I, com 4 jogos realizados, 3 vitórias e 1 derrota, 4 golos marcados e 2 sofridos, acumulando 9 pontos.

Seguem-se Dinamarca e Albânia, 4 jogos e 7 pontos.

Na cauda da tabela estão a Arménia e a Sérvia, 4 jogos e apenas 1 ponto.



sexta-feira, 27 de junho de 2014

SEM MILAGRES, OBVIAMENTE DE FORA
















FICHA DO JOGO
























Como era previsível a Selecção nacional de Portugal não foi capaz de superar a grande diferença de golos que já tinha, de desvantagem em relação à turma da USA, ficando por isso afastada do Mundial/2014, apesar da vitória frente ao Gana e da derrota dos americanos frente à Alemanha..

A equipa lusa dispôs no entanto de oportunidades mais que suficientes para o conseguir, mas a incapacidade que tem sido característica desta equipa, nesta fase final, tal como aliás, em parte da fase de qualificação, fez com que tais oportunidades tivessem sido desperdiçadas.

Paulo Bento fez regressar Pepe, depois do castigo a que foi sujeito, ao eixo da defesa, apostando em William Carvalho  para médio mais recuado, Rúben Amorim a lateral esquerdo e Éder no ataque.

Portugal conseguiu fazer a melhor (ou a menos pior) exibição, nesta fase final, não conseguindo nunca, no entanto, mostrar um futebol bem pensado e muito menos bem executado.

Sobra a vitória tangencial como prémio de consolação, terminando a sua participação no 3º lugar do grupo, com os mesmos pontos do 2º, mas em desvantagem na diferença de golos marcados e sofridos.


















Portugal ficou afastado, mas o FC Porto continua bem representado nos oitavos-de-final da prova. Do contingente de 9 atletas, apenas Silvestre Varela vem mais cedo para casa.

quinta-feira, 26 de junho de 2014

BRASÍLIA, BRASÍLIA, LISBOA À VISTA...







A selecção nacional portuguesa vai tentar amanhã a primeira vitória desta fase de grupos, depois da derrota e empate nas duas jornadas anteriores.
















As hipóteses de prosseguir na prova são diminutas, quase impossíveis de materializar, tendo em conta o que as quatro selecções envolvidas já demonstraram e as premissas necessárias para o conseguir. Diria que seria necessário os deuses estarem todos loucos. 

Portugal  não tem demonstrado o futebol que lhe era exigido e a continuar no mesmo registo arrisca-se a ter a pior participação de sempre em fases finais do Campeonato do Mundo.

A capital brasileira, Brasília, será assim, a cidade que vai receber o último jogo de Portugal, neste certame. Construída em 1956 para ser a capital do Brasil, a cidade ultra-moderna é considerada de vanguarda da arquitectura brasileira. Ocupa uma área de cerca de 6.000 Km2 e alberga uma população de quase 3 milhões de habitantes.



















O Estádio Nacional, antigo Estádio Mané Garrincha foi demolido e reconstruído, sendo um dos mais imponentes do Brasil, com capacidade para 68.000 espectadores será palco de sete encontros (incluindo este), até ao final da prova.

 

A turma das quinas deslocar-se-à de Campinas, naquela que será a mais curta distância a vencer, das que já efectuou.
























A RTP1 fará a transmissão televisiva, pelas 17:00 h de Portugal Continental, na próxima Quinta-feir.

segunda-feira, 23 de junho de 2014

VARELA SALVOU NO ÚLTIMO SEGUNDO NOVA HUMILHAÇÃO
















FICHA DO JOGO

Silvestre Varela, médio ala do FC Porto, salvou no último segundo do jogo, mais uma humilhação, agora frente à acessível equipa dos USA, ao marcar o golo da igualdade, que não afastando a turma portuguesa definitivamente da prova a coloca com um pé fora,  de calculadora na mão e de joelhos a orar a todos os santinhos da paróquia para que o milagre aconteça.




















A selecção nacional portuguesa, a necessitar de vencer esta partida até marcou logo aos 5 minutos, por Nani, no primeiro envolvimento ofensivo, digno desse nome. Depois, muito receoso, recuou as linhas e procurou defender a vantagem que lhe tinha caído do Céu.

Passou por momentos complicados e só por sorte conseguiu sair para a cabines  com a magra vantagem, e se é verdade que Nani tinha acertado no poste, falhando uma grande oportunidade também os americanos tinham criado uma mão cheia que não concretizaram.

No segundo tempo houve alguma melhoria na forma de actuar dos portugueses, mas a superioridade adversária foi-se acentuando até à remontada no resultado. Quando nova derrota parecia ser o desfecho final, eis que surgiu a chama de um dragão para atenuar o sofrimento e pôr os mais crentes, aqueles que acreditam em milagres, de joelhos, a rezar para que aquilo que parece evidente (o afastamento de Portugal dos oitavos-de-final) não venha a acontecer. Para tal, Portugal teria de vencer o Gana por um número suficientes de golos para ultrapassar os USA, desde que estes fossem derrotados pela Alemanha!


sábado, 21 de junho de 2014

FALHAR É VIR PARA CASA MAIS CEDO







A selecção nacional portuguesa vai ter mais um duro teste às suas capacidades e também à possibilidade de poder dar um passo positivo no sentido da sua qualificação para os oitavos-de-final do Mundial de Futebol.

Depois da péssima exibição frente à Alemanha e consequente goleada, só resta à equipa lusa vencer os dois jogos que tem para disputar.
















Tarefa complicado tanto mais que o local do 2º encontro, agora frente à sua congénere dos Estados Unidos da América, fica na Amazónia, região situada no centro da maior floresta do Mundo que possuiu um clima equatorial, com temperatura média anual de 28º e uma humidade superior a 80%, factores que podem influenciar o rendimento dos jogadores portugueses.

















O palco do jogo será o Arena Amazonas, antigo Estádio Vivaldão, agora reconstruído para receber 4 jogos deste grande certame.

























A distância que separa Manaus de Campinas, quartel general da turma portuguesa, foi já vencida, com um voo de cerca de 4 horas.

Paulo Bento não poderá contar com os lesionados Fábio Coentrão (já recambiado por não ter hipóteses de recuperação atempada), Rui Patrício e Hugo Almeida.

O jogo terá cobertura televisiva na RTP1, pelas 23:00 de Portugal Continental, no próximo Domingo, dia 22.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

PANZER ALEMÃO ESMAGOU PORTUGAL



















FICHA DO JOGO
























A Selecção nacional portuguesa foi hoje goleada, na primeira jornada da fase de grupos, do Mundial Brasil/2014, frente à forte formação da Alemanha, uma das reais favoritas ao triunfo final, num jogo em que as graves fragilidades lusas fizeram a diferença.

Na verdade, os alemães nem precisaram de se aplicar muito pois as incidências do jogo acabaram por determinar o avolumar do resultado.

Na base deste descalabro português estiveram performances muito abaixo do razoável e atitudes de «primas donas» que já deviam estar há muito erradicadas no seio de equipas constituídas por jogadores profissionais.

Portugal entrou mal no jogo. Equipa nervosa, desconcentrada, incapaz de se encaixar no jogo do adversário, complicada nas manobras ofensivas e a acumular erros primários, na zona defensiva.

Para piorar a situação, João Pereira cometeu grande penalidade evidente, que só os sectários comentadores portugueses não compreenderam, estavam decorridos apenas doze minutos do jogo e já os germânicos tinham desperdiçado um brinde quase pornográfico de Rui Patrício, para mim, o mais fraco dos guarda-redes escolhidos por Paulo Bento. Aliás, Patrício voltaria a estar de novo em foco, com um frango monumental, no último golo alemão.

A equipa lusa pareceu sempre atarantada e ausente do jogo, com Cristiano Ronaldo como uma sombra de si próprio.

Hugo Almeida lesionou-se ainda antes da meia hora de jogo, pouco depois veio o segundo golo germânico, num lance em que os dois centrais se deixaram «comer»  e para tornar o jogo ainda mais complicado, Pepe teve uma atitude inadmissível, acabando por ver a cartolina vermelha com toda a justiça, apesar, mais uma vez da discordância dos acéfalos comentadores nacionais.

Se eu mandasse, Pepe seria desde já dispensado e regressaria de imediato a casa. 

A jogar em inferioridade numérica, a segunda metade do jogo tornou-se ainda mais complicada para os portugueses. A sorte foi que os Alemães aproveitaram para gerir o esforço, abrandaram o ritmo e só marcaram mais dois golos, um dos quais com a colaboração do Patrício que hoje fez lembrar um dos maus cheiros de que se queixou o seu presidente, Ânus de Carvalho.




















Não entendi a demora de Paulo Bento a reconstituir a defesa, depois da expulsão de Pepe e depois da lesão de Fábio Coentrão, a escolha por A. Almeida, um jogador sem classe para figurar neste plantel (Nunes ou Eliseu, seriam escolhas bem mais lógicas). Nestas circunstâncias, parecia-me ser muito mais eficaz, ter optado por ter Luís Neto no centro da defesa e deslocar Ricardo Costa para a lateral.

Enfim, mas isso sou eu a especular...

Nada está perdido, pois perder contra um dos principais favoritos é normal (anormal é ter jogado tão mal) e não retira desde logo as possibilidades de qualificação. Penso aliás que esta derrota até pode ter servido para despertar as consciências e fazer os jogadores descerem à terra para encararem com realismo o que ainda falta da competição.

PONTAPÉ DE SAÍDA DE PORTUGAL







A Selecção nacional de Portugal vai iniciar hoje a sua participação na fase final do Mundial Brasil/2014.

Paulo Bento tem consigo um lote de jogadores formado por 23 atletas:

FC Porto (1): Silvestre Varela;
SC Braga (3): Eduardo, Rafa Silva e Éder;
Sporting CP (2): Rui Patrício e William Carvalho;
SL Benfica (2): André Almeida e Rúben Amorim;
Real Madrid (3): Pepe, Fábio Coentrão e Cristiano Ronaldo)
Sevilha (1): Beto;
Valência (2): João Pereira e Ricardo Costa;
Manchester United (1): Nani;
Lázio (1): Helder Postiga;
Wolfsburgo (1): Vieirinha;
Fenerbhaçe (2): Bruno Alves e Raul Meireles;
Besiktas (1): Hugo Almeida;
Zenite (1): Luís Neto;
Dínamo Kieve (1): Miguel Veloso.





























Colocado no Grupo G, Portugal vai disputar um lugar nos oitavos-finais, fazendo o 1º ou 2º lugares do grupo, com Alemanha, Estados Unidos e Gana:
















A Alemanha é o primeiro opositor e o palco do encontro encontra-se na cidade de Salvador, capital do estado da Bahia, metrópole nacional com mais de 2,6 milhões de habitantes, o município mais populoso do Nordeste e o terceiro do Brasil. Salvador foi a primeira capital do Brasil.


















Inaugurado em Janeiro de 1951 o estádio da capital baiana foi demolido em 2007 e reconstruido  para ser um dos palcos desta fase final do Mundial de futebol.  A novíssima Arena Fonte Nova manteve as características originais mas ficou com um complexo moderno e funcional que abrigará muito mais que apenas partidas de futebol.




















O novo estádio recebeu já o jogo entre a Espanha e a Holanda e será também o palco de mais 4 jogos, para além do jogo de hoje.

A equipa portuguesa, sediada em Campinas (São Paulo) tem pela frente uma viajem longa:


























O jogo terá cobertura televisiva, pela RTP1, pelas 17:00h, de Portugal Continental.

terça-feira, 10 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL ÁFRICA DO SUL/2010

Apesar do favoritismo inicial apontado à nossa selecção, colocada num grupo aparentemente acessível (Dinamarca, Suécia, Hungria, Albânia e Malta), a verdade é que não foi além do segundo lugar, conquistado já na recta final da prova, obrigando-a a disputar com a Bósnia-Herzgovina uma eliminatória de repescagem, a que se submeteram os melhores segundos lugares, Portugal lá garantiu a 5ª presença em fases finais do Campeonato do Mundo, 

O seleccionador nacional Carlos Queiroz elegeu os seguintes jogadores:

FC Porto (4): Beto, Rolando, Bruno Alves e Raul Meireles;
Braga (1): Eduardo;
Sporting (3): Pedro Mendes, Miguel Veloso e Liedson;
Benfica (1): Fábio Coentrão;
Chelsea (3): Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Deco;
M. United (1): Nani;
Málaga (1): Duda;
R. Madrid (2): Pepe e Cristiano Ronaldo;
A. Madrid (2): Tiago e Simão;
Valência (1): Miguel;

Lille (1): Ricardo Costa;
Weder Bremen (1): Hugo Almeida;

Zenit (1): Dany;
Iraklis (1): Daniel Fernandes.


Nani, lesionado já na África do Sul, foi substituído pelo benfiquista Rúben Amorim. 









































O sorteio colocou a equipa lusa no Grupo G, chamado Grupo da morte, com Costa do Marfim, Coreia do Norte e Brasil.

O 2º lugar, atrás do Brasil, garantiu a presença nos oitavos-de-final, onde seria afastada pela Espanha.

Dos 4 atletas portistas deste plantel, só dois (Bruno Alves e Raul Meireles) foram utilizados e ambos nos 4 jogos, sobressaindo o pleno de jogos e minutos do defesa central e o golo obtido pelo médio, na goleada contra a Coreia do Norte:








Os outros dois representantes portistas defenderam as cores do Uruguai que fez parte do Grupo A, com México, África do Sul e França. Os uruguaios foram líderes do Grupo, avançando com os mexicanos para os oitavos-de-final.

Coreia do Sul e Gana foram as selecções eliminadas pelo Uruguai nos oitavos e quartos-de-final, respectivamente. Os uruguaios viriam a sucumbir nas meias-finais, frente à Holanda.

Também no jogo da atribuição do 3º lugar o Uruguai foi derrotado, desta vez pela a Alemanha.

Os portistas Fucile e Álvaro Pereira participaram em 5 dos seis jogos da sua selecção, com destaque para o defesa esquerdo que marcou um golo contra a África do Sul:









sexta-feira, 6 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL ALEMANHA/2006

Já com o brasileiro Luiz Felipe Scolari no comando da selecção portuguesa e após o fracasso na tentativa de vencer o Euro/2004, disputado em Portugal, com uma derrota escandalosa frente à Grécia, na final, a equipa nacional parecia ter, apesar de tudo, interiorizado uma abordagem mais ambiciosa às grandes competições.

Foi sem surpresa que a turma nacional se qualificou, para mais uma fase final, agora disputada na Alemanha.

O «Sargentão», como era conhecido nos meios futebolísticos, escolheu o seguinte plantel:

FC Porto (2): Ricardo Costa e Hélder Postiga;
Braga (1): Paulo Santos;
Sporting (2): Ricardo e Caneira;
Benfica (4): Quim, Petit, Simão e Nuno Gomes;
Chelsea (3): Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Maniche;
Valência (2): Miguel e Hugo Viana;
Estugarda (1): Fernando Meira;
Everton (1): Nuno Valente;
Barcelona (1): Deco;
Dínamo Moscovo (1): Costinha;
Lyon (1): Tiago;
Inter Milão (1): Figo;
Fulham (1): Boa Morte
Manchester United (1): Cristiano Ronaldo;
Paris St-Germain (1): Pauleta






























O FC Porto, como já vimos, esteve representado com dois atletas portugueses (Ricardo Costa e Hélder Postiga) e um argentino (Lucho Gonzalez).

Portugal foi líder do Grupo D, tendo como opositores o México, Angola e Irão. Portugueses e mexicanos avançaram para a fase seguinte. Portugal acabaria por perder nas meias-finais, contra a França, depois de ter eliminado a Holanda e a Inglaterra, nos oitavos e quartos-de-final, respectivamente.

O último jogo foi frente à selecção da casa, a Alemanha, para a atribuição do 3º lugar, jogo que Portugal perdeu por 3-1.

Ricardo Costa participou precisamente neste último encontro:






Hélder Postiga, estando em mais jogos, não jogou tantos minutos:








A Argentina do «nosso» Lucho Gonzalez ficou no Grupo C, com Holanda, Costa do Marfim e Sérvia/Montenegro. Também aqui prevaleceu a lei do mais forte, com a qualificação de Argentina e Holanda, para os oitavos-de-final.

Os argentinos viriam a claudicar nos quartos-de-final, frente à Alemanha, nas grandes penalidades, depois de terem eliminado o México.

Lucho Gonzalez participou em 3 dos encontros:


quinta-feira, 5 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL COREIA/JAPÃO 2002

Pela primeira vez na história do Campeonato do Mundo de Futebol, a FIFA decidiu permitir a organização conjunta da fase final da prova, com a eleição a premiar a Rep. da Coreia e o Japão.

Sob o comando de António Oliveira, Portugal voltava à ribalta, após 16 longos anos de enormes desilusões. Era o 3º apuramento em mundiais, para a equipa lusa.

Relembremos então o plantel escolhido para esta fase final:

FC Porto (4): Vítor Baía, Jorge Costa, Jorge Andrade e Capucho;
Boavista (3): Ricardo, Frechaut e Petit;
Sporting (6): Nélson, Beto, Rui Jorge, Paulo Bento, Pedro Barbosa e João Pinto;
Benfica (1): Caneira;
Marítimo (1): Kenedy;
Liverpool (1): Abel Xavier;
AC Milan (1): Rui Costa;
Inter (1): Sérgio Conceição;
Fiorentina (1): Nuno Gomes;
Lázio (1): Fernando Couto;
Panathinaikos (1): Paulo Sousa;
Real Madrid (1): Luís Figo
Bordéus (1): Pauleta.

Antes do embarque Kenedy foi apanhado no controlo anti-doping, sendo rendido por Hugo Viana (Sporting).

A representação portista, para além dos 4 atletas portugueses, teve também presenças em mais 4 selecções, como iremos ver mais à frente.










































Toda a representação portista esteve em actividade, como os quadros a seguir ilustram.

Na selecção das quinas,  só o guarda-redes Vítor Baía fez o pleno de jogos e minutos, disputados. Portugal não passou da fase de grupos, apesar de ter sido apontada como a principal favorita, já que os seus adversários eram tidos como francamente acessíveis (EUA, Polónia e Coreia do Sul). A realidade foi bem diferente








O defesa-central Jorge Costa foi titular nas três partidas e só não completou a primeira. Esteve infeliz no primeiro ao marcar um auto-golo, na altura o 2-0 para os americanos. Aos 36' Portugal perdia já por 3-0 e entrava assim muito mal no Campeonato.









Jorge Andrade, também defesa-central, foi suplente utilizado em duas jornadas do Grupo, precisamente nas duas derrotas averbadas por Portugal.








Já o médio ala, Nuno Capucho apenas jogou 11 minutos, do 2º jogo e na única e gorda vitória portuguesa.







Para além dos 4 atletas portistas, portugueses, outros 4, de nacionalidades diferentes, estiveram neste mundial de futebol.

Foi o caso do paraguaio Carlos Paredes, médio defensivo, que actuou em 2 dos 3 jogos da sua selecção. O Paraguai qualificar-se-ía para os oitavos-de-final, onde seria afastado pela a Alemanha, mas Paredes não participou nesse jogo.







A África do Sul do «nosso» Benni McCarthy, avançado e goleador de créditos firmados, esteve nos 3 jogos da fase de Grupos, curiosamente no mesmo (Grupo B) que Paredes. Os africanos não foram além da 3ª posição no grupo, com os mesmos pontos do Paraguai, mas em desvantagem na diferença de golos. McCarthy deixou a sua marca ao apontar um dos golos contra a Espanha, que no entanto não chegou para evitar a derrota.









O esloveno Miran Pavlin, foi outro dos nossos representantes. Participou nos três jogos da sua selecção, que tal como os dois atletas anteriores, se juntaram todos no Grupo B. A Eslovénia era a equipa mais fraca do grupo e perdeu todos os jogos.







Finalmente, Dimitri Alenitchev, o excelente médio-ofensivo russo, participou em dois dos três jogos da sua selecção. A Rússia, tal como Portugal, constituíram as principais decepções deste Mundial. Em grupos perfeitamente acessíveis, ambos não conseguiram passar a 1º fase. Japão, Bélgica e Tunísia, foram os adversários dos russos.

sábado, 31 de maio de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL DO MÉXICO/1986

Depois da estreia portuguesa em fases finais do Mundial, em Inglaterra, foram necessários 20 anos para que a equipa nacional pudesse repetir a façanha.

O México foi o palco do certame e o FC Porto esteve representado em larga escala, com 8 jogadores seus, 6 no plantel português, um na selecção da Polónia e outro na selecção da Argélia.

O seleccionador/treinador era o «Magriço» José Torres, que estivera como atleta, na fase final do Inglaterra/1966 e escolheu um lote de 22 jogadores constituídos por, seis jogadores do FC Porto (João Pinto, Inácio, André, Jaime Magalhães, Futre e Fernando Gomes); dois do Boavista (Frederico e Ribeiro); sete do Benfica (Bento, A. Oliveira, Veloso, Álvaro, Carlos Manuel, Diamantino e Rui Águas); quatro do Sporting (Damas, Morato, Jaime Pacheco e Sousa); três do Belenenses (Jorge Martins, José António e Sobrinho).

Veloso acabou por ficar de fora face a um controle anti-doping positivo e foi substituído por Bandeirinha, da Académica.







































Dos seis jogadores lusos, do FC  Porto só João Pinto não saiu do banco.

Inácio cumpriu os 90 minutos dos três jogos disputados:






André participou nos dois primeiros jogos (90'+73'):





Jaime Magalhães participou nos dois últimos (17'+90'):





Paulo Futre interveio nos três jogos (17'+45'+90'):







Fernando Gomes esteve também nos três jogos (73'+45'+90'):






A Polónia que fez parte do Grupo de Portugal, logrou avançar para os oitavos-de-final, onde seria derrotada pelo Brasil.

O guardião portista J. Mlynarczyk esteve presente nos quatro jogos, perfazendo os 360':






A Argélia do «nosso» Rabah Madjer também não foi além da fase de grupos, mas o avançado argelino esteve nos três jogos (32'+90'+90'):