quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 225













JOAQUIM JORGE - Goleador Nº 225

Concretizou 4 golos em 59 jogos oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, ao longo das 3 temporadas ao seu serviço (1962/63 a 1964/65).

Joaquim António Jorge, nasceu em 18 de Fevereiro de 1939, na cidade de Lourenço Marques (hoje Maputo), Moçambique, na altura território colonial português.

Terá começado a dar os primeiros pontapés na bola na equipa do Sporting da Beira, onde jogou de 1959 até 1962, ano em que foi recrutado pelo FC Porto, sempre muito atento ao mercado das colónias africanas.

Jogador de porte atlético considerável, bom sentido de marcação e antecipação, deu nas vistas como defesa central, mas também como médio defensivo. Chegou ao FC Porto para integrar o plantel de 1962/63, orientado pelo treinador húngaro Janos Kalmar, tendo começado por ser aposta inicial, ao lado de Miguel Arcanjo.

























A sua estreia oficial de Dragão ao peito aconteceu no dia 21 de Outubro de 1962, no Estádio das Antas, frente ao Feirense, com vitória portista por 3-1, em jogo a contar para a 1ª jornada do Campeonato nacional.

Os seus 4 golos foram todos obtidos na época seguinte, curiosamente disputando menos de metade dos jogos conseguidos na época de estreia.

O primeiro foi no dia 2 de Fevereiro de 1964, na Póvoa de Varzim, na vitória portistas por 3-0, em jogo da 16ª jornada do Campeonato nacional. Joaquim Jorge foi o autor do último golo portista, aos 52 minutos. Os outros 3 foram também conseguidos em jogos do Campeonato nacional, contra o Setúbal (17ª jornada), Benfica (19ª) e Seixal (22ª), todos no Estádio das Antas.

Em baixo umas das fotos possíveis a ilustrar a titularidade de Joaquim Jorge, neste caso fazendo dupla de centrais com Almeida:























Tendo começado a perder espaço e influência com Otto Glória, acabou por ser emprestado ao Vitória de Guimarães na temporada de 1965/66, onde acabaria por se fixar definitivamente e de forma categórica, tendo chegado à selecção nacional para disputar 2 jogos.

Em Guimarães jogou 7 temporadas (1965/66 a 1971/72), tendo ainda representado a Oliveirense (1972/73) e o Penafiel (1973/74).

Faleceu em 14 de Setembro de 2014 em Penafiel.

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

JOGO NO ESTORIL SUSPENSO POR FALTA DE SEGURANÇA

O jogo entre o Estoril e o FC Porto, relativo à 18ª jornada da Liga NOS, foi suspenso ao intervalo, por falta de segurança, devido a problemas na estrutura da bancada onde se encontravam os adeptos do FC Porto, tendo sido por isso evacuada.

A bancada estava a ruir, apresentando fissuras preocupantes, que levaram às autoridades a tomar as devidas medidas de segurança.




























As claques portistas tiveram de abandonar o local refugiando-se ordeira e civicamente  no relvado de jogo, devidamente conduzidas pelas forças da autoridade.




















Relativamente à disputa do jogo, no que à primeira parte diz respeito, Sérgio Conceição apresentou 5 alterações, em relação ao jogo anterior para a Taça de Portugal.

Casillas, Ivan Marcano, Hernâni, Soares e Brahimi (este por lesão), foram os preteridos.























FICHA DO JOGO (1ª PARTE)




























Mais uma entrada portista no jogo, algo amorfa, sem capacidade de penetração, face à bem organizada defensiva adversária que mostrou ter a lição bem estudada, dificultando ao máximo as acções ofensivas portistas, obrigando os Dragões a cometerem muitos erros no passe.

Ainda assim foram, os azuis e brancos os primeiros a criar uma situação perigosa, com Marega, aos 14 minutos a arrancar em velocidade ainda no meio campo portista, passou por dois adversários, mas o remate do avançado acabou nas mãos do guardião estorilista.

Dois minutos depois, na cobrança de um livre directo, Eduardo Teixeira inaugurou o marcador, colocando os canarinhos em vantagem no resultado. José Sá, mal colocado foi impotente para deter o excelente pontapé do brasileiro.

O FC Porto foi à procura do prejuízo, mas quase sempre sem a clarividência necessária. Aos 23 minutos Aboubakar não conseguiu dar o melhor seguimento a um bom cruzamento de Ricardo Pereira, acabando por atirar contra o guarda-redes.

Já em cima do intervalo Marega foi estorvado in-extremis quando se preparava para rematar, sendo a bola afastada pela linha de fundo. Na sequência do respectivo canto Marega voltou a não ser feliz ao cabecear a bola contra a barra da baliza de Renan Ribeiro, naquele que seria o último lance do encontro, antes de ser suspenso.

Primeira parte marcada pelas dificuldades do FC Porto ligar o seu jogo e sobretudo pela falta de eficácia dos seus avançados.

Falta agora saber qual vai ser a decisão oficial da Liga, tendo em conta o artº 94, que no ponto 4, aponta para a punição com derrota do clube organizador, quando o jogo não de puder concluir por falta de  de condições de segurança.

Tratando-se do FC Porto o mais certo é que o jogo seja concluído em data a designar.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

MARCAR CEDO E CONTROLAR DEPOIS















FICHA DO JOGO

Foi com uma vitória tranquila que o FC Porto garantiu hoje a presença nas meias-finais da Taça de Portugal.

Sérgio Conceição, aproveitou para operar sete alterações no onze titular, dando descanso aos habituais titulares.

























Entrada forte e eficaz na partida com o primeiro golo a chegar aos 8 minutos, por Herrera (regressado de castigo), que tabelou com Soares para inaugurar o marcador.
























O segundo aconteceria 12 minutos depois, muito naturalmente e a premiar o enorme caudal ofensivo portista. Cruzamento da esquerda de Alex Telles rechaçado pela defensiva do Moreirense, na direcção de Layún que com toda a frieza recolheu, levantou a cabeça e rematou colocado para um golo de muita classe.























A partir de então os Dragões abrandaram a intensidade passando a controlar o jogo, não permitindo grandes veleidades ao seu adversário.

O segundo tempo foi um pouco mais do mesmo. Nova entrada forte, onde apenas falhou a eficácia na concretização, seguida de um largo período de maior gestão e controle.

Foi então que o Moreirense teve ensejo para reduzir, a 17 minutos do fim, obrigando os azuis e brancos a voltar a carregar no acelerador, conseguindo duas ou três boas ocasiões para chegar ao terceiro golo, que só não aconteceu por falta de pontaria, principalmente de Soares, infeliz no remate.

Vitória insofismável da melhor equipa sobre o relvado, garantindo com relativa facilidade o objectivo de permanecer na prova.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 224













ALBANO SARMENTO - Goleador Nº 224

Apontou 4 golos em 22 jogos com a camisola da equipa principal do FC Porto, durante as 4 temporadas ao seu serviço (1956/57 a 1958/59 e 1960/61).

Albano Maria Bastos Rodrigues Sarmento, nasceu no dia 2 de Agosto de 1935, na cidade do Porto. Começou a sua carreira futebolística nas escolas de formação do FC Porto, onde, juntamente com o seu irmão mais velho, Ângelo Sarmento, se sagraram campeões de juniores em 1952/53.

























Ao contrário de seu irmão que era defesa, Albano actuava preferencialmente no ataque, umas vezes como médio outras como avançado. Aliava a sua sólida constituição física a algum talento, não sendo porém um jogador muito utilizado, como se poderá verificar pelo historial apresentado no mapa, mais abaixo.

A sua estreia oficial na equipa principal do FC Porto aconteceu no dia 4 de Novembro de 1956, no Estádio das Antas, frente à equipa da CUF, em jogo a contar para a 8ª jornada do Campeonato Nacional, com vitória portista por 4-0. Foi também nesse jogo que se estreou a marcar, ao apontar o 2º golo do FC Porto, aos 51 minutos.

Voltaria a festejar golos seus na jornada 12, nas Antas, frente ao Oriental, na vitória portista por 5-0 (apontou o 4º) e na jornada 14, no Barreiro, frente ao Barreirense, no empate (1-1).

O seu 4º golo e último golo de Dragão ao peito foi conseguido na época seguinte (1957/58), mais precisamente, em 1 de Junho de 1958, no Estádio das Antas, frente à então equipa do Desportivo de Lourenço Marques, em jogo da 2ª mão das meias-finais da Taça de Portugal, com vitória portistas, por 9-1. Albano Sarmento apontou aos 68 minutos, o 8º golos da equipa.

A imagem que se segue, retrata o plantel utilizado por Bella Guttmann na temporada de 1958/59, que terminou com o triunfo portista, ganho por diferença de golos, no tal episódio de Torres Vedras em que a equipa portista ficou cerca de sete minutos à espera que o jogo do Benfica terminasse, o tal apitado pelo famoso Inocêncio Calabote.



















Palmarés ao serviço do FC Porto (2 títulos):

1 Campeonato nacional (1958/59)
1 Taça de Portugal (1957/58)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar; Zeroazero.pt e ForaDeJogo.net

domingo, 7 de janeiro de 2018

SACUDIR A LETARGIA MOMENTÂNEA COM SEGUNDA PARTE DEMOLIDORA
















FICHA DO JOGO





























Foi com uma segunda parte simplesmente arrasadora que o FC Porto levou de vencida a turma do Vitória de Guimarães que saiu para o intervalo em vantagem no marcador (0-1).

Sem poder contar com Herrera (a cumprir o segundo jogo de castigo), Felipe (a cumprir um jogo de castigo), nem com Otávio (ainda a recuperar de lesão), Sérgio Conceição apresentou duas novidades, em relação ao onze titular contra o Feirense. Diego Reyes voltou à titularidade bem como Óliver Torres.

























Primeira parte de futebol portista mais uma vez incaracterístico, com dificuldades de ligar o jogo, com demasiados passes falhados, muita lentidão na organização ofensiva, falta de ideias, precipitação especialmente no momento de finalização, decisões incrédulas no último terço do campo, definição deficiente no último passe e algum nervosismo injustificado, foram as principais razões para 45 minutos de espectáculo de futebol cinzento e  incipiente,  a que não faltou a «abébia defensiva»  da praxe, que resultou no golo forasteiro, no único lance de perigo relativo junto da baliza de José Sá, ainda assim conseguido de forma ilegal que o VAR não corrigiu, vá-se lá saber porquê. 

De resto e apesar da péssima prestação portista, a equipa de arbitragem voltou a estar directa e inqualificavelmente ligada a este resultado, com uma série de más decisões, sempre a prejudicar o FC Porto, sendo a mais flagrante, uma grande penalidade sobre Marega, aos 24 minutos, ao ser agarrado pela camisola, por Marcos Valente.

Nas cabines, Sérgio Conceição terá certamente despertado os seus jogadores, já que o recomeço mostrou uma equipa completamente diferente não para melhor, mas para muitíssimo melhor. Lúcida, categórica e demolidora.

Foi realmente uma mudança espectacular como da água para o vinho. Em apenas cinco minutos o resultado sofreu a reviravolta desejada, não sem que antes Aboubakar tenha dado o sinal de alerta com o guardião minhoto a salvar o golo iminente.

Mas o camaronês acabaria por não falhar logo a seguir (57'). Bola colocada no interior da área e remate de primeira do avançado portista, sem chances de defesa para Douglas. Estava dado o primeiro passo para a remontada.























Cinco minutos depois (62'), Brahimi entrou decidido na área, tirou Jubal do caminho, com o virtuosismo que o caracteriza, picando de imediato a bola por cima de Douglas, num golo fenomenal, dando um colorido muito mais justo ao resultado.
























Os Dragões não abrandaram o ritmo, continuando o «assalto» à baliza vimaranense, com todo o frenesim, massacrando autenticamente a aturdida defensiva do Guimarães, já em estado de desorientação.

Foi na sequência dessa toada demolidora que apareceram mais dois golos, ambos da autoria de Marega.

Aos 79 minutos, no seguimento de um cruzamento efectuado por Hernâni, que tinha entrado para substituir Corona, a apanhar o avançado maliano bem colocado para cabecear para o fundo das malhas.























O quarto golo resultaria de novo cruzamento, agora de Ricardo Pereira, com Marega a corresponder com remate sem preparação à boca da baliza.
























Outros lances prometedores acabariam por surgir, mas por algum egoísmo ou má decisão não foram concretizados.

Foi já numa fase de algum relaxamento que o Vitória de Guimarães marcou o seu segundo golo, desta vez legal, num bom trabalho de Heldon com a colaboração da defensiva portista, ao perder a bola em lance perfeitamente evitável.

Triunfo mais que justo, até por diferença escassa, num jogo de duas faces, com uma primeira parte tão inexplicável como desaconselhada, mas corrigida de forma brilhante no segundo tempo.



quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

DRAGÃO RESISTIU ÀS "ARTISTADAS SACERDOTAIS"

















FICHA DO JOGO





























O FC Porto conseguiu sair incólume nesta difícil deslocação  a Santa Maria da Feira, onde foi encontrar uma equipa de futebol que se transvestiu de autocarro e mais uma equipa de padres a entortar o apito todo, numa demonstração de mediocridade inacreditável e a tresandar a polvo, só possível num país administrado por interesseiros, mentecaptos, oportunistas e corruptos.

É este, infelizmente, o futebol de há uns anos para cá que temos que gramar.

Eram previsíveis as dificuldades que os Dragões teriam de suportar, frente a um adversário apenas e só preocupado em não perder o jogo, acantonando-se junto da sua área, roubando espaços de manobra, recorrendo de forma quase constante à falta, à sarrafada e a outros estratagemas pouco dignos para quem tem a obrigação de amar a modalidade, com a conivência dos artistas de negro, que mais uma vez se guiaram pela cartilha que vem dominando fraudulenta e impunemente o desporto nacional em geral.

É já com desespero e indignação que vamos assistindo, jogo após jogo, a este autêntico atentado ao futebol, manipulado por uma corja de rafeiros que estariam bem melhor atrás das grades, mas que a justiça, desportiva e  comum vão ignorando despudoradamente e até de forma criminosa, assobiando para o lado.

Voltando ao pseudo-jogo de futebol, Sérgio Conceição apresentou cinco alterações no onze titular, relativamente ao encontro anterior, em Paços de Ferreira para a Taça da Liga. José Sá, Felipe, Danilo, Corona e Aboubakar, regressaram aos eleitos, em detrimento de Casillas, Maxi, Reyes, Soares (por opção técnica) e Herrera (por castigo). Otávio continua de fora por se encontrar lesionado.
























Os azuis e brancos, hoje de laranja, cedo perceberam as intenções da equipa da casa, começando com dificuldades de penetração na bem povoada e organizada defensiva adversária.

Depois de uma fase bastante incaracterística, com muitos passes falhados e consequentes dificuldades na ligação de jogo, Brahimi foi o primeiro a demonstrar alguma serenidade levando algum perigo à área contrária, num remate perigoso bem defendido por Caio Secco, estavam decorridos 19 minutos.

Três minutos depois surgiu o golo inaugural da partida. Cruzamento largo de Corona que parecia sem destino, Brahimi não desistiu e ganhou o lance assistindo prontamente Aboubakar. O camaronês fez uma recepção orientada e disparou de pronto, conseguindo um golo de belo efeito.
























Estava derrubado o autocarro, perspectivando-se uma partida mais aberta e por isso mais fácil para o FC Porto construir um bom resultado.

No entanto, numa desconcentração defensiva (mais uma), o Feirense logrou o empate, apenas quatro minutos depois, devolvendo ao jogo o cariz inicial, ainda que Brahimi, no minuto seguinte tenha perdido uma excelente ocasião para desempatar.

O Feirense fechou-se ainda mais (se é que isso era possível) e para ajudar à festa começou a sinfonia da padralhada nomeada. Kakuba, aos 31 minutos, entrou a matar sobre Brahimi e, pasme-se, levou cartão amarelo! 

Já depois do intervalo, aos 53' foi Marcano a sofrer falta dentro da área e o padreco nada assinalou! O VAR estava a dormir!

A jogar contra 15, o FC Porto ainda teve forças para chegar ao golo da vantagem. Canto marcado do lado esquerdo por Alex Telles, Felipe em voo de Dragão introduziu a bola na baliza com cabeçada monumental, redimindo-se da falha no golo sofrido.
























Em nova vantagem a equipa portista entrou em modo de gestão, mas sem nunca abdicar de dilatar o marcador. 

Aos 78 minutos Soares foi pisado à entrada da área, caiu e ainda levou o cartão amarelo! (mais uma artistada) e aos 84 minutos, Felipe jogou apenas a bola, num lance considerado jogo perigoso, viu o 2º amarelo e foi expulso!  (outra artistada com aroma a cartilha).

Em inferioridade numérica (ainda mais intensa) os Dragões tiveram de apelar ao seu espírito de sacrifício e de união para garantir a vitória, contra tudo e contra todos. A manutenção da liderança, agora isolada, face ao empate dos rivais, foi o saboroso e merecido prémio.

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 223













LINO - Goleador Nº 223

Apontou 4 golos em 16 jogos realizados com a camisola do FC Porto, ao longo de duas temporadas ao seu serviço (1948/49 e 1949/50).

De seu nome completo, José Lino Moreira, filho de António Lino Moreira que tinha defendido as redes azuis e brancas nos anos de 1921 a 1923, foi um atleta portista que actuou como médio e avançado, nas duas temporadas acima referidas.

São escassas as informações sobre a sua carreira, pelo que apenas se poderá deduzir que não foi um dos principais atletas da sua geração.

























Enquanto atleta do FC Porto, participou apenas em 16 jogos oficiais, dos 55 disputados pelo Clube, nas duas temporadas, tendo a sua estreia acontecido no dia 19 de Setembro de 1948,  no Campo da Constituição, frente ao Elvas, em jogo da 1ª jornada do Campeonato nacional, com vitória portista, por 3-1.

Os seus quatro golos foram todos obtidos em jogos do Campeonato nacional de 1948/50, estreando-se a marcar no dia 31 de Outubro de 1948, no Campo da Constituição, frente ao Vitória de Setúbal, em jogo da 7ª jornada, com goleada por 6-1. Lino fez o primeiro golo do desafio, mas não se ficaria por aí, já que foi também o autor do terceiro golo.

Voltaria a marcar na jornada 10, contra o Vitória de Guimarães (vitória por 4-2) e na jornada 19, contra o Benfica (vitória por 4-3), ambos realizados no Campo da Constituição.

A imagem que se segue é de um jogo particular disputado em 27 de Julho de 1949, (no âmbito de uma digressão por Angola) no Campo Dr. António José de Almeida, na antiga cidade, Sá da Bandeira (hoje Lubango), frente a uma selecção de Huíla, com vitória portista, por 8-2.
































Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZero.pt