sexta-feira, 3 de fevereiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

A arbitragem deplorável e desastrada de um péssimo artista do apito, não foi suficiente para impedir a vitória portista, no Funchal frente ao Marítimo, por dois golos sem resposta, obras de Wendell e Galeno.

Wendell abriu o activo aos 50 minutos, numa boa jogada ofensiva portista. Uribe lançou à direita Pepê que de primeira colocou atrasado na direcção de João Mário. O lateral portista fez a bola chegar a Evanilson, no coração da área mas de costas para a baliza. Toque de primeira para Wendell. O lateral esquerdo portista recebeu, recuou dois passos, enquadrou-se com a baliza e disparou forte e colocado, obtendo um belo golo.


Segundo golo da temporada (1 no campeonato nacional e 1 na taça da liga) e o terceiro de Dragão ao peito, que o faz subir vertiginosamente ao 301º lugar deste ranking na companhia de um autêntico pelotão, que seria fastidioso aqui enumerar.




















O golo da confirmação da vitória portista aconteceu cinco minutos depois (55') por Galeno a concluir com autoridade um cruzamento atrasado de Pepê.


Décimo quarto golo da temporada (8 no campeonato nacional, 2 na taça de Portugal, 2 na taça da liga e 2 na liga dos campeões). Soma agora 16 golos pela equipa principal do FC Porto,  com subida ao 131º lugar, na companhia de Freitas (1944/45 a 1948/49 - 35 jogos), Boavida (1945/48 e 1946/47 - 12 jogos), Celso (1985/86 a 1987/88 - 96 jogos), Cristian Rodríguez (2008/09 a 2011/12 - 121 jogos) e Walter (2010/11 e 2011/12 - 32 jogos).





















quarta-feira, 1 de fevereiro de 2023

TRIUNFO NA MADEIRA, MESMO COM ÁRBITRO CARUNCHOSO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto venceu o Marítimo, na sua deslocação à Madeira, apesar de uma arbitragem verdadeiramente deplorável, de um interprete que não sabe dignificar a sua classe e que por isso devia dedicar-se a outra profissão, uma que ele tivesse mais competência.

Sérgio Conceição procedeu a duas alterações no onze principal, relativamente ao jogo anterior, para a Taça da Liga. Cláudio Ramos e Stephen Eustaquio (lesionado) deram os seus lugares a Diogo Costa e Bernardo Folha.

























Sem margem para sacrificar mais pontos, os campeões nacionais deslocaram-se ao Funchal com o intuito de garantir a vitória. Entraram fortes no jogo mas rapidamente se viram subjugados por um Marítimo muito agressivo, às vezes a desafiar as leis do jogo com a complacência do "artista" do apito, aproveitando essa benesse para travar as fracas tentativas portistas de chegar com perigo à sua área.

A equipa azul e branca parecia amedrontada e durante a primeira parte apresentou-se de algum modo desconfortável, face à passividade do árbitro que foi poupando segundos amarelos a jogadores da casa (Moreno e Val Soares), enquanto foi muito lesto a expulsar Bernardo Folha, com duplo amarelo, por faltinhas (38'). O marítimo aproveitou bem esse desconforto a aproximou-se com algum perigo da baliza portista.

Esta performance do árbitro acabou por fazer mais vítimas azuis e brancas, com as expulsões do treinador adjunto, Vítor Bruno e depois do próprio Sérgio Conceição, ambos por protestos civilizados.

Já completamente desorientado, o protagonista deste filme ainda expulsou Moreno (42'), com o intervalo a chegar sem golos.

Mehdi Taremi já não regressou e para o seu lugar entrou Evanilson. O FC Porto entrou decidido e em dez minutos fez os dois golos, o primeiro por Wendell (50') e o segundo por Galeno (55').

A vencer confortavelmente, os Dragões dominaram o resto da partida com tranquilidade, assegurando os três pontos.

Galeno foi considerado o Homem do Jogo, Evanilson recebeu o prémio Mérito e Valores Porto e Diogo Costa o Clean Sheet.





 

segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Stephen Eustaquio e Iván Marcano estiveram em destaque, ao marcarem os golos da vitória sobre o Sporting, que garantiu a primeira Taça da Liga para o Museu do FC Porto, que desta forma completa a colecção de troféus oficiais (nacionais + internacionais) que mais nenhum clube português conseguiu ainda.

Nesta final, jogada em Leiria, o marcador começou a funcionar aos 10 minutos, na sequência de uma jogada de Pepê que conduziu a bola até à linha de fundo, cruzando atrasado. Wendell recolheu com toque para o lado a solicitar Eustaquio. O médio portista enquadrou-se com a baliza e disparou ao canto superior, fazendo a bola passar por entre as mãos de Adán.


Sétimo golo de Eustáquio, quer da temporada como de Dragão ao peito (2 no campeonato nacional, 1 na taça de Portugal, 2 na taça da liga e 2 na liga dos campeões). Subiu ao 203º lugar deste ranking, na companhia de Carlos Mesquita (1930/31 a 1935/36 - 18 jogos), Vlk (1990/91 a 1992/93 - 42 jogos), Latapy (1994/95 e 1995/96 - 56 jogos), Fernando Mendes (1996/97 a 1998/99 - 91 jogos), Paredes (2000/01 e 2001/02 - 92 jogos), Marco Ferreira (2002/03 e 2003/04 - 35 jogos), Diego (2004/05 e 2005/06 - 63 jogos), Defour (2011/12 a 2013/14 - 113 jogos), Quintero (2013/14 e 2014/15 - 64 jogos), Hernâni (2014/15 e 2017/18 a 2018/19 - 32 jogos) e Adrian Lopez (2014/15, 2015/16 e 2018/19 - 52 jogos).




































O golo da confirmação surgiu aos 86 minutos, dpois de um passe de João Mário a desmarcar a entrada de Pepê que foi mais uma vez à linha de fundo cruzar para o segundo poste onde apareceu Marcano, livre de adversários, a cabecear para o fundo da baliza.


Quinto golo na temporada para o central portista (3 no campeonato nacional, 1 na Taça de Portugal e 1 na taça da liga), com um acumulado de 26 golos, que o coloca na 90º posição, na companhia de Petrak (1939/40 e 1940/41 - 33 jogos), Ademir (1975/76 a 1977/78 - 68 jogos) e Alex Telles (2016/17 a 2019/20 - 195 jogos).


















Clicar nos quadros para ampliar


domingo, 29 de janeiro de 2023

E POR FIM, A TAÇA QUE FALTAVA

 
















FICHA DO JOGO
































SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto venceu finalmente a Taça da Liga, a única que faltava no seu Museu, completando a colecção de todas as provas oficiais nacionais e internacionais, feito inédito entre equipas portuguesas.

O confronto com o Sporting era tido como de dificuldade máxima e por isso, Sérgio Conceição alertou para a eventualidade de ter de encarar este jogo de forma mais pragmática, valorizando muito mais o resultado do que a exibição.

O onze inicial escolhido pelo técnico portista apresentou duas alterações, relativamente ao jogo anterior, frente ao Académico de Viseu. Galeno e Taremi renderam Verón e Namaso.
























Os campeões nacionais queriam muito vencer este troféu, mentalidade que reina desde a chegada de Sérgio Conceição, que eu acompanho porque sempre defendi que o Clube tem a obrigação de entrar em qualquer jogo e competição, para ganhar. Sempre fui contra a desvalorização desta taça, mesmo tendo em conta algumas peripécias estranhas que dominaram esta competição. Trata-se de um título, mas mesmo que não o fosse, eu  tal como o nosso treinador, não gostamos de perder, nem a feijões.

Esse querer muito ficou patente na equipa portista durante os primeiros 10 minutos, altura em que Eustáquio inaugurou o marcador, num remate forte, que o guardião leonino não conseguiu deter, ainda que tenha conseguido tocar na bola. Pareceu-me mal batido e por isso um golo com sabor a frango, mas na altura justo.

A partir de então o Sporting reagiu, tomou conta da partida e o FC Porto limitou-se praticamente a defender a vantagem, com unhas e dentes. Veio ao de cima o tal pragmatismo de que Sérgio falara, esquecendo a exibição para defender o resultado.

Contudo, penso que aos Dragões se exigia mais capacidade para ter bola e não correr os riscos que acabou por correr (viram a bola embater nos ferros da sua baliza).

Na segunda parte a equipa portista corrigiu essa situação e o jogo começou a correr melhor, mais encaixado e sem grandes oportunidades para ambos os lados. Foi então que o mau génio dos jogadores adversários se começou a fazer notar, transformando um jogo de futebol em jogo de rugby! Valia tudo, empurrões, rasteiras, pontapés nas canelas, pisões e cotoveladas. O pobre Pinheiro ainda tentou pôr água na fervura com a mostragem de alguns amarelos, mas não teve coragem para fazer cumprir as leis em toda a sua acepção, exceptuando no minuto 72, quando expulsou Paulinho, por cotovelada na cara de Otávio.

A partir daí só deu FC Porto e Marcano, aos 86 minutos confirmou a vitória com cabeçada para o fundo das redes leoninas.

O jogo terminou com cenas pouco edificantes, onde a má criação e mau perder dos jogadores do Sporting ficou evidente. Matheus Reis levou um amarelo (96'), não gostou da côr e foi dar a cheirar a brilhantina a João Pinheiro, encostando-lhe a cabeça, mas o árbitro, gostou do cheiro ou faltou-lhe coragem para mostrar o cartão vermelho.

Vitória sem grande brilho, é certo, mas que obedece ao caminho traçado pela equipa técnica portista, ganhar, ganhar, ganhar.

Pepê foi considerado o Homem do jogo, Eustáquio o Mérito e Valores Porto e Cláudio Ramos o Clean Sheet.

Sérgio Conceição tornou-se o treinador portista mais triunfante (9 títulos) e o Presidente Pinto da Costa, alargou o seu palmarés de presidente mais titulado do Mundo, agora com 67 títulos.























sexta-feira, 27 de janeiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTIDTAS

O FC Porto qualificou-se para a final da Taça da Liga, ao derrotar por 3-0, o Académico de Viseu, com golos de Stephen Eustaquio (7'), Danny Namaso (66') e Bernardo Folha (79').

A entrada forte na partida rendeu o primeiro golo muito cedo. Variação de flanco operada por Otávio, para João Mário à direita. O defesa portista avançou uns passos cruzando para a pequena área onde surgiu Verón a assistir de cabeça para a entrada vitoriosa de Eustaquio.


Sexto golo da temporada para o médio luso-canadiano (2 no campeonato nacional, 1 na taça de Portugal, 1 na taça da liga e 2 na liga dos campeões), que o coloca na 20º posição, na companhia de mais 17 atletas entre os quais o seu colega de equipa Zaidu.




















O segundo golo pertenceu a Danny Namaso, aos 66 minutos, na sequência de uma bela jogada envolvente do ataque portista. Cruzamento da direita por Pepê que a defensiva do Académico afastou para a esquerda. Galeno recolheu, tocou para o centro na direcção de Otávio, livre de adversários. O médio portista fez a bola sobrevoar a defensiva contrária para assistir a entrada oportuna de Damaso que só teve que escolher o lado para dilatar o marcador.


Quarto golo da temporada para o avançado portista (1 na taça de Portugal e 3 na taça da liga), com o acumulado de 5 golos, pela equipa principal do FC Porto. Sobe ao 238º lugar deste ranking, também ele curiosamente na companhia de outros 17 atletas com a mesma marca.




















O terceiro e último golo pertenceu a Bernardo Folha, uma estreia a marcar pela equipa principal do FC Porto, aos 79 minutos. Pepê abriu à direita para João Mário, este cruzou para a área, Otávio simulou deixando passar a bola para Folha, que na passada rematou forte. o guarda-redes Gril defendeu à primeira devolvendo-lhe o esférico. O médio portista não foi feliz na recepção deixando-o adiantar ligeiramente na direcção de Arthur Chaves.  O defesa em desespero tentou aliviar mas apanhou Bernardo Folha pela frente a ganhar o ressalto, fazendo a bola beijar as malhas.


Bernardo Folha inscreveu o seu nome nesta vasta lista de goleadores portistas, ocupando o último lugar, mais precisamente o 442º, juntando-se a um autêntico batalhão de atletas com apenas um golo marcado (90 atletas).



quinta-feira, 26 de janeiro de 2023

PREVALECEU A LEI DO MAIS FORTE

 
















FICHA DO JOGO
































SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto bateu naturalmente o Académico de Viseu, que apesar de competitivo, nunca encontrou argumentos para contrariar o maior poderio  azul e branco.

Sérgio Conceição aproveitou este embate para proceder a 4 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior. Diogo Costa, Galeno, Toni Martínez e Mehdi Taremi, deram os seus lugares a Cláudio Ramos, Pepê, Danny Namaso e Gabriel Verón.
























Confesso que esperava um pouco mais do campeão nacional frente a uma equipa de escalão inferior, ainda que com bons desempenhos a esse nível.

É certo que os Dragões impuseram a sua superioridade, criaram uma série de oportunidades que não foram concretizadas e que poderiam ter dilatado o resultado de forma ainda mais clara. 

Também não deixaram que a sua baliza corresse grandes perigos, mas permitiram chegadas prometedoras às imediações da sua área, com alguma facilidade, demasiada facilidade.

Marcar cedo (7 minutos) deveria ter sido um bom lenitivo para uma exibição arrasadora, mas os Dragões esgotaram-se nos 20 minutos iniciais, período em que só não marcaram mais golos por pura ineficácia no remate.

Depois o Académico começou a libertar-se e também a aventurar-se, criando algumas jogadas bem elaboradas, aproveitando algumas perdas de bola inocentes dos jogadores portistas. Valeu nesta altura a grande classe dos defensores portistas, comandados pelo estratosférico Pepe, a desfazer no momento exacto toda e qualquer veleidade adversária.

A segunda parte não foi muito diferente e só melhorou com as alterações operadas por Sérgio Conceição, aos 61 minutos, com a entrada de Galeno e Folha, para os lugares de Verón e Eustaquio. O resultado dilatou em dose dupla, aos 66 e 79 minutos, por Namaso e Bernardo Folha.

Com o resultado confortável, ainda houve tempo para Taremi, Gonçalo Borges e Rodrigo Conceição renderem Namaso, Pepê e João Mário.

Os premiados deste encontro foram João Mário (Homem do Jogo), Danny Namaso (Mérito e Valores Porto) e Cláudio Ramos (Clean Sheet).





segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

O FC Porto assegurou três pontos preciosos na sua deslocação, de grau de dificuldade elevada, a Guimarães graças ao belo golo de João Mário no final da primeira parte (45'+2').

Jogada  ofensiva envolvente dos Dragões com a bola a passar sucessivamente por Galeno, Taremi, Eustaquio e Otávio, chegando finalmente a João Mário. O defesa portista, evitou um adversário com um excelente gesto técnico, para desferir o remate cruzado e  certeiro.


Trata-se do primeiro golo da temporada e o terceiro de Dragão ao peito, pela equipa principal, que lhe proporcionou uma subida de 50 lugares, mais exactamente para a 300º posição deste ranking, na companhia de um verdadeiro batalhão de atletas, entre os quais os seus colegas de equipa Marko Grujic e Fernando Andrade.