segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

FALTOU INTELIGÊNCIA PARA SEGURAR A VITÓRIA

 

















FICHA DO JOGO























SISTEMA TÁCTICO



















O FC Porto perdeu uma oportunidade de ouro de sair do Municipal de Braga com uma vitória clara, num jogo em que esteve por cima durante quase todo o encontro, acabando por ceder nos dez minutos finais, muito por culpa de uma expulsão injusta que originou uma desestabilização quase irracional.

O onze titular apresentou quatro alterações, relativamente ao jogo anterior, com os regressos naturais de Jesús Corona, Marega e Luis Díaz e a surpresa Malang Sarr.

























Numa partida entre dois candidatos ao título aconteceu o que se esperava, ou seja, um jogo muito disputado, bastante competitivo, mas com a natural supremacia dos campeões nacionais que foram os primeiros a apresentar argumentos para se adiantarem no marcador (Taremi 7').

O Braga respondeu aos 10 minutos por Abel Ruíz. Luis Díaz ameaçou três minutos depois e aos 36 minutos o primeiro golo do encontro. Marega foi derrubado dentro da área, o árbitro não assinalou mas foi notificado pelo VAR. Soares Dias foi ver no monitor, acabando por reverter a sua primeira decisão. Sérgio Oliveira, com a frieza e classe que o caracterizam, não perdoou.

Antes do intervalo Taremi voltou a ameaçar, cabeceando com a bola a sair muito rente ao poste.

No segundo tempo o FC Porto continuou a procurar o golo e numa jogada de inspiração de Corona pela esquerda, assistiu Taremi para um remate indefensável (54').

O jogo parecia resolvido, tanto mais que os Dragões dominavam e controlavam bem o seu adversário, até que Jesús Corona que havia sido castigado com um amarelo logo aos 5 minutos, por ter sido pisado por Raul Silva!!!! acabou expulso aos 60 minutos por uma entrada  bem mais suave do que as milhares que vem sofrendo jogo a jogo.


Aos azuis e brancos, em inferioridade numérica, pedia-se que encarassem a meia hora final com união, organização, cabeça fria e sobretudo inteligência. Foram conseguindo numa primeira fase, mas a pouco e pouco essa postura foi-se perdendo de forma trágica, perdendo facilmente a bola, recuando em demasia no terreno e desperdiçando de forma ridícula os lances de contra ataque. 

Disso se aproveitou o SC Braga que chegou ao empate com facilidade. Marchesín ficou mal na fotografia no primeiro, deixando a bola passar-lhe por debaixo do corpo e depois foi Pepe a oferecer a bola para o cruzamento fatal.

Empate num jogo que tinha tudo para dar vitória, mesmo com as habituais interferências dos apitadores que gozam de toda a impunidade.

Uma nota final para o nosso treinador Sérgio Conceição que voltou a ser expulso por não conseguir dominar a sua justa indignação. Sei que não é fácil ter que levar jogo a jogo com a incompetência, a desonestidade, a prepotência, a estupidez, enfim o que lhe quiserem chamar, de quem deveria ser o paladino da verdade desportiva e ficar impávido e sereno no seu canto, mas depois de tanto castigo, acho que tem de fazer o esforço para se conter. Ele tem a obrigação de dar o exemplo aos seus jogadores. Treinador é para treinar, jogadores são para jogar. A justa indignação deve ser tratada nos locais próprios e por quem de direito. 




sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

QUANDO UM JOGO É DIRIGIDO POR JUÍZES SEM JUÍZO

 

















FICHA DO JOGO






















SISTEMA TÁCTICO



















O FC Porto cedeu dois pontos ao empatar com o Belenenses SAD, na deslocação ao Jamor, casa emprestada da equipa lisboeta, num jogo que ficou marcado pela lesão aparatosa de Nanú (concussão cerebral e traumatismo vértebro-medular com perca de conhecimento), do estado deplorável do relvado e pela falta de juízo dos chamados juízes que arbitraram o encontro.

Com um calendário apertadíssimo, Sérgio Conceição optou por proceder a 4 alterações no onze titular, relativamente ao encontro anterior, frente ao Rio Ave (2-0). Nanú, Fábio Vieira,  Felipe Anderson e e Evanilson renderam  Zaidu,  Corona,  Marega e Luis Díaz.

























Como vem sendo hábito, os Dragões entraram fortes a impor o seu futebol ofensivo, obrigando o seu adversário a refugiar-se no seu último reduto, com a única preocupação de evitar os golos na sua baliza.

Contou para isso com a menor inspiração dos jogadores portistas mas também da sua boa organização defensiva que só abanou um pouco à passagem do minuto 28, quando Sérgio Oliveira rematou forte obrigando Kritciuk a defesa de recurso que fez a bola chegar a Teremi que na passada fez a recarga de cabeça, mas sem a melhor direcção.

Oito minutos depois, nova ameaça, desta vez por Evanilson a cabecear de cima para baixo, mas novamente sem acertar com a baliza. O brasileiro voltaria a estar em destaque ao desviar um ressalto para o interior da baliza do Belenenses, tendo o golo sido invalidado por alegado fora de jogo de 8 cm, segundo as linhas colocadas, vai-se lá saber por quem e com que critério!

No segundo tempo foi mais do mesmo, o FC Porto a tentar derrubar o muro e o Belenenses a defender com unhas e dentes, alguma vezes com dureza excessiva, com a conivência dos tais juízes, que perdoaram escandalosamente o segundo amarelo a Yaya e a Calila, de tal forma que o próprio treinador Petit, acabou por retirá-los do jogo, após lances merecedores de castigo, antes que o exagero se prolongasse.

Só esporadicamente a equipa da casa se soltou um pouco mais para o ataque, levando algum perigo à área portista, mas sempre bem resolvido por Marchesín.

Aos 81 minutos Taremi desperdiçou a oportunidade mais flagrante de golo, ao cabecear contra o guardião contrário, na sequência de um cruzamento teleguiado de Corona, numa altura em que Sérgio Conceição tinha já metido toda a carne no assador, com as entradas de Marega, Luis Díaz e do mexicano.

Mas o pior estava para chegar. Lance na área do Belenenses. Bola disputada por Ramires, Kritciuk e Nanú. Ramires começa por fazer jogo perigoso ao levantar o pé à altura da cabeça. e Kritciuk albarroa Nanú, atingindo-o violentamente, primeiro com os punhos e depois com o cotovelo, deixando o jogador portista prostrado no relvado, sem sentidos. Foi necessária a entrada de ambulância para levar o atleta para o Hospital.




















































Agora pasmem-se senhores da magnânima sentença dos juízes (árbitro, VAR e AVAR): Pontapé de canto!!!!!!

Incrível, mas foi isto mesmo que esses juízes sem juízo decidiram.

Os últimos minutos foram tudo menos futebol. Os atletas portistas ficaram consternados com o que acabaram de presenciar e muito preocupados com a situação clínica do seu colega. 

E assim se perderam dois pontos ou foram-nos roubados?

terça-feira, 2 de fevereiro de 2021

RANKING GOLEADORES PORTISTAS








WILSON MANAFÁ - Goleador Nº 340

Apontou 2 golos em 86 participações oficiais com a camisola do FC Porto, ao longo das cerca de duas temporadas, que leva ao serviço dos Dragões (desde Janeiro de 2019).

WILSON Miguéis MANAFÁ Jancó, nasceu no dia 23 de Julho de 1994, em Oliveira do Bairro.

Manafá fez quase toda a sua formação no Oliveira do Bairro Sport Clube (2002/03 a 2010/11), vindo a concluí-la ao serviço do Sporting, nos Sub-19 e equipa B (2012/13 e 2013/14). Posteriormente representou o Beira-Mar e o Anadia (2014/15) e o Varzim (2015/16).

Contratado pelo Portimonense em 2016, Wilson Manafá fez 79 jogos pela equipa algarvia ao longo de duas épocas e meia, assumindo um papel importante na subida ao escalão principal do futebol português. Na temporada de 2018/19, o luso-guineense destacou-se no lado esquerdo da defesa do Portimonense, formação então orientada por António Folha, justificando a aposta do FC Porto. Manafá cresceu como extremo, mas está perfeitamente adaptado para jogar nos dois lados do sector mais recuado, como aliás tem vindo a ser utilizado sistematicamente enquanto atleta do FC Porto.

























Um dos 4 reforços de Inverno da temporada 2018/19, a sua estreia de azul e branco vestido aconteceu no dia 30 de Janeiro de 2019, no Estádio do Dragão, frente ao Belenenses SAD, em jogo da jornada 19 do Campeonato nacional (Liga NOS), com vitória portista por 3-0. Manafá saiu do banco aos 80 minutos a substituir Éder Militão.

Foi titular pela primeira vez e logo a tempo inteiro no dia 16 de Fevereiro do mesmo ano, no Estádio do Dragão, frente ao V. de Setúbal, em jogo da 22ª jornada, com vitória portista por 2-0. É desse jogo a imagem que se segue:


Já o seu primeiro golo de Dragão ao peito, aconteceu no dia 4 de Maio de 2019, no anfiteatro portista, frente ao C.D. Aves, em jogo da jornada 32 do Campeonato nacional, com vitória azul e branca por 4-0. Manafá apontou o 3-0, aos 68 minutos.

Dotado de velocidade estonteante que lhe permite dar profundidade no seu flanco, Manafá tem vindo a conquistar a confiança do técnico Sérgio Conceição, apesar de alternar boas performances com momentos de menor maturidade, durante os jogos. Vai-se notando alguma evolução, ressaltando desde logo maior consistência e capacidade para ser mais decisivo, especialmente nas assistências para os seus companheiros.

Apesar de bastante ofensivo, Wilson Manafá ainda não tem uma boa relação com o golo, especialmente porque não aparece com a frequência necessária em zonas de finalização, razão pela qual o seu segundo golo e até ver o último, foi obtido no já longinco dia 2 de Março de 2020, no Estádio de S. Miguel, frente ao Santa Clara, em jogo da jornada 23 do Campeonato nacional (Liga NOS 2019/20), com vitória portista por 2-0. O defesa azul e branco abriu o activo aos 37 minutos.

Dos 29 jogos disputados na actual temporada, Manafá só não foi convocado em 3. Conta assim com 26 convocatórias, não tendo saído do banco apenas por 2 vezes. Soma 17 titularidades a tempo inteiro e mais 5 em que foi substituído, sendo que numa delas saiu aos 90 minutos (Portimonense).

PALMARÉS AO SERVIÇO DO FC PORTO (3 TÍTULOS):

1 Campeonato nacional (2019/20)
1 Taça de Portugal (2019/20)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (2019/20)

Fontes: Arquivo do bloque e site oficial do FC Porto.

DESPERDÍCIO EXAGERADO NÃO EVITOU UMA VITÓRIA CONCLUDENTE

 
















FICHA DO JOGO






















SISTEMA TÁCTICO



















O FC Porto cumpriu a sua missão de vencer para alimentar a chama da perseguição ao líder, num jogo cuja primeira parte se saldou por um golo solitário, à conta de um festival de oportunidades flagrantes desperdiçadas.

Sérgio Conceição operou três alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior (Gil Vicente, para a Taça de Portugal). Regressos de Marchesín, Sérgio Oliveira e Marega.




























Primeira parte de domínio absoluto dos azuis e brancos, com futebol ofensivo de elevada intensidade, construção de jogadas bem elaboradas, mas com finalização desastrada. Luis Díaz (3' e 26') e Marega (9'), falharam estrondosamente o golo, fazendo o mais difícil.

Mesmo no lance do golo, aos 44 minutos, Taremi tinha tudo para bater Kieszek, mas atirou-lhe contra o corpo. Luis Díaz na raça, aproveitou o ressalto para facturar.

Foi então com este golo solitário que se atingiu o intervalo, quando a produção efectuada justificaria um resultado suficientemente claro, caso a finalização tivesse sido competente.

O segundo tempo foi mais dividido e as oportunidades escassearam. O golo da tranquilidade chegaria aos 74 minutos, por Evanilson que entrara a substituir o desastrado Marega. Bola ganha, mais uma vez na raça, por Taremi sobre a direita, invasão da área, toque um pouco adiantado e cruzamento no último momento, antecipando-se a Kieszek, com o brasileiro a acorrer muito oportuno, a disparar para as redes desertas.

Vitória incontestável que só peca por escassa.

sábado, 30 de janeiro de 2021

MUITA ARTE NOS GOLOS, POUCO ENGENHO NO RESTO

 















FICHA DO JOGO





















SISTEMA TÁCTICO



















O FC Porto qualificou-se para as meias-finais da Taça de Portugal, ao derrotar o Gil Vicente, em Barcelos, num jogo que começou fácil, mas que aos poucos se foi tornando cada vez mais complicado, muito por culpa da pouca eficácia no momento do remate.

Comparativamente com o jogo anterior, frente ao Farense (1-0), Diogo Costa e Luis Díaz renderam Marchesín (ficou no banco) e Marega (ficou em casa), no onze titular.
























Numa noite de muito vento e chuva intensa os azuis e brancos entraram no jogo com a atitude certa, tomando conta das operações, empurrando o seu adversário para o terço mais recuado do relvado, que muito bem tratado foi resistindo à intempérie.

Depois de um sério aviso logo aos quatro minutos, numa jogada bem congeminada entre Luis Díaz e Corona, que apanhou o mexicano em fora de jogo, a mesma dupla, com a colaboração de Taremi, fabricaram o golo inaugural, com elevada nota artística. O colombiano recuperou a bola perto da área dos minhotos, tocou para Taremi que a devolveu mais à frente, Díaz solicitou a entrada pelo lado contrário de Corona que à saída do guardião lhe aplicou uma chapelada, concretizando um golo de belo efeito.

Os detentores da Taça de Portugal continuaram a produzir o seu habitual futebol ofensivo, mas foi perdendo a eficácia e principalmente o engenho. Muitas vezes apanhados em fora de jogo e a perderam com alguma facilidade a bola, o lance mais perigoso até ao intervalo saiu de um livre directo de Uribe (30'), que não atingiu o objjectivo por muito pouco.

O segundo tempo começou com mais uma perdida incrível de Luis Díaz (46'), que com a baliza à sua mercê, atirou para as nuvens.

A resposta do Gil Vicente registou-se sete minutos depois com o remate de Lucas Mineiro a bater violentamente no poste, naquele que foi o mais perigoso remate da equipa da casa em todo o jogo.

Os minhotos empertigaram-se e passaram a dividir o jogo, com o intuito de reverter o resultado, mas verdade seja dita, pertenceram ao FC Porto as mais flagrantes oportunidades de dilatar o marcador, não fora a abcessão de tentar acertar nas nuvens, quiçá para fazer parar a chuva.

Foi já perto do fim que os Dragões chegaram ao golo da confirmação. Sérgio Oliveira que entrara aos 65 minutos a render Corona, serviu Taremi e o avançado portista correspondeu com outra chapelada.

Vitória justa, valorizada pela boa réplica do Giul Vicente, garantindo a presença nas Meias-finais, onde vai ter de defrontar o SC Braga. 



quarta-feira, 27 de janeiro de 2021

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 













DIOGO LEITE - Goleador Nº 339

Apontou até agora 2 golos em 39 participações oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo das últimas 3 temporadas (2018/19 a 2020/21).

DIOGO Filipe Monteiro Pinto LEITE, nasceu no dia 23 de Janeiro de 1999, na cidade do Porto.

Com passado de azul e branco e um presente que não se adivinha muito diferente, é um dos "Diogos" que marcaram uma geração de sucesso na formação portista, juntamente com Queirós, Costa e Dalot. No Clube desde 2008, ingressando então nos Sub-11, Diogo Leite percorreu todos os escalões de formação, destacando-se nos Sub-15, Sub-17 e Sub-19. Foi por isso com naturalidade que cedo chegou ao futebol profissional, por via da equipa B, onde acabou por se afirmar na época de 2017/18, com 31 presenças.

Esquerdino e forte no jogo aéreo, fazendo valer os quase 1,90 m, o defesa-central fixou-se no plantel principal desde a temporada de 2018/19.

























A sua estreia oficial com a camisola da equipa principal aconteceu no dia 4 de Agosto de 2018, no Estádio Municipal de Aveiro, frente ao Desportivo das Aves, em jogo da Supertaça Cândido de Oliveira, com vitória portista por 3-1.

É desse jogo a imagem que se segue, ilustrando a primeira de muitas titularidades de que Diogo Leite já dispôs:

























Defesa-central de valor reconhecido, o jovem portista tem ainda um longo caminho a percorrer para conseguir um lugar cativo no onze titular, mas tem confirmado todas as suas qualidades, sempre que é utilizado.

Na primeira temporada Diogo Leite foi titular a tempo inteiro em 6 jogos, alternando com jogos pela equipa B (21 jogos). Na seguinte (2019/20), foi apenas utilizado na B por duas vezes, estabilizando a sua presença na equipa principal, participando em 18 jogos, 11 dos quais como titular a tempo inteiro.

Na actual temporada leva já 10 jogos completos.

A sua relação com o golo tem sido exígua, o que não é de estranhar face à sua posição de defesa, ainda que apareça sempre na área adversária em lances de bola parada, a ganhar alguns lances de cabeça, mas sem a direcção correcta, com a excepção de dois lances que lhe valeram a sua presença neste ranking.

A sua estreia a marcar com a camisola da equipa principal, registou-se no dia 19 de Agosto de 2018, no Eatádio do Jamor, frente ao Belenenses SAD em jogo da 2ª jornada do campeonato nacional (Liga NOS 2018/19), com vitória portista por 3-1. Diogo Leite abriu o activo aos 26 minutos.

O seu golo mais recente aconteceu no dia 25 de Setembro de 2019, no Estádio do Dragão, frente ao Santa Clara, em jogo da fase de grupos da Taça da Liga, com vitória portista por 1-0. O golo que deu a vitória foi alcançado em tempo de descontos da primeira parte (45'+2').














Fontes: Arquivo do blogue e site oficial do FC Porto.

terça-feira, 26 de janeiro de 2021

VITÓRIA EM FARO GARANTE 2º LUGAR ISOLADO

 

















FICHA DO JOGO






















SISTEMA TÁCTICO



















O FC Porto regressou às vitórias, depois de um interregno de dois jogos consecutivos (empate e derrota), na deslocação a Faro, para enfrentar o Farense.

Esta importante vitória teve o condão de colocar os Dragões no 2º lugar da classificação, agora sem companhia, face ao empate das papoilas saltitantes frente ao Nacional.

Numa fase complicada em que a pandemia tem deixado a sua marca no plantel, Sérgio Conceição não pode contar desta vez com Sérgio Oliveira, Luis Díaz, Nanú, Evanilson e Romário Baró, também eles apanhados pelo maldito vírus, mas viu Otávio regressar já recuperado. Para além do médio brasileiro, o técnico portista recuperou também Manafá e Taremi.






















Foi mais um jogo de quase domínio completo em que a equipa do FC Porto chamou a si as despesas do jogo de forma natural, construindo jogadas ofensivas bastante prometedoras umas e outras bem vistosas que, apesar disso não foram concretizadas, a maioria delas pela grandiosa exibição do guarda-redes Defendi, que só não conseguiu deter o remate vitorioso de Taremi, aos 15 minutos, na sequência de mais uma bela jogada de Manafá, pela direita, servindo o avançado para o golo.

Tratou-se de uma exibição bem conseguida, com momentos de futebol espectáculo, que merecia mais golos.

O resultado tangencial incentivou  uma reacção final do adversário, que a jogar na sua casa, ainda que sem público, acabou por crescer, nos últimos dez minutos, chegando mesmo a dispor de uma grande ocasião para empatar, o que a acontecer seria de uma enorme injustiça.

A vitória assenta de forma inequívoca, pecando apenas por escassa, tal a diferença de oportunidades criadas.

Manuel Mota, o árbitro, foi mal acompanhado pelo VAR, ao não assinalar duas grandes penalidades, uma para cada lado. O primeiro contra o FC Porto (braço na bola de Corona) e mais tarde contra o Farense (pitons no ombro de Marega, que exigia o cartão vermelho directo).