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terça-feira, 3 de janeiro de 2017

FC PORTO, UMA CASA A ARDER!




















FICHA DO JOGO






























Depois de uma demonstração de elevado apoio e crença na equipa, manifestada no treino aberto do primeiro dia do ano, pelos 28 mil adeptos que estiveram no Dragão era espectável uma reacção positiva e categórica dos jogadores azuis e brancos que foram escalados para a deslocação a Moreira de Cónegos, retribuindo de algum modo essa enorme manifestação popular.

Não foi assim. Apesar de uma primeira parte em que a equipa tentou, nem sempre bem, mas algumas vezes  com algum discernimento, falhando na concretização, a segunda parte foi surreal, numa demonstração cabal de faltas de empenhamento, controlo emocional, inteligência e também de capacidade.

As promessas do técnico portista não passam disso mesmo. Muitas desculpas, muita conversa da treta e os objectivos vão-se ficando pelo caminho, sem honra nem glória.

A desilusão é tanto maior quanto é certo que até ao Natal a equipa parecia dar mostras de melhoria acentuada, que estes dois últimos jogos acabaram por desmentir.

Perante isto como é possível acreditar neste grupo de trabalho? Não chegam as desculpas das arbitragens vesgas e enviesadas como a de hoje, coroada com a ridícula expulsão de Danilo Pereira! Neste lance a haver uma expulsão era a do próprio árbitro, que promoveu o choque com o jogador.

Aliás o que está a acontecer com a arbitragem nem sequer é nada de novo. Foi sempre assim. Sempre tivemos que ganhar contra tudo e contra todos. A novidade é que esta equipa não tem o estofo, a classe e a capacidade para superar estas históricas e habituais contrariedades, tal como conseguiram outras equipas no passado. Esta põe-se demasiado a jeito (o golo sofrido hoje é um claro exemplo) e depois vai-se deixando influenciar pelo ambiente criado, perdendo o foco principal, que só pode ser lutar com competência, com empenhamento, com raça, com união, para contrariar essa tendência.

Ai Porto, Porto... quem te viu e quem te vê!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

APAGÃO DEPOIS DO GOLO COMBINADO COM PINHEIRO «CARUNCHOSO» RESULTOU EM EMPATE





















FICHA DO JOGO






























De regresso às competições caseiras, após curtas férias de Natal, o FC Porto não foi além de um empate frente a mais um adversário potencialmente mais fraco e fica a depender, para além de uma vitória na última jornada, do resultado do jogo que envolverá o Belenenses que também conquistou 1 ponto no Dragão. De repente, num grupo em que os azuis e brancos tinham a obrigação de liderar sem quaisquer problemas a possibilidade de ficar pelo caminho é agora bastante real.

O técnico portista Nuno E. Santo entendeu alterar o onze titular habitual para dar minutos a elementos menos utilizados, como vem sendo da praxe nesta competição. José Sá, Boly, Rúben Neves, Herrera, João C. Teixeira e Depoitre foram os contemplados. Casillas, Felipe, André Silva e Diogo Jota nem sequer foram escalados, enquanto Danilo Pereira e Óliver Torres estiveram no banco de suplentes, com utilização para o médio espanhol.
























Os Dragões começaram bem a partida, com determinação e a criar problemas na bem organizada defensiva adversária que viu uma bola bater nos ferros da sua baliza logo aos cinco minutos em remate de Brahimi.

Os azuis e brancos sentiram algumas dificuldades para entrarem na área da equipa do Feirense, mas ainda assim foram criando algumas boas ocasiões para marcarem, algumas bem negadas pelo guarda-redes  Vaná que evitou dois ou três golos com intervenções espectaculares.

Antes do intervalo a influência negativa do árbitro da partida fez-se notar por duas ocasiões, na senda do desenvergonhado rol de roubos de igreja que tem caracterizado a época do FC Porto. Depois de ter feito vista grossa a um corte com o braço de um defesa do Feirense, a remate de Herrera ainda fechou os olhos a um abalroamento sofrido pelo capitão portista, ficando assim por marcar mais duas grandes penalidades (e vão... sei lá...14 ou 15? Já perdi a conta!)


































No segundo tempo o FC Porto voltou a entrar forte e em consequência surgiria o golo. Jogada de ataque sobre o lado esquerdo, Herrera lançou para a área a solicitar o bom posicionamento de Ivan Marcano, que de cabeça bateu o guardião contrário, inaugurando o marcador.





















A vencer, os Dragões optaram por abrandar o ritmo permitindo o adiantamento do adversário que não se fez rogado. A verdade é que a equipa portista não mais conseguiu a mesma capacidade para incomodar como também se expôs em demasia ao atrevimento forasteiro. Aos 63 minutos José Sá teve de se empregar a fundo para evitar o golo do empate mas aos 74' foi impotente para deter o remate de cabeça de Flávio Ramos, na sequência de mais uma bola parada em que Boly ficou muito mal na fotografia. E o atrevimento do Feirense não se ficou por aqui. Aos 81 minutos Platiny rematou forte e Boly tocou a bola com a mão, mas o Pinheiro «carunchoso» não teve «tomates» para assinalar a respectiva grande penalidade (também era o que faltava). Aos 85 minutos, mais uma vez de livre directo, José Sá voltou a evitar o golo com uma defesa aparatosa e de grande qualidade.

O jogo terminaria com mais um empate, marcado quer pela fraca atitude da equipa como pela incompetência (será isso?) do árbitro da partida.

Apesar de tudo ficam os registos positivos de José Sá, Herrera e João C. Teixeira. Boly e Depoitre, mal e Corona uma nódoa.

Seguir em frente vai depender de muita competência, sorte e... calculadora!

terça-feira, 29 de novembro de 2016

SÓ MUDARAM AS MOSCAS...





















FICHA DO JOGO





























EQUIPA TITULAR


























É inacreditável o que se está a passar no FC Porto. Quinto jogo consecutivo sem conseguir vencer e quarto sem conseguir marcar um único golo. É obra. Nuno, estás a caminho de passar o Natal em família e no desemprego. Basta só que não venças o Braga e o Leicester (que é o mais provável) e acredito que terás a guia de marcha.

É solução? Pela forma com que os objectivos vão sendo perdidos e alguns cada vez mais próximos desse caminho, acredito que o melhor é começar a preparar a próxima época.

Lamento muito mas a equipa não consegue encarreirar para uma exibição convincente e hoje até fez mudanças e teve o ensejo de jogar contra 10, mais de 50 minutos. Futebol nada criativo, amorfo, sem ideias, confuso e ineficaz, faz desta equipa uma formação acessível e fácil de anular.

Culpa do treinador que não sabe conduzir o grupo de trabalho, não lhe dá as ferramentas que ela necessita, conseguindo transformar jogadores de média classe em atletas banais e alguns mesmo toscos.

Hoje foi mais do mesmo. Esta época só vi esta equipa jogar razoavelmente contra o Roma e o Nacional da Madeira.  Muito pouco para quem tem a obrigação de lutar pelos títulos em todas as frentes.

BASTA!