sábado, 3 de fevereiro de 2018

PUXAR DOS GALÕES COM BOA EXIBIÇÃO
















FICHA DO JOGO





























O FC Porto voltou às boas exibições e venceu com autoridade a forte equipa do Braga, que valorizou bastante a vitória inequívoca dos Dragões.

Foi com duas alterações, relativamente ao jogo anterior, que os azuis e brancos entraram no relvado, para discutir os três pontos em disputa. Óliver Torres e Paulinho foram relegados para o banco de suplentes, tendo sido eleitos Sérgio Oliveira e Jesús Corona.






















Entrada forte, decidida e autoritária do FC Porto que antes de chegar ao golo aos 13 minutos, já tinha desperdiçado duas boas oportunidades, protagonizadas por Marega (5') e Aboubakar (12'), na sequência de dois cruzamentos da esquerda de Alex Telles. Se na primeira o remate do maliano foi algo incipiente já o cabeceamento do camaronês levava selo de golo, superiormente evitado pela excelente defesa de Matheus.

Um minuto depois, novo cruzamento teleguiado de Alex  Telles, para a entrada da pequena área, a que Sérgio Oliveira acorreu com alto sentido de oportunidade, efectuando um golpe certeiro de cabeça, sem hipóteses para o guardião contrário.
























Vantagem mais que merecida da equipa portista que continuou rápido, lúcido e intenso. O Braga tentava responder como podia, mas só aos 24 minutos construiu uma séria oportunidade para marcar, num golpe de cabeça de Paulinho, na sequência da marcação de um livre, com a bola a passar perto do poste da baliza de José Sá, que no entanto pareceu estar a controlar o lance.

Quatro minutos depois, numa boa combinação com Aboubakar, Marega entrou na área, conseguindo fugir a Raúl Silva,  tentou picar a bola por cima do guarda-redes, mas atirou ao lado.

Os minhotos nunca deixaram de tentar ir lá à frente e numa dessas tentativas ganharam um canto. Foi exactamente na sequência desse lance que aos 31 minutos lograram o tento do empate. Raúl Silva conseguiu ludibriar a vigilância de Reyes e com um toque de calcanhar fez a bola bater no poste direito da baliza de José Sá e de seguida beijar as malhas.

Os Dragões não se deixaram intimidar e continuaram a porfiar no ataque. Aos 35 minutos Corona foi carregado na área, mas como vem sendo hábito, quer a equipa de arbitragem como o VAR, nada assinalaram (parece que é «pecado» marcar grandes penalidades a favor do FC Porto), mas a resposta a mais essa cegueira da «padralhada» viria logo a seguir. Canto apontado pelo inevitável Alex Telles, em arco, com Diego Reyes a saltar mais alto a rematar uma bomba de cabeça com a bola a anichar-se com sobranceria nas redes de Matheus, impotente para a defender.























O jogo chegaria ao intervalo com a vantagem mínima dos azuis e brancos que ficaram a dever a si mesmos e ao VAR a magreza da diferença.

No segundo tempo a equipa portista voltou a entrar determinada e logo no primeiro minuto Marega voltou a falhar mais uma bela ocasião de facturar, na sequência de um belo cruzamento, agora de Sérgio Oliveira. O desvio saiu para cima.

Os minhotos no entanto entraram bem mais ambiciosos e a procurar jogar mais perto da área portista. Danilo apareceu aos 48 minutos, solto de marcação, em posição frontal, um pouco antes da meia lua, mas o remate saiu desenquadrado com a baliza e aos 61 minutos José Sá, com uma palmada, negou mesmo o golo a Paulinho.

Mas aos 73 minutos Aboubakar sentenciou a partida, com mais um golpe de cabeça, na sequência de um novo cruzamento de Alex Telles (esteve em todos).























O Braga, ferido uma vez mais no seu orgulho procurou incomodar ainda mais a equipa portista. José Sá voltou a ser chamado a trabalho aturado para anular um remate perigoso de Danilo, aos 85 minutos. Na sequência do canto foi Marega, quase em cima do risco de baliza, a evitar o golo bracarense.

Vitória justa do FC Porto, num bom jogo de futebol e com uma exibição bem positiva onde ainda alinharam os reforços de Inverno, Paulinho, Waris e Gonçalo Paciência, que deram boas indicações.

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