terça-feira, 8 de março de 2022

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Foi próspera a colheita de golos dos nossos atletas, em Paços de Ferreira, mantendo a veia goleadora de alguns deles. Pepê inaugurou o marcador, Evanilson bisou e Mehdi Taremi encerrou a contagem, fixando o resultado em 4-2.

O primeiro golo pertenceu a Pepê aos 17 minutos, na sequência de uma bela jogada colectiva. Vitinha conduziu a bola até à entrada da área pacense, picou para Taremi que não conseguiu ultrapassar o guardião dos castores, flectindo um pouco para a esquerda com um toque para Wendell, que na passada cruzou para o segundo poste onde apareceu Pepê, solto de marcação, a cabecear para o fundo das redes.


Trata-se do 5º golo com a camisola do FC Porto (4 na Liga Portugal Bwin e 1 na Taça da Liga), nesta época de estreia, que o coloca na 234ª posição deste ranking, na companhia de 17 atletas do passado, com o mesmo número de golos.



















Depois vieram os golos de Evanilson. O primeiro aos 38 minutos. Otávio recuperou a bola abrindo para Taremi. O avançado iraniano foi até à linha cruzando atrasado para Evanilson encostar para o golo.


Bisou aos 52 minutos numa jogada plena de espectacularidade, com Vitinha a fazer alarde técnico, recebendo com o peito seguido de três toques consecutivos em progressão, para lançar Taremi, que dentro da área assistiu de cabeça para a entrada preciosa de Evanilson a finalizar.


Evanilson soma 18 golos (11 no Campeonato e 7 na Taça de Portugal), tornando-se assim o melhor goleador portista desta temporada e acumula 22 golos de Dragão ao peito, que o coloca no 103º lugar do ranking, na companhia de Gastão (1955/56 a 1959/60 - 99 jogos), Osvaldo Silva (1957/58 e 1958/59 - 41 jogos), Frasco (1978/79 a 1988/89 - 306 jogos) e Adriano (2005/06 a 2007/08 - 64 jogos).



















O Quarto e último golo portista foi apontado por Mehdi Taremi, aos 59 minutos. Foi a inversão dos papeis com Evanilson a assistir o iraniano, que na cara do guardião contrário não perdoou.


Taremi concretizou o 17º golo da temporada (13 no Campeonato, 1 na Taça de Portugal, 1 na Taça da Liga, 1 na Liga dos Campeões e 1 na Liga Europa), acumulando 40 golos com a camisola do FC Porto. Está agora na 61ª posição deste ranking, na companhia de Acácio Mesquita (1926/27 a 1936/37 - 43 jogos) e Rui Águas (1988/89 e 1989/90 - 80 jogos).

































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domingo, 6 de março de 2022

DRAGÃO COM ESTOFO DE CAMPEÃO VENCE CATEGORICAMENTE

 
















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto deu um passo importante na luta pelo título, ao vencer de forma categórica no sempre difícil reduto do Paços de Ferreira, local onde os Dragões registaram a última derrota, já lá vai ano e meio.

Sérgio Conceição promoveu 5 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Sporting, para a Taça de Portugal. Diogo Costa, João Mário, Wendell, Otávio e Pepê, renderam Marchesín, Bruno Costa, Zaidu, Marko Grujic e Fábio Vieira.

























Foi com uma exibição quase perfeita que os azuis e brancos ultrapassaram a equipa da casa, que praticamente não teve argumentos para travar a maior qualidade técnica dos Dragões. Pena os erros defensivos que estiveram na base dos 2 golos sofridos, mas que nunca puseram em causa o triunfo.

Entrada dominadora, a empurrar o adversário para o seu último terço, com Vitinha a dar o lamiré com remate portentoso a obrigar André Ferreira a aplicar-se (7'). Quatro minutos depois, Taremi ensaiou jogada para o golo, com assistência para Evanilson que não saiu na perfeição. 

Aos 17 minutos o avançado iraniano apareceu isolado na cara do guardião contrário, mas teve que flectir para a esquerda e ficar sem ângulo de remate, optando por atrasar ligeiramente para Wendell que na passada cruzou para o segundo poste onde apareceu Pepê, livre de marcação, a cabecear para as malhas.

A vencer, o FC Porto continuou a praticar o seu futebol burilado com Vitinha a fazer papel de maestro, patenteando um vasto leque de soluções na distribuição de jogo, empurrando os seus colegas para a invasão à área contrária.

Mas o futebol é fértil em surpresas e quase do nada, que é como quem diz, contra a corrente do jogo, Antunes no limite de fora de jogo, cruzou rasteiro da esquerda, fazendo a bola descrever um arco, viajando até perto do poste mais distante, onde surgiu Delgado, que na cara de Diogo Costa, conseguiu tocar com alguma felicidade para o golo da igualdade, perante a impassividade de toda a defensiva portista.

O empate não servia os objectivos portistas e não se coadunava com a superioridade demonstrada pelos Dragões, pelo que o segundo golo portista não tardou, obra da sociedade Taremi & Evanilson, com o iraniano a assistir o brasileiro (38').

A vantagem poderia ter sido ampliada ainda antes do intervalo, mas Pepê desperdiçou uma bela oportunidade.

No segundo tempo o FC Porto manteve a tónica e o minuto 53 foi o corolário de uma exibição de encher o olho, com jogada recheada de pormenores de requinte técnico (Vitinha), sentido de baliza (Taremi), capacidade de remate e codícia pelo golo (Evanilson), numa sintonia que virou mania.

Seis minutos depois foi Evanilson a assistir Taremi para o 1-4. A goleada começava a ganhar forma, mas mais um erro de palmatória permitiu um segundo golo aos anfitriões.

Vitória justa da melhor equipa no terreno, garantindo a manutenção de uma vantagem de 6 pontos, para o 2º classificado.

















Evanilson e Pepê arrecadaram os prémios de Homem do jogo e Mérito e Valores Porto, respectivamente.






sexta-feira, 4 de março de 2022

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Alvalade foi o palco para mais dois golos portistas, desta vez no jogo da 1ª mão das meias-finais, da Taça de Portugal, que coloriram o resultado da vitória dos Dragões por 2-1.

Mehdi Taremi e Evanilson foram os protagonistas, mantendo a veia goleadora que os tem caracterizado nos últimos encontros.

O avançado iraniano assumiu a marcação da grande penalidade, assinalada pelo árbitro e confirmada pelo VAR, a castigar falta de Porro sobre Evanilson. Taremi, na linha dos onze metros, não vacilou, rematando ao poste esquerdo (a bola ainda roçou no lado interior do ferro), batendo Adán e restabelecendo a igualdade (59').


Mehdi Taremi alcançou o 16º golo nesta temporada (12 na Liga Portugal, 1 na Taça de Portugal, 1 na Taça da Liga, 1 na Liga dos Campeões e 1 na Liga Europa), com um acumulado de 39 golos de Dragão ao peito, subindo 1 lugar neste ranking, agora na companhia de Lourenço (1943/44 a 1947/48 - 87 jogos), Catolino (1944/45 a 1947/48 - 66 jogos), Serafim (1960/61 a 1962/63 - 80 jogos), Derlei (2002/03 a 2004/05 - 92 jogos) e Sérgio Oliveira (2009/10; 2015/16; 2017/18 a 2020/21 - 174 jogos).





























O golo da vitória foi concretizado por Evanilson, aos 64 minutos. Otávio viu a subida de João Mário pelo flanco direito, lançou-lhe a bola. O lateral recebeu e em progressão fez um passe a rasgar para a entrada de Pepê na área. Adán foi ao seu encontro mas foi contornado e enquanto procurava regressar à baliza, a bola foi passada para Taremi, que desviou de calcanhar para trás, deixando Evanilson na cara do golo. O brasileiro fitou a baliza e rematou fazendo um belo golo.



Trata-se do 16º golo (9 na Liga Portugal e 7 na Taça de Portugal), cotando-se, com Taremi e Luis Díaz, os melhores marcadores até agora, nesta época. Soma agora 20 golos com a camisola da equipa principal do FC Porto, subindo ao 107º lugar, com a companhia de João Pinto (1981/82 a 1996/97 - 587 jogos) e Artur (1996/97 a 1998/99 - 92 jogos).

































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quinta-feira, 3 de março de 2022

FOGO DO DRAGÃO APAGOU TOCHAS DAS LAGARTIXAS

 


















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto foi bater o Sporting, em Alvalade, em jogo referente à primeira mão das meias-finais da Taça de Portugal.

Foram seis as novidades no onze portista, comparativamente ao jogo anterior frente ao Gil Vicente. Marchesín, Bruno Costa, Pepe, Marko Grujic, Matheus Uribe e Fábio Vieira renderam Diogo Costa, João Mário, Fábio Cardoso, Stephen Eustaquio, Otávio e Pepê.























Uma primeira parte sem grande interesse, muito táctica, com as equipas encaixadas, muito cautelosas, em que o FC Porto pareceu melhor adaptado, mais controlador mas afastado da baliza contrária. As oportunidades de golo resumiram-se a um remate perigoso de Matheus Nunes e as situações de maior destaque foram as tochas enviadas pelas claques da equipa da casa, que obrigaram a duas paragens do jogo, numa demonstração do civismo próprio de quem está habituado a invadir a própria academia e a instalar o caus.

O nulo ao intervalo reflectiu a fraca disposição das duas equipas para se acercarar das balizas.

Na segunda parte tudo mudou. As equipas regressaram ao relvado com a disposição de abrir o jogo e o espectáculo começou. Primeiro com um golaço de Sarabia (49'), num remate portentoso que a estirada de Marchesín não conseguiu deter.  Mérito para o avançado leonino, mas com um senão. O lance nasceu de uma falta que teve de ser cobrado por duas vezes. Na primeira, Pedro Porro fez a cobrança directa com Marchesín a defender sem dificuldade, mas foi mandado repetir porque as «lagartixas terroristas» enviaram, no decorrer do lance, mais uma tocha para a baliza, que levou o árbitro da partida a anular a jogada. Ora se tal não tivesse acontecido, o lance seguiria naturalmente sem problemas de maior. A repetição, cobrada de forma diferente deu golo e assim o crime compensou.

Os Dragões não esmoreceram e foram à procura do prejuízo e a igualdade não tardou a ser  restabelecida, através de uma grande penalidade a castigar falta de Porro sobre Evanilson. Taremi não perdoou, na linha dos onze metros.

Sérgio Conceição chamou então ao jogo João Mário, Otávio e Pepê, fazendo o FC Porto subir de produção.  O segundo golo não foi obra do acaso. Jogada de entendimento entre os três elementos, com participação de Taremi a colocar Evanilson na cara do guardião contrário, para com toda a classe fazer a bola beijar as malhas. Estava consumada a reviravolta de forma categórica.

A equipa da casa sentiu mais esta estocada e o terceiro golo andou por diversas vezes à espreita.

Os Dragões ficam assim em vantagem para a eliminatória, com o pormenor de ter marcado 2 golos fora de casa, que contam a dobrar em caso de igualdade no conjunto das duas mãos.




terça-feira, 1 de março de 2022

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Evanilson foi o autor do golo do empate, frente ao Gil Vicente, aos 66 minutos, quando o FC Porto perdia surpreendentemente, com uma equipa reduzida a 10 elementos, por expulsão de Vítor Carvalho, logo aos 2 minutos.

Cruzamento largo de Otávio, Mehdi Taremi, na cara do guardião tocou de cabeça, isolando  Evanilson que só teve de empurrar para as redes.


O avançado brasileiro alcançou o 15º golo da temporada (9 na Liga Portugal e 6 na Taça de Portugal) e o 19º de Dragão ao peito, que o faz subir ao 115º posto desta tabela, na companhia de António Morais (1956/57 a 1961/62 - 47 jogos), Jaime Pacheco (1979/80 a 1988/89 - 206 jogos), Juary (1985/86 a 1987/88 - 60 jogos), Paulo Pereira (1988/89 a 1993/94 - 125 jogos), António Folha (1991/92 a 2000/01 - 195 jogos), Jankauskas (2002/03 e 2003/04 - 83 jogos), Raúl Meireles (2004/05 a 2010/11 - 193 jogos) e Danilo Pereira (2015/16 a 2019/20 (202 jogos).



















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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

COM GALO OU SEM ELE, VOARAM MAIS DOIS PONTOS!

 















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto cedeu mais dois pontos na luta pelo título, ao empatar no Dragão frente ao Gil Vicente, desperdiçando simultaneamente a oportunidade de alargar a vantagem na liderança na prova, face ao empate do 2º classificado, nesta jornada. 

O técnico portista, sem poder contar com Pepe, Matheus Uribe e Marko Grujic, por castigo, operou  4 substituições no onze principal, relativamente ao jogo anterior frente à Lázio. Bruno Costa, Pepe, Matheus Uribe e Toni Martínez, deram os seus lugares a João Mário, Fábio Cardoso, Stephen Eustaquio e Evanilson.





















Na tentativa de alargar a vantagem pontual em relação ao 2º classificado, que empatara no dia anterior com o Marítimo, os Dragões cedo se lançaram no ataque, com Evanilson a ser travado em falta, quando tentava isolar-se para ficar na cara do guardião contrário, logo aos 2 minutos do jogo. O árbitro Manuel Mota agiu correctamente exibindo o cartão vermelho ao prevaricador Vítor Carvalho, deixando o Gil Vicente em inferioridade numérica muito cedo.

Aparentemente estava facilitada a tarefa portista, mas por incrível que pareça não foi isso que aconteceu. A equipa não conseguiu tirar partido dessa vantagem, praticando um futebol ofensivo precipitado, sem discernimento, pouco lúcido e muito trapalhão a contrastar com a manutenção da postura, da boa organização defensiva, da coerente troca de bola e sobretudo da audácia na procura do golo, de que nunca abdicou, do Gil Vicente.

A primeira parte dos Dragões foi lastimável. Pouca velocidade, pouca criatividade, algum desgaste e pouca capacidade para criar espaços para o remate, pelo que o intervalo chegou sem quaisquer oportunidades de golo.

No segundo tempo a equipa transfigurou-se e então sim, já se viu um futebol mais agressivo, capaz de fazer mossa no adversário. As oportunidades para inaugurar o marcador foram sendo desperdiçadas, ora por Taremi, ora por Vitinha.

E foi mesmo o Gil Vicente a molhar a sopa primeiro, numa jogada bem construída e melhor finalizada, com F. Navarro a enganar os dois centrais e aparecer isolado frente ao desprotegido Diogo Costa (62').

Ainda há clubes que se queixam quando jogam em inferioridade numérica. Que ponham os olhinhos nesta equipa de Barcelos.

Mesmo a perder, o FC Porto não baixou os braços e continuou a forçar o ataque, criando mais algumas oportunidades e numa das raras jogadas de entendimento perfeito, Taremi ofereceu o golo a Evanilson que só teve de empurrar (66').

Bem, depois foi um autêntico massacre à baliza contrária, mas o golo da vitória foi constantemente negado, umas vezes por mérito do adversário, outras por inépcia dos portistas e ainda outras por alguma falta de sorte. A bola beijou por duas vezes os ferros da baliza de Andrew e também por isso o resultado não sofreu mais alterações.




sábado, 26 de fevereiro de 2022

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

A odisseia portista na Europa proporcionou mais dois golos para o pecúlio dos nossos atletas, que chegaram para garantir a qualificação do FC Porto para os oitavos-de-final da Liga Europa

Mehedi Taremi e Matheus Uribe foram os protagonistas da façanha.

O avançado iraniano apontou o primeiro golo portista frente à Lázio, aos 31 minutos, de penalty, restabelecendo a igualdade (1-1) e fazendo regressar os Dragões à vantagem na eliminatória (3-2). O árbitro alemão Deniz Aytkin começou por exibir o cartão amarelo a Taremi, por considerar simulação de falta, mas alertado pelo VAR, foi ver as imagens, corrigindo de seguida. Verificou o pisão cometido por Milinkovic-Savic e apontou a marca de penalty. Mehdi Taremi rematou rasteiro, junto ao poste esquerdo e apesar do guarda-redes Strakosha se ter lançado para o lado certo, não foi capaz de evitar que a bola beijasse as redes da sua baliza.





















O avançado portista atinge a marca dos 15 golos, esta temporada, (12 na Liga Portugal, 1 na Taça da Liga, 1 Na Liga dos Campeões e 1 na Liga Europa) e acumula 38 golos de Dragão ao peito, subindo 1 lugar, de 68º para 67º, agora na companhia de Vital (1948/49 a 1951/52 - 58 jogos).







































Matheus Uribe apontou o segundo golo portista, à passagem do minuto 68. O médio portista tocou para Otávio e este para Taremi. O avançado atraiu os centrais e picou a bola para a desmarcação de Uribe, que vindo de trás sem marcação, recebeu no peito e de primeira rematou fazendo um golaço, consumando a reviravolta no marcador (1-2).


Foi o seu 4º golo da temporada (1 na Liga Portugal, 2 na Taça de Portugal e 1 na Liga Europa) e o 10º com a camisola do FC Porto, subindo para a 173ª posição deste ranking, na companhia de Francisco Castro (1929/30 a 1934/35 - 27 jogos), Yanko Daucik (1959/60 - 10 jogos), Rodolfo Reis (1971/72 a 1983/84 - 331 jogos), Albertino (1979/80 a 1981/82 - 57 jogos), Stéphan Paille (1990/91 - 27 jogos), Carlos Secretário (1993/94 a 2003/04 - 309 jogos), César Peixoto (2002/03 a 2005/06 - 56 jogos), João Moutinho (2010/11 a 2012/13 - 140 jogos), Nicolás Otamendi (2010/11 a 2013/14 - 126 jogos), Cristian Tello (2014/15 e 2015/16 - 57 jogos) e Zé Luís (2019/20 - 32 jogos).





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