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sábado, 30 de abril de 2016

PREPARAÇÃO IDEAL PARA A FINAL DA TAÇA









O FC Porto vai receber hoje no seu estádio o Sporting, num clássico atípico e sem outro interesse que não seja defender o prestígio, já que em termos classificativos, qualquer que seja o resultado não tirará os azuis e brancos do 3º lugar. 

Será no entanto uma boa oportunidade para testar as capacidades actuais da equipa, com vista à final da Taça de Portugal.

Lutar pela vitória faz parte do ADN do Clube, falta saber se estes jogadores já recuperaram a confiança suficiente para concretizar o terceiro triunfo consecutivo, algo que já não acontece desde 20 de Dezembro de 2015, já lá vão mais de 4 meses!

A novidade na lista dos convocados é o regresso de Miguel Layún, depois de ter falhado a ùltima partida, frente à Académica, devido a uma mialgia de esforço. Marega e Francisco Ramos ficaram de fora.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS





















EQUIPA PROVÁVEL
























COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2015/16 - 32ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: SÁBADO, 30 DE ABRIL DE 2016, ÀS 18:30 H
ÁRBITRO NOMEADO: ARTUR SOARES DIAS - A.F. PORTO
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

domingo, 13 de março de 2016

PASSAR DA TRANQUILIDADE AO DESESPERO E RESPIRAR DE ALÍVIO
















FICHA DO JOGO





























O FC Porto esteve a um pequeno passo de voltar a perder pontos, num jogo que chegou a parecer perfeitamente controlado e resolvido com a vantagem de dois golos aos 50 minutos, mas uma surpreendente intranquilidade defensiva permitiu o empate ao débil adversário, desfeita a quatro minutos do fim, por Corona, curiosamente um dos mais apagados jogadores azuis e brancos. O outro foi Brahimi.

José Peseiro não tem tido a sorte de poder contar com o mesmo quarteto defensivo dois jogos seguidos. As lesões e os castigos tem-no obrigado a modificar o onze titular, seguramente muito mais do que desejaria e o sector defensivo é o que mais tem sofrido. Isso não é bom para a sincronização de movimentos nem para o desempenho e segurança desejáveis. Mais uma vez Miguel Layún teve de ser adaptado ao centro da defesa com a companhia do jovem Chidozie, enquanto José Angel recuperou o lugar na esquerda. Na falta de Danilo Pereira, a escolha do técnico portista recaiu logicamente em Rúben Neves, manteve Herrera e a terceira posição do meio campo foi confiada a Sérgio Oliveira.


























Com o pensamento exclusivo na conquista dos três pontos, os Dragões lançaram-se desde o apito inicial do árbitro à procura da vantagem no marcador perante o bloco mais baixo dos insulares. Ainda assim o golo só surgiu aos 24 minutos, numa desmarcação exemplar de Sérgio Oliveira que abriu na direita para a entrada de Maxi Pereira, que num gesto técnico perfeito e oportuno assistiu para a entrada à matador de Aboubakar que se limitou a encostar. O mérito do avançado africano foi o de acompanhar a jogada, aparecer solto de marcação na zona de finalização e não perdoar.

























Até ao final da primeira parte Aboubakar teve uma boa oportunidade para dilatar o marcador, mas não foi tão eficaz.

No início da segunda parte o FC Porto voltou a entrar bastante forte e como corolário chegou aos 2-0, aos 50 minutos. Uma boa combinação entre Corona e Aboubakar, em zona frontal da área adversária, a bola sobrou para Herrera, mais descaído sobre a esquerda, recebeu e evitou um defensor e disparou certeiro, sem hipóteses de defesa. belo golo. A tranquilidade do jogo portista estendia-se também ao marcador. 

























Pelo decorrer da patida parecia tudo resolvido. Herrera teve até a oportunidade de fazer o 3-0, numa espectacular jogada individual, mas o remate foi contra o guarda-redes.

A equipa azul e branca adormeceu nas facilidades e teve de passar por um pesadelo perfeitamente escusado. Num lapso de seis minutos sofreu dois golos e viu a vida a andar para trás.

O jogo ficou partido, Peseiro tirou Rúben Neves e meteu Suk, numa tentativa desesperada para voltar à vantagem que acabaria por chegar, a 4 minutos dos 90, por Corona que acabou por se redimir de mais uma exibição para esquecer.

























Vitória certa mas sofrida em função de desacertos nos processos defensivos, quiçá pelas constantes alterações a que o «mister» tem sido obrigado.

sexta-feira, 22 de maio de 2015

DRAGÕES FECHAM A ÉPOCA COM EXIBIÇÃO QUASE ANEDÓTICA
















FICHA DO JOGO


























Como era previsível, o FC Porto fechou a época com mais uma exibição desoladora. Nenhuma motivação, pouco empenho, muita displicência, pouca intensidade, velocidade mínima e sobretudo ineficácia a roçar o anedótico.

Só um atleta esteve à altura da sua inegável classe, honrando as cores da camisola que envergou e o emblema que ostentou: DANILO. Parabéns pela atitude, pela raça, pela ambição, pelo inconformismo e pelo belo golo que marcou e fez por merecer. Um jogador à Porto, que apesar de estar com as malas feitas para o Real Madrid, deu uma grande lição de profissionalismo.

Julen Lopetegui apresentou um onze titular com quatro alterações, em relação ao jogo do Restelo. Diego Reyes no lugar de Maicon, José Angel em vez de Alex Sandro, Casemiro, depois de cumprido o castigo, derivando Rúben Neves para a posição 8, deixando no banco Herrera e Quintero em vez de Óliver Torres.


























O jogo começou marcado pelo divórcio da maioria esmagadora da massa associativa que preferiu não marcar presença nas bancadas do Estádio do Dragão, fazendo registar uma das piores assistências da temporada: 16.009 espectadores. Também pelo protesto das claques, hoje silenciosas, expondo tarjas para demonstrar o seu descontentamento.

























Não me parece que este ambiente tenha influenciado grandemente a exibição portista, já que a equipa produziu o futebol medíocre com que nos tem brindado nos últimos jogos, onde a grande diferença foi mesmo o comportamento das claques.

Face aos falhanços ridículos que os jogadores portistas foram acumulando, no decorrer da partida os coros de assobios foram inevitáveis. Palmas só para o desfraldar das diversas tarjas e para os golos que apareceram muito perto do fim da partida.





















Jackson Martinez esteve desastrado e perdeu a oportunidade de alargar a vantagem que ainda detém, na lista dos melhores marcadores, ao falhar duas grandes oportunidades para marcar. Brahim, em claro subrendimento, cometeu a proeza de falhar um golo cantado, a menos de um metro da linha fatal, com a baliza escancarada, fazendo a bola passar por cima do travessão!























Os golos apareceram na recta final do jogo, por Aboubakar e Danilo.

quinta-feira, 21 de maio de 2015

O JOGO PERFEITO PARA OS ASSOBIADORES









O encerramento da época oficial, para a equipa do FC Porto, vai ser amanhã, no Estádio do Dragão, frente ao já despromovido Penafiel.

Será um jogo sem objectivos para as duas equipas e portanto sem qualquer tipo de interesse. Se juntarmos a estas condicionantes o facto de se jogar a uma Sexta-feira, às 20:30 h, estão reunidas as condições ideais para um estádio às moscas.

O final de época penoso (depois do jogo contra o Bayern a equipa afundou-se), péssimo futebol e imensa desilusão, constituem os restantes ingredientes para este estado de espírito da massa adepta portista.

Não posso compreender que este plantel não tenha mostrado raça, determinação, querer e ambição nos momentos chave, colaborando de forma irresponsável com a APAF na oferta de mão beijada do título.

O que realmente espero desta partida são mais noventa minutos de mau futebol, muita asneirada, pouca ou nenhuma concentração,  o jogo perfeito para os assobiadores. Não contem comigo. A minha cadeira de sonho vai ficar disponível, que faça bom proveito. 

Sou sócio desde 1969 e sei o que é andar anos a fio a somar desilusões, mas sempre vi nos atletas portistas, tirando algumas excepções, atitude, raça, empenho, brio, responsabilidade e orgulho por envergarem a camisola sagrada do FC Porto. Não gosto de perder nem a feijões mas também não são as derrotas que me afastam ou esmorecem a minha paixão. O que não pactuo é com gente convencida, mimada, vaidosa e que não sabe dignificar o emblema que ostenta. Os jogos contra o Nacional e Belenenses são exemplos da falta de brio e ambição. Não perdoo.

A lista dos convocados para este jogo apresenta algumas surpresas. Maicon e Óliver Torres não entram nas contas de Lopetegui, tal como Adrián Lopez, suplente utilizado no Restelo. Casemiro, José Angel e Ricardo estão de regresso aos eleitos. 

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2014/15 - 34ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO:SEXTA-FEIRA, 22 DE MAIO DE 2015, ÀS 20:30 H
ÁRBITRO NOMEADO: OLEGÁRIO BENQUERENÇA - A.F. LEIRIA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

domingo, 17 de maio de 2015

DRAGÕES SEM ESTOFO COLABORAM COM APAF NA ATRIBUIÇÃO DO TÍTULO
















FICHA DO JOGO


























Ao contrário do que se esperava, o FC Porto não foi capaz de cumprir com a sua obrigação, que era somar mais 3 pontos ao seu pecúlio. Se o tivesse feito, adiaria a decisão do título para a última jornada, face ao empate da equipa do clube do regime em Guimarães.

Assim, voltou a colaborar com a APAF, ajudando também a carregar o andor até à Igreja. Bons rapazes!

Para esta última deslocação da temporada, Julen Lopetegui viu-se privado de Casemiro, a cumprir castigo, chamando para o seu lugar o jovem promissor Rúben Neves, mantendo todos os outros que jogaram a titulares frente ao Gil Vicente, na semana passada.






















Era suposto a equipa apresentar-se suficientemente focada neste jogo e ser capaz de sair do Restelo com mais uma vitória, ainda que fosse previsível a perda matemática do título.

Porém, os jogadores portistas entraram para este jogo, completamente desmotivados, abúlicos,  conformados e desconcentrados, acumulando uma série de erros primários, deixando passar uma imagem desoladora, só comparável a jogadores de 5ª categoria.

A aposta parecia ser quem era capaz de jogar pior, levando por diversas vezes o seu treinador ao desespero.

Principalmente na primeira parte, o Belenenses fez o suficiente para chegar ao intervalo com um resultado confortável, mas as vicissitudes do futebol acabaram sendo castigadoras para os de Belém, já que Jackson Martinez, com a colaboração de o defesa Gonçalo Brandão, conseguiu introduzir a bola nas redes, dando uma vantagem injusta para o FC Porto.



















Depois do intervalo as coisas não melhoraram muito. Nem as substituições operadas por Julen Lopetegui conseguiram alterar o futebol cinzento portista. Evandro, Hernâni e Adrián Lopez alinharam pelo mesmo diapasão dos restantes, contribuindo para que o nível apresentado continuasse estupidamente baixo, incrivelmente fastidioso e nada agradável à vista e muito menos dos que se deslocaram a Lisboa, quiçá ainda com esperanças de poder reverter a tendência deste campeonato. O golo do empate seria pois a consequência lógica deste péssimo futebol.

Demasiado mau para ser verdade. Não se admirem, por isso, se no próximo jogo, o Dragão estiver às moscas.

MESMO COM HIPOTÉTICA VITÓRIA, PASTEIS DE BELÉM SERÃO SEMPRE AMARGOS









A última deslocação do FC Porto, esta época, é a Lisboa para visitar o Belenenses. Trata-se de um jogo para cumprir calendário porque seja qual for o resultado, o segundo lugar está já garantido.

Calma, eu sei que alguns dos meus correlegionários, sobretudo os que acreditam em bruxos, ainda acalentam uma réstia de esperança que o clube do regime escorregue. Pois, mas eu que já acompanho o meu clube há muitas décadas e conheço o suficiente dos meandros do futebol português, não vou em cantigas, senão é só acompanhar o meu raciocínio.

Não é verdade que o clube do regime tem sido levado ao colo e por isso se encontra em situação privilegiada para garantir o título, já esta jornada? Então achavam normal que a APAF, caso necessário, não continuará a carregar o andor? E mesmo que o homem do apito, por qualquer distracção ou indisposição momentâneas decidisse o contrário e as papoilas saltitantes saíssem derrotados do berço, não acham que o guardanapo madeirense cumpriria a promessa de nada fazer para evitar a vitória do seu clube do coração, no último jogo? Pois, são factos contra os quais não há bruxedo que resista.

À parte desta realidade, espero que os jogadores portistas, cumpram a sua obrigação e vençam, com a atitude e profissionalismo adequados.

Adrián Lopez e Hernãni estão de regresso ao lote dos convocados, para este jogo, sendo que a chamada do avançado espanhol, merece destaque especial tendo em conta que esteve afastado dos relvados cerca de quatro meses, por lesão.

De fora ficaram Casemiro, a cumprir castigo por excesso de cartões amarelos e Cristian Tello, acossado de tendinite na coxa direita.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2014/15 - 33ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO RESTELO - LISBOA
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 17 DE MAIO DE 2015, ÀS 18:00 H
ÁRBITRO NOMEADO: RUI COSTA - A.F. PORTO
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV2

domingo, 10 de maio de 2015

GOLEADA ESCAPOU POR ASELHICE E POUCA SORTE
















FICHA DO JOGO


























O FC Porto cumpriu os mínimos exigidos que era ganhar e adiar a festa mourama até ao limite. Nota-se no entanto que as performances da maioria dos futebolistas portistas é marcada por algum conformismo, cientes que o rumo do campeonato está há muito traçado e não vão ser estes últimos jogos a modificá-lo.

Os Dragões, com o onze previsível, ainda que da minha parte estivesse à espera de Tello em vez de Quaresma, até entrou bem na partida, obrigando o Gil Vicente a acantonar-se no último terço do relvado.























O pendor atacante dos azuis e brancos rendeu uma grande penalidade sobre Jackson Martinez, aos 11 minutos, que Quaresma desperdiçou, mas que o colombiano corrigiu, no minuto seguinte e na sequência desse lance, cabeceando com êxito, após cruzamento do próprio Quaresma.























O FC Porto continuou à procura de mais golos e aos 16 minutos Herrera obrigou Adriano a uma enorme defesa, depois de um cabeceamento frontal. Aos 26 foi Danilo a aparecer dentro da área a disparar à figura do guardião minhoto.

O jogo foi decaindo de qualidade e o Gil, aos 33 minutos quase empatava, num lance de bola parada, marcado para o interior da área, onde Martins Indi se deixou antecipar e permitiu o remate de cabeça perigoso que saiu a milímetros do poste direito de Helton, completamente batido.

Aos 40 minutos, numa altura de mau futebol, Brahimi sofreu falta dentro da área, merecedora de novo castigo máximo, mas Bruno Esteves, o artista do apito desta noite, achou que dois era de mais, isso só para outras bandas.

O intervalo chegou com a noção de que seria necessário injectar mais ambição e apelar aos jogadores portistas maior concentração, discernimento e eficácia, para que o resultado se dilatasse.

Foi o Gil Vicente que abriu as hostilidades com um remate perigoso à passagem do minuto 53, que Helton, atento, desviou para canto. 

Dois minutos depois, Rúben Neves que tinha entrado para o lugar do amarelado Casemiro, atirou uma bomba que assustou Adriano que só viu a bola passar com violência e bater nas malhas superiores da sua baliza, mas do lado de fora.

Aos 62 minutos foi Quaresma a falhar o remate de cabeça, em posição privilegiada para fazer o segundo golo. A bola saiu ao lado. Três minutos depois Brahimi, depois de muitos rodopios e muita hesitação, lá rematou mas Adriano atento defendeu.

Os Dragões procuravam o golo afincadamente mas nem sempre nas melhores condições. Aos 72 minutos nova oportunidade falhada. Canto da direita do ataque portista, bola na cabeça de Maicon a desviar para o 2º poste e Martins Indi, à vontade a rematar de pé esquerdo, levando a bola a embater no poste mais próximo. Pura aselhice! Alguns segundos depois foi Evandro a aparecer solto de marcação, isolado frente ao guardião minhoto, rematando de cabeça, mas a bola foi caprichosamente bater no poste.

Estava difícil acertar nas redes do Gil Vicente! Mas, diz o ditado popular que quem porfia sempre alcança. Assim foi. Canto na direita apontado por Quaresma, atrasando para Danilo que lhe devolveu o esférico, obrigando a defesa Gilista a perder as marcações, cruzamento do Harry Potter para o coração da área, Jackson recebeu de lado para a baliza, a bola subiu e o colombiano decidiu rapidamente aplicar um pontapé de bicicleta, obtendo mais um golo espectacular. Prémio merecido para um jogador que foi sempre uma gazua na procura dos golos.
























Vitória certa por números curtos, numa exibição com altos e baixos, muitos minutos de ritmo baixo, futebol com demasiados passes para trás e muito pouca eficácia.



OFF-TOPIC























Imagem que ilustra bem a «pancadaria» num dos treinos da semana, profusamente divulgado no Face Book, por um conjunto de portistas de trazer por casa. É caso para cantar aquele refrão brasileiro "ALÔ, ALÔ TERESINHAS, AQUELE ABRAÇO!"

GANHAR É O MÍNIMO EXIGÍVEL









Mais um jogo para cumprir calendário e tudo o que se espera é uma performance digna do Clube e a soma de mais três pontos, para vendermos caro o título que a falta de verdade desportiva e algumas erros próprios (os empates  com o Nacional e Benfica demonstraram falta de estofo) nos fez falhar.

Como portista indefectível lá estarei no Dragão, mas claramente, sem grande entusiasmo, ainda que exija dos atletas do meu Clube, um comportamento digno.

A lista de convocados para este jogo, apresenta algumas novidades. Desde logo os regressos de Danilo (depois de um jogo de castigo), Cristian Tello (após ausência prolongada por lesão) e Diego Reyes. Em sentido contrário estão Hernâni e Ricardo, ambos por opção técnica.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS 



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2014/15 - 32ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 10 DE MAIO DE 2015, ÀS 19:15 H
ÁRBITRO NOMEADO: BRUNO ESTEVES - A.F. SETÚBAL
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1

domingo, 3 de maio de 2015

FUTEBOL DE TERCEIRA RENDEU DOIS GOLOS!
















FICHA DO JOGO



























Acabar o campeonato nacional com dignidade, profissionalismo e vontade de evidenciar a imagem de um campeão que apenas não o foi por ausência de verdade desportiva, ilustrada profusamente com o andor ao serviço do clube do regime, era o mínimo que os portistas poderiam exigir à sua equipa mais representativa.

Apesar das promessas de luta até ao último fôlego, o que se viu hoje no Bonfim foi completamente diferente e para pior. Futebol de terceira, cinzento, sem chama, sem raça, sem inspiração e sem ambição, imagem de uma equipa sem objectivos e por isso com pouca confiança e nenhuma crença, absolutamente rendida e conformada à sua sina.

Julen Lopetegui, sem poder contar com Danilo, optou por fazer regressar ao onze principal os habituais titulares (Herrera e Quaresma), mais Ricardo como defesa direito.

Cedo se percebeu que caberia ao FC Porto as despesas do jogo, sem grande réplica, mas como vem sendo recorrente, a equipa desenvolveu um jogo de posse e circulação, completamente inconsequentes, privilegiando o passe para trás e para os lados, longe da baliza contrária, local onde se concretizam os golos. Alguém tem de avisar que os campeonatos se ganham com golos e não com grandes percentagens de posse de bola.

Assim, o primeiro remate à baliza sadina (aos 15 minutos!) coincidiu com o primeiro golo da partida, o que diz bem da inoperância atacante portista. Jogada corrida em direcção à área (finalmente), boa combinação entre Jackson e Ricardo, com o defesa a cruzar e o colombiano a falhar a intercepção, sobrando a bola mais à esquerda onde Brahimi, com grande presença de espírito, aplicou um remate em jeito, inaugurando o marcador.





















Bom tónico para que o futebol portista melhorasse de qualidade, mas mal aproveitado porque os jogadores azuis e brancos teimavam em complicar. Pouca progressão, passes mal medidos, opções de passe para trás, perdas de bola irritantes, enfim um futebol de fim de estação.

A este desconcerto escaparam, na primeira parte, para além do golo, um remate de trivela de Quaresma (um minuto depois) e um remate cruzado de Ricardo, já muito perto do intervalo.

Apesar do mau futebol praticado, a vitória portista justificava-se por ter sido a única equipa a criar algum perigo.

Esperava-se que no regresso das cabines, os jogadores portistas encarassem a partida de forma mais esclarecida, mas o que se viu foi um Vitória mais afoito, a aproveitar alguma desorganização e displicência do seu adversário.

O FC Porto continuava a preferir jogar longe da área adversária, num futebol de contenção, posse e circulação, cada vez menos ofensivo e mais inconsequente.

Os sadinos cresceram e Helton teve de se aplicar para evitar o empate, por volta dos 75 minutos, já Quaresma tinha dado o seu lugar a Evandro, numa tentativa de povoar mais o meio campo.

Se a qualidade do futebol da primeira parte já foi manifestamente medíocre, o do tempo suplementar foi ainda pior, assemelhando-se a um jogo entre «marretas» que mal sabem dar um pontapé. Salvou-se o lance do segundo golo, obtido já em tempo de compensação, por Jackson Martinez. Recuperação da bola a meio campo, bola nos pés de Herrera, passe a rasgar, com classe para o colombiano, recepção perfeita, protecção da bola a condizer e remate à matador, provocando uma reacção de alívio.




















Resultado bom numa exibição a não repetir, num jogo em que o aspecto mais negativo foi a lesão de Ivan Marcano, que o afastou do encontro, aos 25 minutos, sendo rendido por Martins Indi.

sábado, 2 de maio de 2015

CUMPRIR CALENDÁRIO COM BRIO PROFISSIONAL









É já sabendo que o líder goleou em Barcelos, sem surpresa, que o FC Porto se desloca ao Estádio do Bonfim para tentar os três pontos da ordem, numa tentativa de adiar até ao limite possível a festa dos protegidos da APAF.

É pois uma jornada para cumprir calendário, espero eu de forma digna e profissional, depois que foi o falhanço de todos os objectivos desta época, confirmado no passado fim de semana, na casa do rival, onde a incapacidade de reverter a tendência do desfecho final se tornou evidente.

Sei que matematicamente tudo ainda é possível, mas estou certo que ninguém de bom senso esperará o milagre.

Não adianta chorar sobre o leite derramado e evocar o andor em que o clube do regime foi levado ao título, porque não me lembro de nenhum outro campeonato em que não tenha sido assim. A diferença é que quando o FC Porto foi muito mais forte, não houve andor que lhes valesse. Tivéssemos nós sido competentes nos jogos em que desbaratamos pontos com grande responsabilidade nossa e outro galo cantaria. Lutar contra tudo e contra todos tem sido o nosso destino e nem por isso nos temos dado mal, mas como sabemos não chega  só sermos mais fortes, temos de ser muito, mas muito, para ultrapassarmos os colinhos habituais.

Resta pois acabar este campeonato mentiroso com dignidade, amealhando os 12 pontos em disputa.

A lista de convocados para este jogo apresenta como grande novidade a chamada do guarda-redes Andrés Fernandez, ausente das convocatórias desde 1 de Abril, aquando da deslocação aos Barreiros, para o jogo das meias-finais da Taça da Liga.

Fabiano e Danilo são os ausentes, o primeiro por opção técnica e o segundo para cumprir castigo.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: LIGA NOS 2014/15 - 31ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO BONFIM - SETÚBAL
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 3 DE MAIO DE 2015, ÀS 19:15 H
ÁRBITRO NOMEADO: MARCO FERREIRA - A.F. MADEIRA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT.TV1