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quarta-feira, 30 de dezembro de 2015

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 126 (ACTUALIZAÇÃO)












HÉCTOR HERRERA - Goleador Nº 126

Neste Ranking dinâmico, os atletas em actividade têm a possibilidade de, à medida que vão conseguindo concretizar golos, melhorar gradualmente a sua posição e ultrapassar na classificação os que em actividade não são tão certeiros e os que já não podem melhorar porque concluíram as suas carreiras.

É precisamente o caso deste médio mexicano que chegou recentemente à marca de 13 golos, ultrapassando os que têm sido aqui divulgados com 12 golos obtidos. Herrera atingiu este número ao fim de 92 participações com a camisola do FC Porto, que vem envergando desde a temporada de 2013/14.

Héctor Miguel Herrera López, nasceu no dia 19 de Abril de 1990, em Rosarito, subúrbio pobre que já fez parte da mais conhecida Tijuana, no México. Jogador simples, sem grandes rendilhados, ainda que dotado de técnica refinada (o último golo, frente à Académica é prova disso mesmo), não tem tido vida fácil para se impor na equipa do FC Porto, onde chegou no Verão de 2013.

Fez toda a sua formação no Pachuca, chegando à equipa principal em 2011, após uma ano a estagiar nas reservas do Tampico Madero.

Esteve em alta no Torneio de Toulon, em 2011, pela sua selecção que foi a vencedora, tendo sido considerado o melhor jogador desse troféu.






















A sua estreia oficial na equipa principal do FC Porto aconteceu no dia 18 de Agosto de 2013, no Estádio do Bonfim, frente ao Vitória de Setúbal, com vitória portista por 3-1. Herrera jogou os últimos 8 minutos dessa partida, quando saiu do banco para o lugar de Lucho Gonzalez. Já o seu primeiro jogo como titular foi no Municipal de Arouca, contra o clube local, no dia 6 de Outubro de 2013, jogo da 7ª jornada da Liga Zon Sagres, com vitória portista por 3-1.


























O seu primeiro golo de Dragão ao peito foi obtido no dia 20 de Dezembro de 2013, no Estádio do Dragão, frente ao Olhanense, jogo da 14ª Jornada, com vitória portista por 4-0.
























Héctor Herrera é dos poucos jogadores do FC Porto sem qualquer título no seu palmarés.










Em termos de selecção continua a ser um jogador fundamental do meio campo, contando já com 37 presenças, 29 das quais enquanto jogador do FC Porto.

quinta-feira, 7 de agosto de 2014

INTERNACIONAIS PORTISTAS (ESTRANGEIROS)













Héctor Herrera - Internacional E64: Envergou a camisola da selecção nacional principal do México por 17 vezes (8 ao serviço do CF Pachuca e 9 pelo FC Porto). A sua estreia aconteceu no dia 16 de Outubro de 2012, em Torreon, no jogo entre o México e El Salvador, a contar para a fase de qualificação do Mundial/2014, com vitória mexicana por 2-0.

Enquanto atleta do FC Porto, voltaria a vestir a camisola do seu país para concretizar nessa altura a sua 9ª internacionalização, em 10 de Setembro de 2013, em Columbus, frente à U.S.A., em mais um jogo de qualificação para o Mundial/2014, desta vez com derrota por 2-0.

Fez parte do plantel que jogou a fase final desse certame, realizado no Brasil, onde foi titular indiscutível com performances de grande nível que fizeram dele um dos melhores médios do torneio.

Tal como o seu compatriota e colega na equipa do FC Porto, Herrera, antes de chegar á selecção principal, jogou nas camadas jovens da selecção mexicana, vencendo o Torneio Olímpico Londres/2012 com a equipa dos Sub-23.








































Héctor Miguel Herrera Lopez, nasceu em 19 de Abril de 1990, em Tijuana, México e fez a sua formação no CF Pachuca, onde chegou a profissional.

Médio centro de boa visão de jogo e elevada capacidade de distribuição foi rapidamente cobiçado por emblemas europeus, especialmente pela forma como actuou no Torneio de Toulon/2012, onde foi considerado o melhor jogador.

Assinou contrato com o FC Porto no Verão de 2013, por 4 temporadas, a troco de 8 milhões de euros por 80% dos direitos económicos e uma cláusula de rescisão no valor de 40 milhões de euros.

Necessitou de um período de adaptação, tendo sido utilizado na equipa B, disputando 8 jogos. Ao longo da época sentiu sempre algumas dificuldades para se impor, nunca tendo conseguido atingir o nível que fez despertar a cobiça dos responsáveis portistas e muito menos as capacidades que patenteou na fase final do Campeonato do Mundo, onde as suas exibições foram muito apreciadas.







Trata-se de um jovem com talento e margem de progressão, de quem se espera uma evolução consistente, capaz de se tornar titular indiscutível no meio campo portista.