sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

ESTE JOGO É O MAIS IMPORTANTE POR SER O QUE SE SEGUE









O jogo mais importante é o que se segue. É este o lema que o treinador portista defende e deve ser acompanhado pelos atletas que compõem o plantel do FC Porto. Sem garantir a vitória frente à Académica, próximo adversário, ficará cada vez mais difícil atingir o objectivo final de ser campeão nacional. Por isso, esta deslocação deve ser encarada com o máximo de responsabilidade, profissionalismo e ambição, qualidades que certamente não vão faltar aos jogadores que Lopetegui entender fazer alinhar.

A chamada de Campaña é a única novidade na convocatória elaborada por Julen Lopetegui, para este jogo, elevando para 19 o número das opções.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















Tendo em conta a aposta nos mesmos atletas, não se prevêem grandes alterações no onze titular, a menos que o técnico pretenda salvaguardar os dois atletas que têm 4 amarelos (Martins Indi e Casemiro), o que parece não ser certo.

EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: PRIMEIRA LIGA 2014/15 - 12ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO CIDADE DE COIMBRA EFAPEL - COIMBRA
DATA E HORA DO JOGO: SÁBADO, 6 DE DEZEMBRO DE 2014, ÀS 20:15 H
ÁRBITRO NOMEADO: MANUEL MOTA - A.F. BRAGA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORT-TV1

segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 83












PAVÃO - Goleador Nº 83

Apontou 24 golos em 229 jogos realizados com a camisola do FC Porto, durante as 9 temporadas ao seu serviço (1965/66 a 1973/74). 

Fernando Pascoal das Neves, conhecido no futebol pela alcunha de Pavão, nasceu no dia 18 de Agosto de 1947, em Chaves.

Deu os primeiros passos no futebol, no clube da sua terra natal, o Grupo Desportivo de Chaves e ingressou no FC Porto em 1964, clube onde se tornou profissional.






















Estreou-se na equipa principal em 26 de Setembro de 1965, no Estádio das Antas, frente ao Benfica, em jogo da 3ª jornada do Campeonato Nacional, com vitória por 2-0, sob o comando do treinador brasileiro Flávio Costa.

Tendo em conta que foi alvo de apreciação individual neste blogue, na rubrica "INTERNACIONAIS PORTISTAS", editado em 18 de Abril de 2011, remeto os leitores para aqui, se estiverem interessados em recordar outros aspectos da sua biografia.

Palmarés ao serviço do FC Porto (1 título):
1 Taça de Portugal (1967/68)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZero.pt

domingo, 30 de novembro de 2014

GOLEADA DE MÃO CHEIA
















FICHA DO JOGO



























A ter que fazer pela vida para não se atrasar ainda mais na luta pela liderança, o FC Porto goleou o Rio Ave, num jogo que começou por ser simples, tornou-se muito complicado depois da primeira meia hora e terminou com arraso portista, a partir do quarto de hora final.

Julen Lopetegui fez apenas uma alteração no onze titular, em relação ao que apresentou em Barisov, Cristian Tello em vez de Quaresma.






















Os Dragões entraram muito fortes, a produzir futebol rápido, incisivo, dinâmico, falhando apenas na concretização, durante a primeira meia hora de jogo, período em que desperdiçou uma mão cheia de excelentes ocasiões para abrir o marcador, com destaque para a «fome de golo» patenteada pelo defesa direito Danilo, que esteve em três remates muito perigosos.

Não marcou e depois dessa meia hora de muito bom futebol, o Rio Ave começou a acertar nas marcações, a defender melhor e até a equilibrar mais a partida, colocando alguns embaraços à defesa portista, sem no entanto ser capaz de criar situações de golo.

Era pois lisonjeiro para os forasteiros o empate sem golos com que se atingiu o intervalo.

No segundo tempo o jogo começou com o Rio Ave mais atrevido e a acercar-se mais da área portista, com muita intencionalidade mas também pouca eficácia, porém o golo aconteceu na sua baliza, eram decorridos apenas dois minutos. Erro da defesa vilacondense. Cássio colocou a bola em Marcelo,  perto da sua área, Jackson disputou-lhe a bola, sofreu falta, mas a bola sobrou para Óliver Torres que aproveitou para lançar Tello  em corrida pela esquerda. O extremo espanhol entrou na área e rematou cruzado para o poste mais distante, rubricando o primeiro da noite.






















Reagiu bem o Rio Ave, tanto mais que a turma portista, hoje com o seu equipamento alternativo, baixara muito a sua produção, especialmente Herrera, nitidamente a acusar o esforço do jogo europeu, bem como  uma grande parte dos seus companheiros. O futebol portista perdera as qualidades da primeira meia hora e o adversário, cada vez mais perigoso, tornara-se mais ambicioso, mostrando grande capacidade para colocar a defensiva portista em sentido, com Fabiano em bom plano.

O jogo estava cada vez mais dividido com remates perigosos nas duas balizas,  com Danilo e Marcano perto do golo, por parte do FC Porto. O segundo golo acabaria por aparecer num roubo de bola a meio campo, por Tello, passe a lançar Jackson para este ludibriar, sempre em progressão, dois defesas contrários e a desferir remate certeiro, à entrada da área.
























Os vila-condenses não esmoreceram e tentaram reagir. Fabiano voltou a estar soberbo evitando o golo a um remate de Diego Lopes, mas voltaria a ser o FC Porto a chegar ao golo. Alex Sandro foge pela esquerda depois de ter batido um defensor contrário, a bola adianta-se um pouco e já dentro da área Marcelo chega primeiro e na tentativa de afastar a bola, atira contra Alex Sandro, fazendo ricochete e indo introduzir-na na baliza sem que Cássio o conseguisse evitar.























Castigo demasiado pesado tendo em conta o comportamento da equipa do Rio Ave.

A partir deste golo a equipa de Vila do Conde desuniu-se e num ápice viu a sua baliza «vandalizada» com mais dois golos.

Quintero que tinha entrado muito bem para o lugar de Herrera a partir do minuto 70, desmarcou com um passe magistral, Óliver Torres que na cara do guardião só teve que escolher o lado para dilatar o marcador.
























Já em tempo de compensação aconteceria o quinto. Danilo recuperou a bola no meio campo, correu com ela em direcção da baliza contrária e sem oposição, à entrada da área,  atirou forte e colocado para um golo espectacular que fez por merecer.























Vitória gorda num jogo muito mais complicado do que o resultado pode sugerir. Destaque para Danilo, o melhor jogador em campo, para Fabiano, felino a manter a sua baliza inviolável, Tello, especialmente quando à esquerda e Quintero que quando entrou fez o FC Porto voltar a um registo mais positivo.

CORRER ATRÁS DO 1º LUGAR COM COM A MESMA CONVICÇÃO DA CL








Depois de assegurado o primeiro lugar no Grupo H da Liga dos Campeões, os Dragões viram-se agora para o Campeonato Nacional para receber o Rio Ave em mais um jogo que é necessário vencer para não ver aumentado o fosso que os separa da liderança.

Adversário que deverá procurar fazer uma gracinha e tornar a vida mais difícil para os azuis e brancos, que por seu lado, tentarão colocar em jogo todas as capacidades que têm revelado na prova europeia.

Julen Lopetegui voltou a não mexer  muito nos seus eleitos para este jogo, regressando a uma lista de 18 jogadores, como vem sendo habitual nas convocatórias para as provas internas, prescindindo então de Ricardo Nunes e Evandro.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















Também não são previsíveis grandes alterações no onze titular. Talvez uma ou duas. Maicon poderá voltar a fazer dupla com Martins Indi, no eixo da defesa e lá na frente Cristian Tello ou mesmo Adrián Lopéz possam aparecer no lugar de Quaresma.

EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: PRIMEIRA LIGA 2014/15 - 11ª JORNADA
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO DO DRAGÃO - PORTO
DATA E HORA DO JOGO: DOMINGO, 30 DE NOVEMBRO DE 2014, ÀS 20:15 H
ÁRBITRO NOMEADO: OLEGÁRIO BENQUERENÇA -A.F. LEIRIA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORTTV1

terça-feira, 25 de novembro de 2014

MAESTRIA DE HERRERA EM MAIS UMA VITÓRIA














FICHA DO JOGO

























Num jogo em que o FC Porto era o favorito, face à fragilidade que os bielorrussos vêm patenteando, as maiores dificuldades surgiram do clima frio que tornou o relvado muito duro e pouco propício para alardes técnicos, provocando sérios problemas no domínio da bola. 

Lopetegui não fez grandes poupanças, apresentando apenas duas alterações no onze titular. Marcano em vez de Maicon e Quaresma em vez de Tello.

A equipa entrou mal, lenta, com dificuldades de adaptação ao relvado duro e gelado e ainda sem grande inspiração para desfazer a muralha defensiva do Bate Borisov que se mostrou muito coesa e organizada.

Teve mais uma vez muita posse de bola mas sem profundidade. A bola circulava muito entre os defesas e médios e perdia-se sempre com relativa facilidade no meio campo adversário.

Foram cerca de 25 minutos muito mal jogados, onde apenas de positivo se pode destacar a segurança defensiva, perante tímidas ameaças dos bielorrussos que apesar de terem conseguido rematar mais, nesse período, nunca foram capazes de apoquentar Fabiano.

Só nos últimos minutos da primeira parte os Dragões conseguiram libertar-se um pouco e aproximar-se mais da área adversária. O nulo no marcador ao intervalo espelhava na perfeição a ausência de jogadas de golo.

No segundo tempo a entrada portista não foi muito diferente dos minutos finais da primeira parte até que aos 56 minutos Herrera tirou um coelho da cartola.  Quaresma perdeu a bola numa tentativa de passe para dentro da área, Casemiro recuperou-a desarmando um adversário,  colocou-a na área em Herrera, com o mexicano a dominar, levantar a cabeça, enquadrar-se com a baliza e a disparar um remate forte, colocado e cruzado, sem hipóteses de defesa. Grande golo!


















Este golo teve o condão de despertar toda a equipa, até porque a partir daí o Bate Borisov desuniu-se e tornou a vida mais fácil aos azuis e brancos. 

Hector Herrera, que já vinha fazendo uma exibição muito interessante, arrancou para uma exibição de gala, estando ligado aos outros dois golos. E o segundo não demorou muito. O mexicano combinou com Brahimi que lhe devolveu a bola, proporcionando uma assistência perfeita para o remate em jeito de Jackson Martinez.

















Até ao final da partida ainda houve tempo para dilatar o marcador. Com Tello já em campo, por troca com Quaresma, a rapidez do ala espanhol foi determinante para receber o passe a rasgar a defesa, efectuado por Herrera, depois foi só aplicar a classe a que Tellho nos habituou. Sempre em corrida vertiginosa, desmarcou-se com oportunidade, fez a recepção perfeita, evitou um adversário e atirou a contar.























Exibição geral positiva ainda que com as dificuldades referidas e destaque para Casemiro e especialmente Herrera, indubitavelmente a grande figura do jogo. 

MANTER A LIDERANÇA E CONTINUAR A ENCHER OS COFRES









Depois de um longo interregno nas competições de clubes, o FC Porto regressa, com os oitavos-de-final da Champions League já garantida, para esta sua deslocação a Barisov, Bielorrússia, com a ambição de somar mais três pontos, continuar a manter a liderança do seu grupo e aproveitar para acumular mais um milhão de euros no seu pecúlio.














Para tal convém que a equipa não se deixe embalar por facilidades extemporâneas, alicerçadas nos resultados negativos do adversário, pensando que a tarefa será bem fácil.

O técnico portista tem o dever de apelar à concentração e empenho dos seus comandados, mantendo bem acesa a motivação e a vontade de seguir em frente de forma imaculada.

Lopetegui tem todos os jogadores fisicamente disponíveis, mas só pode contar com os que foram previamente inscritos nesta prova.

Como vem sendo hábito nas deslocações ao estrangeiro, Lopetegui chamou 20 atletas para este jogo. Ricardo Nunes e Cristian Tello são as novidades da convocatória.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS



















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: CHAMPIONS LEAGUE 2014/15 - 5º JORNADA - GRUPO H
PALCO DO JOGO: ESTÁDIO BORISOV ARENA - BORISOV - BIELORRÚSSIA
DATA E HORA DO JOGO: TERÇA-FEIRA, 25 DE NOVEMBRO DE 2015, ÀS 17:00 H
ÁRBITRO NOMEADO: OVIDIU HATEGAN - ROMÉNIA
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: SPORTTV1

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

GOLEADORES PORTISTAS - Nº 82












PRATAS - Goleador Nº 82

Apontou 24 golos em 45 jogos com a camisola do FC Porto, durante as três temporadas ao seu serviço (1940/41 a 1942/43).

Carlos Joaquim Pratas, nasceu no dia 1 de Janeiro de 1916, algures em Portugal (supostamente na zona de Lisboa)  e já não se encontra entre os vivos.

São quase inexistentes as informações disponíveis sobre este atleta e tudo o que consegui apurar é que terá tido os primeiros contactos com a bola de futebol a sério, em meados dos anos 30, no Carcavelinhos Football Clube, que por fusão com o União Foot-ball Lisboa, em 1942, deu origem ao Atlético Clube de Portugal.

Pratas jogou cerca de cinco temporadas no Carcavelinhos, no fim das quais se transferiu para o FC Porto, na época de 1940/41, protagonizando a primeira transferência daquele clube para os Dragões.























De azul e branco vestido, Pratas fez a sua primeira aparição oficial, no dia 20 de Outubro de 1940, no Campo da Constituição, frente ao Boavista, em jogo a contar para a 3ª Jornada do Campeonato Regional do Porto, com gorda vitória portista por 7-1, com o avançado portista a inaugurar o marcador e a fazer também o 5º golo. Nesta competição haveria de fixar o registo de 27 jogos realizados e 25 golos marcados, sendo  duas vezes Campeão Regional, das três participações.

Na competição de nível nacional, mais precisamente o Campeonato Nacional, Pratas estreou-se no dia 29 de Dezembro de 1940, no Campo do Lumiar, em Lisboa, contra o Sporting, em jogo a contar para a 1ª Jornada, com derrota pesada, por 5-1. 

Consta que foi dele o primeiro Hat-trick frente ao Benfica, a 30 de Março de 1941, no Campo do Lima.


E ao cabo de 82 apresentações aconteceu o insólito de não poder apresentar a fotografia do atleta, por não ter encontrado alguma, com o mínimo de qualidade exigível. Pelo facto apresento as minhas desculpas.

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar; ZeroaZero.