sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

LIGA EUROPA - PRIMEIRO OBJECTIVO CUMPRIDO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto concluiu a fase de grupos da Liga Europa no 5º lugar, qualificando-se directamente para os oitavos-de-final da prova, ao vencer no Dragão os escoceses do Rangers, evitando deste modo o incómodo de ter de disputar dois jogos do play-off.

O técnico portista, Francesco Farioli operou 5 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Gil Vicente. Martim Fernandes, Thiago Silva, Pablo Rosário, Gabri Veiga e Borja Sainz foram rendidos por Alberto Costa, Francisco Moura, Alan Varela, Rodrigo Mora e William Gomes.
























A expectativa da qualificação directa passava pela vitória, conjugada com os resultados de outras equipas, bem como da diferença de golos.

Nesses particulares as coisas correram a contento e os Dragões acabaram confortavelmente no 5º lugar com 17 pontos e 6 golos à maior, à frente de Braga e Freiburg, estes com os mesmos pontos e difª de golos, com vantagem portista nos golos marcados (segundo factor de desempate)  e Roma (16 pontos/7 golos). 

Quanto ao jogo, o FC Porto até começou a perder, a partir dos 6 minutos, numa falha defensiva, mas quanto a mim, num lance irregular, precedido de mão na bola do jogador que centrou para o golo.

Foi uma primeira parte nem sempre bem jogada, com as habituais dificuldades de jogar no último terço, de ligar as jogadas, com perdas sistemáticas da bola dentro ou perto da área contrária, a tornar fácil a tarefa defensiva do adversário.

Mas a par disso a equipa foi capaz, em alguns momentos, de construir jogadas interessantes e criar real perigo na baliza dos escoceses.

O empate surgiria aos 27 minutos, graças à criatividade de Rodrigo Mora que inventou uma jogada vistosa, num contra-ataque, indo mais à frente finalizar com êxito.

Os escoceses trocavam melhor a bola, tinham boas chegadas à área portista, mas fracassavam no capítulo do remate.

Os azuis e brancos de quando em vez lá acertavam na construção ofensiva e aos 28 minutos Pepê galgou pela direita, entrou na área e no momento do remate foi abalroado, em acção que nem árbitro nem VAR foram capazes de sancionar. INCRÍVEL!!!

Porém, aos 36 minutos, Francisco Moura, explorou o desentendimento de dois adversários,  aproveitando para dar a cambalhota no marcador (2-1).

O terceiro acabaria por chegar aos 42 minutos, na sequência de um canto cobrado por William Gomes. O defesa Fernandez saltou com Bednarek na sua frente, tentou atacar a bola mas desviou-a para a própria baliza, alargando a vantagem portista (3-1).

No segundo tempo o jogo tornou-se mais desinteressante já que o FC Porto entrou em modo de gestão, cedendo a bola ao adversário.

A equipa escocesa nunca foi capaz de desmontar a defensiva portista, apesar da qualidade de passe e desenvoltura do seu futebol. Pertenceu mesmo ao FC Porto as melhores oportunidades de golo, desbaratadas pela ineficácia dos remates, mas também pela ingenuidade na definição.

Vitória justa e objectivo conseguido.

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