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quarta-feira, 10 de junho de 2015

BALANÇO DA TEMPORADA 2014/15

IV PARTE

No balanço geral desta temporada, chegou a vez de falar dos golos marcados. Apesar de ter efectuado menos um jogo que na época anterior, o ataque portista mostrou-se bem mais realizador.






















Em termos individuais, Jackson Martinez voltou a fazer o pleno ao cotar-se como o máximo goleador do FC Porto e também do Campeonato nacional, vencendo pela 3ª vez consecutiva o troféu respectivo.





































































Brahimi e Quaresma foram os atletas, que a seguir a Jackson, conseguiram um número de golos com dois dígitos, mas ambos com grande diferença do artilheiro colombiano.

O top-ten do rankink dos goleadores portistas manteve-se inalterável, numa lista comandada pelo incontornável Bi-bota de Ouro Fernando Gomes (ver aqui).

Jackson Martinez, com os seus 32 golos deu um salto impressionante nesse ranking. Passou da 26ª posição para um honroso 12º lugar, que não poderá melhorar, se como tudo indica, mudar de ares:



sexta-feira, 5 de junho de 2015

BALANÇO DA TEMPORADA 2014/15


III PARTE

Foram 52 o número de jogos que a equipa do FC Porto teve de disputar, ao longo da época, distribuídos por 4 provas oficiais, como documenta o quadro que se segue:











Relativamente à temporada anterior, os Dragões realizando menos 1 jogo (52/53), registaram mais 6 vitórias (30/36), o mesmo número de empates (11/11), menos 7 derrotas (12/5), marcaram mais 19 golos (94/113) e sofreram menos 16 (49/33).

Apesar desta melhoria considerável não somou qualquer título, ao contrário da época anterior (1/0).

Segue-se o mapa de todos os jogos oficiais disputados (Clicar no quadro para ampliar): 

































Nestes 52 jogos, a equipa técnica utilizou 28 atletas, com destaque para o médio mexicano Hector Herrera que participou em 46 encontros, mas pertenceu ao defesa direito brasileiro Danilo o maior número de minutos acumulados (3581), mesmo que só tenha intervido em 41 partidas.

Seguem-se os mapas detalhados com essas participações, distribuídas pelas 4 provas:















































































(Continua)

segunda-feira, 1 de junho de 2015

BALANÇO DA TEMPORADA 2014/15

II PARTE

Como de costume, a participação do FC Porto na Taça de Portugal começou em Outubro, na 3ª Eliminatória da prova, momento em que as equipas do escalão principal se juntam às equipas sobreviventes dos restantes escalões.

Quis o destino que o Sporting visitasse o Dragão, jogo antecedido de uma série de provocações dirigidas pelos responsáveis leoninos, em particular do seu presidente, a pedir claramente uma resposta contundente em campo. Porém, o que se assistiu foi a um Dragão sem orgulho, sem organização, sem ambição, sem criatividade, completamente anulado por um adversário teoricamente inferior, mas que foi capaz de assumir o comando do jogo, acabando com um triunfo retumbante (1-3), eliminando prematuramente os portistas de uma prova que pretendia ganhar. 






O desempenho portista deixou muito a desejar, com erros primários que custaram pelo menos dois dos golos sofridos, falharam uma grande penalidade, demonstrando impreparação e falta de estudo do adversário.

Também na Taça da Liga o final não foi feliz. A equipa até fez uma boa fase de grupos, cedendo apenas um empate, em Braga, num jogo épico, onde os segundas linhas se bateram com raça, depois de ficarem reduzidos a nove elementos.

















Na meia final da prova os azuis e brancos voltaram a claudicar no Funchal, frente ao Marítimo, perdendo por 2-1, depois de terem conseguido colocar-se em vantagem no marcador. Foi mais um jogo em que o acumular de erros primários ditaram o destino da eliminatória e o fim da prova para o FC Porto.

A parte mais conseguida da época foi na prova rainha do futebol europeu, a Champions League, onde realmente o FC Porto teve uma participação à altura dos seus pergaminhos.

Teve de se submeter a um Play-Off de qualificação, no início da época, eliminando a equipa francesa do Lille e depois, no Grupo H, acabou na liderança, sem derrotas, passeando classe pela Europa, com exibições colectivas e individuais de encher o olho. A passagem aos oitavos-de-final, foi garantida no final da 4ª jornada, duas antes do fecho das contas do Grupo, com a vitória portista em Bilbau, por 2-0.
















Depois veio o FC Basel, de Paulo Sousa, eliminatória que o FC Porto dominou de forma clara e nas meias-finais, o colosso Bayern de Munique. Os Dragões voltaram a mostrar competência e classe no jogo da 1ª mão, no Dragão, mas em Munique, a equipa baqueou de forma estranha, consentindo uma goleada já em desuso.
















Em todo o caso, no geral o FC Porto passou uma imagem bem positiva do futebol que é capaz de praticar. Pena a única derrota ter sido tão facilitada.

(CONTINUA)

sexta-feira, 29 de maio de 2015

BALANÇO DA TEMPORADA 2014/15

PARTE I

Como vem sendo habitual neste espaço, o fim da temporada trás consigo a análise dos números finais em jeito de balanço à performance portista ao longo da temporada.

Comecemos pois pelo princípio, que trouxe ao convívio azul e branco novas caras, novas apostas e novas ambições. Pinto da Costa voltou a surpreender ao escolher para responsável técnico um treinador pouco conhecido e com pouca experiência, apostando em Julen Lopetegui, com um currículo ainda escasso (ver aqui)

O plantel conheceu alterações significativas com entradas e saídas de jogadores. Em termos de entradas, foram contratados 16 novos atletas:









































Destes nem todos ficaram no plantel principal, havendo mesmo quem tivesse saído por empréstimo (Sami, Opare e Otávio).

Julen Lopetegui dispensou alguns atletas da temporada anterior e dos mais cobiçados, Mangala e Fernando foram os que não resistiram e abalaram para terras de Sua Majestade, deixando nos cofres portistas uma boa maquia.



















Realce para Sami que nem sequer aqueceu o lugar. Acabado de contratar, fez a pre-época e recebeu guia de marcha.

Na cerimónia de apresentação ainda apareceram Kelvin, dispensado no mercado de Inverno ao Palmeiras, bem como outras figuras da equipa B (ver aqui).

O técnico basco começou por fazer algumas experiências, para conhecer as características dos seus jogadores, imprimindo alguma rotatividade, que terá sido (ou não) responsável pela perda de alguns pontos. O futebol de circulação e posse de bola, tão ao gosto do técnico, foi sendo enraizado, mas erros primários e comprometedores acabaram por atraiçoar todos os objectivos. Foi assim frente ao Benfica, no Dragão, que custou a derrota por 0-2, depois de uma exibição bastante positiva e que acabaria por ser determinante no final das contas; Foi assim frente ao Sporting, também no Dragão, para a Taça de Portugal, com derrota clamorosa por 1-3, implicando a eliminação prematura da prova; Foi também assim na Madeira, contra o Marítimo, no jogo da meia-final da Taça da Liga, com a derrota por 2-1; E foi ainda assim nos quartos de final da Champions League, em Munique, com uma goleada das antigas (6-1), na sequência de falhas clamorosas.

É verdade que a equipa fez uma segunda volta do Campeonato mais regular, com algumas boas exibições e bons resultados, mas na hora de aproveitar as escorregadelas da equipa do regime, não as soube capitalizar e acabou o campeonato com a desvantagem de três pontos, por muita culpa própria, mas também pelo colinho da APAF, que acabou, em termos concretos, por influenciar decisivamente a atribuição do título nacional.




























(Continua)