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sábado, 26 de abril de 2014

ELIMINAR O CAMPEÃO TEM DE SER TAREFA DO DRAGÃO








A época caminha rapidamente para o seu fim e o FC Porto, falhados os principais objectivos, tem ainda a possibilidade de vencer a prova que poderá, em termos de distribuição de títulos, equilibrar as contas.

Trata-se da famigerada Taça da Liga, mais conhecida pela Taça Lucílio Baptista ou a dos coitadinhos, troféu que o FC Porto sempre colocou no último lugar das prioridades de objectivos a atingir, o que não representa obviamente, falta de ambição para o vencer.

Face à perda dos objectivos principais, nesta temporada, os Dragões ficaram limitados a discutir este título, que por estas circunstâncias se tornou, pela primeira vez, imperioso vencer.

Sempre fui defensor de que o Clube se deve empenhar em vencer todos os jogos em que participe, embora compreenda e aceite a política seguida quanto à prioridade dos objectivos, com a consciência perfeita da dificuldade extrema que seria conseguir vencer todas as provas. Como já expliquei noutras ocasiões, nem a feijões gosto de perder.

Esta é pois uma excelente ocasião para que a equipa encare esta prova, não como a salvação da época, porque realmente não será, mas como uma forma de acabar esta atípica temporada com alguma dignidade.

Ainda por cima, quando neste trajecto se encontra o adversário a quem dá mais gozo vencer e eliminar.

Falta saber se o desgaste emocional não vai trair os nossos atletas.

Luís Castro vai voltar ao banco para orientar a equipa, depois de cumprido o castigo a que foi submetido, precisamente no Estádio da Luz e fez já as suas escolhas.

Fernando e Quaresma estão também de regresso, constituindo, com o afastamento de Licá, as 3 alterações na lista dos convocados para este jogo. Varela que tem estado lesionado, treinou condicionado mas faz parte das opções do técnico portista.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Taça da Liga 2013/14 - Meias-finais
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Domingo, 27 de Abril de 2014, às 18:15 h
ÁRBITRO NOMEADO: Marco Ferreira - A.F. Madeira
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI

sábado, 25 de janeiro de 2014

COM MAIS TRANSPIRAÇÃO QUE INSPIRAÇÃO!















FICHA DO JOGO

























CLASSIFICAÇÃO FINAL

















O FC Porto conseguiu qualificar-se para as meias-finais da Taça da Liga, com uma vitória sofrida, quase dramática, conseguida nos últimos momentos do jogo.

Paulo Fonseca não poupou jogadores colocando o onze titular teoricamente mais forte que tinha ao seu dispor, depois da surpreendente transferência de última hora, do grande capitão Lucho Gonzalez, que a troco de uma pequena fortuna, se dispôs a ir jogar para o Qatar, proporcionando a Defour a possibilidade de entrar de início.

EQUIPA TITULAR



















Da esquerda para a direita, em cima: Fabiano, Maicon, Fernando, Mangala, Jackson Martinez e Danilo; Em baixo: Quaresma, Defour, Carlos Eduardo, Alex Sandro e Silvestre Varela.


Os Dragões cedo mostraram fraca inspiração e uma enorme dificuldade para lidar com o bom futebol praticado pelo Marítimo, que se predispôs a jogar no campo todo.

Ainda assim foram os azuis e brancos os primeiros a chegar ao golo. Carlos Eduardo numa jogada envolvente pelo meio, desmarcou Jackson que de calcanhar assistiu Defour. O belga tinha tudo para fazer o golo, mas o remate denunciado foi defendido por Willington, sobrando a bola para o oportunista Jackson Martinez que acompanhou o lance e atirou para as malhas, inaugurando o marcador, estavam decorridos vinte minutos.




















O golo deveria ter servido de lenitivo para serenar o evidente nervosismo dos jogadores portistas, talvez demasiado preocupados em marcar muitos golos, retirando-lhes alguma clarividência e eficácia. O meio campo emperrou demasiadas vezes e o trio atacante esteve muito apagado com os alas Quaresma e Varela demasiado precipitados. Também o sector defensivo fez questão de vacilar e dar as já habituais «abébias».

Disso se aproveitou a bem organizada equipa insular, a tal ponto de conseguir em pouco menos de quinze minutos virar o resultado a seu favor, provocando o incómodo evidente nas bancadas do Dragão. 

Os Dragões procuraram reagir mas a falta de inspiração condenava ao fracasso todas as tentativas. Muita correria, muita vontade, mas quase sempre sem qualidade e assente num individualismo pouco recomendável. Fernando, também ele muito apagado, teve de dar o seu lugar a Josué, por inferioridade física, antes do intervalo e foi sob um coro de assobios que as equipas saíram para os balneários.

No regresso os jogadores portistas patentearam uma maior agressividade sobre a bola conseguindo levar algum perigo à baliza adversária e aos 56 minutos, após um cruzamento de Quaresma, Wellington não conseguiu segurar a bola que sobrou para Carlos Eduardo que foi empurrado pelas costas e impedido de rematar, por Igor Rossi. O árbitro da partida preferiu sonegar a respectiva grande penalidade, com uma decisão completamente inusitada e incompreensível. Bola ao solo!?!

Paulo Fonseca queria vencer o jogo e jogou tacticamente, retirando o central Maicon para a entrada do avançado Ghilas. Era o ataque total na tentativa de virar o resultado. Em desespero, assistiram-se a momentos de frenesim que elevaram a tensão dentro e fora do relvado. Desde o jogo passivo dos madeirenses, com simulação de faltas e de lesões, demora na reposição da bola em jogo, quer pelo guarda-redes, como dos seus colegas, na marcação das faltas ou nos lançamentos das linhas laterais, demora nas substituições com os jogadores a dirigirem-se para a linha lateral em passo lento, passando pela impaciência dos jogadores portistas, afectados com estes comportamentos e com algumas polémicas decisões do árbitro, que lhes valeu os 3 cartões amarelos, até à explosão de satisfação pelos golos que recolocariam a vantagem no marcador e a consequente qualificação para a fase seguinte.

A reviravolta surgiu nos últimos minutos da partida. Canto marcado por Josué, na esquerda, para o segundo poste onde surgiu Carlos Eduardo a cabecear com êxito para o fundo das malhas. Estava reposta a igualdade quando faltavam 4 minutos para os 90 e mais alguns que certamente o árbitro iria dar para compensar o imenso tempo perdido para assistência aos pretensos lesionados madeirenses.





















O tempo escasseava mas os jogadores portistas acreditavam. Os adeptos também. O ambiente ficou cada vez mais vibrante. A equipa portista avançou ainda mais no terreno, correndo os riscos inerentes. Foi feliz num contra-ataque do adversário, vendo um remate perigoso sair ao lado, em cima dos 90 minutos. O árbitro deu apenas 4 minutos de compensação, que provocou indignação nas hostes portistas. Aos 92' Ghilas esteve perto do golo, num cruzamento de Varela. Era o assalto final, um sufoco. Em cima dos 94 minutos, Ghilas foi carregado pelas costas, dentro da área e o árbitro desta vez não teve dúvidas. Marcou a grande penalidade e expulsou o infractor Igor Rossi, como lhe competia. O atleta do Marítimo ainda ficou deitado na relva a simular lesão e só ao fim de mais de 1 minuto foi possível a marcação da falta máxima. Josué não falhou, provocando o delírio nas bancadas do Dragão. O jogo acabou logo a seguir. O FC Porto acabava de se qualificar pelo segundo critério de desempate: Mais golos marcados.




















Foi mais uma exibição sofrível, com os defeitos habituais desta época. Pouca inspiração mas muita transpiração, especialmente na segunda parte.

Entretanto em Penafiel, o Calimero-mor, chorou, chorou, chorou, chorou, chorou... um pranto coitado! Quem lhe dá uma chupeta?

sexta-feira, 24 de janeiro de 2014

UM BOM DESEMPENHO É O QUE SE EXIGE, INDEPENDENTEMENTE DO NÚMERO DE GOLOS








O FC Porto joga amanhã a sua permanência ou não na Taça da Liga, prova que para os Dragões costuma ser para rodar os atletas menos utilizados.

Bem colocados na tabela classificativa, ainda que dependentes, não só da própria performance como também do resultado do outro jogo, uma vez que, em igualdade pontual o primeiro factor de desempate é a diferença de golos marcados e sofridos, os azuis e brancos parecem dispostos a lutar pela qualificação para a fase seguinte, com todo o seu potencial.

Antes do mais será necessário vencer o Marítimo, equipa que tem vindo a criar muitas dificuldades aos seus adversários e cuja classificação no campeonato não corresponde ao seu real valor. Depois, se for possível, tentar marcar o maior número de golos. Para mim o mais importante é o desempenho, que desejo seja superior ao que a equipa tem produzido.















Paulo Fonseca parece apostar também na conquista deste troféu, o único que falta no Museu do Dragão e a prova disso é que apenas fez uma alteração na lista dos convocados, relativamente à efectuada para o jogo passado, então a contar para a Liga Zon Sagres. Por outro lado, não tendo neste momento um calendário competitivo que recomende maior gestão, parece-me lógica a intenção de manter os habituais titulares em acção, para não perderem ritmo.

Relembro que então o técnico portista havia convocado 19 atletas e que Licá acabou por ver o jogo na bancada. Pois bem, o ala portista desta vez nem sequer entra nas opções.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Taça da Liga - 3ª Jornada - Grupo B
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Sábado, 25 de Janeiro de 2014, às 20:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Manuel Mota - A.F. Braga
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

MISSÃO CUMPRIDA EM NOITE DE TEMPORAL















FICHA DO JOGO

























EQUIPA TITULAR






















Da esquerda para a direita, em cima: Fabiano, Fernando, Maicon, Ghilas e Mangala; Em baixo: Quaresma, Josué, Ricardo, Defour, Alex Sandro e Kelvin.

O FC Porto cumpriu a sua obrigação vencendo o Penafiel, 6º classificado da Liga2, com uma goleada, marcada pela intensa chuva que caiu durante a segunda parte, que obrigou mesmo a uma interrupção da partida, durante cerca de meia-hora.

Paulo Fonseca aproveitou para dar minutos a jogadores menos utilizados do plantel, actuando apenas com 4 titulares.

O jogo não foi um grande espectáculo porque o ritmo e a performance portista são hoje em dia, típicas de clubes médios, que gostam de ter muita posse, mas só conseguem jogar para o lado e irritantemente para trás (é um exagero os passes feitos para o guarda-redes e a troca de bola entre os defesas). Há pouca convicção, pouca confiança, que se notam na falta de coragem de alguns jogadores assumirem algum risco e pior que isso, falham-se passes de forma ingénua e infantil.

Ricardo Quaresma foi uma pedrada no charco desta pasmaceira. É certo que ainda se encontra distante dos patamares de excelência a que nos habituou e que ninguém sabe se voltará a atingir, mas teve pormenores deliciosos, ainda que alternados com alguns tiques de vedetismo que se dispensam, a prometer poder ser o ala de que a equipa precisa. Pelo menos não tem medo de arriscar e de enfrentar os defesas contrários.

Os Dragões dominaram toda a primeira parte, perante uma equipa que tentou jogar no campo todo e conseguiu colocar alguns problemas à defensiva portista.

O primeiro golo do encontro surgiu na sequência de um passe magistral de Josué, a romper para a área onde Quaresma de costas para a baliza cabeceou em arco, surpreendendo o guardião contrário.




















O golo logo aos 11 minutos deveria ser indício para uma exibição mais segura, mais assertiva e mais dinâmica, mas esta equipa parecer estar destinada a complicar o que é fácil. A dificuldade em ligar as jogadas acentuou-se, os passes mal feitos e as opções menos indicadas continuaram a inquinar o espectáculo. Há jogadores que reclamam muito da sua condição de suplentes, mas quando chamados não o conseguem justificar. É o caso de Defour que hoje voltou a decepcionar. Falhou inclusivamente, de forma incrível, um golo, quando se encontrava isolado frente ao guarda-redes, enrolando-se com a bola e falhando o remate, impróprio até de um amador. 

Kelvin, Ghilas, Josué e de novo Quaresma foram protagonistas de tentativas falhadas de ampliar o resultado, pelo que a diferença mínima foi a marca com que se atingiu o intervalo.

No regresso das cabines os visitantes surgiram mais audazes na tentativa de chegar à igualdade. Fabiano foi chamado a duas intervenções de risco. A primeira, ao largar a bola escorregadia, para a recuperar de seguida «in-extremis» e a segunda ao impedir o golo a Aldair, que lhe apareceu isolado, em posição ilegal não assinalada.

Entretanto uma chuva diluviana abateu-se sob a cidade do Porto e o relvado do Dragão ficou impraticável. Duarte Gomes, o árbitro da partida, viu-se obrigado a suspender o jogo aos 52 minutos. A bola já não rolava em grande parte do relvado e o vento fez voar alguns placards de publicidade, que puseram em risco a integridade física dos atletas. 

No reatamento da partida o FC Porto tomou novamente conta do jogo e não mais deu hipóteses ao seu adversário. Para tal muito contribuíram as duas substituições, de uma assentada, promovidas pelo técnico portista, tirando Kelvin e Quaresma e lançando na partida Jackson Martinez e Silvestre Varela.

Seis minutos depois já o avançado colombiano estava a facturar. Cruzamento de letra de Ghilas, sob a esquerda, Jackson recebeu no pé direito, tocando para o esquerdo, ao mesmo tempo que evitava o defesa e depois, sem oposição, atirou a contar.























Os azuis e brancos queriam mais golos e foram à sua procura. Aos 75 minutos, na sequência de um canto marcado por Josué, Jackson Martinez saltou mais alto que a defesa contrária e cabeceou com êxito.





















Nesta altura já estava em campo Carlos Eduardo, que entrara um minuto antes e que fez o último quarto de hora em bom nível.

O último golo surgiu dois minutos depois na sequência de uma jogada ofensiva portista em que a atrapalhação dos jogadores do Penafiel, na sua área, permitiu a Mangala assistir Varela, que em posição duvidosa, não perdoou.






















Missão cumprida, num jogo marcado pelo mau tempo, que tornou difícil as condições do relvado, prejudicando o espectáculo.

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

MAIS UM TREINO RASCA OU UM JOGO A SÉRIO?








O FC Porto vai receber o FC Penafiel, em jogo a contar para a 2ª jornada da Taça da Liga tentando regressar às vitórias, depois da derrota na Luz.

Num grupo em que na 1º jornada nenhuma equipa conseguiu vencer, nem sequer marcar golos, os jogos que se seguem serão de primordial importância especialmente para quem ambiciona seguir em frente.














Paulo Fonseca vai dar oportunidade a alguns dos jogadores menos utilizados do plantel e por isso deixou de fora da convocatória, Otamendi, Lucho Gonzalez e Licá bem como o castigado Danilo, expulso no Estádio da Luz.

Diego Reyes, Herrera, Quintero e Ricardo foram os escolhidos para os substituir.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Taça da Liga 2013/14 - Grupo B - 2ª Jornada
PALCO DO JOGO: Estádio do Dragão - Porto
DATA E HORA DO JOGO: Quarta-feira, 15 de Janeiro de 2014, às 18:30 h
ÁRBITRO NOMEADO: Duarte Gomes - A.F. Lisboa
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI24

domingo, 29 de dezembro de 2013

FABIANO, O DOMADOR DE LEÕES















FICHA DO JOGO

























Para quem ainda tivesse dúvidas quanto à competência ou falta dela, da actual equipa portista, o jogo de hoje em Alvalade teve o condão de as dissipar. A equipa de milhões foi vulgarizada pela equipa dos tostões. Esta é a primeira grande conclusão a tirar do desempenho de ambas as equipas, no jogo desta noite. A segunda é que só a classe e competência de Fabiano evitou uma derrota em Alvalade.

Paulo Fonseca apostou de início num onze titular com apenas três novidades: Fabiano, na baliza em vez de Helton; Herrera, no meio campo, em vez de Lucho e Ghilas, no eixo do ataque, em vez de Jackson.

Os portistas entraram bem na partida e criaram a primeira grande ocasião para marcar, por intermédio de Ghilas, que bem lançado na área por Alex Sandro, atirou por cima da barra.

Depois a exibição portista foi-se perdendo na incapacidade de ligar o jogo, com Carlos Eduardo muito apagado, Herrera a somar uma série de perdas de bola verdadeiramente inocentes com quase todos os companheiros a denotar falta de confiança, incapacidade para romper, para segurar a bola e para a entregar em boas condições. Alas improdutivos e a afunilar o jogo, falta de criatividade e muita incompetência nos movimentos mais basilares do futebol. Assim, fica difícil decidir um jogo a seu favor e muito menos quando pela frente aparece uma equipa de jovens ambiciosos, irrequietos, descomplexados, bem orientados e a praticar um futebol bem mais adulto, acutilante, criativo, ligado e ofensivo. 

E se na primeira parte os Dragões conseguiram de algum modo equilibrar a partida, apesar das constantes perdas de bola, erros primários e outros comprometedores, na segunda parte afundou-se numa mediocridade ainda mais assustadora, obrigando Fabiano a agigantar-se nos seus 1,97 metros, para manter inviolável a sua baliza.























Resultado feliz e lisonjeiro que envergonha qualquer portista consciente.

Resta acrescentar que o árbitro da partida esteve bem, mesmo na expulsão de Carlos Eduardo, apesar do «restolho» da alienada plateia leonina, que entrava em esteria sempre que um jogador da sua equipa se estatelava, mergulhava, era apanhado em fora de jogo, ou sempre que o árbitro apitava contra os seus interesses. Afinal, a doutrina do calimero na sua plenitude.

sábado, 28 de dezembro de 2013

DEPOIS DO NATAL, A "TAL" TAÇA!








De regresso às competições, após pausa natalícia, o FC Porto vai dar início à sua participação na famigerada Taça da Liga, competição que nunca venceu e que de algum modo  tem vindo a desvalorizar, em termos de prioridade dos seus objectivos.

O sorteio colocou os Dragões no Grupo B, com a companhia de Sporting, Penafiel e Marítimo.














A 1ª jornada vai levar os campeões nacionais ao reduto da equipa do Sporting, num jogo que se vai disputar amanhã.

O técnico portista Paulo Fonseca, não tendo outros compromissos a meio da semana, parece estar disposto a apostar numa equipa titular muito próxima das últimas que tem utilizado na principal competição nacional.

As principais ausências, na lista dos convocados, são a do guarda-redes Helton e a do médio Quintero, colmatadas por Bolat e Alex Sandro.

LISTA COMPLETA DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Taça da Liga 2013/14 - 1ª Jornada - Grupo B
PALCO DO JOGO: Estádio de Alvalade Séc XXI - Lisboa
DATA E HORA DO JOGO: Domingo, 29 de Dezembro de 2013, às 20:45 h
ÁRBITRO NOMEADO: Olegário Benquerença - A.F. Leiria
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: TVI