domingo, 3 de maio de 2026

CAMPEÃO A DUAS JORNADAS DO FIM, CONTRA TUDO E CONTRA OS TOLOS

 
















FICHA DO JOGO



























SISTEMA TÁCTICO
























Quatro anos depois, o FC Porto reconquistou o campeonato nacional, desta feita com duas jornadas ainda por disputar, ao vencer por 1-0, na recepção ao Alverca.

Agora livre de outras competições, Farioli não viu necessidade de gerir o plantel, procedendo apenas a uma alteração no onze titular, relativamente ao jogo anterior frente ao Tondela. Zaidu regressou à equipa após lesão e Thiago Silva voltou ao banco de suplentes.
























Foi num ambiente de festa e de grande confiança que o Dragão recebeu a equipa portista para este jogo, que se esperava de consagração, face à distância pontual dos rivais. Bastaria um empate para que o objectivo se concretizasse já que as papoilas saltitantes não foram além de um empate em Famalicão.

Por isso, a expectativa aumentou porque a famigerada pressão baixou naturalmente um pouco. Esperava-se uma exibição tranquila, lúcida, inteligente, com largos períodos de domínio absoluto e quiçá a eficácia suficiente para garantir uma vitória confortável que não desse azo a sobressaltos nem a surpresas indesejáveis.

Sendo certo que o desiderato principal seria a consagração do título, não seria pedir muito que a exibição encarnasse de algum modo o espírito festivo que vinha das bancadas.

Porém, os jogadores portistas, na sua grande maioria, estavam a viver a sensação de serem campeões pela primeira vez, pelo que o nervoso miudinho apoderou-se de tal maneira que o futebol acabou por ser prejudicado. Valeu-nos então a experiência dos mais velhos que se bateram galhardamente para construir a vitória, mas também para a defender com unhas e dentes, com muita raça, muita ambição e muita união.

O Alverca foi um adversário muito competitivo que foi aproveitando este estado de espírito para levar algum pânico à área portista, mas felizmente a falta de eficácia, por um lado e a boa actuação da defensiva portista, por outro, acabaram por anular as tentativas adversárias.

No final a vitória tangencial acaba por beneficiar quem conseguiu acertar nas redes da baliza e esse foi Bednarek na sequência de um canto cobrado por Gabri Veiga, aos 40 minutos. Terá sido um dos poucos lances que correu bem ao conjunto portista.

Vitória, apesar de tudo saborosa porque garantiu o 31º título nacional, de um campeonato que valeu sobretudo por uma primeira volta inédita, com 16 vitórias e 1 empate (frente ao Benfica, da forma que já sabemos), para surpresa dos maluquinhos e alienados que pululam na Comunicação Social, verdadeiros idiotas, trapaceiros e intelectualmente falidos, que vão para as televisões fazer figura de asnos. Que Deus lhes perdoe, porque é deles o reino dos Céus.

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