segunda-feira, 14 de outubro de 2019

SONHO DE LIDERANÇA ACABOU EM PESADELO

A derrota de Portugal em Kiev, fez hipotecar de vez a possibilidade de terminar a fase de grupos de apuramento para a fase final do EURO/2020, na primeira posição, mas ainda não com as hipóteses de qualificação, para a qual continua a depender de si próprio.

Nestas duas  jornadas, disputadas nos dias 11 e 14 deste mês, com palcos em Lisboa e Kiev, respectivamente, frente ao Luxemburgo e à Ucrânia, o seleccionador Fernando Santos convocou os seguintes atletas:

FC Porto (Portugal): Pepe e Danilo Pereira
Benfica (Portugal): Rúben Dias e Pizzi 
Sporting (Portugal): Bruno Fernandes
Barcelona (Espanha): Nélson Semedo
Valência (Espanha): Gonçalo Guedes
Atlético Madrid (Espanha): João Félix
Nápoles (Itália): Mário Rui
Juventus (Itália): Cristiano Ronaldo
Lille (França): José Fonte 
Borussia Dortmund (Alemanha): Raphael Guerreiro
Eintracht Frankfurt (Alemanha): André Silva
PSV (Holanda): Bruma
Wolverhampton (Inglaterra): Rui Patrício, Rúben Neves e João Moutinho
Manchester City (Inglaterra): Bernardo Silva
Leicester City (Inglaterra): Ricardo Pereira
Everton (Inglaterra): André Gomes
Olympiakos (Grécia): José Sá 
Goztepe (Turquia): Beto
Lokomotiv (Rússia): João Mário


Em Lisboa frente ao Luxemburgo, Portugal alinhou da seguinte forma: Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Rúben Dias, Raphael Guerreiro, Danilo Pereira, Bruno Fernandes, João Moutinho (Rúben Neves 90'), Bernardo Silva (Gonçalo Guedes 77'), Cristiano Ronaldo e João Félix (João Mário 88').

Jogo com domínio natural de Portugal, frente ao Luxemburgo, que apesar de mais fraco, deixou boa impressão, pela organização defensiva, boa capacidade para conduzir a bola e alguns bons apontamentos individuais. Portugal teve de se empenhar para conseguir garantir a vitória, marcando 3 golos, por Bernardo Silva (16'), Cristiano Ronaldo (65') e Gonçalo Guedes (89').

Pepe e Danilo Pereira foram utilizados a tempo inteiro, realizando exibições de bom nível.

No segundo encontro disputado em Kiev, contra a líder do grupo, Portugal alinhou da seguinte forma: Rui Patrício, Nélson Semedo, Pepe, Rúben Dias, Raphael Guerreiro, Danilo Pereira, João Moutinho (Bruno Fernandes 56'), João Mário (Bruma 68'), Bernardo Silva, Cristiano Ronaldo e Gonçalo Guedes (João Félix 45').

A Ucrânia entrou muito bem no jogo, com muita confiança, a trocar bem a bola e a colocar a defensiva portuguesa em alerta. Essa atitude foi premiada com um golo de Yaremchuk logo aos 6 minutos, com os jogadores portugueses atarantados.

A equipa das quinas tardou a recompor-se, permitindo ao seu adversário dilatar o marcador aos 27 minutos, por Yarmolenko, muito por culpa da passividade de defensiva portuguesa.

A perder por 2-0, a selecção nacional lá conseguiu instalar-se no meio campo adversário, mas sem grande objectividade, perdendo algumas ocasiões por falta de lucidez e outras pela magnífica exibição do guarda-redes Pyatov.

Aos 72 minutos Cristiano Ronaldo apontou o seu golo 700, de grande penalidade por infracção de Stepanenko (interceptou a bola com o braço), que ao ver o 2º cartão amarelo, foi expulso.

Portugal aproveitou a superioridade numérica para fazer o assalto final à baliza ucraniana, mas mais uma vez com pouca ou nenhuma clarividência.

Danilo Pereira ainda acertou no poste à beira do fim da partida, não evitando a primeira derrota portuguesa nesta fase de qualificação.

Portugal pode garantir a segunda posição e a respectiva qualificação, bastando para tal vencer os dois jogos que faltam, contra a Lituânia e o Luxemburgo.

Os portistas Pepe e Danilo Pereira voltaram a executar boas exibições, durante todo o tempo, aumentando aos seus palmarés, mais duas internacionalizações:



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