O clássico na Luz teve sabor agridoce, num jogo em que o FC Porto esteve por cima na maior parte do jogo, conseguindo uma vantagem relativamente confortável, inclusivamente com sérias ameaças de dilatar o resultado, acabando por hipotecar a possibilidade de vitória categórica com dez minutos finais influenciados por perda de organização, face às substituições marcadas pelo condicionamento de jogadores amarelados (Gabri Veiga e Pepê) e debilidade física (Martim Fernandes), mas também pelo menor rendimento dos substitutos, incapazes de manter o nível dos colegas.
Victor Froholdt (10 minutos) e Oskar Pietuszewski (40 minutos) foram os autores dos golos portistas.
Passe de Alan Varela, do grande circulo central, a desmarcar Froholdt, que se adiantou aos centrais, entrou na área rematando contra Trubin. Na recarga, o nº 8 portista fez a bola passar por entre as pernas do guarda-redes.
Quinto golo de Dragão ao peito (4 na liga portuguesa e 1 na taça de Portugal), subindo ao 251º lugar deste ranking, na companhia de mais 20 atletas com a mesma marca.
Segundo golo com a camisola do FC Porto (ambos na liga portuguesa) que o faz ascender ao 372º lugar, na companhia de um extenso pelotão de atletas, entre os quais Pablo Rosário e Nehuén Pérez, seus companheiros de plantel.



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