quarta-feira, 22 de novembro de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 218













FELIPE - Goleador Nº 218

Fez balançar as redes adversárias por 5 vezes em 63 participações oficiais, com a camisola do FC Porto, ao longo de uma temporada completa (2016/17) mais o que leva da que está a cumprir (2017/18).

Felipe Augusto de Almeida Monteiro, nasceu no dia 16 de Maio de 1989, em Tiradentes, São Paulo, Brasil.

O seu contacto com a modalidade não foi fácil. Começou como avançado, aos 14 anos de idade, jogando em clubes modestos da sua região,  depois de ter tentado a sua sorte no Corinthians, onde foi rejeitado. Passou pelo ADC Valtra (2007 e 2008), pelo União Mogi (2009 e 2010) e pelo Bragantino (2011), aqui já como defesa, graças aos DVD que o próprio produziu em jogos seus. Foi aí que despertou a cobiça do Corinthians, em 2012, regressando assim pela porta grande e onde se fixou durante quatro temporadas.

Os primeiros tempos não foram fáceis, mas Felipe venceu as dificuldades e a desconfiança dos adeptos e em 2015, tornou-se numa peça fundamental na conquista do título brasileiro. As boas exibições abriram-lhe as portas da selecção brasileira, para a qual foi convidado pela primeira vez para um dos jogos  das eliminatórias do Mundial 2018.

Subiu a pulso na carreira, como também sabe subir nas alturas em campo, para defender, mas também para atacar a baliza adversária. 

























Trouxe do Brasil um conjunto de credenciais de impor respeito, como a assinalável capacidade de impulsão, que lhe permite voar entre os opositores e ir buscar a bola onde os outros não conseguem chegar. Felipe é um central voador e com veia goleadora, que no seu ano de estreia de Dragão ao peito, em 2016/17, foi elogiado em quase todos os quadrantes especialmente pelo Presidente Pinto da Costa que considerou que a dupla de centrais que formou com Marcano era «uma das melhores de sempre» do clube, tendo aliás sido a base de uma das sólidas defesas da Europa dessa temporada.

A sua estreia oficial com a camisola do FC Porto aconteceu no dia 12 de Agosto de 2016, no Estádio dos Arcos, em Vila do Conde, frente ao Rio Ave, em jogo da 1ª jornada da Liga NOS 2016/17, com vitória portista, por 3-1. É desse jogo a imagem da equipa titular, que se segue:
























As qualidades de Felipe fizeram-no pegar de estaca e rapidamente tornaram-no num dos imprescindíveis da equipa, ao ponto de ter sido o segundo jogador mais utilizado do plantel (4080'), logo atrás de Marcano (4170'), na sua primeira época.

O domínio do jogo aéreo, que o torna muito forte nas bolas paradas ofensivas, é uma das qualidades que fez dele um dos mais cotados zagueiros do Brasileirão e um dos principais defesas a actuar em Portugal. Felipe destaca-se também na marcação, no posicionamento e no um-para-um defensivo, que lhe acrescenta competências para defender em zonas altas, até porque é veloz. Agressivo na dose certa, demonstra ainda uma grande capacidade de comunicação, pela frieza, tranquilidade, concentração e disciplina que apresenta em campo. Afirma-se como um líder que dá tudo, no terreno de jogo, até o sangue se for preciso, como afirmou no dia da sua apresentação.

O seu primeiro golo de Dragão ao peito aconteceu em Roma, no Estádio Olímpico, em jogo da 2º mão do play-off de qualificação para a fase de grupos da Champion League, realizado no dia 23 de Agosto de 2016. Felipe foi o autor do 1º dos 3 golos com que o FC Porto derrotou a equipa do Roma, garantindo a respectiva qualificação. A imagem que se segue documenta esse feliz momento:

















O golo de ontem em Istambul guindou-o ao lugar 218 do ranking dos goleadores portistas, lugar onde certamente não ficará durante muito tempo, graças às suas capacidades para aparecer em zonas de decisão.










Fontes: Arquivo do Blogue, Site oficial do FC Porto e Zeroazero.pt

terça-feira, 21 de novembro de 2017

OITAVOS É AMBIÇÃO POSSÍVEL

















FICHA DO JOGO






























No «Inferno» de Istambul, o FC Porto voltou a sair sem conhecer o gosto amargo da derrota. Esteve a ganhar, mas não conseguiu aguentar a vantagem durante muito tempo. Mantém o 2º lugar do grupo, agora em igualdade pontual com o Leipzig, mas continua a depender de si próprio para se apurar para os oitavos-de-final da prova.

Sérgio Conceição operou 5 alterações no onze titular, em relação ao jogo anterior para a Taça de Portugal. José Sá, Maxi Pereira, Sérgio Oliveira, Herrera e Brahimi, foram desta vez os eleitos. Casillas, André André, Óliver Torres, HernÂni e Jesús Corona, os preteridos:
























Excelente primeira parte, com futebol consistente, ainda que em alguns momentos se tivesse notado algum nervosismo e precipitação, face à enorme pressão vinda do exterior como da equipa contrária que tudo fez para asfixiar  a construção ofensiva portista. O enorme controlo defensivo e as saídas para o ataque com critério e segurança, foram as características mais marcantes que acabariam por dar frutos.

Marcou primeiro num lance de laboratório. Livre apontado por Alex Telles a combinar com Ricardo Pereira, cruzamento rasteiro para a área onde Felipe apareceu, qual ponta de lança a rematar de primeira, para um golo de belo efeito.
























Pouco depois podia até ter dilatado o marcador, não fora Aboubakar desperdiçar uma bela ocasião.

A raça dos turcos, sempre muito rápidos e incisivos, acabou por fazer estragos na defensiva portista, que se deixou empatar.

A segunda parte foi bem menos conseguida pelos Dragões que tiveram de suar e contar com alguma sorte para segurar o empate. Ainda assim Ricardo podia ter aproveitado melhor uma soberana ocasião para dar alguma injustiça ao resultado.

O FC Porto continua na luta pelo apuramento, bastando para isso fazer o mesmo resultado do Leipzig.

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

REVIRAVOLTA NOS DESCONTOS VALEU A QUALIFICAÇÃO
















FICHA DO JOGO





























E quando parecia tudo perdido, dois golos no tempo de compensação permitiram ao FC Porto continuar na Taça de Portugal.

Não se previa um jogo fácil em função do que o Portimonense já tinha demonstrado na sua visita ao Dragão, para o Campeonato nacional, acrescido da ressaca da semana dos jogos das selecções, em que  vários jogadores portistas estiveram implicados.

Sérgio Conceição ciente das dificuldades que o adversário lhe iria colocar, não mexeu muito no onze titular, continuando a não poder contar com os lesionados  Marega, Soares e Otávio.






















O jogo começou até muito bem para os azuis e brancos que conseguiram chegar cedo à vantagem, por Danilo aos 5', e dispôs ainda de duas claras ocasiões para dilatar o marcador e sentenciar desde logo a eliminatória. Não sendo eficaz, a equipa portista acabou por permitir que o Portimonense crescesse no jogo, colocasse bastantes dificuldades e ganhasse a confiança necessária para chegar à igualdade, num lance em que a defensiva portista se mostrou demasiado benevolente.

Na segunda metade, o FC Porto apareceu mais desligado, menos intenso e bastante desconcentrado. Disso se aproveitou a equipa forasteira, que servida por jogadores bastante talentosos, explanaram um futebol vistoso e ambicioso, a fazer inveja a equipas bem mais cotadas e com outras responsabilidades.

Aos 69 minutos, Pedro Sá apontou um belo golo, numa bomba indefensável, dando vantagem e ainda mais alento à equipa algarvia, tornando ainda mais difícil a tarefa portista.

Porém, esta equipa portista não desistiu e acreditou ser ainda possível reverter a situação. Não foi nada fácil. Foi necessário muito querer, muita raça e muito talento. 

Foi já em tempo de descontos e a jogar em vantagem numérica, por expulsão de Filipe Machado, por ter visto o 2º cartão amarelo, que os Dragões executaram a reviravolta, com os golos dos inevitáveis Aboubakar e Brahim, aos 91' e 95', respectivamente.









































Vitória sofrida mas justa face a uma réplica de muita qualidade do Portimonense.

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 217













CARLOS EDUARDO - Goleador Nº 217

Concretizou 5 golos em 30 participações oficiais com a camisola da equipa principal do FC Porto, durante uma única época ao seu serviço (2013/14).

Carlos Eduardo de Oliveira Alves, nasceu no dia 17 de Outubro de 1989, em Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil.

Centro campista, passou pelo Desportivo Brasil, pelo Ituano, ambos clubes de São Paulo, pelo Fluminense, de Rio de Janeiro e ainda pelo Grémio Burueri, de São Paulo, antes de ingressar no Estoril Praia, clube que representou por 3 temporadas (2010/11 a 2012/13) e onde despertou a cobiça do FC Porto, Benfica e SC Braga.

Preferiu o Dragão assinando um contrato válido por 4 temporadas.

























Não foi uma escolha do novo treinador Paulo Fonseca e talvez por isso tenha começado a temporada ao serviço da equipa B, onde de resto acabaria por alinhar em 10 partidas com a obtenção de 1 golo.

Na equipa principal começaria por entrar na lista dos convocados, na 1ª e 4ª jornadas do Campeonato nacional, sem no entanto ser utilizado. 

A sua estreia aconteceu no dia 27 de Setembro de 2013, no Estádio do Dragão, em jogo da 6ª jornada do campeonato nacional, com vitória portista por 1-0. Carlos Eduardo que começou no banco foi chamado ao jogo a partir do minuto 76, para render Fernando. Foi uma participação efémera já que regressou à equipa B, para jogar com mais regularidade.

A sua estreia a titular na equipa principal veio mais de um mês depois, mais precisamente no dia 19 de Outubro de 2013, no jogo da 3ª eliminatória da Taça de Portugal, frente ao Trofense, disputado no Estádio do Dragão e onde Paulo Fonseca aproveitou para fazer 8 alterações ao onze titular.

Carlos Eduardo teve então a oportunidade de se mostrar, conseguindo sobressair de forma positiva, numa exibição global tão confrangedora que o marcador funcionou apenas uma vez, perante o último classificado da II Liga. É desse jogo a foto da equipa titular que se segue:
























A partir de então passou a fazer parte dos convocados, com mais regularidade, tendo possibilidades, inclusivamente de jogar na Liga Europa.

O seu primeiro golo foi obtido no dia 20 de Dezembro de 2013, no Estádio do Dragão, frente ao Olhanense, na vitória portista por 4-0, com Carlos Eduardo a assinar o 3º, em jogo da 14ª jornada do campeonato nacional.

A época não correu bem ao FC Porto que teve de trocar de treinador e o médio portista acabaria também por acusar o clima menos bom.

Na época seguinte, com a chegada do técnico Julen Lopetegui, Carlos Eduardo foi dispensado e emprestado à turma francesa do Nice.







Em França pode então patentear as suas credenciais, participando em 30 jogos, com 10 golos da sua lavra.

Seguiu-se o interesse do clube saudita do Al-Hilal que o contratou em 2015/16 por 3 temporadas e por quem já renovou, sendo o seu actual clube.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 216













JOSUÉ - Goleador Nº 216

Apontou 5 golos em 37 participações oficiais na equipa principal do FC Porto, durante duas temporadas ao seu serviço (2008/09 e 2013/14).

Josué Filipe Soares Pesqueira, nasceu no dia 17 de Setembro de 1990, em Ermesinde, no Concelho de Valongo, Distrito do Porto.

Trata-se de um jogador internacional português e como tal já referenciado neste blogue na rubrica «INTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 3 de Junho de 2014, onde constam as incidências principais da sua carreira, até então, que poderão ser recordadas clicando aqui.

Vou portanto, como habitualmente em casos similares, dar mais algumas achegas e proceder à actualização de informação acerca do atleta.
























Com o seu regresso ao plantel principal do FC Porto, na temporada de 2013/14, sob a égide do seu conhecido treinador Paulo Fonseca, Josué teve então ensejo de mostrar as suas qualidades técnicas, a sua fibra e sobretudo a sua mística de puro Dragão, colocada nas 4 linhas, sempre que a isso era solicitado.

Jogador empenhado, de elevada capacidade física, bastante concentrado, tacticamente rigoroso e disciplinado, sabia impor o seu futebol ríspido mas leal.

Começou por ser aposta de Paulo Fonseca nas 3 primeira jornadas do campeonato, tendo-se estreado a titular frente ao Vitória de Setúbal, no estádio do Bonfim, no dia 18 de Agosto de 2013, em jogo da 1ª jornada, com vitória portistas por 3-1, partida em que o FC Porto começou por estar a perder, começando a reviravolta, precisamente numa grande penalidade convertida por Josué, em cima do intervalo.

Voltaria a marcar na jornada seguinte, frente ao Marítimo, no Dragão, igualmente na cobrança de uma grande penalidade, mas desta vez a fechar a contagem (3-0).

As suas boas actuações despertaram a atenção do seleccionador nacional Paulo Bento, que o chamou, utilizando-o em 5 ocasiões (4 para jogos de qualificação para o Mundial/2014 e 1 amigável).

A foto que se segue, refere-se à sua titularidade no jogo da Champions League, disputado no Estádio do Dragão, em 26 de Novembro de 2013, frente ao Áustria de Viena, com empate a uma bola:
























A prova muito irregular do FC Porto na CL, bem como na segunda metade do campeonato português, acabaram por determinar a substituição do comando técnico, com a promoção de Luís Castro. O clima não era favorável e alguns jogadores padeceram disso mesmo. Terá sido o caso de Josué que foi menos utilizado pelo novo treinador.









Na temporada seguinte (2014/15), o novo técnico Julen Lopetegui não o acolheu no plantel e Josué passou por uma série de empréstimos. Primeiro nos turcos do Bursaspor (Julho de 2014 a Dezembro de 2015), depois no Braga (Janeiro a Junho 2016)e finalmente o Galatasaray (Julho de 2016 a Junho de 2017).

O seu vinculo com o FC Porto era válido até 2018, mas sem espaço no plantel, Josué decidiu sentar-se à mesa com os responsáveis portistas, conseguindo a rescisão e assinado posteriormente pelos turcos do Osmanlispor, seu actual clube.

Fontes: Arquivo do blogue e Zero.zero.pt

sábado, 4 de novembro de 2017

VITÓRIA ARRANCADA DO FUNDO DA ALMA
















FICHA DO JOGO





























O FC Porto teve hoje um dos testes mais difíceis desta temporada, no confronto com o Belenenses, depois de uma Quarta-feira europeia de grande desgaste físico e psicológico, que deixou marcas visíveis.

Sem poder contar com Marega, Soares e Otávio, lesionados, bem como Danilo Pereira, a cumprir castigo por ter atingido o limite de cartões amarelos, Sérgio Conceição operou três alterações na equipa titular, em relação ao jogo frente ao Leipzig. Diego Reyes actuou no lugar de Danilo, André André, em vez de Corona e Hernâni no lugar de Marega.





















Os Dragões entraram no jogo com a disposição de construir o resultado com a maior brevidade possível, aproveitando a disposição de bloco baixo do seu adversário, que se por um lado lhe garantia o comando da partida, por outro tornava complicada a penetração na sua área.

Porém, a velocidade imposta acabou por abrir brechas na defensiva lisboeta e as oportunidades para abrir o marcador começaram a surgir em catadupa. Primeiro foi Herrera, bem posicionado na área a cabecear sobre a barra, na sequência de um canto (7'). Seguiram-se, Hernâni (7'30") com um remate intencional, mas fraco; Brahimi (11') a rematar torto, depois de excelente trabalho; Outra vez Hernâni (25'), depois de iludir o seu adversário a rematar fraquíssimo de pé esquerdo, em posição privilegiada; Brahimi (27') a atirar à figura; André André (33') a concluir por alto uma jogada de ligação muito bem congeminada; Alex Telles (41') num potente remate a obrigar Muriel a uma defesa de alto grau de dificuldade.

A bola parecia não querer entrar e assim o jogo tornava-se desgastante para um conjunto de jogadores que haveriam de mais à frente manifestar alguns sinais concludentes.

Mas como «quem porfia mata caça», o prémio acabou por chegar ao minuto 42'. Canto apontado do lado esquerdo por Alex Telles, a bola foi afastada por um defesa do Belenenses na linha da pequena área para a direita onde Herrera teve a serenidade para recuar dois passos e à meia-volta desferir o remate fatal, com o guardião contrário ainda a tentar evitar o golo, mas já dentro da sua baliza.























O Belenenses tentou reagir e aos 45'+1', Yebda dispôs de uma boa oportunidade para fazer a igualdade, mas José Sá estava no sítio certo e resolveu.

Ao intervalo a vitória era justa mas pecava imenso por defeito, face à ineficácia portista.

No tempo complementar a equipa forasteira apareceu mais ambiciosa e mais adiantada no terreno, enquanto os azuis e brancos preferiram amornar o jogo, na tentativa de evitar maior desgaste. O jogo foi então mais dividido, mas continuaram a pertencer ao FC Porto os mais prometedores lances de ataque.

Sérgio Conceição mexeu na equipa tirando Hernâni aos 60' para introduzir Jesús Corona. A entrada do mexicano veio trazer novos índices de confiança e mais perigo junto à baliza contrária, numa altura em que já havia jogadores portistas a arrastarem-se no relvado.

Sérgio Oliveira e Galeno, entraram para os lugares de André André e Brahimi e o médio portista chegou mesmo a desperdiçar uma nova ocasião de golo, até que aos 90', Aboubakar sentenciou a partida com um de grande nível. Primeiro sentou literalmente o defesa e à saída do guarda-redes picou-lhe a bola, num chapéu de belo efeito.





















Estava assim concretizada com todo o mérito a 10ª vitória em 11 jornadas e a manutenção da liderança isolada.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

RANKING GOLEADORES PORTISTAS - Nº 215













MARC JANKO - Goleador Nº 215

Apontou 5 golos em 12 participações oficiais com a camisola do FC Porto, ao logo de apenas meia temporada da época de 2011/12. Foi reforço de Inverno, juntamente com Lucho Gonzalez.

Marc Janko nasceu no dia 25 de Junho de 1983, em Viena, Áustria e foi já objecto de tratamento individual, neste blogue, na rubrica «iINTERNACIONAIS PORTISTAS», editado em 25 de Fevereiro de 2013, onde constam as incidências mais relevantes da sua carreira, até essa data e que poderão ser recordadas clicando aqui.

Por essa razão vou apenas complementar com informações que actualizem de algum modo essa primeira abordagem.
























Como se referiu então, a sua estreia no FC Porto foi na Taça da Liga, frente ao Vitória de Setúbal e é desse encontro a foto que se segue, documentando a sua titularidade. Foi chegar, alinhar e marcar:































Acrescentar que na Turquia, Marc Janko, em duas temporadas (2012/13 e 2013/14), participou em 30 jogos e marcou apenas 4 golos.

Seguiu-se uma experiência na Austrália (2014/15), para representar o Sidney FC (24 jogos/16 golos); Regresso à Europa (2015/16 e 2016/17), representando os suíços do FC Basel (66 jogos/35 golos) e finalmente esta temporada (2017/18), na Rep. Checa, envergando o emblema do Sparta de Praga (leva 6 jogos disputados e nenhum golo marcado).

Em termos de selecção nacional, Marc Janko subiu para 66 o número de internacionalizações (16 Red Bull Salzburgo, 8 FC Twent, 3 FC Porto, 13 Trabzonspor, 6 Sidney FC, 17 FC Basel e 3 Sparta Praga) e conta agora com 27 golos marcados.

Fontes: Arquivo do Blogue; Zero.zero.pt e European national football teams matches