FICHA DO JOGO
Depois de três derrotas consecutivas, acompanhadas de exibições pouco convincentes, o FC Porto alcançou finalmente o primeiro triunfo, e logo por goleada, frente a um forte adversário, que se apresentou de certo modo fragilizado.
O técnico portista operou duas alterações no onze titular, com Martim Fernandes e André Silva a renderam Zaidu e Samu.
Era um jogo em que vencer se assumia como uma obrigação, por vários motivos. Estava em causa o prestígio, algo beliscado nas jornadas anteriores, mas também a possibilidade de continuar a alimentar, pelo menos matematicamente, a esperança de alcançar a qualificação para a fase seguinte.
A equipa entrou determinada a demonstrar ambição e capacidade para protagonizar uma exibição mais consistente.
Os primeiros 15 minutos pertenceram quase por completo ao FC Porto, que construiu boas jogadas, umas com mais critério do que outras. A vantagem no marcador surgiu relativamente cedo, 11 minutos, na sequência de um pontapé de canto, com Bednarek a cabecear com êxito, para o fundo das redes.
Contudo, a equipa foi perdendo fulgor e, nos últimos 10 minutos da primeira parte, o Nápoles começou a ameaçar, acabando por chegar à igualdade, muito perto do intervalo (43').
No segundo tempo, a turma portista mostrou-se mais criteriosa e competente, assumindo o controlo do jogo, lançando-se numa autêntica cavalgada rumo à baliza napolitana.
A superioridade acabou por traduzir-se em mais 3 golos, sem resposta, para além de outras oportunidades desperdiçadas. Gabri Veiga (71'), Kiwior (80') e Samu (90' gp) foram os autores dos restantes golos.
Apesar desta goleada e dos respectivos três pontos conquistados, os azuis e brancos continuam ainda no lote das equipas eliminadas.




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