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domingo, 1 de julho de 2012

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO EURO/2012 - ROLANDO

O defesa central Rolando foi o terceiro elemento portista desta Selecção. Sabia que sería muito difícil entrar na equipa face ao acerto da dupla de centrais titular formada por Pepe e Bruno Alves.

Acabou por ser chamado por três vezes para segurar resultados, numa altura em que Portugal estava por cima do resultado e o seleccionador entendeu ser melhor reforçar a defesa e simultaneamente ajudar a queimar tempo nas substituições. Só assim se compreende os 6 minutos residuais de utilização, na soma dos 3 jogos.

Rolando não pode por isso demonstrar as suas qualidades.


Com a camisola 14, na Selecção como no FC Porto, Rolando soma agora 17 internacionalizações (todas ao serviço do FC Porto).

(Clicar no quadro para ampliar)

IMAGENS DE ROLANDO EM ACÇÃO
No Dinamarca-Portugal
No Espanha-Portugal

sábado, 30 de junho de 2012

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO EURO/2012 - SILVESTRE VARELA

O Médio ala portista Silvestre Varela, apesar de não ter tido uma época brilhante no FC Porto, foi aposta do seleccionador Paulo Bento que o escolheu, contra algumas expectativas, para fazer parte do plantel da equipa nacional, na fase final do EURO/2012.

O portista sabia que, face à concorrência de Nani, não seria a aposta inicial pelo que encarou com toda a naturalidade o seu lugar de suplente.

Foi nessa condição que Paulo Bento o utilizou, no decorrer de três jogos. Entrou aos 80' no primeiro jogo, frente à Alemanha, já Portugal perdia por 1-0, e foi um jogador muito activo na reacção portuguesa, na tentativa de alterar o resultado. Dispôs de uma boa ocasião para marcar, quando aos 88' apareceu solto na área, rematando forte mas à figura de Neuer e foi ainda protagonista de um excelente remate de cabeça.

No segundo jogo, frente à Dinamarca, voltou a entrar, agora aos 84', quando o resultado acusava um empate a 1-1. Silvestre Varela entrou confiante e activo. Na primeira oportunidade que teve para rematar fez o golo da vitória, exuberantemente festejado, pela importância do resultado. Foi o salvador da Pátria elevado à condição de herói, ele que tinha sido fortemente criticado pelo golo falhado no jogo anterior.


Com o nº 18 nas costas, Varela só voltaria a ser chamado para fazer os últimos 7 minutos do prolongamento, contra a Espanha, mas num jogo muito táctico e numa altura em que Portugal já só defendia, o extremo português teve de se preocupar em tentar anular o avanço espanhol.

(Clicar no quadro para ampliar)

Silvestre Varela concluiu a sua 9ª internacionalização (todas ao serviço do FC Porto), desta vez somando apenas 23 minutos, que lhe garantiram um importante e decisivo golo.

IMAGENS MARCANTES DE SILVESTRE VARELA EM ACÇÃO
No Alemanha-Portugal
No Dinamarca-Portugal (Lance do golo)

sexta-feira, 29 de junho de 2012

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO EURO/2012 - JOÃO MOUTINHO

Com poucos jogadores portugueses no plantel, factor transversal nas principais equipas portuguesas, o FC Porto foi, ainda assim um dos maiores fornecedores de atletas à Selecção nacional que esteve na fase final do EURO/2012.

Rolando, Silvestre Varela e João Moutinho converteram-se nos três mosqueteiros portistas que ajudaram Portugal no seu trajecto que terminou nas grandes penalidades, na meia-final da prova, contra a poderosa Espanha.

Sobre o desempenho de cada um dos três atletas portistas, vai este espaço dar conta, nos próximos três posts.

E porque foi um dos melhores jogadores portugueses, arrisco até dizer, um dos melhores jogadores de todo o torneio, que passeou o seu talento nos estádios polacos e ucranianos, durante este mês, é justo que comece por JOÃO MOUTINHO.

Com o número 8 nas costas, o médio do FC Porto e da Selecção nacional cotou-se como o elemento mais pendular em todos os 5 jogos que Portugal disputou nesta fase final.


Senhor de uma capacidade física impressionante, entregou-se com raça, empenho, dedicação, entusiasmo, solidariedade, talento e ambição a cada minuto que disputou. Ele foi o «motor» da equipa. Exímio a recuperar a bola e a entregá-la nas melhores condições, Moutinho foi «músculo» mas também «cérebro». Foi dos que mais correu (59,512 Km), o que mais passes fez (289), com uma percentagem de acerto de 71%. Efectuou 6 cruzamentos,  fez duas excelentes assistências para golo e dois remates que levaram muito perigo às balizas contrárias. Números que ajudam a perceber o alto rendimento deste atleta, depois de uma época trabalhosa e desgastante (10 jogos pela Selecção nacional, entre amigáveis de preparação e jogos de qualificação para esta fase final, mais 44 jogos com a camisola do FC Porto).


João Moutinho é por tudo isto um jogador à FC Porto, como Pinto da Costa o catalogou.

Como se pode constatar pelo mapa, o nº 8 portista e da Selecção, atingiu a sua 48ª internacionalização (22ª enquanto jogador azul e branco), somando, nos 5 jogos disputados 480 minutos.

Espero poder contar com todo este conjunto de qualidades, na próxima época, ao serviço do FC Porto, apesar dos rumores.

IMAGENS MARCANTES DE JOÃO MOUTINHO EM ACÇÃO
No Alemanha-Portugal
No Dinamarca-Portugal
No Holanda-Portugal
No Espanha-Portugal

quarta-feira, 27 de junho de 2012

LEI DO MAIS FORTE DITOU FIM DO SONHO

FICHA DO JOGO
(Clicar nos quadros para ampliar)

Acabou-se o sonho que alguns portugueses acalentavam de ver a Selecção nacional na final deste EURO/2012. Foi por pouco, é certo, mas a verdade é que nos momentos capitais do jogo os portugueses falharam e por isso vieram mais cedo para casa.

Foi um jogo com muito poucas oportunidades de golo em que os espanhóis sentiram sérias dificuldades para impor o seu jogo habitual. Os lusos, com a lição bem estudada, não deram grandes espaços, pressionando alto, montando uma teia bem urdida de que a equipa campeã europeia e mundial jamais se libertou.

Durante o tempo regulamentar, Arbeloa (8´) e Iniesta (28') dispuseram das duas únicas oportunidades para criar perigo, enquanto Cristiano Ronaldo (30' e 89') falhou as oportunidades criadas por Portugal, sendo que a falhada no último minuto da partida poderia ter dado outro desfecho à eliminatória.

Dentro das limitações naturais, Portugal fez um bom jogo, muito concentrado, com muita coesão e solidariedade, mas falhou no capítulo do remate. 

O prolongamento foi diferente. Portugal pareceu mais desgastado fisicamente e, especialmente nos últimos 15 minutos, a Espanha cresceu e podia ter arrumado a questão. Iniesta, aos 103' perdeu a oportunidade mais flagrante de todo o jogo, fazendo com que fosse necessário recorrer à lotaria das grandes penalidades.

Aí, a serenidade espanhola ditou a sua lei. Moutinho e Bruno Alves falharam e Fàbregas, com alguma sorte sentenciou o resultado final.

Venceu a melhor equipa mas também a mais feliz.

João Moutinho voltou a encher o campo, fazendo mais uma grande exibição. Pena que tenha falhado a sua grande penalidade.

terça-feira, 26 de junho de 2012

COM MEIAS IBÉRICAS, QUEM VAI FICAR DESCALÇO?

Atingidas as meias finais, Portugal não tem agora quaisquer responsabilidades, frente à actual detentora do titulo, que é simultaneamente Campeã do Mundo, argumentos mais que suficientes para que o favoritismo vá «inteirinho» para a Espanha.

Não quer isto dizer obviamente que Portugal esteja antecipadamente derrotado. Estes argumentos podem até funcionar como motivação extra para que os atletas lusos consigam entrar em campo livres de obrigações e pressões megalómanas e produzam o futebol de excelência que está ao seu alcance. E depois, quem sabe, o futebol é fértil em surpresas, não aconteça mais uma?

Torço naturalmente para que Portugal tenha um comportamento digno, como até aqui e discuta olhos nos olhos, sem medo, o acesso à final. Será necessária uma exibição sem falhas, concentrada, com espírito de união e sacrifício e sobretudo com grande eficácia. Neste jogo não se podem falhar lances de golo como os que Portugal falhou nos jogos anteriores.

Com Hélder Postiga lesionado, Paulo Bento vai colocar Hugo Almeida no seu lugar, sendo esta a única alteração ao onze titular.

EQUIPA PROVÁVEL
Competição: EURO/2012 - Fase Final - Meias-finais
Palco do Jogo: Donbass Arena - Donetsk - Ucrânia
Data e hora (Portugal): 27 de Junho de 2012, às 19:45 h
Árbitro: Kuneyt Çakir - Turquia
Transmissão: SIC/SportTv1

quinta-feira, 21 de junho de 2012

TRIUNFO MAIS QUE JUSTO

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)

Portugal qualificou-se pela quarta vez para as meias-finais do Campeonato da Europa, depois do triunfo hoje frente à Rep. Checa.

Os lusitanos sentiram bastantes dificuldades para explanar o seu futebol, principalmente na primeira meia hora do jogo, face ao posicionamento da selecção checa. Foi aliás um período de futebol incaracterístico, pouco brilhante e de menor interesse, com os jogadores de ambas as equipas a falharem muitos passes não dando sequência às jogadas. Depois e até ao intervalo Portugal ganhou algum ascendente e criou duas boas jogadas para golo, com a trave a devolver um remate de Ronaldo.

Para o segundo tempo os jogadores portugueses entraram com outra convicção e o futebol praticado ganhou outra dimensão. Portugal mostrou então toda a sua classe, dominando durante toda a segunda parte, em todos os capítulos do jogo. A baliza checa esteve em constante sobressalto, os ataque lusos sucediam-se cada vez mais perigosos e só a habitual incapacidade de transformar as inúmeras oportunidades em golo fizeram com que o resultado final se cifrasse no magro e mentiroso 1-0.

Objectivo alcançado com algum brilho e muito mérito, fruto de uma exibição colectiva de muito boa qualidade. Ronaldo esteve à altura do estatuto de que goza e João Moutinho foi, uma vez mais, o elemento mais preponderante do meio campo nacional. Rolando foi de novo chamado a competir nos últimos minutos da partida.

O próximo adversário sairá do jogo entre a Espanha e a França. Venha o diabo e escolha!

quarta-feira, 20 de junho de 2012

NOS QUARTOS PARA ASSUMIR AS MEIAS?

Portugal conquistou por mérito próprio o seu lugar nos quartos-de-final, cabendo-lhe discutir até aos seus limites a passagem à eliminatória seguinte.

Trata-se de um jogo a eliminar e por isso de características ligeiramente diferentes das disputadas até aqui. As possibilidades estão repartidas pelo que se espera um jogo muito competitivo, que nos vai colocar sérias dificuldades. A equipa nacional já mostrou ter argumentos de sobra para aspirar a dar mais um passo em frente, assim os atletas se apresentem inspirados e consigam fazer fluir o futebol de excelência de que são capazes.

Tudo pode acontecer, mas acredito na ambição e competência da rapaziada.

Paulo Bento tem todo o plantel à disposição não se prevendo qualquer alteração ao onze inicial. Por isso, boa sorte!

EQUIPA PROVÁVEL
Competição: EURO/2012 - Fase final - Quartos-de-final
Palco do jogo: National Stadium Varsóvia - Varsóvia - Polónia
Data e hora (Portugal): 21 de Junho de 2012, às 19:45 h
Árbitro: Howard Webb - Inglaterra
Transmissão: RTP1/SportTv1

segunda-feira, 18 de junho de 2012

CR7, A CHAVE DOS QUARTOS

FICHA DO JOGO
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Na foto da esquerda para a direita, em cima: Nani, H.Postiga,
Bruno Alves, Pepe, C.Ronaldo e Rui Patrício; Em baixo:         
 J.Moutinho, F.Coentrão, R.Meireles, J.Pereira e M.Veloso 


Portugal garantiu a sua passagem aos quartos-de-final do EURO/2012, ao bater a Holanda, na 3ª e última jornada do Grupo B, assegurando o 2º lugar, atrás da Alemanha que também venceu o seu jogo.
Apresentando o onze titular habitual, os portugueses não entraram bem no jogo permitindo um assédio inicial dos holandeses, a quem só a vitória interessava para alimentar o sonho da passagem, que culminou com um golo logo aos 11 minutos, num belo remate de Van der Vaart, deixando a ideia de pretenderem resolver cedo, a seu favor, a contenda.

A equipa nacional recompôs-se e de imediato respondeu à adversidade mostrando argumentos mais que suficientes para poder superar o seu adversário. Primeiro C. Ronaldo, com um remate na trave e mais tarde H. Postiga, com um remate perigoso, deram sinais de inconformismo, numa altura em que Portugal era dono e senhor do jogo.

CR7, depois de uma excelente desmarcação a passe de João Pereira, empatou o jogo, aos 28 minutos e Portugal continuou a dominar e a levar bastante perigo à área contrária, deixando em pânico a defesa adversária. 

Ao intervalo o empate era sem dúvida um resultado lisonjeiro para os holandeses face às oportunidades de golo criadas pelos jogadores portugueses.

No segundo tempo os holandeses voltaram a entrar melhor e foram deles as primeiras jogadas de perigo, mas os portugueses queriam a vitória e voltaram a criar novas oportunidades para marcar. Foi novamente o CR7 a ter melhor pontaria e a fazer a remontada na partida. Golo merecido e tardio. 

Depois foi gerir o resultado, com alguns sustos mas também com incríveis perdidas.

Vitória justa e escassa, num jogo em que estiveram envolvidos dois jogadores portistas. João Moutinho, a tempo inteiro, com uma exibição pendular e Rolando, suplente utilizado nos últimos momentos da partida, para garantir coesão na defesa, às investidas desesperadas dos holandeses.
Portugal vai defrontar na próxima quinta-feira a Rep. Checa, em Varsóvia, para os quartos-de-final.

sábado, 16 de junho de 2012

LARANJA DOCE OU AMARGA?

A Selecção nacional de Portugal parte para a 3ª e última jornada do Grupo B, com uma tarefa complicada de gerir, tanto mais que uma vitória pode não garantir o apuramento para os quartos-de-final.

Apesar disso, cabe à turma lusa lutar empenhadamente pela vitória, com inteligência, concentração e eficácia, num jogo à partida muito complicado, pela real valia do seu opositor, que apesar de não ter ainda pontuado, não perdeu a inegável e reconhecida qualidade.

A equipa portuguesa terá pois de estar ao seu melhor nível para construir um resultado que lhe permita acalentar a esperança de atingir o objectivo, no chamado «grupo da morte», onde  ainda todos têm hipóteses de ser apurados ou não, dependendo da conjugação de resultados.
EQUIPA PROVÁVEL
Competição: EURO/2012 - Fase final - 3ª Jornada, Grupo B
Palco do Jogo: Metalist Stadium - Kharkiv - Ucrânia
Data e hora (Portugal): 17 de Junho de 2012, às 19:45 h
Árbitro: Nicola Rizzoli - Itália
Transmissão: TVI

quarta-feira, 13 de junho de 2012

VARELA, O SALVADOR DA PÁTRIA!

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)

Silvestre Varela entrou aos 84 minutos e três minutos depois marcou o golo da vitória portuguesa, candidatando Portugal a um eventual apuramento para a fase seguinte do EURO/2012.

Paulo Bento apostou no mesmo onze titular que tinha defrontado a Alemanha, começando por sofrer a pressão inicial da Dinamarca que conquistou três cantos nos primeiros minutos do jogo. Não se confirmava a suposta postura de equipa passiva à espera que os portugueses tomassem conta do jogo. 
Demorou alguns minutos para que Portugal conseguisse assentar o seu jogo e obrigasse os dinamarqueses a atenções defensivas redobradas. Apesar de mais ofensivo, o futebol luso patenteava algumas dificuldades de penetração e poucas oportunidades para o remate. 

À primeira oportunidade, Portugal não falhou. João Moutinho cobrou um canto e Pepe, muito oportuno, cabeceou para o golo. Os lusitanos intensificaram o assédio às redes contrárias e 12 minutos depois Nani arrancou um bom cruzamento, Postiga foi ao encontro da bola e em antecipação ao defesa contrário, rematou colocado sem hipóteses para o guardião dinamarquês, fazendo o 2-0.

O jogo parecia controlado, mas numa jogada em que a defesa portuguesa ficou parada, o inevitável Bentner reduziu a contagem, perto do intervalo.

Os dinamarqueses acreditaram que era possível dar a volta ao marcador e entraram para o segundo tempo com essa intenção. O jogo passou a ser mais dividido, mas foi Portugal que criou e desperdiçou as melhores oportunidades para matar o jogo. Cristiano Ronaldo esteve particularmente perdulário, especialmente quando, a 12 minutos do fim, apareceu isolado frente a Andersen, atirando para fora, quando já tivera uma outra possibilidade que enjeitou atirando contra o guarda-redes.

Quem não marca arrisca-se a sofrer. Foi o que aconteceu. Bentner aproveitou da melhor maneira um cruzamento e bateu Rui Patrício, colocando no marcador uma igualdade por 2-2, que não interessava a Portugal. 

Paulo Bento apostou então em Silvestre Varela e o ala portista não se fez rogado. Desta vez, na primeira possibilidade para facturar não falhou, apontando o golo da tão ansiada vitória.
Três pontos conquistados com sofrimento escusado mas que recoloca a Selecção nacional em posição para poder lutar pelo apuramento até ao último jogo.

De referir que os três mosqueteiros portistas (João Moutinho, Silvestre Varela e Rolando), deram neste jogo o seu contributo. Moutinho a tempo inteiro, dentro da bitola habitual, Varela desde o minuto 84 para marcar o golo do triunfo e Rolando nos 5 minutos finais (contando com os descontos) para suster eventuais veleidades dinamarquesas.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Após a derrota frente à Alemanha, a equipa das quinas ficou praticamente sem margem para gerir a sua qualificação para os quartos-de-final da prova, pelo que, em princípio, só a vitória a poderá recolocar em posição de atingir esse objectivo.

A Dinamarca, próximo adversário, encontra-se em posição antagónica, face à vitória conseguida frente à Holanda, que lhe permite «obrigar» Portugal a assumir as despesas do jogo, procurando com isso explorar eventuais falhas.

Falta saber se esta equipa nacional estará neste momento capacitada para tomar em suas mãos as rédeas do jogo, com inteligência, sem precipitações, com competência, ambição e eficácia, atributos que ainda não se viram desde que começou este ano civil.

Paulo Bento e os seus atletas terão de escolher entre a passividade do costume, aguardando que as coisas caiam do Céu e a conjugação de resultados decorra de forma a que na última jornada Portugal some as condições necessárias para seguir em frente, mesmo que em igualdade pontual ou assumir uma postura corajosa, consciente e conquistadora, para tentar não permitir que sejam os outros a definir o seu apuramento.
O seleccionador nacional tem todos os seus atletas disponíveis para este confronto. Conservador como é, não será difícil admitir que vai insistir com os mesmos titulares, com uma ou outra alteração.

EQUIPA PROVÁVEL
Competição: EURO/2012 - Fase final - 2ª Jornada Grupo B
Palco do jogo: Arena Lviv - Lviv - Ucrânia
Data e hora (Portugal): 13 de Junho de 2012, às 17:00 h
Árbitro: Craig Thomson - Escócia
Transmissão: RTP1

domingo, 10 de junho de 2012

A DITADURA DO GOLO

FICHA DO JOGO
(Clicar no quadro para ampliar)

Venceu quem foi mais eficaz a certar nas redes. Num jogo em que Portugal controlou quase o tempo todo, dando estrategicamente as despesas da partida à Alemanha, teoricamente bem mais forte, o golo de Mário Gomez e os desperdícios de Pepe e Nani, que acertaram nos ferros, mais duas ou três oportunidades para marcar, incrivelmente desperdiçadas, protagonizadas por Cristiano Ronaldo, magistralmente servido por João Moutinho, Nani e Varela, ditaram o resultado final.

Portugal, longe de fazer um grande jogo (perdeu muitos lances pela habitual imprecisão do passe, situação que provocou alguma indefinição e pouca objectividade ofensiva) foi vítima especial da pouca apetência para o golo. Com golos se constroem as vitórias, sem eles, nada feito. É a ditadura do golo!
Os portistas Moutinho e Varela em acção

O portista João Moutinho jogou a titular e exibiu-se dentro dos parâmetros normais. Não foi muito vistoso mas foi a «formiguinha» do costume. Esteve particularmente em evidência no lance acima referido.

Silvestre Varela foi chamado a dar o seu contributo, a partir do minuto 80, entrando bem e a preceito. Pena foi que não tenha conseguido bater Neuer, quando aos 88' apareceu solto na área para rematar.

O terceiro portista desta selecção, Rolando, não saiu do banco de suplentes.

Confirmaram-se as dificuldades portuguesas para seguir em frente.