domingo, 25 de junho de 2017

GOLEADA GARANTE MEIAS-FINAIS EM PRIMEIRO DO GRUPO



















FICHA DO JOGO




























A selecção nacional portuguesa garantiu a passagem às meias-finais da Taça das Confederações ao golear a congénere da Nova Zelândia.

O técnico Fernando Santos não pode contar com os dois defesas laterais, Cedric e Rphael Guerreiro, por lesão, fazendo alinhar em seus lugares Nélson Semedo e Eliseu. Para além destas alterações forçadas, o técnico português promoveu ainda mais três alterações. Danilo Pereira, João Moutinho e R. Quaresma, surgiram nos lugares de William Carvalho, Adrien e André Gomes.

A entrada portuguesa no jogo não foi nada famosa, permitindo ao adversário algumas incursões perto da sua área, mas a pouco e pouco a turma lusa foi subindo de produção até conseguir dominar e chegar ao golo.

O primeiro surgiu de grande penalidade, concretizado por Cristiano Ronaldo.

Os neozelandeses sentiram o toque e deram mais facilidades. Portugal aproveitou para dilatar a vantagem, por Bernardo Silva, que na sequência do lance se lesionou, já não voltando para o segundo tempo.















Depois do intervalo Portugal entrou mais descontraído face à débil réplica da turma da Nova Zelândia, gerindo os ritmos de jogo a seu belo prazer, conseguindo ainda assim criar algumas situações de golo.

Fernando Santos aproveitou para tirar Cristiano Ronaldo, introduzindo Nani, mas só aos 80 minutos o marcador voltou a funcionar, desta vez num belo remate de André Silva.




















Pertenceu a Nani fechar o resultado, com remate certeiro, já em tempo de descontos.


















Portugal segue assim para as meias-finais, na primeira posição do Grupo, seguido de México, Rússia e Nova Zelândia.

quarta-feira, 21 de junho de 2017

COMEÇAR A DOMINAR, MARCAR E ACABAR A SOFRER




















FICHA DO JOGO




























Para este segundo encontro, Fernando Santos apresentou 4 alterações na equipa titular. José Fonte, José Moutinho, Ricardo Quaresma e Nani deram os seus lugares a Bruno Alves, Bernardo Silva, Adrien e André Silva.

















Portugal entrou no jogo bem melhor que frente ao México e ainda teve o mérito de chegar cedo ao golo. Bernardo Silva rasgou da direita para o centro, colocou a bola à esquerda em Raphael Guerreiro, o lateral português avançou pelo seu corredor, cruzou com peso, conta e medida para Cristiano Ronaldo aparecer solto a cabecear para as malhas russas.


















Durante toda a primeira parte a equipa portuguesa demonstrou a sua superioridade, embora sem criar mais situações claras de golo.

No segundo tempo a selecção da casa entrou disposta a alterar o resultado. Portugal beneficiou do maior adiantamento da equipa adversária, criando lances flagrantes de golo que o guardião Akinfeev, nitidamente inspirado, foi evitando, especialmente em lances de finalização de Ronaldo e André Silva.
















A equipa russa nunca desistiu de procurar anular a vantagem portuguesa, obrigando a equipa nacional a recuar no terreno e a preocupar-se muito mais com as acções defensivas. Danilo Pereira foi mesmo chamado ao jogo para segurar o resultado, numa altura em que a equipa da casa falhara já algumas boas situações para empatar.


















Portugal acabou o jogo a sofrer, quando poderia ter aproveitado melhor as oportunidades para dilatar o resultado, deixando uma imagem de alguma fragilidade.

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 197













CHAINHO - Goleador Nº 197

Concretizou 6 golos em 109 participações, com a camisola do FC Porto, ao longo das 3 temporadas ao seu serviço (1998/99 a 2000/01).

Carlos Narciso Chainho nasceu no dia 10 de Julho de 1974, em Luanda, Angola. Veio ainda criança para Portugal, tendo começado a praticar futebol no Carcavelos, passando posteriormente para as escolas de formação do Casa Pia.

Foi neste clube que atingiu o escalão sénior, tendo-se sagrado campeão nacional da III Divisão, na temporada de 1993/94.

As suas boas prestações levaram-no até ao Estrela da Amadora em 1994/95 e por lá ficou até à temporada de 1997/98, com uma performance digna de registo e exibições bem consistentes, que impressionaram favoravelmente o técnico da equipa, Fernando Santos, que haveria de o levar com ele para o FC Porto, na temporada de 1998/99.

























Possante, valente, incapaz de virar a cara à luta, assumia-se como um atleta operário, primeira e decisiva barreira no meio-campo.

A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 22 de Agosto de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Rio Ave, em jogo da 1ª jornada do Campeonato nacional 1998/99, com goleada por 4-0. Chainho só foi chamado ao jogo, a partir do minuto 63, a substituir Fernando Mendes.

A sua estreia a titular só aconteceu na jornada 10, em 9 de Novembro de 1998, no estádio 1ª de Maia, em Braga, com empate por 3-3.

O seu primeiro golo foi obtido cerca de duas semanas depois, mais precisamente no dia 21 de Novembro de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Benfica, na vitória portista por 3-1. Chainho foi o autor do 1º golo do jogo, aos 17 minutos.

Na sua primeira época fez apenas dois jogos completos, sendo que o primeiro foi em 9 de Dezembro de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Ajax, em jogo do Grupo A, da Champions League, com vitória portista, por 3-0.

A imagem que se segue refere-se ao jogo da 5ª jornada, dessa competição, frente ao Olympiakos, no Estádio Olímpico de Atenas, onde o médio portista foi titular, substituído aos 52 minutos por Rui Barros. O resultado foi de 2-1 favorável aos gregos:
























As duas temporadas seguintes foram mais favoráveis para o atleta, mas não o suficiente para o tornar um jogador indiscutível na equipa. Foi mais vezes titular e disputou mais jogos que na época de estreia.











A mudança de treinador no final da temporada de 2000/01, teve como consequência a sua saída do FC Porto.

Zaragoça de Espanha foi o seu destino, clube que representou apenas por uma temporada (2001/02), tendo seguidamente saltado para a Grécia, mais precisamente para o Panathinaikos (2202/03), onde foi reencontrar Fernando Santos.

As 4 temporadas seguintes foram passadas na Ilha da Madeira. Primeiro no Marítimo (2003/04 e 2004/05), depois no Nacional (2005/06 e 2006/07).

Alki Larnaca, do Chipre foi o seu destino seguinte (2007/08), terminando a sua carreira no Irão, a defender o emblema do Shain Bushehr (2008/09).

Palmarés ao serviço do FC Porto (4 títulos):

1 Campeonato nacional (1998/99)
2 Taças de Portugal (1999/00 e 2000/01)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1998/99)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroZero.pt

domingo, 18 de junho de 2017

PORTUGAL ENTROU A EMPATAR




















FICHA DO JOGO



























Portugal não foi além do empate, no primeiro jogo da Taça das Confederações, frente a um México muito mais empreendedor que dominou em grande parte da partida, especialmente na primeira parte.

Fernando Santos surpreendeu ao deixar André Silva no banco, apostando numa frente de ataque com Quaresma, Ronaldo e Nani.

Só a partir dos vinte minutos Portugal deu um ar da sua graça e viria mesmo a adiantar-se no marcador aos 34 minutos num excelente trabalho, quer de Ronaldo a fazer um passe açucarado, quer para Quaresma, a corresponder com toda a sua classe e a desfeitear Ochoa.

Os mexicanos reagiram, não sem antes terem visto a bola quase a entrar de novo na sua baliza, mas conseguiram chegar ao empate já perto do intervalo.

No reatamento as equipas patentearam a mesma disposição, mas foi mais uma vez Portugal a desbloquear o resultado, por Cédric, num remate que ainda ressaltou em Herrera e enganou o guarda-redes.

Com a vitória quase assegurada e com o terceiro golo falhado por milímetros, Portugal acabaria por ceder o empate, já em tempo de compensação.

Os portistas deste plantel começaram todos no banco e só André Silva foi utilizado a partir do minuto 82.

quarta-feira, 14 de junho de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 196













DORIVA - Goleador Nº 196

Concretizou 6 golos em 40 participações, com a camisola do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (1997/98 e 1998/99).

Dorival Guidoni Júnior (Doriva), nasceu no dia 28 de Maio de 1972, no Brasil.

Tendo em conta que já foi objecto de apreciação individual, neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 18 de Junho de 2012, convido os interessados a recordar aqui as principais incidências da sua carreira.

























Reforço na janela de transferência de Inverno, da temporada 1997/98, Doriva fez a sua estreia oficial com a camisola do FC Porto, no dia 14 de Janeiro de 1998, no Estádio Vieira de Carvalho, na Maia, frente à equipa local, em jogo dos oitavos-de-final da Taça de Portugal, que terminou com a vitória portista, por 5-4, após prolongamento.

Os Dragões viriam a ser os vencedores do troféu, numa final frente ao Braga, realizada em 24 de Maio de 1998, no estádio Nacional do Jamor, cujo resultado se cifrou em 3-1. É desse jogo a imagem que se segue, onde Doriva foi titular:

























Estreou-se a marcar, de Dragão ao peito, no dia 14 de Março de 1998, no Estádio das Antas, frente ao Rio Ave, apontado o 1º golo da vitória portista, por 2-0.

Os seus últimos golos aconteceram no seu penúltimo jogo, de azul e branco vestido. Foi no dia 19 de Dezembro de 1998, também nas Antas, frente ao Sporting. Exibição memorável, coroada com dois magníficos golos e a cobiça de emblemas europeus a que o FC Porto não pode resistir.










Entrou no mercado de Inverno e acabaria por sair um ano mais tarde, nessa mesma janela de transferências, mas da época seguinte. A verdade é que a troco de cerca de 8 milhões de euros, Doriva foi para a Itália, defender o emblema da Sampdória. 

Apesar de uma passagem efémera pelo FC Porto, o categorizado médio brasileiro, espalhou o perfume do seu futebol e deixou saudades.

Palmarés ao serviço do FC Porto (4 títulos):

2 Campeonatos Nacionais (1997/98 e 1998/99)
1 Taça de Portugal (1997/98)
1 Supertaça Cândido de Oliveira (1997/98)

sábado, 10 de junho de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - nº 195













PETER LIPCSEI - Goleador Nº 195

Apontou 6 golos em 28 participações com a camisola do FC Porto, durante a única época ao seu serviço (1995/96).

Péter Lipcsei nasceu no dia 28 de Março de 1972, em Kazincbarcika, na Hungria.

Tendo em conta que foi já objecto de apreciação individual, neste blogue, na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 16 de Abril de 2012, onde constam as principais incidências da sua carreira, convido os interessados a clicar aqui, para as recordar.


























A imagem que se segue é uma das possíveis em que Lipcsei foi titular. Esta refere-se ao jogo realizado em Alvalade, no dia 13 de Janeiro de 1996, a contar para a 18ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista por 2-0, golos marcados por Domingos Paciência:






















sexta-feira, 9 de junho de 2017

PORTUGAL CUMPRIU E CONTINUA A PERSEGUIÇÃO AO LÍDER DO GRUPO


















FICHA DO JOGO



























A selecção nacional portuguesa venceu hoje em Riga a Letónia e mantém a perseguição à Suíça, líder do Grupo B, da fase de qualificação para o Campeonato do Mundo/2018.

Entrada tímida no jogo que durou quase toda a primeira parte, apenas com dois ameaços de Cristiano Ronaldo, antes de abrir o marcador aos 41 minutos. 

O capitão da equipa e melhor jogador do Mundo, voltaria a marcar,  aos 63 minutos e a assistir o portista André Silva, aos 67 minutos para fechar o resultado final.

Com este resultado Portugal continua na luta pelo primeiro lugar, a três pontos da Suíça.

Os outros dois jogadores do FC Porto, José Sá e Danilo Pereira não foram utilizados.

quinta-feira, 8 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE IV

Relativamente aos golos marcados, os Dragões, apesar de terem disputados menos jogos, estiveram muito próximos da performance da temporada anterior, concretizando apenas menos dois golos:




















O jovem e promissor André Silva cotou-se como o concretizador máximo da equipa com os seus 21 golos, cinco dos quais na Champions League. Soares que só chegou em Janeiro foi o segundo melhor artilheiro da equipa:






































No ranking de goleadores portistas houve naturalmente bastantes mexidas:


























Yacine Brahimi é agora o atleta do actual plantel melhor classificado (75º com 29 golos) e Soares o que apresenta melhor média (0,7 golos/jogo).

terça-feira, 6 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE III

O FC Porto esteve esta temporada envolvido em 4 competições tendo disputado 49 jogos, como ilustra o quadro que se segue:













Menos 3 encontros que na época anterior, menos 5 vitórias, mais 11 empates (!) e menos 9 derrotas. Relativamente aos golos marcados e sofridos a diferença foi bem mais positiva (90/49 em 2015/16 contra os actuais 88/28) - menos 2 golos marcados, mas também menos 21 golos sofridos.

Seguem-se os mapas de todos os jogos realizados em todas as competições (para ampliar estes quadros clicar em cima de cada um):










































A equipa técnica comandada por Nuno Espírito Santo, utilizou 29 atletas neste conjunto de provas e jogos:
























































Destaque para o defesa central Ivan Marcano, atleta com mais jogos realizados (46) e também o maior tempo de utilização (4.170 minutos).

domingo, 4 de junho de 2017

BALANÇO DA TEMPORADA 2016/17

PARTE II

Na Taça de Portugal, a equipa do FC Porto também não foi capaz de contrariar a arbitragem tendenciosa do famigerado João Capela, um dos ponta-de-lança da equipa do regime.

Depois de uma estreia normal frente ao humilde Gafanha, o jogo da eliminatória seguinte acabou por ser mais do mesmo, ou seja, o FC Porto a não ser suficientemente competente para jogar contra duas equipas.  Os Dragões foram lentos, não tiveram lucidez, criatividade nem intensidade, perturbaram-se e atordoaram-se com os números circenses do adversário e do árbitro. Mais um espectáculo degradante quer para o futebol como para a arbitragem. 











Na Taça da Liga as coisas não foram muito diferentes. O Sorteio colocou o FC Porto, num grupo bastante acessível, com Moreirense, Belenenses e Feirense. 

Mais uma vez a equipa esteve confrangedora e muito longe do que era exigível. A par disso contou com mais duas actuações desastrosas dos árbitros João Pinheiro e Luís Godinho, com duas arbitragens de bradar aos Céus!

























































Em termos internacionais o panorama foi completamente diferente, desde logo porque não tivemos que levar com árbitros portugueses.

O FC Porto teve de disputar o play-off com a equipa italiana da Roma, saindo-se bem especialmente em Itália onde produziu uma exibição de grande personalidade, alcançando um resultado confortável.

Depois foi inserido no grupo G, com Leicester City, FC Kobenhavn e Club Brugge.

Início titubeante pareceu indicar alguma incapacidade, mas depois a equipa acertou o passo e qualificou-se com tranquilidade, na segunda posição do grupo.

O sorteio ditou a formação da  forte Juventus e o resultado foi o que se esperava, a eliminação do FC Porto, ainda assim em dois jogos bem disputados.