sexta-feira, 2 de março de 2018

VITÓRIA DA EFICÁCIA
















FICHA DO JOGO





























A vitória frente a um dos candidatos foi ouro sobre azul. Num jogo muito equilibrado, muito mais que nos 3 confrontos anteriores desta época entre as duas equipas, o FC Porto conseguiu ser mais eficaz e com isso garantir um triunfo importante na corrida para o título.

Sérgio Conceição voltou a ser obrigado a alterar o onze titular em função da lesão recente de Soares, elegendo Gonçalo Paciência para o substituir.























Entrada autoritária do FC Porto que durou cerca de 15 minutos, esbanjando um ocasião clara de golo. Canto do lado direito, bola a ressaltar para o remate de Marega contra o poste e a voltar a si, com nova tentativa de cabeça e desta vez a ser cortada em cima da linha de baliza.

Seguiu-se depois um período em que a equipa leonina conseguiu equilibrar a partida e criar algum perigo junto da baliza de Casillas. Aos 17 minutos lance discutível na área portista, entre Dalot e Doumbia, analisado pelo árbitro da partida com recurso ao monitor instalado perto do relvado, considerado normal.

Aos 21 minutos o mesmo Doumbia voltou a surgir com perigo na cara de Casillas, mas o guardião portista desfez o lance com autoridade.

O FC Porto respondeu 5 minutos depois com um grande passe de Gonçalo Paciência a lançar Marega. O maliano fugiu pela direita rumo à baliza e na cara de Patrício rematou cruzado com a bola a sair rente ao poste mais distante, desperdiçando mais uma oportunidade soberana.

Aos 28 minutos os Dragões chegaram à vantagem no marcador. Canto do lado esquerdo cobrado por Sérgio Oliveira, Patrício socou para a direita, junto do bico da área Herrera recolheu, colocou em Maxi desmarcando-se para recolher a tabela mais à frente, onde cruzou com peso, conta e medida para a entrada fulgurante de Ivan Marcano que rematou de cabeça, sem hipóteses de defesa.





















Poucos minutos depois, Diogo Dalot não desistiu de uma bola lançada em profundidade, conseguindo domina-la mesmo em cima da linha de cabeceira, cruzando de seguida para Gonçalo rematar de pronto, com a bola a sair contra as malhas laterais.

O FC Porto voltava a estar por cima no controlo do jogo, mas foi o Sporting a conseguir o golo do empate. Perda de bola a meio campo de Brahimi, que parece ter sido carregado por Bryan Ruiz, a bola sobrou para William Carvalho que tocou para Ruiz, com este a lançar o recém entrado Rafael Leão. O jovem avançado sportinguista surgiu entre Dalot e Marcano, mas mais rápido rematou certeiro, restituindo a igualdade ao marcador, já em cima do tempo de descontos para o intervalo.

No regresso dos balneários a equipa azul e branca voltou determinada e aos 49 minutos Brahimi, com toda a classe que o caracteriza concretizou o golo da vitória portista. Lançamento de Otávio para Gonçalo Paciência sobre a direita, condução de bola pelo avançado quase até à linha de fundo, vencendo a oposição de Mathieu com cruzamento atrasado, Sérgio Oliveira deixou a bola passar na direcção de Brahimi e o resto foi uma obra de arte do argelino. Bola penteada com o pé direito para o pé esquerdo, seguido de remate triunfante, batendo o impotente Patrício.





















A vencer, o FC Porto baixou a intensidade e disso se aproveitou a equipa adversária para voltar a dominar a partida. Coates e Bryan Ruiz surgiram na área portista a cabecear com perigo mas sem direcção, mas o FC Porto reagiu aos 79 minutos com a bola a ser cortada in-extremis por Battaglia, em cima da linha de baliza.

No minuto seguinte Marega teve de ser substituído por lesão. Sérgio Conceição preferiu meter mais um defesa e o eleito foi Diego Reyes.

Desta substituição resultou um baixar do bloco portista, permitindo ao Sporting jogar mais perto da área azul e branca. Casillas teve de desfazer com alguma sorte um lance junto ao poste e aos 89 minutos Rafael Leão falhou de forma quase escandalosa o golo do empate.

No final sobrou um bom jogo de futebol, marcado pelo equilíbrio entre dois candidatos, e uma vitória da equipa que melhor soube aproveitar as oportunidades de golo criadas. 

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - MÊS DE FEVEREIRO 2018

Terminado o mês de Fevereiro é tempo de fazer uma retrospectiva ao desempenho goleador dos atletas portistas, neste período.

Os Dragões disputaram sete encontros (5 para o Campeonato, 1 para a Taça de Portugal e 1 para a Liga dos Campeões), que resultaram em 6 vitórias e 1 derrota. Marcaram-se 21 golos e sofreram-se 8.

Neste segundo mês do ano,  destaque para Soares que só à sua conta facturou 8 golos. Seguiram-se Marega (5), Sérgio Oliveira (3) e Diego Reyes, Aboubakar, Alex Telles, Otávio e Brahimi, todos com 1 golo.

Na tabela do Ranking, no que diz respeito aos actuais atletas do plantel, Aboubakar continua a ser o melhor goleador, subindo apenas uma posição na tabela geral e logo atrás Brahimi que também ganhou uma posição.

As maiores subidas pertencem naturalmente a Soares (era no final do mês passado o 125º classificado, escalando 34 lugares!) e também a Marega (era o 114º, subiu 18 lugares, tendo sido ultrapassado por Soares).

Destaque para as entradas nesta lista, de Sérgio Oliveira e Otávio, por terem ultrapassado o patamar da apresentação semanal, que como sabem ainda continua nos atletas com 4 golos marcados. 


terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 220 (ACTUALIZAÇÃO)













OTÁVIO - Goleador Nº 220 (actualização)

Nesta tabela dinâmica que é o ranking dos goleadores portistas, Otávio, com o golo alcançado no último jogo frente ao Portimonense, é não só o senhor que se segue neste desfile, ao alcançar o quinto golo de Dragão ao peito, em 46 participações oficiais, na equipa principal, em uma época e meia (2016/17 e a que está a decorrer) que leva ao serviço do FC Porto, mas também ultrapassa uma série de atletas (11) que tinham já sido apresentados nesta rubrica, mais os 12, em lista de espera e à sua frente, com a marca de 4 golos. 

Otávio Edmilson da Silva Monteiro, nasceu no dia 9 de Fevereiro de 1995 (23 anos), em João Pessoa, cidade costeira próxima da foz do rio Paraíba, no leste do Brasil.

Frequentou as escolas de formação do Internacional de Porto Alegre, clube onde viria a cumprir toda a sua carreira profissional no Brasil (62 jogos e 7 golos), sendo considerado uma das maiores promessas do futebol do país irmão. Foi um dos destaque da antiga equipa em 2013, quando o emblema do Sul do Brasil passou por uma época atribulada, evitando a descida de divisão apenas na última jornada. Estreou-se contra o Santos, no Brasileirão de 2012, com apenas 17 anos e já tem no seu currículo dois campeonatos gaúchos (2013 e 2014).

Futebolista que se destaca pela técnica e pela criatividade, Otávio gosta de jogar solto no apoio ao ataque, caindo tanto para a direita como para a esquerda, definindo-se como um jogador com «raça, bastante velocidade e poder de drible». Este desequilibrador nato, que foi chamado à selecção Sub-21 do Brasil, foi contratado pelo FC Porto, em 2014, com apenas 19 anos, passando por algumas dificuldades de adaptação na equipa B, foi emprestado depois ao Vitória de Guimarães, na segunda metade de 2014/15 e na temporada seguinte (2015/16), onde teve o ensejo de trabalhar então com Sérgio Conceição.

Regressou ao FC Porto na temporada passada (2016/17), começando como titular, com a sua estreia oficial a coincidir com o arranque do Campeonato nacional.

























Foi precisamente no dia 12 de Agosto de 2016, no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde, frente ao Rio Ave, com vitória portista, por 3-1. É desse jogo a foto da equipa portista que se segue:
























A sua estreia a marcar aconteceu no dia  14 de Setembro de 2016, no Estádio do Dragão, frente aos dinamarqueses do FK Kobenhavn, em jogo a contar para a 1ª jornada da fase de grupos da Liga dos Campeões, com empate a 1 golo.

Foi utilizado regularmente como titular, mas uma arreliadora lesão prejudicou o seu rendimento na segunda metade da época.

Esta temporada, de novo sobe a orientação técnica de Sérgio Conceição, tem sido utilizado pontualmente, tendo sido titular em 6 jogos e apenas em 2 a tempo inteiro.

Assume-se no entanto como um elemento a somar para a conquista dos objectivos ainda possíveis de alcançar (Campeonato nacional e Taça de Portugal).










Fonte: Site oficial do FC Porto.

domingo, 25 de fevereiro de 2018

DRAGÃO IMPARÁVEL GOLEIA EM PORTIMÃO

















FICHA DO JOGO





























Foi um Dragão demolidor e imparável que pisou hoje o relvado do Municipal de Portimão, goleando com toda a ambição e classe, uma equipa tida à partida como bastante difícil e competitiva.

Sem poder contar com o rei das assistências, Alex Telles e também com Corona, ambos por por lesão, Sérgio Conceição apostou no jovem promissor Diogo Dalot e Otávio para ocupar os seus lugares, no onze titular, mantendo todos os outros, relativamente ao jogo anterior





















Com uma entrada forte, boa dinâmica e intensidade, o FC Porto, hoje de laranja, esmagou a equipa do Portimonense, tal o caudal ofensivo, quase asfixiante, imposto desde o primeiro apito do árbitro.

Depois de algumas ameaças, os golos foram aparecendo como justo prémio para esta atitude portista. Otávio no circulo central, lançou Soares na esquerda, o avançado brasileiro recebeu, progrediu, levantou a cabeça e colocou a bola com um passe magistral para a entrada de Marega, que em posição frontal rematou na passada, batendo o guardião Ricardo. Estavam decorridos apenas 10 minutos, mas já se sentia o golo a cada momento.






















Seis minutos depois os Dragões dilatariam o resultado em mais uma jogada pela esquerda. Dalot trabalhou bem no seu flanco, lançou Brahimi mais à frente, este por sua vez fez um passe a rasgar para a entrada de Marega, cruzando atrasado para a entrada de Otávio rematar forte, fazendo a bola bater ainda no guarda-redes contrário e anichar-se na sua baliza.






















O ritmo e intensidade da equipa do FC Porto faziam adivinhar mais golos. Antes do intervalo surgiria o terceiro a premiar uma jogada corrida e de bom entendimento dos Dragões. Brahimi, Soares, Maxi Pereira, cruzamento, remate na passada de Marega e bola no fundo das redes. Até parece fácil.






















Primeira parte intensa, demolidora e eficaz, duma equipa que só pensa em ganhar.

Na segunda metade o FC Porto manteve o comando do jogo, mas já em ritmo mais calmo, impondo a cadência, ora acelerando, abrindo brechas na defensiva contrária, ora abrandando, a seu belo prazer.

Digamos que controlou mais, gerindo o jogo, o plantel e o resultado. Mesmo assim não faltaram as oportunidades de ampliar o resultado e aos 59 minutos, Soares cabeceou vitorioso, na sequência de um cruzamento da esquerda do novato Diogo Dalot.





















Sete minutos depois, de novo Dalot a combinar de forma impecável com Brahimi, com o argelino a desviar a bola para a baliza algarvia. Estava consumada mais uma goleada.






















Já em tempo de desconto o Portimonense apontou o golo de honra.

Vitória categórica do FC Porto, demonstrativa da força e ambição desta equipa.

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 230













PAULO RICARDO - Goleador Nº 230

Concretizou 4 golos em 14 participações oficiais com a camisola do FC Porto, durante as duas temporadas ao seu serviço (1985/86 e 1986/87).

Paulo Ricardo dos Santos, nasceu no dia 9 de Maio de 1960, em Canoas, Brasil.

Avançado de respeitável estampa física, chegou a Portugal na temporada de 1982/83, para defender o emblema do Vitória S.C. de Guimarães, clube onde militou até à época de 1984/85.

Na temporada seguinte foi aposta do treinador Artur Jorge que o escolheu para fazer parte do plantel principal do FC Porto.

























Apesar das suas qualidades, Paulo Ricardo nunca foi capaz de rivalizar com Fernando Gomes e Mike Walsh, pelo que a sua utilização não foi mais que episódica, somando apenas 4 titularidades e uma delas incompleta, dos 14 jogos em que participou.

A sua estreia oficial aconteceu no dia 31 de Agosto de 1985, no Campo Engº Vidal Pinheiro, no Porto, frente ao Salgueiros, em jogo a contar para a 2ª jornada do Campeonato nacional, com empate a 1 golo. Paulo Ricardo foi chamado ao jogo a partir do minuto 35, a render Frasco.

Na sua primeira época de azul e branco vestido, obteve dois golos. O primeiro obtido aos 55 minutos, no Estádio das Antas, frente ao Estrela de Portalegre, em jogo dos 32 avos da Taça de Portugal, com goleada por 10-1. Paulo Ricardo saiu do banco aos 34 minutos, para a saída de Fernando Gomes.

O outro seria apontado frente ao Boavista, também no Estádio das Antas, no dia 16 de Março de 1986, em jogo a contar para a jornada 25, do Campeonato nacional, que terminou empatado a 1 bola. Paulo Ricardo foi titular, marcou aos 12 minutos, inaugurando o marcador, tendo sido substituído por Jaime Magalhães aos 60 minutos.

Voltaria a repetir a dose na época seguinte, com menos 2 jogos. Foi no dia 21 de Setembro de 1986, no Estádio das Antas, frente ao Salgueiros, em jogo da jornada 5 do Campeonato nacional, com vitória portista por 4-0. Paulo Ricardo fez toda a segunda parte, deixando Jaime Pacheco nos balneários e marcaria em dose dupla aos 56 e 80 minutos.

Marcou presença como titular a tempo inteiro no jogo da 2ª mão da 1ª eliminatória, da Taça dos Campeões europeus, disputado no Estádio Nacional, em Ta Qali (Malta), frente ao Rabat Ajax, que tinha sido goleada, na 1ª mão, por 9-0. Artur Jorge fez então algumas alterações ao onze principal, permitindo ao avançado portista a sua estreia em jogos da competição rainha da Europa, ficando desde então também ligado à conquista desse valioso troféu, nessa temporada. O jogo terminou com a vitória portista, por 1-0.










Face à reduzida utilização, Paulo Ricardo daria um novo rumo à sua carreira, passando a defender as cores do Marítimo durante 3 épocas consecutivas (1987/88 a 1989/90).

Seguiram-se depois o Portimonense (1990/91), o Varzim (1991/92) e finalmente o Académico de Viseu (1992/93).

Fonte: ZeroaZero.pt

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

GANHAR NO RELVADO UM JOGO QUE JÁ DEVIA ESTAR GANHO PELOS REGULAMENTOS

















FICHA DO JOGO






























Após um sui generis intervalo de 37 dias, sem que o Conselho de Disciplina da FPF tenha imposto o artº 94 dos Regulamentos, o FC Porto concluiu o encontro no Estoril, da forma que efectivamente se esperava, ou seja, à campeão.

Três golos sem resposta e outras tantas oportunidades falhadas, foram os ingredientes mais palpáveis para dar a volta a um resultado injustamente adverso da primeira parte.

Cumprindo os regulamentos que a circunstância prevê, Sérgio Conceição apresentou seis alterações para esta segunda parte. Danilo Pereira, Ricardo Pereira e Aboubakar (lesionados) e Miguel Layún (entretanto emprestado na última janela de transferências), não puderam continuar a dar o seu concurso à equipa. José Sá e Diego Reyes, foram as únicas alterações por opção, e assim não puderam fazer parte da ficha de jogo desta segunda parte.

O técnico portista optou assim por repetir o onze inicial que defrontou no passado Domingo, o Rio Ave.

Com a necessidade premente de dar a volta ao marcador, os Dragões entraram decididos e autoritários, impondo o seu futebol ofensivo, acutilante, asfixiante e demolidor.

As oportunidades de golo apareceram como corolário dessa atitude e os golos conseguidos até se tornaram escassos face à quantidade de lances flagrantes criados e desperdiçados.

Alex Telles abriu o marcador na cobrança de um livre e Soares fez o bis, colorindo o resultado final.





















Vitória justa e inequívoca da melhor equipa sob o relvado, mesmo na soma das duas partes.

Face ao resultado final, não me admirava mesmo nada que os Sabichões da Disciplina, revelem a sua decisão nos próximos dias.

domingo, 18 de fevereiro de 2018

RESPOSTA AOS 5 SOFRIDOS COM 5 MARCADOS
















FICHA DO JOGO





























De regresso às provas nacionais, o FC Porto respondeu de forma categórica à goleada sofrida a meio da semana, frente ao Liverpool, com os mesmos cinco golos sem resposta. A vítima foi o Rio Ave que nunca foi capaz de mostrar argumentos para contrariar a maior valia portista.

Sérgio Conceição promoveu 4 alterações no onze principal. Casillas, Maxi Pereira, Felipe e Jesús Corona, renderam José Sá, Ricardo Pereira, Diego Reyes e Otávio.






















Como que a provar que a equipa não ficou afectada com o percalço do jogo da Champions League, os Dragões entraram fortes e determinados no jogo, com a obtenção do primeiro golo, no primeiro remate à baliza, ainda não estavam decorridos os dois primeiros minutos.

Jogada na esquerda com Brahimi a lançar Alex Telles e este a cruzar atrasado na direcção de Soares. O brasileiro falhou a recepção, mas deixou a bola ao alcance de Sérgio Oliveira que disparou colocado em cima da meia lua, fazendo a bola ultrapassar a linha de golo, mesmo junto ao poste, tornando infrutífera a estirada de Cássio.























Forte lenitivo  e estímulo a contribuírem para a serenidade da equipa portista, reforçada aos 22 minutos com o segundo golo do desafio. Novo cruzamento de Alex Telles, agora na cobrança de um canto, correspondido com um golpe certeiro de cabeça de Soares.
























Antes porém, já o FC Porto tinha construído dois lances muito perigosos. Aos 16' Brahimi, na cobrança de um livre directo obrigou Cássio a uma intervenção de grande nível, desviando o pontapé do argelino para a barra da sua baliza e no minuto seguinte Herrera aproveitou uma saída deficiente do guardião vilacondense, para disparar para a baliza onde apareceu Tarantini a salvar sobre a linha de golo.

O terceiro golo apareceria aos 34 minutos, como corolário lógico do potencial ofensivo exercido pela equipa da casa desde o primeiro apito de Xistra. Marega arrancou do meio campo levando a bola até perto da entrada da área. Face à oposição de três defensores contrários, colocou à esquerda para Brahimi, desmarcando-se mais para a esquerda enquanto o argelino flectia para o centro, dando-lhe uma privilegiada linha de passe que Brahimi não recusou, endossando-lhe a bola. Marega optou pelo cruzamento na passada, a bola ressaltou em Marcelo, enganando o seu guarda-redes. Estava feito o terceiro da tarde.























A vencer confortavelmente pouco depois da meia hora de jogo, os azuis e brancos foram controlando sem nunca tirar os olhos na baliza contrária.


Depois do intervalo o Rio Ave ganhou algum ascendente nos primeiros 10 minutos, com João Novais a pôr à prova a atenção de Casillas por duas vezes (48' e 55').

Passado esse período os Dragões voltaram a empertigar-se e retomaram o comando da partida que Carlos Xistra procurou equilibrar de algum modo com uma «catrefada» de faltas, no mínimo curiosas, aos jogadores do FC Porto, situação que chegou a enervar alguns dos visados, mas que acabou por ser debelada pela capacidade, querer e ambição dos profissionais azuis e brancos.

Tal atitude valeu mais uma série de lances promissores e dois golos para avolumar o resultado. O primeiro aos 74 minutos num cabeceamento mortífero de Marega a corresponder à cobrança de um livre apontado por Alex Telles.
























O último aos 86' por Soares. Lance disputado entre Hernâni e Marcelo dentro da área (parece ter havido razões para marcação de grande penalidade, mas Xistra, igual a si próprio, deixou andar), a bola sobrou para Maxi Pereira que rematou de imediato, com o esférico a ressaltar num dos defesas ali perto e a sobrevoar para o segundo poste onde apareceu Soares a desviar para as redes. O auxiliar assinalou fora de jogo e Xistra apitou anulando o golo, mas desta vez o VAR (finalmente) estava acordado e fez prevalecer a verdade desportiva.























Goleada igual à derrota frente ao Liverpool, perante 42.127 indefectíveis, entusiastas e confiantes portistas.