domingo, 16 de novembro de 2025

INTERNACIONAIS PORTISTAS

 


















A Selecção nacional de Portugal garantiu a qualificação para o Mundial/2026, com uma goleada (9-1), frente à Arménia, em jogo disputado no estádio talismã, obviamente o estádio do Dragão, redimindo-se da derrota com a Rep. da Irlanda (2-0).

O guarda-redes do FC Porto, Diogo Costa cumpriu os 90 minutos destes dois jogos, completando assim 42 internacionalizações, todas enquanto atleta do FC Porto.





























quarta-feira, 12 de novembro de 2025

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 



















A deslocação a Vila Nova de Famalicão teve como principal protagonista o jovem médio dinamarquês Victor Froholdt, que ao marcar aos 36 minutos, garantiu um importante triunfo do FC Porto,  bem como a liderança isolada no campeonato nacional.

Jogada desenrolada sobre a esquerda do ataque portista, com Francisco Moura a fazer o cruzamento atrasado para o coração da área, onde apareceu o nº 8 dos Dragões a rematar de pé esquerdo para o fundo das malhas


Segundo golo na temporada (ambos na liga portuguesa) que lhe permita subir ao 368º lugar deste ranking, juntando-se a um batalhão de atletas com os mesmos golos.



domingo, 9 de novembro de 2025

RESULTADO ESCASSO PARA TANTAS OPORTUNIDADES

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto garantiu a manutenção da liderança isolada, na deslocação a Vila Nova de Famalicão, com mais um triunfo (1-0), o sexto em seis fora de casa.

Francesco Farioli promoveu uma contra-revolução no onze titular, depois de Utrecht, com 8 alterações. Alberto Costa, Kiwior, Francisco Moura, Froholdt, Alan Varela, Rodrigo Mora, William Gomes e Samu, renderam Martim Fernandes, Prpic, Zaidu, Eustaquio, Pablo Rosário, Gabri Veiga, Deniz Gul e Borja Sainz.
























Entrada autoritária no jogo empurrando desde logo o seu opositor para o seu reduto e sem grandes veleidades para o possível contra-ataque.

Construção de algumas jogadas perigosas que, com mais precisão poderiam ter dado golos muito bonitos. Remate de Samu aos 3 minutos contra o guarda-redes; remate de Rodrigo Mora aos 8 minutos, a rasar a trave; remate de Francisco Moura aos 17 minutos, também a rasar o poste; remate de Samu aos 25 minutos, sobre a barra; remate de cabeça de Samu aos 32 minutos, com boa defesa do guarda-redes e finalmente o golo de Froholdt, aos 35 minutos, contra apenas um remate contra o poste, aos 28 minutos, do opositor.  Produção ofensiva mais que suficiente para justificar um resultado mais amplo, que só não aconteceu, principalmente pela menor pontaria dos remates portistas, durante a primeira parte.

Na segunda metade o Famalicão apareceu mais atrevido e o FC Porto mais conservador, baixando mais do que era suposto o seu bloco defensivo, permitindo um assédio mais permanente ás imediações da sua área. Preocupados mais em controlar do que matar o jogo, ainda assim, pertenceu aos Dragões as ameaças mais flagrantes, quando aos 66 minutos Samu bateu o guardião contrário, com a bola a ser afastada por Bondo em cima da linha de golo e aos 77 minutos Alberto Costa obrigou Carevic à defesa da noite.

Vitória justa, insofismável, ainda que com duas partes distintas.

sábado, 8 de novembro de 2025

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 



















A nota mais positiva que se retirou do empate em Utrecht, foi sem dúvida alguma o golo de Borja Sainz, aos 65 minutos, mitigando de alguma forma a pálida exibição portista, nos Países Baixos, frente a uma equipa bem inferior.

Borja teve o condão de, mais uma vez, aparecer felino, nos sítio e momento certos, para fazer a bola beijar as malhas e evitar um resultado ainda mais desolador, correspondendo prontamente à recarga de um bom remate de Deniz Gul, que Barkas, guardião contrário, rechaçara.

















Quarto golo na temporada (3 na Liga nacional e 1 na Liga Europa), que lhe permite pular mais 34 posições, subindo ao 277º lugar deste ranking, na companhia de um grupo alargado de atletas com a mesma marca.









quinta-feira, 6 de novembro de 2025

EMPATE CASTIGA MEDIOCRIDADE DAS EQUIPAS

 

















FICHA DO JOGO




























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto não foi além de um empate na sua deslocação aos Países Baixos, no confronto com o débil FC Utrecht, resultado aquém das expectativas, tendo em conta o comportamento deste adversário, que se apresentava com três derrotas e sem golos marcados.

Francesco Farioli voltou a fazer uma revolução no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Braga. Diogo Costa, Bednarek e Pepê foram os sobreviventes.

























Ainda que as últimas exibições não tenham sido positivas, era suposto assistirmos a um jogo muito mais bem conseguido, face às fragilidades evidentes do adversário em presença. Puro engano.

Uma exibição frouxa, onde vieram ao de cima as dificuldades na construção, na ligação, no entendimento, na criatividade e na eficácia.

É verdade que a posse de bola foi esmagadora, mas de que serve se a bola é trocada excessivamente entre o guarda-redes e os centrais, sem soluções de progressão com demora a chegar ao último terço? E lá chegado ficou evidente, a atrapalhação gerada pela falta de espaço e a incapacidade, ora criativa ora técnica, para desmontar o bloco baixo do adversário.

Mesmo nas escassas oportunidades de rematar com êxito, faltou o discernimento e a frieza dos rematadores.

A lentidão gerou previsibilidade, a menor lucidez gerou pouca consistência  e a menor qualidade técnica gerou ineficácia. 

Um jogo em que se desperdiçaram dois pontos importantes, por culpa própria com a equipa a cair incompreensivelmente na ratoeira armada pelo adversário e que nem em vantagem numérica pela expulsão do guarda-redes contrário foi capaz de ser inteligente, bem pelo contrário.

Esteve a perder por dois erros no mesmo lance. Primeiro uma falta desnecessária e até incompreensível, um empurrão de Deniz Gul, tipo jogador amador. Depois uma infantilidade com o bloco defensivo a dormir e permitir um passe, que mesmo de surpresa, deveria ter tido uma atenção bem mais concentrada de um conjunto de jogadores, ligados negativamente a este golo.

Valeu a frieza de Borja Sainz, aos 65 minutos para evitar o escândalo.




terça-feira, 4 de novembro de 2025

RANKING GOLEADORES PORTISTAS




















Rodrigo Mora e Borja Sainz foram os autores dos golos na vitória portista (2-1) frente ao SC Braga, em jogo da 10ª jornada da Liga Portugal Betclic, disputado no estádio do Dragão.

O primeiro golo da partida aconteceu à passagem do minuto 45, na sequência de um remate forte, de meia distância, desferido por Samu, com a bola a tabelar em Rodrigo Mora e encaminhar-se para a baliza de Hornicek para beijar as malhas. 


Segundo golo na temporada do jovem portista (já se tinha estreado no jogo frente ao Estrela Vermelha, para a Liga Europa) e o 13º de acumulado pela equipa principal do FC Porto, que o guinda ao 148º lugar deste ranking, na companhia de de Reboredo (1936/37 a 1938/39 - 39 jogos), Humaitá (1959/60 - 23 jogos), Mangala (2011/12 a 2013/14 - 97 jogos), Danilo (2011/12 a 2014/15 - 141 jogos) e Maicon (2009/10 a 2015/16 - 177 jogos).


























O golo da vitória surgiu aos 80 minutos, na conclusão de uma jogada ofensiva bem conduzida. Gabri Veiga, a meio campo sobre a direita fez um passe longo para a entrada da área. Borja Sainz atacou a bola, venceu a oposição de Víctor Gómez e na cara do guardião contrário rematou sem remissão.


Terceiro golo do avançado espanhol, esta temporada (todos na liga nacional), galgando 55 lugares e fixando-se por agora no 311º lugar, juntando-se a mais 34 atletas com a mesma marca.



segunda-feira, 3 de novembro de 2025

VITÓRIA FELIZ MANTÉM RIVAIS À DISTÂNCIA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto superou com êxito o obstáculo chamado SC Braga, apesar das imensas dificuldades que este categorizado adversário lhe impôs, quiçá a equipa portuguesa que melhor futebol desenvolveu, das que os dragões defrontaram esta época.

Francesco Farioli operou duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Moreirense. Rodrigo Mora e William Gomes surgiram em vez de Gabri Veiga e Borja Sainz, relegados para o banco de suplentes.

























A equipa portista confirmou que não está a ter o mesmo rendimento dos primeiros jogos, apresentando um futebol lento, mastigado, sem ideias, sem ligação entre os sectores, especialmente nas manobras ofensivas, optando por lançamentos longos, quase sempre mal dirigidos ou mal recepcionados, facilitando a tarefa defensiva do adversário.

Foi assim quase todo o jogo, tirando uma ou outra jogada elaborada com mais critério.

Frente a um conjunto organizado, ambicioso, competente, bem mecanizado, o FC Porto sentiu muitas dificuldades e passou muito tempo a correr atrás da bola, quase hipnotizado com a qualidade e facilidade do passe do adversário.

Valeu o acerto defensivo (ao menos nisso não foi tão negativo), mas também  alguma ineficácia no remate arsenalista.

Foi um jogo em que o adversário foi superior, no jogo jogado, mas que no final o resultado acabou por pender para as nossas cores, fruto principalmente da raça e de alguma felicidade. Estou a lembrar-me do primeiro golo portista, resultante de um remate à distância de Samu que fez carambola em Rodrigo Mora, desviando a trajetória, o suficiente para bater o guardião contrário.

A equipa já vem dando sinais preocupantes de umas semanas para cá, pela incapacidade de ligar jogo, errando sistematicamente no passe, pela falta de criatividade e de critério, como também  por baixa de forma de alguns jogadores.

Enquanto der para ganhar, bem vai, porém a sorte por si só não vai durar para sempre.