sexta-feira, 6 de dezembro de 2019

VITÓRIA GARANTIDA SEM BRILHO
















FICHA DO JOGO






























SISTEMAS TÁCTICOS


























O FC Porto venceu o Casa Pia na 2ª jornada do Grupo D, da Taça da Liga, colocando-se em situação privilegiada para se qualificar para a final-four da prova, faltando disputar a 3ª jornada em Chaves, clube com quem partilha a liderança do grupo, com os mesmos 6 pontos mas com vantagem na diferença de golos, 4-0 versus 2-0, primeiro critério de desempate em caso de igualdade pontual.

Sérgio Conceição promoveu 10 alterações no onze titular, mantendo apenas Wilson Manafá, relativamente ao jogo anterior, enquanto Rui Duarte, treinador do Casa Pia, praticamente sem hipóteses de qualificação preferiu fazer 7 alterações.

Foi um jogo sem grande história ,com a equipa mais forte a comandar do princípio ao fim, sem passar por grandes calafrios face à gritante diferença de nível.

Ainda assim, a equipa portista não conseguiu rubricar uma exibição aceitável já que patenteou quase sempre falta de entrosamento, fraca qualidade de passe, dificuldades de recepção da bola, insistência na jogada individual com resultados frustrantes, precipitação na tomada de decisões, especialmente no último terço do relvado e uma incapacidade gritante para criar lances de perigo.

As excepções foram as jogadas dos 3 golos e mais duas ou três que denotaram falta de eficácia no remate, com destaque para Soares que aos 31 minutos, na cara do guarda-redes atirou para fora.

O Casa Pia, apesar de desfalcado, deixou boa impressão, especialmente pela qualidade de passe e critério de jogo, claudicando de forma quase ingénua na zona ofensiva, não conseguindo chegar com perigo à baliza de Diogo Costa.

Saravia abriu a contagem no minuto 50, numa antecipação de cabeça e na sequência de um passe magistral de Sérgio Oliveira, estreando-se como marcador de golos com a camisola do FC Porto. O segundo pertenceu a Luís Díaz, com um remate colocado de pé direito a fazer a bola contornar o guarda-redes e entrar junto ao poste. O último foi da autoria de Soares que com toda a frieza, recebeu um ressalto, dominou a bola, simulou o remate, sentando o guarda-redes contrário, para atirar de seguida para as redes desertas.

Vitória inequívoca da equipa mais forte, numa exibição fraquinha, mas mais que suficiente para justificar a vitória frente a um adversário modesto que no entanto teve o mérito de conseguir resistir toda a primeira parte sem sofrer golos.

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