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terça-feira, 10 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL ÁFRICA DO SUL/2010

Apesar do favoritismo inicial apontado à nossa selecção, colocada num grupo aparentemente acessível (Dinamarca, Suécia, Hungria, Albânia e Malta), a verdade é que não foi além do segundo lugar, conquistado já na recta final da prova, obrigando-a a disputar com a Bósnia-Herzgovina uma eliminatória de repescagem, a que se submeteram os melhores segundos lugares, Portugal lá garantiu a 5ª presença em fases finais do Campeonato do Mundo, 

O seleccionador nacional Carlos Queiroz elegeu os seguintes jogadores:

FC Porto (4): Beto, Rolando, Bruno Alves e Raul Meireles;
Braga (1): Eduardo;
Sporting (3): Pedro Mendes, Miguel Veloso e Liedson;
Benfica (1): Fábio Coentrão;
Chelsea (3): Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Deco;
M. United (1): Nani;
Málaga (1): Duda;
R. Madrid (2): Pepe e Cristiano Ronaldo;
A. Madrid (2): Tiago e Simão;
Valência (1): Miguel;

Lille (1): Ricardo Costa;
Weder Bremen (1): Hugo Almeida;

Zenit (1): Dany;
Iraklis (1): Daniel Fernandes.


Nani, lesionado já na África do Sul, foi substituído pelo benfiquista Rúben Amorim. 









































O sorteio colocou a equipa lusa no Grupo G, chamado Grupo da morte, com Costa do Marfim, Coreia do Norte e Brasil.

O 2º lugar, atrás do Brasil, garantiu a presença nos oitavos-de-final, onde seria afastada pela Espanha.

Dos 4 atletas portistas deste plantel, só dois (Bruno Alves e Raul Meireles) foram utilizados e ambos nos 4 jogos, sobressaindo o pleno de jogos e minutos do defesa central e o golo obtido pelo médio, na goleada contra a Coreia do Norte:








Os outros dois representantes portistas defenderam as cores do Uruguai que fez parte do Grupo A, com México, África do Sul e França. Os uruguaios foram líderes do Grupo, avançando com os mexicanos para os oitavos-de-final.

Coreia do Sul e Gana foram as selecções eliminadas pelo Uruguai nos oitavos e quartos-de-final, respectivamente. Os uruguaios viriam a sucumbir nas meias-finais, frente à Holanda.

Também no jogo da atribuição do 3º lugar o Uruguai foi derrotado, desta vez pela a Alemanha.

Os portistas Fucile e Álvaro Pereira participaram em 5 dos seis jogos da sua selecção, com destaque para o defesa esquerdo que marcou um golo contra a África do Sul:









sexta-feira, 6 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL ALEMANHA/2006

Já com o brasileiro Luiz Felipe Scolari no comando da selecção portuguesa e após o fracasso na tentativa de vencer o Euro/2004, disputado em Portugal, com uma derrota escandalosa frente à Grécia, na final, a equipa nacional parecia ter, apesar de tudo, interiorizado uma abordagem mais ambiciosa às grandes competições.

Foi sem surpresa que a turma nacional se qualificou, para mais uma fase final, agora disputada na Alemanha.

O «Sargentão», como era conhecido nos meios futebolísticos, escolheu o seguinte plantel:

FC Porto (2): Ricardo Costa e Hélder Postiga;
Braga (1): Paulo Santos;
Sporting (2): Ricardo e Caneira;
Benfica (4): Quim, Petit, Simão e Nuno Gomes;
Chelsea (3): Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho e Maniche;
Valência (2): Miguel e Hugo Viana;
Estugarda (1): Fernando Meira;
Everton (1): Nuno Valente;
Barcelona (1): Deco;
Dínamo Moscovo (1): Costinha;
Lyon (1): Tiago;
Inter Milão (1): Figo;
Fulham (1): Boa Morte
Manchester United (1): Cristiano Ronaldo;
Paris St-Germain (1): Pauleta






























O FC Porto, como já vimos, esteve representado com dois atletas portugueses (Ricardo Costa e Hélder Postiga) e um argentino (Lucho Gonzalez).

Portugal foi líder do Grupo D, tendo como opositores o México, Angola e Irão. Portugueses e mexicanos avançaram para a fase seguinte. Portugal acabaria por perder nas meias-finais, contra a França, depois de ter eliminado a Holanda e a Inglaterra, nos oitavos e quartos-de-final, respectivamente.

O último jogo foi frente à selecção da casa, a Alemanha, para a atribuição do 3º lugar, jogo que Portugal perdeu por 3-1.

Ricardo Costa participou precisamente neste último encontro:






Hélder Postiga, estando em mais jogos, não jogou tantos minutos:








A Argentina do «nosso» Lucho Gonzalez ficou no Grupo C, com Holanda, Costa do Marfim e Sérvia/Montenegro. Também aqui prevaleceu a lei do mais forte, com a qualificação de Argentina e Holanda, para os oitavos-de-final.

Os argentinos viriam a claudicar nos quartos-de-final, frente à Alemanha, nas grandes penalidades, depois de terem eliminado o México.

Lucho Gonzalez participou em 3 dos encontros:


quinta-feira, 5 de junho de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL COREIA/JAPÃO 2002

Pela primeira vez na história do Campeonato do Mundo de Futebol, a FIFA decidiu permitir a organização conjunta da fase final da prova, com a eleição a premiar a Rep. da Coreia e o Japão.

Sob o comando de António Oliveira, Portugal voltava à ribalta, após 16 longos anos de enormes desilusões. Era o 3º apuramento em mundiais, para a equipa lusa.

Relembremos então o plantel escolhido para esta fase final:

FC Porto (4): Vítor Baía, Jorge Costa, Jorge Andrade e Capucho;
Boavista (3): Ricardo, Frechaut e Petit;
Sporting (6): Nélson, Beto, Rui Jorge, Paulo Bento, Pedro Barbosa e João Pinto;
Benfica (1): Caneira;
Marítimo (1): Kenedy;
Liverpool (1): Abel Xavier;
AC Milan (1): Rui Costa;
Inter (1): Sérgio Conceição;
Fiorentina (1): Nuno Gomes;
Lázio (1): Fernando Couto;
Panathinaikos (1): Paulo Sousa;
Real Madrid (1): Luís Figo
Bordéus (1): Pauleta.

Antes do embarque Kenedy foi apanhado no controlo anti-doping, sendo rendido por Hugo Viana (Sporting).

A representação portista, para além dos 4 atletas portugueses, teve também presenças em mais 4 selecções, como iremos ver mais à frente.










































Toda a representação portista esteve em actividade, como os quadros a seguir ilustram.

Na selecção das quinas,  só o guarda-redes Vítor Baía fez o pleno de jogos e minutos, disputados. Portugal não passou da fase de grupos, apesar de ter sido apontada como a principal favorita, já que os seus adversários eram tidos como francamente acessíveis (EUA, Polónia e Coreia do Sul). A realidade foi bem diferente








O defesa-central Jorge Costa foi titular nas três partidas e só não completou a primeira. Esteve infeliz no primeiro ao marcar um auto-golo, na altura o 2-0 para os americanos. Aos 36' Portugal perdia já por 3-0 e entrava assim muito mal no Campeonato.









Jorge Andrade, também defesa-central, foi suplente utilizado em duas jornadas do Grupo, precisamente nas duas derrotas averbadas por Portugal.








Já o médio ala, Nuno Capucho apenas jogou 11 minutos, do 2º jogo e na única e gorda vitória portuguesa.







Para além dos 4 atletas portistas, portugueses, outros 4, de nacionalidades diferentes, estiveram neste mundial de futebol.

Foi o caso do paraguaio Carlos Paredes, médio defensivo, que actuou em 2 dos 3 jogos da sua selecção. O Paraguai qualificar-se-ía para os oitavos-de-final, onde seria afastado pela a Alemanha, mas Paredes não participou nesse jogo.







A África do Sul do «nosso» Benni McCarthy, avançado e goleador de créditos firmados, esteve nos 3 jogos da fase de Grupos, curiosamente no mesmo (Grupo B) que Paredes. Os africanos não foram além da 3ª posição no grupo, com os mesmos pontos do Paraguai, mas em desvantagem na diferença de golos. McCarthy deixou a sua marca ao apontar um dos golos contra a Espanha, que no entanto não chegou para evitar a derrota.









O esloveno Miran Pavlin, foi outro dos nossos representantes. Participou nos três jogos da sua selecção, que tal como os dois atletas anteriores, se juntaram todos no Grupo B. A Eslovénia era a equipa mais fraca do grupo e perdeu todos os jogos.







Finalmente, Dimitri Alenitchev, o excelente médio-ofensivo russo, participou em dois dos três jogos da sua selecção. A Rússia, tal como Portugal, constituíram as principais decepções deste Mundial. Em grupos perfeitamente acessíveis, ambos não conseguiram passar a 1º fase. Japão, Bélgica e Tunísia, foram os adversários dos russos.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

PARTICIPAÇÕES PORTISTAS NOS MUNDIAIS DE 1990, 1994 E 1998

Depois do Mundial do México/1986, Portugal falharia sucessivamente a presença no Itália/90, no USA/94 e no França/98.

Mas nem por isso, o FC Porto deixou de ter atletas seus nessas fases finais.

Assim, em 1990, evoluiriam nos estádios italianos dois futebolistas do plantel portista de então: o brasileiro Branco, defesa lateral esquerdo e o belga Stephane Demol, defesa central.














O Brasil, no Grupo C, na companhia da Costa Rica, Escócia e Suécia, foi o natural vencedor do seu grupo, mas viria a ser afastada da prova, nos oitavos-de-finais, pela Argentina, que por sua vez acabaria por claudicar na final frente à Alemanha.

O portista Branco fez o pleno dos jogos e minutos disputados pela sua selecção:







A Bélgica ficou colocada no Grupo E, na companhia de Espanha, Coreia do Sul e Uruguai e terminou a fase no 2º lugar, que lhe proporcionou a qualificação para os oitavos-de-final, onde sucumbiria frente à Inglaterra.

Demol fez também o pleno de jogos e minutos disputados pela sua equipa.








Já no USA/1998, só o avançado búlgaro do FC Porto Emil Kostadinov, teve oportunidade de representar o clube nessa fase final.














Colocada no Grupo D, com Argentina, Grécia e Nigéria, a Bulgária cometeu a proeza de vencer a Argentina e afastá-la da fase seguinte, num grupo em que o equilíbrio foi a nota dominante. Nigéria, Bulgária e Argentina acabaram com os mesmos pontos (6), mas só as duas primeiras avançariam para os oitavos-de-final.

A Bulgária tinha uma equipa bastante forte e conseguiu fazer uma fase final com muita qualidade. Eliminou o México nos oitavos e a Alemanha nos quartos, perdendo depois com a Itália, nas meias-finais.


Na disputa do 3º lugar, acabaria por perder, frente à Suécia.

Emil Kostadinov esteve nos 7 jogos disputados, ainda que não no pleno dos minutos (90'+82'+74'+119'+90'+72'+90').










Finalmente no França/1998, a representação portista esteve entregue a mais dois valorosos atletas, ambos médios. Um brasileiro, Doriva e outro marroquino, Youssef Chippo.














Curiosamente as duas selecções ficaram agrupadas no Grupo A, com Noruega e Escócia. Sorte bem diferente para as duas selecções. Brasil foi a vencedora natural do Grupo e Marrocos não passou do 3º lugar, em função de 1 derrota, 1 empate e 1 vitória.

Mais uma vez curiosamente, Doriva só fez um jogo (incompleto), precisamente frente a Marrocos. Entrou aos 68 minutos a render César Sampaio. Não mais seria utilizado, na caminhada brasileira até à final, onde perderia frente à França.





Já Chippo esteve nos três jogos disputados por Marrocos, no seu grupo, ainda que não tivesse feito o pleno dos minutos (78'+90'+87')


sábado, 31 de maio de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL DO MÉXICO/1986

Depois da estreia portuguesa em fases finais do Mundial, em Inglaterra, foram necessários 20 anos para que a equipa nacional pudesse repetir a façanha.

O México foi o palco do certame e o FC Porto esteve representado em larga escala, com 8 jogadores seus, 6 no plantel português, um na selecção da Polónia e outro na selecção da Argélia.

O seleccionador/treinador era o «Magriço» José Torres, que estivera como atleta, na fase final do Inglaterra/1966 e escolheu um lote de 22 jogadores constituídos por, seis jogadores do FC Porto (João Pinto, Inácio, André, Jaime Magalhães, Futre e Fernando Gomes); dois do Boavista (Frederico e Ribeiro); sete do Benfica (Bento, A. Oliveira, Veloso, Álvaro, Carlos Manuel, Diamantino e Rui Águas); quatro do Sporting (Damas, Morato, Jaime Pacheco e Sousa); três do Belenenses (Jorge Martins, José António e Sobrinho).

Veloso acabou por ficar de fora face a um controle anti-doping positivo e foi substituído por Bandeirinha, da Académica.







































Dos seis jogadores lusos, do FC  Porto só João Pinto não saiu do banco.

Inácio cumpriu os 90 minutos dos três jogos disputados:






André participou nos dois primeiros jogos (90'+73'):





Jaime Magalhães participou nos dois últimos (17'+90'):





Paulo Futre interveio nos três jogos (17'+45'+90'):







Fernando Gomes esteve também nos três jogos (73'+45'+90'):






A Polónia que fez parte do Grupo de Portugal, logrou avançar para os oitavos-de-final, onde seria derrotada pelo Brasil.

O guardião portista J. Mlynarczyk esteve presente nos quatro jogos, perfazendo os 360':






A Argélia do «nosso» Rabah Madjer também não foi além da fase de grupos, mas o avançado argelino esteve nos três jogos (32'+90'+90'):






sexta-feira, 30 de maio de 2014

PARTICIPAÇÃO PORTISTA NO MUNDIAL INGLATERRA/1966

Prosseguindo o périplo pelo passado, no que diz respeito aos mundiais de futebol, hoje abordamos a participação portista no Inglaterra/1966, que coincidiu aliás com a primeira aparição portuguesa nos grandes certames internacionais de selecções, se excluirmos os Jogos Olímpicos.

Sob o comando de Manuel da Luz Afonso (seleccionador) e Otto Glória (treinador), do lote dos atletas escolhidos faziam parte três jogadores do FC Porto (Américo, Festa e C. Pinto); um do Leixões (Manuel Duarte); dois do Belenenses (José Pereira e Vicente); sete do Benfica (Germano, Cruz, Coluna, José Augusto, Eusébio, Torres e Simões); oito do Sporting (Carvalho, Morais, Alexandre Baptista, José Carlos, Hilário, Peres, Figueiredo e Lourenço; e um do Vitória de Setúbal (Jaime Graça).

Américo, o excelente guarda-redes, não chegou a ser utilizado, mas a sua escolha justificava-o perfeitamente, pois tratava-se de um dos melhores na sua posição e encontrava-se num momento de forma espectacular. Foi preterido por um, bem mais inferior e em fim de carreira.

C. Pinto, médio ofensivo, também não chegou a ser utilizado, apesar de ter efectuado uma época extraordinária, ao serviço do FC Porto.

Festa realizou três jogos, no seu lugar de defesa-direito, terminando com uma grande exibição frente à Rússia, em jogo que determinou o 3º lugar final.


















quinta-feira, 29 de maio de 2014

GOLEADORES PORTUGUESES NAS FASES FINAIS DO CAMPEONATO DO MUNDO

A Selecção nacional portuguesa já esteve presente em 5 fases finais do Campeonato do Mundo (Inglaterra/1966, México/1986, Coreia/Japão/2002, Alemanha/2006 e África do Sul/2010.

Com performances diferenciadas, sempre houve quem fizesse o gosto ao pé (ou cabeça), sendo que o que mais se destacou foi Eusébio, em 1966, que com os 9 golos marcados foi o rei dos artilheiros dessa edição. Mas outros atletas registaram o seu nome na lista dos marcadores.

O quadro abaixo relembra todos os que o fizeram:




quarta-feira, 28 de maio de 2014

OS GOLEADORES DOS MUNDIAIS

Continua a pertencer ao francês Juste Fontaine a melhor marca de golos marcados, nas fases finais do Campeonato do Mundo, com 13 golos apontados no Mundial da Suécia, no já longínquo ano de 1958.





















Brasileiros e alemães dominam em número de vezes que colocaram os seus atletas no pódio (3 vezes), seguidos de argentinos, húngaros e italianos (2 vezes). 

Portugal também regista um primeiro lugar neste pódio, quando Eusébio, em 1966 se destacou com a marca de 9 golos.

sexta-feira, 23 de maio de 2014

CURIOSIDADES DOS MUNDIAIS DE FUTEBOL

Depois da apresentação dos logotipos seguem-se os quadros com todas as Selecções e Países Campeões do Mundo, ao longo da história.

Das 19 edições já realizadas, o Brasil detém ainda o maior número de troféus conquistados (5), logo seguido pELA Itália (4) e Alemanha (3).



Seis países garantiram vitórias no ano em que foram organizadores da prova (Uruguai/1930; Itália/1934; Inglaterra/1966; Alemanha/1974; Argentina/1978 e França/1998)



quinta-feira, 22 de maio de 2014

VEM AÍ O MUNDIAL DE FUTEBOL

Agora que o futebol português entrou de férias, as atenções vão-se virar para o Mundial de futebol, que vai ter lugar no Brasil, já no próximo mês.

Como portista que sou, com muito orgulho, vou dedicar, como habitualmente, espaço ao acontecimento, tanto mais que vão estar nesse certame bastantes jogadores (espero) do actual plantel do FC Porto, razão mais que suficiente para acompanhar e dar alguma cobertura ao acontecimento.

O pontapé de saída aqui no Dragãopentacampeão é a apresentação de todos os 20 logotipos utilizados, incluindo naturalmente o da edição que vai começar.