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sexta-feira, 17 de junho de 2016

BALANÇO DA TEMPORADA 2015/16

PARTE IV (ÚLTIMA)

Em termos de golos marcados, o FC Porto ficou esta temporada muito aquém do que conseguira na época anterior, apesar de ter disputado o mesmo número de jogos (52), obtendo menos 23 golos:




















Aboubakar cotou-se como o goleador-mor da equipa (18 golos), com larga vantagem para os segundos classificados, Herrera e Brahimi (9 golos/cada).





















































No ranking dos goleadores portistas houve alterações, sendo que as mais significativas no que diz respeito aos atletas que actuaram esta temporada e até ao lugar 153 (jogadores que marcaram até 10 golos, apresentados semanalmente neste espaço), os maiores saltos pertenceram a Aboubakar, Brahimi e Herrera.



segunda-feira, 6 de junho de 2016

BALANÇO DA TEMPORADA 2015/16

PARTE III

O FC Porto disputou esta temporada 52 jogos, distribuídos por 5 competições oficiais, que o quadro abaixo documenta:


















Comparativamente com a época anterior, o número de jogos repetiu-se só que desta vez o desempenho foi bem pior. Apenas 32 vitórias contra 36, 5 empates em vez dos 11 e um score de golos marcados e sofridos muito diferente (90/49 para 113/33).

Seguem-se os mapas dos jogos realizados em todas as competições:
















































Temporada atípica que teve inclusivamente três treinadores (Julen Lopetegui, Rui Barros e José Peseiro, que em conjunto utilizaram 32 atletas, com destaque para Danilo Pereira que interveio em maior número de jogos (45) e Maxi Pereira que esteve mais tempo em jogo (3732 minutos), como poderá observar nos mapas abaixo:






















































































(Continua)

sexta-feira, 3 de junho de 2016

BALANÇO DA TEMPORADA 2015/16

PARTE II

Na segunda prova nacional, a Taça de Portugal, o comportamento do FC Porto foi quase exemplar uma vez que se apresentou na final do Jamor, invicto e sem golos sofridos. É certo que os sorteios foram bastante generosos, colocando pela frente adversários modestos, que obrigou a equipa a jogar sempre fora de casa, excepto no jogo da eliminatória da 2ª mão da meia-final.

Vencer a final passou a ser o único objectivo, depois de todos os outros terem sido prematuramente desbaratados. A equipa técnica, comandada por José Peseiro, tentou preparar da melhor maneira que sabia esta derradeira oportunidade de conquistar um título. Porém, a equipa mostrou-se demasiadamente permeável e dois erros de palmatória levaram tudo a perder, para desespero de toda a Nação portista.

















Na Taça da Liga as coisas correram de pior feição, constituindo a mais desastrada participação de sempre da vida do Clube, numa qualquer prova.

Três jogos, três derrotas e último lugar do grupo, sem qualquer ponto conquistado, num grupo descaradamente acessível! Palavras para quê?



























Em termos internacionais o FC Porto teve lugar garantido na fase de grupos da Champions League. Colocado pelo sorteio no Grupo G, com um leque de adversários aparentemente acessíveis, os Dragões que à 4ª jornada pareciam ter a passagem aos oitavos-de-final praticamente garantida, bastando-lhe empatar em casa frente ao Dínamo de Kiev, acabou por hipotecar esse desiderato com duas derrotas consecutivas. Dez pontos não chegaram para continuar na prova!























Relegado para a Liga Europa, os desígnios do sorteio colocaram uma das equipas mais fortes no seu caminho, os alemães do Borussia de Dortmund. Eliminatória equilibrada mas com erros portistas que custaram duas derrotas.







(Continua)

segunda-feira, 30 de maio de 2016

BALANÇO DA TEMPORADA 2015/16

PARTE I

Mantendo a tradição neste espaço portista, vamos passar em resumo a temporada futebolista que terminou e cujos objectivos não foram cumpridos, ficando muito longe dos pergaminhos que a grandeza do Clube exige.

Depois do fiasco das duas temporadas anteriores, Pinto da Costa decidiu manter no comando técnico o treinador basco Julen Lopetegui que parecia muito mais confiante e ambientado ao futebol português.

Como de costume, o plantel teve de ser reconstituído, face à saída de alguns dos jogadores mais influentes na manobra da equipa, mas também em função das exigências e escolhas da equipa técnica, que achou por bem dispensar um lote apreciável de atletas em quem não depositava a sua plena confiança.































Oliver Torres e Campaña regressaram aos seus clubes após o empréstimo, ainda que em relação ao primeiro o FC Porto tenha envidado esforços para o manter; Casemiro foi readquirido pelo Real Madrid, depois da activação da clausula de opção de compra exercida em devido tempo pelos Dragões, deixando nos cofres portistas alguns milhões de euros; Danilo, Alex Sandro e Jackson Martinez foram negociados por bons valores e todos os restantes descartados pelo técnico espanhol, com Ricardo Quaresma à cabeça, o único desses que abalou definitivamente, regressando ao Besiktas, onde voltou a ser feliz.

Doze, foi o número de atletas que compuseram o ramalhete dos reforços, alguns deles caras já conhecidas no Dragão e outros, autênticas surpresas:































As expectativas eram mais que muitas e a confiança geral dos associados e simpatizantes foi crescendo à medida que o início das competições se aproximava. O Estádio do Dragão voltou a ser palco de assistências interessantes e tudo parecia encaminhado para um regresso às grandes conquistas.

O primeiro jogo do campeonato mostrou uma equipa motivada e competente, suficientemente capaz de lutar pelo título, ideia que foi completamente arrasada na jornada seguinte na deslocação à Madeira frente ao Marítimo com um empate desolador. Os jogos que se seguiram também não foram muito prometedores. Aboubakar e André André em bom plano iam disfarçando alguma inconsistência do futebol portista, confirmada com o segundo empate da época, em Moreira de Cónegos, após seis jogos disputados.

Era evidente a menor confiança dos atletas, a perder muitos passes, a falhar muitas ocasiões de golo e a dar «abébias» na defesa. O jogo em Tondela para a 11ª jornada foi talvez a melhor ilustração desta realidade. Exibição deplorável apesar da vitória por 1-0 e com Casillas a defender uma grande penalidade quase no final da partida. Aliás, assistir aos jogos do FC Porto foi-se tornando em espectáculos de elevado desgaste emocional, verdadeiros testes à boa funcionalidade dos corações azuis e brancos.

Apesar disto tudo, em 20 de Dezembro de 2015, a vitória no Dragão frente à Académica, por 3-1, finalmente com uma exibição de luxo, fez a equipa saltar para o primeiro lugar isolada, à 14ª jornada, abrindo uma janela de esperança para o resto da temporada. Porém, a derrota em Alvalade, seguida de mais um empate no Dragão, frente ao Rio Ave, provocaram o descontentamento geral, precipitando o despedimento de Lopetegui e a desorientação que se lhe seguiu.

Entretanto, o mercado de Inverno gerou mais algumas mudanças no plantel:























Rui Barros assumiu a orientação técnica interina começando por vencer no Bessa com uma goleada de 5-0, mas logo a seguir tropeçou em Guimarães, com uma derrota e exibição francamente inqualificáveis.

Era necessário escolher um treinador capaz de segurar o leme e conduzir a nau em mares navegáveis e seguros. Pinto da Costa demorou a decidir-se escolhendo um treinador conhecido pela sua capacidade de «perder», José Peseiro!

O técnico ribatejano estreou-se com uma vitória sobre o Marítimo, na 19ª jornada, mas nunca foi capaz de reverter a tendência da caminhada rumo ao abismo. Até final averbou mais cinco derrotas para o campeonato, cavando um fosso de 15 pontos para o primeiro lugar.



























(Continua)