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quinta-feira, 4 de abril de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...


















ARBITRAGEM - CURIOSIDADES

Numa altura em que se fala com alguma insistência na profissionalização dos árbitros de futebol, não deixa de ser curiosa a forma como eles eram recrutados nos inícios da modalidade.

Tudo leva a crer que a função de árbitro, nasceu pela necessidade de moderação das divergências que surgiam com frequência crescente em cada jogo de futebol. 

O juiz da partida começou por intervir no jogo apenas em função das reclamações de cada uma das equipas, gritando para parar o jogo (ainda não havia apito) e atender às reclamações que achasse que tinham fundamento (1868).

Só em 1896, as regras deram ao árbitro o direito de intervir por sua própria iniciativa, sendo as suas decisões indiscutíveis.

Os árbitros assistentes (juízes de linha) só apareceram em 1891. 

Nos primeiros tempos de competições, dado a falta de interessados em assumir a condução dos jogos de futebol, as federações atribuíram aos clubes a formação e a indicação dos elementos disponíveis para dirigirem os encontros. Eles eram recrutados, de entre os seus jogadores mais esclarecidos nas leis do jogo e na sua interpretação!

Também o FC Porto teve de assegurar essa formação, naturalmente. 

Nos anos 20, Ivo Lemos, que se afirmou como jogador de categoria, chegando a ser o único elemento português da equipa portista, dominada por atletas ingleses, foi também árbitro e dos melhores.

Não dirigia os jogos em que participava o FC Porto, evidentemente, e era dos árbitros mais respeitados e elogiados. Foi convidado para dirigir o jogo entre o Real Fortuna e o Real Vigo, em Vigo, tornando-se o primeiro árbitro internacional do futebol português. Exibiu-se com o habitual rigor e autoritarismo, deixando cartel em Espanha, recebendo da Federação Galega um louvor.

Fonte: FC Porto - 100 anos de História - 1893/1993, de Álvaro Magalhães e Manuel Dias

quarta-feira, 27 de março de 2013

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...


















ORIGENS DO FUTEBOL - CURIOSIDADES

1864 - Estipulou-se a colocação das bandeirolas em cada um dos cantos do rectângulo de jogo, como informação ao público para não passar para dentro desses limites.

1865 - As balizas, anteriormente compostas por apenas dois paus verticais, passaram a ser compostas por uma corda a ligar os dois paus, a 1,83 metros de altura.

1871 - Autorizou-se a existência de um guardador da baliza, o guarda-redes, único elemento que podia tocar na bola com as mãos, dentro da sua área.

1873 - Foi criado o pontapé de canto.

1875 - A corda da baliza foi substituída por uma trave de madeira.
















1881 - Foi nomeado pela primeira vez um árbitro.

1882 - Foi criada a regra da reposição da bola em jogo com as mãos, quando ela saísse pelas linhas laterais (lançamento lateral).

1890 - Foi introduzido o pontapé de grande penalidade.

1891 - Apareceram os fiscais de linha.

1892 - Realizou-se o primeiro jogo com redes nas balizas. Para acabar com as permanentes discussões sobre se a bola passou por dentro ou por fora dos postes, resolveu-se forrá-la com uma rede de pesca. A estreia aconteceu no jogo da final da Taça de Inglaterra.






















Fonte: Futebol Clube do Porto - Fotobiografia, de Rui Guedes

quarta-feira, 22 de junho de 2011

RECORDAR É VIVER

Hoje trago a esta rubrica os cartões de sócio mais contemporâneos. Os dos anos 2000.
Frente e verso do cartão de sócio da primeira metade da década

Cartão sem grandes alterações em relação ao anterior.

Já os da 2ª metade da década, esses sim, sofreram importantes alterações.

A primeira foi a distinção da longevidade dos sócios: Sócios até 24 anos de filiação, cartão azul:
Sócios entre 25 e 49 anos de filiação, cartão prateado
Sócios a partir de 50 anos de filiação, cartão dourado
Para além deste pormenor, O FC Porto acertou, descontos directos na compra de artigos, dos parceiros comerciais (Norauto e Gamobar) e descontos em conta corrente, com os parceiros Institucionais (Dragão Mobile, Dragão Seguro, Cartão Visa FC Porto/BPI, Repsol, Meo e Superbock) permitindo a utilização do saldo, para abatimento no pagamento de quotas.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

RECORDAR É VIVER

De volta a esta rubrica, hoje deixo aqui os cartões de associado da década de 90: 
Frente e verso do cartão de sócio da primeira metade da década de 90

De dimensões ligeiramente maiores, mantinha as características do anterior: Em papel e  plastificado.

Frente e verso do cartão de sócio da segunda metade da década de 90

Este foi o primeiro cartão da era digital e informática. Um salto tecnológico, a acompanhar a expansão informática. Dotado de banda magnética e código de barras, à sua passagem, accionava os torniquetes de acesso ao Estádio permitindo desde logo o controlo, na hora, do nº de assistentes presentes, para além de outras vantagens burocráticas na relação com o Clube.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

PERCURSO PORTISTA, NA EUROPA

A excelente campanha europeia do FC Porto, esta época, proporcionou um pulverizar de recordes a todos os título notáveis. Senão vejamos:

* Estabeleceu um máximo de vitórias numa época europeia (14), batendo o do Barcelona, que era de 13, em 2002/2003;

* Consagrou o melhor goleador, numa época europeia (Falcao - 17 golos, porque não conta o golo marcado na pré-eliminatória contra o Genk), batendo o alemão Jurgen Klinsmann do Bayern de Munique , que era de 15 golos;

* Consagrou o treinador mais jovem a vencer uma prova europeia (André Villas-Boas - 33 anos e 213 dias), superando o italiano Gianluca Vialli, com 33 anos e 308 dias;

* Estabeleceu um máximo de jogos, conseguidos pelo FC Porto, nas provas europeias (17 jogos numa época), contra 16 jogos, na Champions League de 2001/2002, que teve duas pré-eliminatórias e duas fases de grupos.


DESEMPENHO PORTISTA NA EUROPA

(Clicar no quadro para ampliar)

domingo, 15 de maio de 2011

REIS DOS GOLOS AZUIS E BRANCOS

Hulk adicionou o seu nome à lista dos melhores marcadores do Campeonato Nacional, consagrando-se como o 14º artilheiro azul e branco a conseguir a proeza, das 22 conquistas  conseguidas por artilheiros portistas. Fernando Gomes (seis vezes) e Mário Jardel (4 vezes) continuam a ser os mais titulados.

Lisandro Lopez foi o anterior vencedor da Bola de Prata há três épocas atrás

(Clicar nos quadros para ampliar)

Por outro lado, o FC Porto conseguiu repetir algo que só uma vez tinha alcançado, na história do Clube: ter os dois melhores marcadores do Campeonato. Um feito com 35 anos, pois aconteceu na época de 1938/39, a primeira de Miguel Siska no leme da equipa. Costuras com 18 golos e Carlos Nunes com 15, foram os protagonistas de então.

Desta vez pertenceu a Falcao a segunda posição, em igualdade de golos com João Tomás (16), beneficiando de ter jogado apenas 22 jogos, contra 29 do vilacondense.

terça-feira, 10 de maio de 2011

JANTAR DOS CAMPEÕES

De festa em festa, o FC Porto vai celebrando a conquista de mais um título do campeonato que só acaba este fim de semana.

Ontem foi o jantar dos campeões no Palácio da Bolsa com a presença de cerca de 500 pessoas, entre dirigentes, atletas e outras personalidades da sociedade portuguesa.

No final, Pinto da Costa discursou e brindou, lançando o repto para a celebração de novas vitórias.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

DOIS COELHOS NUMA CAJADADA SÓ!

André Villas-Boas esteve hoje particularmente corrosivo, na conferência de imprensa, metendo o ruminante de pastilha elástica, no seu lugar, ou seja, no trono dos cretinos, aproveitando para aflorar o branqueamento descarado da CS,  matando dois coelhos de uma só cajadada:

«Esse assunto não nos diz respeito, mas sim à Comissão Disciplinar da Liga e a quem de autoridade. Cada um é responsável pelos seus actos. Registo apenas com curiosidade a discrepância das análises deste caso relativamente às minhas expulsões nos jogos com o V. Guimarães e com o Sporting».


«Eu era o miúdo que não sabia reagir à pressão, que tinha de ser expulso quando empatava, que não se sabia comportar. Afinal, o graúdo faz figuras piores. Deixo ao vosso critério a análise e a consideração, mas registo com curiosidade a discrepância brutal das decisões tomadas».


Tiraços de Mestre!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

13 DOS MAIORES «BARRETES» DA ÚLTIMA DÉCADA

Felizmente para o FC Porto, a política de contratações da SAD, têm trazido para o Clube jogadores cuja classe tem espalhado o perfume do seu futebol aquém e além fronteiras, despertando a cobiça dos grandes emblemas europeus, ao ponto de originar negócios milionários, que de forma cada vez mais regular, tem permitido equilibrar as finanças.

Mas, como tudo na vida, também nas aquisições não há bela sem senão e a cada passo lá aparece o chamado «barrete».

À guisa de ilustração, seleccionei treze desses casos, que vestiram a linda camisola azul e branca, sem brilho nem glória, durante a última década.

Na imagem, da esquerda para a direita: Josivan, Pizzi, Rubens Júnior, Silvio Maric, Alessandro, Esnaider, Quintana, Rafael, Sonkaya, Benitez, Kasmierczak, Bolatti e Valeri.


Mais alguns poderiam ser adicionados e esta lista (assim de repente lembro-me do contentor de brasileiros em 2004/2005 com Leo Lima à cabeça, Areias, mais tarde Lucas Marek, Ezekias e Sokota, Leandro Lima, Lino, Edgar e Prediger).


Pena não ser possível acertar sempre...

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

RECORDAR É VIVER

Os cartões de sócio da década de oitenta, não sofreram grandes alterações em relação aos da década anterior. Apenas o seu tamanho passou a ser mais exuberante e o verso menos colorido:

Cartão (frente e verso) da primeira metade da década de 80

Cartão (frente e verso) da segunda metade da década de 80

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

RECORDAR É VIVER

Hoje, nesta rubrica, volto à história do cartão de associado para apresentar os cartões que vigoraram na década de 70.

Com actualizações por períodos de cinco anos, estava na moda a plastificação, que veio para ficar, pelo que as alterações tiveram mais a ver com as dimensões, num formato mais alargado que o anterior.
Frente e verso (1ª metade década 70)
frente e verso (segunda metade década 70)

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

RECORDAR É VIVER

Utilizando um termo bastante popular, posso dizer que a minha filiação ao Clube do coração, «já tem barbas».

Começou, ainda mal sabia andar, fruto da opção paterna e da proximidade da residência com o estádio das Antas.

Membro de uma família numerosa, o aspecto financeiro acabou por falar mais alto e no momento de perder a benesse da gratuitidade que o FC Porto oferecia aos seus associados infantis, a desvinculação tornou-se inevitável.

Aqui fica um dos meus cartões de sócio desse tempo, que ilustra a própria história do cartão de associado do FC Porto. Não sei precisar com exactidão, mas julgo tratar-se do meu último cartão com a categoria de infantil, do fim da década de 50. 
frente e verso

Produzido em cartolina, este cartão garantia a entrada gratuita em todas as manifestações desportivas realizadas nas instalações do Clube, nas diversas modalidades.

O interregno forçado durou até ao momento em que a viabilidade económica permitiu o meu regresso. Das primeiras mesadas reservei o montante necessário para voltar ao seio da minha segunda família, a portista, que aconteceu em Outubro de 1969. 

Daí para cá, tem sido uma ligação que desejo para toda a vida.

Abaixo apresento o cartão dessa época:
frente e verso

Produzido em papel, posteriormente plastificado, o cartão tornou-se mais prático, com bolsa própria para colocar eficientemente o recibo da quota, mais higiénico e mais resistente. A sua exibição permitia a entrada gratuita em todas as modalidades.

São duas peças (entre outras) que guardo religiosamente, no meu baú de memórias.

Faseadamente darei a conhecer todos os restantes que me foram atribuídos neste percurso de associado, ilustrando a curiosa evolução e história do cartão de associado.

sábado, 23 de outubro de 2010

MELHORES MARCADORES PORTISTAS NAS PROVAS DA UEFA



Istambul foi a cidade que recebeu o 300º jogo oficial, do FC Porto, nas provas sob a égide da UEFA, constituindo um marco na já longa caminhada de futebol de alta competição, começada na época de 1956/1957.

As vitórias são o objectivo principal e os golos a sua essência. Foram muitos os atletas portistas que, ao longo dos tempos, ousaram violar as balizas contrárias, contribuindo em alguns casos para concretizar vitórias inolvidáveis.

O nosso bi-bota de ouro Fernando Gomes, um dos mais talentosos goleadores mundiais, defeniu o golo como sendo o «orgasmo do futebol».

José Maria foi o pioneiro, ao marcar o golo portista, no jogo de estreia, em 20.09.1956, frente ao Atlético de Bilbau, em jogo a contar para a Taça dos Campeões Europeus. Depois dele, mais 112 companheiros, até agora,  viveram esse privilégio, inscrevendo o seu nome numa longa lista:


(quadro corrigido)  

9 golos - Custódio Pinto e Lucho Gonzalez;

8 golos - Zahovic, Hélder Postiga, Benny MacCarthy, Falcao e Hulk ;

7 golos - Zé Carlos, Teófilo Cubillas e Abel;

6 golos - Oliveira, Alenitchev, Clayton e Jaime Magalhães;

5 golos - Walsh, Séninho, Rui Barros, Rui Águas, Maniche, Juary, Duda, Quaresma e Celso;

4 golos - Timofte, Semedo, Paille, Jankauskas, Jorge Costa, Capucho, Artur e André;

3 golos -Toni, Secretário, Rolando, Júlio, Jorge Couto, Jacques, Futre, Flávio, Costinha e Costa;

2 golos - Vital, Vermelhinho, Valdir, Teixeira, Ricardo Costa, Pepe, Pavão, Octávio, Manuel António, Hélder Ernesto, Fernando Couto, Esquerdinha, Emerson, Edmilson, Djalma, Diego, Carlos Batista, Bruno Alves,  e Branco;

1 golo -  Yuran, Varela, Teixeira, Tarik, Souza, Serafim, Salim, Rui Jorge, Rui Filipe, Rúben Micael, Romeu, Romeu (cenoura), Rolando, Rodolfo, Ricardo Carvalho, Raúl Meireles, Rafael, Paredes, Nascimento, Murça, Mitharsky, Mário Silva, Mariano Gonzalez, Lino, Laureta, José Maria, Jaime Pacheco, Jaburu, Hugo Almeida, Hernâni, Geraldão, Gabriel, Fredrick S., Frasco, Fernando, Eloy, Doriva, C. Rodríguez, Carlos Alberto, Bruno Moraes, Belluschi e Aloísio.

A negrito os jogadores do plantel actual.


Os meus agradecimentos ao amigo Costa do blog FC Porto na Europa, pela contribuição no apuramento de algumas divergências.