domingo, 5 de março de 2023

GOLOS BONITOS DERAM CÔR A EXIBIÇÃO DESCOLORIDA

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto regressou finalmente às vitórias, na sua deslocação a Chaves, em mais um jogo em que a nota dominante foi a péssima exibição da equipa de arbitragem, a provar a falta de qualidade dessa classe desportiva, confirmando as razões do afastamento das mais prestigiadas provas internacionais.

Sem a possibilidade de utilizar João Mário e Matheus Uribe, por terem sido expulsos no jogo anterior, Sérgio Conceição foi mais longe e operou cinco alterações no onze titular. Para além dos dois castigados, Wendell, Pepê e Mehdi Taremi não foram opções iniciais. Rodrigo Conceição, Zaidu, Marko Grujic, André Franco e Toni Martínez foram os eleitos.

























Já com o campeonato praticamente entregue de bandeja ao clube do regime, quiçá para fazer esquecer o alvoroço que os variados processos em investigação estão a provocar, os Dragões entraram em campo com a missão de lutar, contra tudo e contra todos, por o máximo de pontos possíveis.

As circunstâncias da inesperada derrota, no jogo anterior parece ter deixado algumas marcas. A equipa vai acusando desconfiança em alguns momentos do jogo, que a levam a cometer erros, principalmente defensivos que dão alento aos seus adversários e os tornam mais atrevidos.

Ainda assim, os campeões nacionais começaram relativamente bem, em termos atacantes e chegaram ao golo aos 15 minutos num belo remate de Danny Namaso. Em vantagem no marcador, era suposto a equipa ganhar tranquilidade, mas aos 22 minutos, Diogo Costa fez uma deficiente reposição de bola com as mãos, aproveitada pelos da casa para colocar as suas redes em grande perigo. O próprio teve de fazer uma intervenção de elevada dificuldade para evitar o golo do empate.

O Chaves começou a acreditar e aos 35 minutos voltou a ameaçar, com Diogo Costa a ter de intervir novamente.

Já quase em cima do intervalo, os Dragões lograram dilatar a vantagem em mais um belo golo, agora de Otávio (43').

Essa vantagem deveria dar a tranquilidade que a equipa necessitava, mas no regresso das cabines a equipa portista mostrou-se demasiado vulnerável e nervosa. Marcano evitou o golo do Chaves, afastando a bola quase em cima da linha fatal (49') e aos 51' Zaidu tocou imprudentemente no seu adversário, dentro da área e o árbitro nem hesitou, apontando a marca de penalty (quantos verdadeiros empurrões e rasteiras aos jogadores portistas têm sido cobardemente ignorados!).

O resultado ficou perigoso e os portistas voltaram a carregar no acelerador à procura do golo da tranquilidade. Namaso (64') esteve perto de ser feliz e Toni Martínez (80') conseguiu mesmo introduzir a bola na baliza, com um remate espectacular, mas viu o golo ser anulado por fora de jogo.

Foi já com Taremi em campo (entrou aos 83 minutos), que o marcador voltou a funcionar, com assistência do iraniano para o remate fácil de cabeça de Toni Martínez (96').

Vitória justa frente a um adversário competitivo, que ficou reduzido a 9 por expulsões, uma justa (João Mendes) e outra polémica (Jô Batista). Polémica porque a equipa de arbitragem, como já disse acima; foi péssima na apreciação de uma série de lances. O primeiro amarelo ao jogador do Chaves foi inacreditável, como foi a falta sobre Otávio, perto da área do FC Porto, transformada em livre contra. Enfim, é o que temos.

Otávio foi considerado o homem do jogo e Toni Martínez arrecadou o prémio Mérito e Valores Porto.




quarta-feira, 1 de março de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

 Mehdi Taremi foi o autor do único golo portista, na derrota (1-2) frente ao Gil Vicente.

Saída rápida para o ataque, com entendimento entre o avançado iraniano e Danny Namaso, com este a devolver para o remate certeiro, a bater o guardião do Gil Vicente, no minuto 4 do encontro.


Vigésimo primeiro golo na temporada (2 na supertaça C.O., 12 no campeonato nacional, 2 na taça da liga e 5 na liga dos campeões) e 70 golos de acumulado, de Dragão ao peito.

Mantém o 23º lugar deste ranking e paulatinamente vai-se aproximando do número de golos que lhe permitirá subir ao TOP-20.





















segunda-feira, 27 de fevereiro de 2023

APAF DE PARABÉNS POR MAIS UM EXEMPLAR TRABALHO AO SERVIÇO DO BENFIQUISTÃO

 
















FICHA DO JOGO


SISTEMA TÁCTICO
























O FC Porto sofreu mais uma derrota inoportuna, hipotecando praticamente a corrida pela revalidação do título, algo que começou comprometido pela "imposição" mediática do Benfiquistão bafiento, mafioso e corrupto de que sofre uma boa parte da sociedade civil e desportiva deste Império falido à beira mar plantado.

Depois de uma exibição prometedora, ainda que com resultado negativo, em Milão, na prova rainha do futebol europeu, os Dragões regressaram a casa para disputar mais uma jornada do campeonato indígena, onde as vicissitudes sui generis  deste Portugal dos pequeninos, mais conhecido por benfiquistão, "empurraram" para uma diferença pontual, em relação ao líder, ferida de verdade desportiva e impossível de anular, face ao protecionismo escandaloso e sistemático que lhe tem sido dedicado, em flagrante contraste com a despudorada arbitrariedade de que tem sido vítima.

Sem margem para ceder pontos, mas consciente da necessidade de gerir o seu plantel, tendo em conta o calendário apertado e as lesões, Sérgio Conceição procedeu a três alterações no onze titular, para defrontar o Gil Vicente. Wendel, Eustaquio e Damaso, renderam Zaidu, Grujic e Galeno, este último por lesão.

























A entrada no jogo foi forte e ameaçador, a marcar logo na jogada de saída, mas num lance bem invalidado por fora de jogo. Continuou a massacrar e chegou à vantagem por Taremi (4'). Pepê desperdiçou escandalosamente o segundo, aos 8 minutos e Namaso fez a bola esbarrar no ferro, aos 17'.

Foram cerca de 25 minutos de futebol ofensivo, lúcido, intenso e dinâmico a que só faltou uma melhor eficácia no remate.

Depois, o Gil Vicente começou a fazer aproximações perigosas e muito consentidas à área portista e numa falha clamorosa da defesa, surgiu o golo da igualdade (26').

O futebol propriamente dito terá acabado por aí. Os elementos da APAF destacados para dirigirem este jogo, acharam por bem associarem-se ao desconcerto da véspera em Vizela, transformando o jogo num fartar vilanagem com decisões de bradar ao Céu, autênticos atentados às leis do jogo, numa interpretação das leis bem peculiar e obviamente em prejuízo dos campeões nacionais.

Desde a expulsão de João Mário (33') à grande penalidade assinalada a Uribe (45'), ambas pela intervenção do VAR, passando pelo pisão em Taremi e uma mão de Rúben Fernandes, ambos dentro da área minhota, que passaram em claro, tudo serviu para beneficiar... os do costume.

Já agora, a grande penalidade deveria ter sido repetida por invasão da área de Morita, mas os artistas da APAF, a avaliar pelo desempenho, não devem saber as regras do jogo.

O segundo tempo foi uma verdadeira odisseia para a equipa portista. Nove contra dezasseis é muito fruto vermelho. Mas Dragões que são Dragões não viram a cara a luta e deixaram tudo em campo, batendo-se com muita raça e determinação até ao limite das suas forças. Tiveram oportunidades para pelo menos empatar, mas continuou a faltar um pouco de sorte e alguma pontaria no remate.

A derrota castiga exactamente essa falta de eficácia e premeia principalmente a mentira desportiva que vai ensombrando o desenrolar deste campeonato.

Enquanto a justiça não for capaz de cumprir o seu papel, os prevaricadores continuarão a sentirem-se como peixes na água. 


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2023

DIFERENÇA ESTEVE NA EFICÁCIA

 
















FICHA DO JOGO
































SISTEMA TÁCTICO

























Ao 23º jogo, enfim a derrota! O FC Porto sentiu o amargo sabor da derrota, na sua deslocação a Milão, frente ao Inter local, em jogo da 1ª mão dos oitavos-de-final da Liga dos Campeões.

Depois de algumas contrariedades em termos de lesão, Sérgio Conceição pode finalmente contar com Matheus Uribe, Otávio e Galeno que se juntaram a Zaidu, para somar 4 alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Rio Ave, relegando para o banco de suplentes Wendell, André Franco, Stephen Eustaquio e Toni Martínez. Evanilson também recuperou e foi suplente utilizado.

























Um cartão vermelho aos 78 minutos precipitou uma derrota imerecida, já que o FC Porto se exibiu com muita personalidade, batendo-se de igual para igual, com várias oportunidades de golo falhadas, ao contrário do seu adversário que foi mais eficaz, concretizando uma das várias oportunidades criadas.

Mérito do Inter e sensação de alguma frustração, exactamente por via da ineficácia, num jogo equilibrado em que as melhores oportunidades pertenceram mesmo aos Dragões e em que se destacaram os dois guarda-redes, com defesas vistosas e de elevada dificuldade.

Nota negativa para a expulsão de Otávio e para a necessidade de substituição de Galeno, aos 51 minutos por nova debilidade física.

Dentro de três semanas, os campeões nacionais portugueses terão então o ensejo de procurar reverter este resultado, no seu estádio e avançar para os quartos-de-final da prova.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Num jogo previsivelmente difícil, na recepção ao Rio Ave, Sérgio Conceição, algo limitado pelo calvário de lesões que tem ultimamente assolado o plantel portista, apostou no regresso à titularidade de Toni Martínez, aposta ganha já que foi ele o autor do único golo da partida, que garantiu os três almejados pontos.

Golo aos 45 minutos que começou na cobrança de um livre, a castigar pisão de Pantalon em Stephen Eustáquio. O próprio cobrou para Pepê a solicitar Wendell pelo corredor esquerdo. O lateral postista recebeu, adiantou um pouco a bola e cruzou em última instância perante a aproximação de um defesa. A bola foi na direcção de Mehdi Taremi, que sem condições de remate, fez simulação, deixando passar para o toque de classe e oportuno de Toni Martínez, a carimbar esta importante vitória.


Décimo golo na temporada para o avançado portista (3 no campeonato nacional, 5 na taça de Portugal e 2 na taça da liga) e o 25º de Dragão ao peito, que o coloca na 95ª posição deste ranking, agora na companhia de Norman Hall (1922/23 a 1930/31 - 25 jogos), José Carlos (1989/90 a 1995/96 - 102 jogos), Jorge Costa (1992/93 a 2004/05 - 383 jogos) e de Clayton (1999/00 a 2002/03 - 117 jogos).


















 










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domingo, 19 de fevereiro de 2023

TRÊS PONTOS GARANTIDOS NUM JOGO COMPLICADO

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























O FC Porto conseguiu transpor mais um enorme obstáculo, tendo em conta o contexto actual que atravessa (muitas lesões e um denso calendário) ao vencer o Rio Ave, equipa bastante competitiva que deu muitas dores de cabeça, como se esperava.

Face à anormal onda de lesões (Fábio Cardoso, Otávio, Matheus Uribe, Galeno, Gabriel Verón e Evanilson), Sérgio Conceição procedeu a 3  alterações ao onze titular. Wendell, Stephen Eustaquio e Toni Martínez renderam Zaidu, Uribe e Evanilson.

























Num jogo que se tornou muito complicado para o FC Porto porque apanhou um Rio Ave bastante competitivo, a primeira parte foi muito dividida e com momentos de grande aflição para a defensiva portista que teve em Diogo Costa um dos principais responsáveis pelo resultado positivo ao intervalo. 

Os azuis e brancos depararam-se com um adversário muito bem organizado defensivamente, conseguindo evitar, de uma forma geral, chegadas portistas à sua área. A par disso, foram capazes de criar jogadas ofensivas, muito bem construídas e perigosas que puseram em sentido a defensiva portista. Falharam na eficácia do remate (5 com 3 enquadrados) e tiveram pela frente um dos melhores guarda-redes do Mundo.

Os azuis e brancos falharam de certo modo na construção ofensiva (3 remates), com a excepção da jogada do golo, único remate enquadrado, mas também na fraca agressividade do seu meio campo, onde os vila condenses se sentiram bem confortáveis.

O golo de Toni Martínez, em cima do intervalo, foi a pedrada no charco.

No segundo tempo o FC Porto entrou bem melhor em termos ofensivos, a criar algumas oportunidades mas a não concretizar. Foi Sol de pouca dura porque o Rio Ave voltou  a equilibrar e até a preocupar face ao futebol mais esclarecido que colocava em campo. 

O empate esteve perto de acontecer, não fora a boa exibição de Diogo Costa e também a deficiente eficácia dos jogadores do Rio Ave.

Vitória feliz, algo lisonjeira, numa exibição preocupante. Três pontos importantes que mantém a chama do título bem acesa.

Stephen Eustaquio foi considerado o Homem do jogo e os outros premiados foram Toni Martínez (Mérito e Valores Porto) e Diogo Costa (Clean Cheet).




quarta-feira, 15 de fevereiro de 2023

RANKING GOLEADORES PORTISTAS

Em Alvalade o FC Porto voltou a vencer, contra ondas e marés, velhos do Restelo, dos marretas das TVs e uma seita de alienados que vão destilando a sua estupidez contra tudo que tem o carimbo dos Dragões. Coitados como sofrem!

A vitória por 2-0, começou a ser concretizada aos 60 minutos. Jogada pelo lado esquerdo, Galeno a tocar para Grujic e este a meter à entrada da área para Uribe. O médio colombiano recebeu e na tentativa de assistir Mehdi Taremi, viu a bola tabelar em Ugarte, ganhando o ressalto que o colocou livre de adversários com a baliza em ponto de mira. Na cara do guardião Adám, executou um remate em jeito, com muita classe, inaugurando o marcador.


Terceiro golo na temporada para o médio azul e branco (2 no campeonato nacional e 1 na liga dos campeões) com um acumulado de 13 golos de Dragão ao peito, que o coloca na 143ª posição deste ranking, na companhia de Reboredo (1936/37 a 1938/39 - 39 jogos), Humaitá (1959/60 - 23 jogos), Mangala (2011/12 a 2013/14 - 97 jogos), Danilo (2011/12 a 2014/15 - 141 jogos) e Maicon (2009/10 a 2015/16 - 177 jogos).


















































O golo da confirmação da vitória portista surgiu no minuto 94, por Pepê, na sequência de uma reposição longa de Diogo Costa que Toni Martínez ganhou de cabeça, com toque para a frente na direcção do médio brasileiro. Recepção perfeita, dois toques na bola em progressão que o deixou isolado a caminho da baliza leonina. Já em plena área e à saída de Edám, Pepê com um belo gesto técnico picou a bola por cima do guarda-redes, obtendo um golo de alta nota artística, para gáudio de todos os portistas e arrancando um sorriso dos lábios de Sérgio Conceição.


Quinto golo na temporada (4 no campeonato nacional e 1 na taça da liga) com um acumulado de 11 golos com a camisola do FC Porto. Subiu ao 164º lugar e tam agora a companhia de Balbino (1921/22 a 1929/30 - 14 jogos), Carlos Manuel (1964/65 a 1966/67 - 37 jogos), Octávio (1975/76 a 1979/80 - 115 jogos), Romeu (1979/80 a 1982/83 - 98 jogos), Rui Filipe (1991/92 a 1994/95 - 98 jogos), Emerson (1994/95 e 1995/96 - 89 jogos), Mielcarski (1995/96 a 1998/99 - 56 jogos), Sérgio Conceição (1996/97 a 1997/98 e 2003/04 - 89 jogos), Mariano Gonzalez (2007/08 a 2010/11 - 121 jogos), Kléber (2011/12 a 2011/12 - 43 jogos), Miguel Layún (2014/45 e 2015/16 - 59 jogos) e Felipe (2016/17 e 2017/18 - 63 jogos).

































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