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domingo, 30 de janeiro de 2011

DE FORA, COMO SE ESPERAVA

FICHA DO JOGO
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Foi com a consciência de que o apuramento não passava de uma hipótese muito remota que o FC Porto se deslocou a Barcelos, para cumprir a terceira e última Jornada do Grupo A, da Taça da Liga, este ano designada  Bwin Cup.

André Villas-Boas corporizou este sentimento ao fazer alinhar uma equipa muito diferente do habitual, protegendo por um lado, os titulares, aproveitando por outro, para testar alternativas, numa inteligente gestão do plantel, tal como a grande maioria dos adeptos portistas vaticinaram.

A surpresa maior foi a utilização de Serreno a lateral esquerdo, sobrando o centro da defesa para a dupla Otamendi e Maicon. Aposta ganha, pois Sereno esteve em bom plano nesse lugar.

O Gil Vicente apresentou-se na máxima força proporcionando um duelo interessante pela ambição e determinação que emprestou ao jogo.

Com maiores ou menores dificuldades, o FC Porto tentou controlar o jogo e conseguiu-o durante largos momentos, mas o primeiro lance de verdadeiro perigo teve a chancela da equipa da casa, com um remate a bater na barra da baliza de Beto, aos dezoito minutos.

Foram porém os Dragões os primeiros a marcar. Guarín disputou e ganhou a bola perto da área gilista, combinou com Walter, este serviu Rúben Micael, que sob a esquerda rematou certeiro. O intervalo viria logo a seguir. Sem jogar muito, os Dragões acabariam a primeira parte com vantagem no marcador.

No reatamento, André Villas-Boas deixou Fucile no banco. O uruguaio atravessa uma das suas piores fases, parecendo alheado do jogo, especialmente no que diz respeito ao tempo de recuperação. Demora a retomar o seu lugar na defesa expondo demasiado os seus companheiros. Para o seu lugar derivou Sereno, enquanto para a esquerda entrou Emídio Rafael.

O segundo tempo começou frenético, com o Gil Vicente mais ofensivo e perigoso e cinco minutos depois do apito do árbitro, empatou num lance em que a passividade da defesa portista foi decisiva. Primeiro Guarín permitiu o cruzamento sem oferecer oposição, depois Beto, na sua área de jurisdição deixou-se antecipar, permitindo o cabeceamento vitorioso.

Os azuis e brancos não se deixaram abater e quatro minutos volvidos, Rafa, depois de ter recuperado a bola a meio-campo, correu pela esquerda, aproximou-se da área, aproveitou a descompensação da defesa contrária para colocar a bola em Guarín, na meia-lua. O colombiano simulou o remate e devolveu a bola ao lateral que já dentro da área rematou com conta, peso e medida. Bom golo.

Cinco minutos depois (59'), Walter sofreu falta, perdeu a bola, o árbitro mandou jogar, o jogador gilista lançou de imediato a bola para o flanco direito, onde apareceu Hugo Vieira liberto de adversários. Ainda se atrapalhou, permitindo a recuperação de Emídio Rafael que não foi suficientemente eficaz. O avançado conseguiu superar a fraca oposição dos defesas portistas Rafa e Maicon rematando para o golo da igualdade.

Com cerca de meia hora para jogar e com o Nacional da Madeira a vencer em Aveiro, André Villas-Boas, incompreensivelmente, não resistiu à tentação de introduzir mais potencial para tentar vencer este encontro e aos 71' e 72' fez entrar Hulk e João Moutinho.

A equipa ficou mais agressiva mas não conseguiu alterar o marcador. 

Pior que o empate foi o infortúnio de Emídio Rafael que deverá ter o resto da época em risco, face à grave lesão que sofreu aos 90'. Logo agora que estava pré-convocado para a selecção nacional!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

PARA CUMPRIR CALENDÁRIO

Sendo certo que o FC Porto ainda se encontra na luta para o apuramento à fase seguinte da Taça da Liga, não deixa de ser verdade que as sua hipóteses são muito remotas, tendo em conta que ao Nacional da Madeira bastará um empate e que o seu adversário, o Beira-Mar, já afastado, não quererá apresentar-se com a melhor equipa, de resto, tal como nas duas jornadas anteriores, desta competição.
Entendo portanto que este jogo deve ser encarado com a responsabilidade que merece, seriamente, com o pensamento na vitória mas com os interpretes menos utilizados. Há que dar oportunidades a estes e deixar descansar os habituais titulares, face às exigências competitivas do carregado calendário. 

Nessa perspectiva, André Villas-Boas dispensou Helton, Sapunaru, Rolando e Belluschi. Já não podia contar com os ainda lesionados Álvaro Pereira e Radamel Falcao.

A gestão do plantel pode e deve ser mais profunda, sem significar perda de capacidade competitiva, dado que o plantel é constituído por atletas de bom nível.

Lista dos convocados:


Guarda-redes: Beto e Kieszek;
Defesas: Fucile, Sereno, Otamendi, Maicon e Emídio Rafael;
Médios: Fernando, Souza, Guarín, João Moutinho e Rúben Micael;
Avançados: Mariano Gonzalez, Hulk, Walter, Silvestre Varela, Cristian Rodríguez e James Rodríguez

EQUIPA PROVÁVEL

Competição: Taça da Liga - 3ª Jornada - Grupo A
Palco: Estádio Cidade de Barcelos - Barcelos
Data e hora: 29 de Janeiro de 2011, às 20:15 h
Árbitro: Artur Soares Dias - A.F. do Porto
Transmissão: SIC

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

VÁ LÁ, DEU PARA TREINAR.

FICHA DO JOGO
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Com a possibilidade de se qualificar quase desfeita, por nova vitória do Nacional, o FC Porto entrou para este jogo decidido a fazer um bom treino, impondo o seu futebol de ataque que lhe rendeu três golos na primeira parte, com o primeiro a surgir logo aos 7'.

Foi o melhor período dos Dragões que imprimiram um ritmo vivo, criaram grandes dificuldades aos aveirenses, aparecendo com relativa facilidade na zona de remate. O resultado não se dilatou para além dos três golos, por algum desacerto na definição do momento do remate e/ou no último passe.

No segundo tempo, André Villas-Boas deixou nos balneários Moutinho e Hulk, a essência do futebol portista e a qualidade do jogo desceu vertiginosamente até à vulgaridade que dispensa comentários.

Não sendo matematicamente impossível, a qualificação para as meias-finais é no entanto cada vez mais uma miragem, pois não acredito que a equipa insular, podendo empatar o último encontro, deixe fugir a oportunidade, tanto mais que o Beira-Mar, seu próximo adversário, já sem hipóteses, jogará tal como hoje, com os jogadores menos utilizados.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

ENQUANTO HÁ VIDA, HÁ ESPERANÇA...


O Beira-Mar é o adversário que se segue, desta vez em dose dupla. Quarta-feira, para a Taça da Liga e no Sábado, para a Liga Zon Sagres.

Face à derrota na primeira jornada, a qualificação para a fase seguinte ficou  hipotecada, mas, como diz o povo, enquanto há vida, há esperança. A vitória nos dois próximos jogos, desta competição, pode não ser suficiente. Em todo caso, trata-se de mais um jogo em que os Dragões deverão fazer tudo o que estiver ao seu alcance para cumprir o objectivo: vencer.

Haverá muito provavelmente algumas mexidas no onze titular, mas isso não pode servir de desculpa para um menor rendimento ou um resultado desfavorável.

Espero e desejo que os jogadores chamados à equipa dêem boa conta de si, valorizem o espectáculo e respeitem o público, por pouco que seja, conquistando com classe mais uma vitória.

Sapunaru, Rolando e Falcão não foram convocados. Os dois primeiros por opção técnica e o colombiano por se encontrar de novo lesionado. Saltaram para os seus lugares Sereno, Souza e Walter.

Beto e Cristian Rodríguez já foram reintegrados, pelo que os seus regressos poderá estar próximo, enquanto Álvaro Pereira prossegue o tratamento, agora na companhia de Falcao.


Lista dos convocados:


Guarda-redes: Helton e Kieszek;
Defesas: Fucile, Maicon, Otamendi, Sereno e Emídio Rafael;
Médios: Fernando, Guarín, João Moutinho, Souza, Belluschi e Rúben Micael
Avançados: Mariano Gonzalez, Hulk, Walter, Silvestre Varela e James Rodríguez


EQUIPA PROVÁVEL
Competição: Bwin Cup (Taça da Liga) - 2ª Jornada - Grupo A
Palco: Estádio do Dragão - Porto
Data e hora: 19 de Janeiro de 2011 às 20:45 h
Árbitro: Marco Ferreira - A.F. da Madeira
Transmissão: SIC

domingo, 2 de janeiro de 2011

36 JOGOS DEPOIS... A DERROTA!

FICHA DO JOGO
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O FC Porto, tem boas razões para não gostar da Taça da Liga! É nesta competição que os Dragões averbam as derrotas mais estapafúrdias e irracionais da sua história. 

36 jogos depois, eis o sabor amargo da derrota (a última remontava a 21 de Março de 2010, precisamente a final desta competição!).

Não foi faltas de atitude nem vontade de vencer. Pior! Foi falta de capacidade para ultrapassar a bem montada organização defensiva do Nacional à mistura com momentos de ligeireza dos defensores portistas, onde não faltou uma soberba «robertada» de Kieszek, a entregar o ouro ao bandido, mas também alguma desorientação da equipa técnica, chefiada por André Villas-Boas, que fez duas substituições perfeitamente desastrosas, principalmente quando decidiu tirar do jogo o mais esclarecido, o mais empreendedor, o mais pujante e o mais inteligente homem em campo. Refiro-me evidentemente a Guarín.

Creio não ter ficado dúvidas para ninguém as evidentes  incapacidades, já notadas em jogos anteriores mas que os resultados vinham disfarçando. Confesso a minha esperança que a paragem de Natal funcionasse como um bálsamo para a maioria dos atletas, mas esta exibição (mais que o resultado) abalou a minha confiança.

Frente a uma equipa bem arrumada, os Dragões passaram toda a primeira parte, em vão, a tentar fazer um passe de ruptura que originasse alguma jogada de perigo. Tentaram a «tabelinha», os passes em profundidade, os remates de meia distância, mas sempre de forma denunciada, sem velocidade, sem direcção e sem eficácia.  Moutinho esteve pouco activo, Hulk muito individualista e improfícuo, Walter lento e pouco eficaz e James muito resguardado.

Já no segundo tempo, o FC Porto entrou mais incisivo, a prometer melhorar a sua prestação. Hulk, aos 47', obrigou Bracalli a defesa complicada  e aos 56' James Rodríguez desperdiçou a melhor ocasião dos Dragões, em toda a partida. Seis minutos depois veio o castigo máximo que Hulk concretizou. Parecia que depois de chegar à vantagem o FC Porto partiria então para uma melhoria exibicional. Pelo contrário, os jogadores portistas sentiram-se confortáveis com a magra vantagem, tentando controlar o jogo, fazendo correr o tempo, sem grandes ameaças.

Porém, numa jogada surrealista, os azuis e brancos decidiram brincar com a bola junto da sua área. A bola foi reposta por  Kieszek, com as mãos para junto da linha de cabeceira, Sapunaru primeiro e Rolando depois, acabaram por ter que disputa-la, em aperto, até a perderem. O jogador do Nacional cruzou e Kieszek, senhor do lance, largou a bola, e Anselmo limitou-se a empurrar para as redes. Balde de água fria.

Para piorar o cenário,  mestre André tirou do jogo Guarín, para meter Ukra (!!!), já tinha tirado Rúben (a subir de rendimento) para meter o apagado Belluschi e logo a seguir a defesa portista voltou a dar novo brinde. Cruzamento da esquerda, Sereno deixou-se antecipar e o mesmo Anselmo não se fez rogado. Estava consumada a reviravolta.

O resultado poderia tomar foros de escândalo, não fora Olegário ter perdoado um penalty cometido por Sereno.

Enfim, derrota que castiga a má performance de quase todos os jogadores portistas, com excepção de Guarín (que bela partida) e Rúben Micael, este melhor na primeira que na segunda parte.

Kieszek foi mal batido em ambos os golos (o primeiro um «perú de Natal», o segundo a bola foi cabeceada na  área da sua jurisdição); Sereno e Emídio Rafael, muito irregulares (não parecem ser jogadores fadados para tão altos voos); Moutinho, Hulk, Walter e James, estiveram a léguas do que se lhes exige.

Que esta derrota sirva para que as «vedetas» desçam das nuvens, voltem à terra e enfrentem os restantes desafios com a qualidade e ambição que sabemos que possuem. 

sábado, 1 de janeiro de 2011

ANO NOVO, A MESMA AMBIÇÃO: GANHAR!

Tem início amanhã, o novo ciclo do futebol profissional portista, que se espera de continuidade, no que diz respeito aos resultados, mas também que traduza uma melhoria exibicional, a condizer com o estatuto de melhor equipa portuguesa da actualidade.

Espero igualmente que a equipa técnica encare esta competição, com a responsabilidade, que no passado recente outra não lhe conferiu, pois entendo que o prestigio do FC Porto exige sempre uma postura de respeito e ambição. Todas as provas em que os Dragões estão envolvidos devem ser encarados com o espírito de vitória. Perder, nem a feijões!

André Villas-Boas continua a não ter todo o plantel em pleno. Beto, Álvaro Pereira, Falcao e Cristian Rodríguez, estão em recuperação de lesões que os apoquentam. Varela e Fernando, embora reintegrados, não estarão ainda nos níveis físicos ideais. Mariano Gonzalez aguarda a sua regularização para poder competir.

Sereno, Emídio Rafael e Ukra, são assim, as três novidades na lista dos convocados.

LISTA DOS CONVOCADOS

Guarda-redes: Helton e Kieszek;
Defesas: Sapunaru, Fucile, Rolando, Maicon, Sereno e Emídio Rafael;
Médios: Guarín, João Moutinho, Belluschi, Castro, Souza e Rúben Micael;
Avançados: Hulk, Walter, James Rodríguez e Ukra.

EQUIPA PROVÁVEL


Competição: Bwin cup - Taça da Liga - 1ª Jornada - Grupo A
Palco: Estádio do Dragão - Porto
Data e hora: 2 de Janeiro de 2011, às 18:00 h
Árbitro: Olegário Benquerença - A.F. de Leiria
Transmissão: SportTv1