segunda-feira, 21 de setembro de 2026

DRAGÃO «DESPACHOU ENCOMENDA» DA FRENÉTICA COMUNICAÇÃO SOCIAL

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO

























A cada vez que a equipa dos seis milhões se tem de deslocar ao Dragão, é certo e sabido que na semana que antecede o jogo, os cartilheiros, as personagens disfarçadas de jornalistas e seus quejandos, saem a terreiro com histórias mirabolantes, encharcando de mentiras, jornais, pasquins, programas ditos desportivos, com o intuito de destabilizar  o clube que mais os perturbam no seu orgulho. É já um clássico, para o qual o FC Porto está mais que bem preparado.

Os «burroides» (essa espécie extraterrestre que pulula na Comunicação Social), ainda não perceberam que esse estratagema funciona ao contrário, constituindo afinal combustível para o nosso motor.

E pronto, o Dragão lá recebeu, debaixo de mais um clima de suspeitas e nuvens negras, o seu distinto e impoluto adversário, galvanizado pela brilhantíssima proeza de vencer o AC Milan, em Itália, coisa nunca antes vista lá para os lados da capital. Fê-lo da forma habitual, como se fosse defrontar apenas mais um adversário que luta pelos mesmos objectivos internos, mas com a convicção de que para se renovar o título que orgulhosamente ostenta, tem que se concentrar no que realmente importa e decide.

Foi exactamente o que aconteceu. O FC Porto foi igual a si próprio, não alterou uma vírgula à sua filosofia de jogo a voltou a sair-se bem, com mais uma vitória insofismável, por uns claros 3-1, que o coloca na posição privilegiada de cada vez mais líder, agora com a vantagem de 5 e 6 pontos para os seus rivais da capital do Império.

Francesco Farioli apresentou duas alterações no onze titular, relativamente ao jogo anterior, frente ao Casa Pia. Martim Fernandes e Victor Froholdt, renderam Francisco Moura e Hwang Inbeom.

























A equipa adversária até entrou melhor no encontro, explorando algum nervosismo inicial da turma da casa, mas os campeões nacionais lá conseguiram estabilizar o seu jogo, a criar algum perigo e a chegar mesmo à vantagem, aos 30 minutos, com Gabri Veiga a desviar para a baliza contrária.

O espírito quezilento com que alguns atletas encararam esta partida, acabou por ditar uma expulsão, por acumulação de cartões amarelos. Lenglet, o nº 2 do Benfica foi tomar banho aos 35 minutos, deixando a sua equipa em inferioridade numérica, mas a equipa portista ao invés de triturar o adversário, manteve o seu estilo de jogo e até ao intervalo quase não se deu por essa diferença numérica.

No regresso dos balneários, os azuis e brancos entraram mais relaxados, quiçá convencidos que com menos um, o adversário teria perdido a ambição e vai daí, num momento de distracção, consentiram o empate (51').

Os Dragões acordaram, respondendo de pronto e de forma demolidora, com dois golos de rajada, de Froholdt (54') e Inbeom (60'), resolvendo desde logo a tendência do desfecho deste encontro.

Vitória correcta da equipa de pontaria mais afinada.

Entretanto, os cães, rosnaram, alguns ladraram, outros uivaram e a caravana passou indiferente à intensidade dos ruídos.

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