FICHA DO JOGO
O FC Porto foi ao Funchal garantir o pleno de vitórias nas oito jornadas disputadas, vencendo o Marítimo, por 2-1.
Francesco Farioli apresentou o onze titular com 3 alterações, relativamente à jornada anterior. Francisco Moura, Alan Varela e Hwang Inbeom renderam Martim Fernandes, Pablo Rosário e Gabri Veiga.
Depois da longa paragem de 20 dias, para jogos das selecções, a deslocação aos Barreiros, era considerada de risco, não só pelas dificuldades habituais, mas também pela falta de tempo para preparar o jogo, com todos os elementos.
A entrada no jogo, porém, desmestificou um pouco essas apreensões já que a equipa portista mostrou-se compenetrada e dominadora, ciente que teria de tomar conta do jogo desde o início.
Foram cerca de dez minutos por cima do adverssário, mas sem criar claras oportunidades para marcar.
A pouco e pouco a equipa da casa foi-se libertando, ganhando alguns momentos de ascendente, com futebol criterioso, de pé para pé, levando algum perigo à área azul e branca, até conseguirem o golo inaugural, aos 16 minutos, num belo pontapé de Gábor Szalai, mas, a meu ver defensável, com Diogo Costa a ser traído pelo seu golpe de vista.
Os campeões nacionais sentiram o toque e voltaram a tomar conta do jogo, acercando-se da baliza contrária com algumas jogadas prometedoras, mas quase sempre bem anuladas pelo guarda-redes contrário ou pelos seus defesas.
A insistência valeu o golo do empate, ainda antes do intervalo, mais precisamente aos 42 minutos, por Froholdt, na recarga a um remate de cabeça de Francisco Moura.
No regresso das cabines, com Pablo Rosário no lugar de Alan Varela, os Dragões foram quase arrasadores, não fora as excelentes defesas de Vieites, a negar o golo a Alberto Costa, a Froholdt e a Gabri Veiga.
O FC Porto estava em busca da cambalhota no marcador e o Marítimo já só defendia, até que aos 86 minutos, já com Pietuszewski em campo, o jovem polaco abriu o livro da fantasia assinando um golaço, daqueles de fazer levantar os estádios, colocando o FC Porto finalmente em vantagem no marcador.
Os minutos finais foram jogados mais com o coração do que com a cabeça, com o FC Porto mais preocupado em segurar o resultado, permitindo o assédio do Marítimo à sua área. Ainda assim os dragões só não ampliaram o resultado por pura precipitação em pelo menos 3 jogadas de contra-ataque, aparecendo em superioridade numérica.
Vitória justa, com futebol nem sempre bem jogado frente a uma equipa competitiva que dispôs de vinte dias para preparar convenientemente este jogo.




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