Mostrar mensagens com a etiqueta Taça da Liga 2017/18. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Taça da Liga 2017/18. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

OBJECTIVO FALHADO





















FICHA DO JOGO






























Decididamente este é um troféu maldito para o FC Porto, pois mais uma vez foi arredado da final, num jogo mais táctico que espectacular, disputado palmo a palmo, rijo, intenso, mas geralmente mal jogado de parte a parte.

O resultado acabou por não sofrer qualquer alteração, durante o tempo regulamentar, apesar das várias oportunidades (muito mais do FC Porto) desperdiçadas.

Nas grandes penalidades de desempate, os jogadores do Sporting mostraram-se mais competentes, decidindo o resultado a seu favor.

Foram três as alterações introduzidas por Sérgio Conceição no onze titular. Casillas, Sérgio Oliveira e Soares, deixaram José Sá, Corona e Aboubakar no banco de suplentes.

























Entrada portista demasiado cauteloso, permitindo 15 minutos de ascendente leonino, mas sem qualquer perigo para a baliza de Casillas. Depois e já sem Danilo Pereira, substituído devido a lesão por Óliver Torres, o FC Porto tomou as rédeas do jogo e começou a acercar-se da área do Sporting e a criar oportunidades de golo.

Aliás, Soares chegou mesmo a introduzir a bola na baliza de Rui Patrício e o golo foi festejado, mas o VAR, numa decisão muito polémica, entendeu anular o golo por pretenso fora de jogo. Ora Soares parece estar em linha com um dos defensores do Sporting, pelo que o golo me parece legal.




























Na segunda parte os Dragões entraram fortes e determinados, dominando na maior parte do tempo, mas continuou a desperdiçar boas oportunidades de se adiantar no marcador. Já os leões apenas criaram uma oportunidade clara com a bola a bater no poste. 

O jogo teve de ser resolvido na marca das grandes penalidades e aí a turma lisboeta foi mais competente.

Iker Casillas ainda conseguiu defender por duas vezes, afinal tantas como Rui Patrício e não foram eles que influenciaram a decisão final (ao contrário da opinião do treinador do Sporting que atribuiu ao seu guarda-redes a vitória). O poste da sua baliza que travou o remate de Brahimi, foi bem mais decisivo.


sábado, 30 de dezembro de 2017

OBJECTIVO CONSEGUIDO EM JOGO FRACO




















FICHA DO JOGO































Depois das férias de Natal quase sempre a equipa do FC Porto reaparece sem grande fulgor. Hoje essa tradição foi mais uma vez cumprida ainda que, em alguns momentos, os jogadores portistas pareceram estar dispostos a contraria-la.

Foi um jogo muito fraco, com ascendente azul e branco como se esperava, mas que decepcionou as expectativas de quem esperava um jogo na linha dos anteriores.

Foram três as novidades introduzidas por Sérgio Conceição no onze titular, em relação ao jogo anterior contra o Rio Ave. Maxi Pereira, Diego Reyes e André André, surgiram em vez de Felipe, Danilo (castigado) e Corona.























Entrou bem a equipa do FC Porto, tomando desde logo o domínio do jogo, procurando incessantemente o golo, mas só à passagem do primeiro quarto de hora conseguiu criar uma situação de golo iminente, muito à custa do excelente trabalho de Brahimi  a que Soares não deu o melhor seguimento, falhando na cara do guarda-redes.

Na sequência do forte pendor atacante, os Dragões chegariam ao golo em lance de bola parada. Canto do lado direito cobrado por Alex Telles, com Diego Reyes, no sítio certo a saltar mais alto e a cabecear com êxito.























O segundo golo surgiria quatro minutos depois. Grande trabalho de Brahimi, conduzindo a bola praticamente desde o meio campo até ao interior da área, tirando o defesa Miguel Vieira do caminho, rematando forte de pé direito e batendo sem apelo nem agravo o guardião Defendi.























A vencer por dois golos de diferença, a equipa relaxou e em duas desconcentrações defensivas permitiu o empate, precisamente nos dois únicos remates do Paços de Ferreira.

O empate ao intervalo não satisfazia as pretensões de Sérgio Conceição que operou duas substituições, logo no recomeço. Aboubakar e Corona foram os eleitos para as saídas de Maxi e Soares.

Substituições felizes já que foram estes os protagonistas do lance do terceiro golo, aos 49 minutos. Ricardo recebeu na direita deixando para Corona, o mexicano levantou a cabeça, leu o jogo e cruzou, com peso, conta e medida para a entrada de Aboubakar, que numa estirada cabeceou, batendo Defendi.
























Até ao final do encontro outras magníficas oportunidades foram sendo desperdiçadas por excessos de confiança, por péssima definição, enfim por circunstâncias algo caricatas.

Herrera foi bem expulso aos 88 minutos, por cotovelada dispensável no seu opositor, deixando a sua equipa em inferioridade numérica que acabou por não ser decisiva.

Exibição fraca, com bons golos e missão cumprida, garantindo a presença na meia-final da prova, para defrontar o Sporting, em Braga.



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

GANHAR POR TRÊS E FALHAR MAIS DE SEIS




















FICHA DO JOGO






























Foi com um vendaval de golos perdidos que o FC Porto bateu hoje o Rio Ave, «apenas» por 3 golos sem resposta. A falta de eficácia na concretização evitaram uma goleada histórica, tal o invulgar número de ocasiões de golo desperdiçadas pelos jogadores portistas, algumas mesmo de forma escandalosa e caricata.

O técnico portista voltou a mexer no onze titular, apresentando 4 alterações, em relação ao encontro anterior. Casillas, Felipe, Corona e Soares foram as novidades, em detrimento de José Sá, Maxi Pereira, Diego Reyes e Aboubakar.























Depois do empate frente ao Leixões, em pleno Dragão, só a vitória interessava aos azuis e brancos, para continuar a sonhar com a passagem à fase seguinte da competição. Foi de forma empenhada que a equipa portista encarou este jogo e desde o primeiro apito do árbitro se sentiu a disposição da equipa para chegar rapidamente ao golo.

A postura da equipa do Rio Ave, com tendência para privilegiar a primeira fase de construção, saindo a jogar persistentemente a partir de trás, com troca de bola entre o guarda-redes e os defesas, acabou por ser fatal, face à forma como o FC Porto conseguiu condicionar esses movimentos, obrigando o adversário a cometer alguns erros graves.

Foi assim que surgiu o primeiro golo portista, aos 11' (depois e uma boa oportunidade, incrivelmente falhada por Soares, estavam decorridos apenas 2 minutos de jogo).  A pressão alta portista originou um mau passe do guardião Cássio, Brahimi interceptou a bola, lançou Herrera na área, o mexicano de calcanhar tocou para Soares, o brasileiro ajeitou e rematou de seguida para um grande golo, com nota artística.























Depois foi Marega a falhar duas ocasiões soberanas, depois de lançado em profundidade, mas à terceira foi de vez. Grande passe de Brahimi a explorar a velocidade estonteante do avançado maliano, com este a contornar Cássio à entrada da área para rematar depois para a baliza deserta.























A vencer por 2-0, os jogadores portistas não abrandaram o ritmo e continuaram a procurar o golo de forma avassaladora.

Aos 31 minutos terá ficado por marcar uma grande penalidade por mão na bola de Nadjack. O árbitro da partida achou que não houve intenção e mandou seguir o jogo.

Cinco minutos depois, mais uma jogada espectacular de combinação entre Ricardo Pereira e Herrera, com o mexicano a desembaraçar-se dos defensores contrários, com um gesto técnico de grande classe, mas a não ser feliz no remate, perdendo mais uma grande ocasião de golo.

Aos 40', Alex Telles apontou um canto na direita, Danilo saltou mais alto e cabeceou forte, vendo a bola bater no ferro, com o guarda-redes batido.

Aos 45'+1', Brahimi lançou Soares que frente ao guarda-redes atirou a rasar o poste.

Primeira parte demolidora em termos de ocasiões de golo, mas também muito perdulária em termos de concretização.

O segundo tempo começou da mesma forma, com Soares a desperdiçar nova ocasião soberana ao fazer um passe ao guardião vilacondense, ao invés de um remate forte e certeiro.

O ritmo de jogo baixou naturalmente. Era impossível manter a mesma intensidade e o Rio Ave aproveitou para tornar o jogo menos perigoso junto da sua baliza. Conseguiu inclusivamente chegar mais à frente e criar algumas dificuldades à defensiva portista. Os Dragões passaram a controlar mais e de quando em vez lançar um ou outro contra ataque.

Marega voltou a ter nova oportunidade aos 74 minutos mas acabou por atirar ao lado e a partir do minuto 80, Danilo Pereira foi expulso, depois de ter reagido intempestivamente a uma falta que não tinha cometido. Deu uma bofetada na bandeirola de canto e como era da cor vermelha, cor preferida do arbitro, conhecido por Ferrari vermelho, foi para os balneários mais cedo.

Nove minutos mais tarde, Aboubakar partia isolado para a área do Rio Ave e é derrubado por Pelé, cometendo grande penalidade e vendo o respectivo cartão vermelho. O camaronês cobrou e apontou o terceiro da noite, dando uma expressão menos injusta ao marcador.






















Vitória tão inequívoca quanto escassa, que garante a 1ª posição do grupo, em igualdade pontual com o Leixões, mas com vantagem no goal avarage.

terça-feira, 24 de outubro de 2017

DEU EMPATE NA MALDITA TAÇA DA LIGA




















FICHA DO JOGO






























Decididamente o FC Porto não atina nesta mal fadada Taça da Liga, começando hoje, a edição desta temporada com um comprometedor empate, frente a uma boa equipa, é certo, mas do escalão imediatamente abaixo.

Sérgio Conceição aproveitou para fazer gestão do plantel, apresentando nada mais, nada menos, do que oito alterações no onze titular. Só José Sá, Felipe e Aboubakar se mantiveram no onze, relativamente ao jogo anterior.























Os Dragões tentaram praticar o futebol habitual, mas com tantas alterações, os processos não foram perfeitos influenciando decisivamente a qualidade posta no relvado. Notou-se claramente a fraca performance de alguns dos atletas, apesar da vontade e atitude colocadas, que nunca esteve em causa.

A par disso a equipa do Leixões patenteou sempre grande confiança, organização, competência e a noção de lição bem estudada, para não sofrer golos, sem recorrer ao declarado «autocarro» em frente da sua baliza, conseguindo ir à frente uma ou outra vez, com bastante intencionalidade.

Beneficiou, naturalmente da falta de eficácia dos rematadores portistas, que desperdiçaram duas ou três boas ocasiões (Galeno, Aboubakar e Reyes) para fazer funcionar o marcador.

O empate premeia com alguma justiça a determinação dos matosinhenses e castiga a menor performance portista, bem como a sua ineficácia.