sexta-feira, 7 de março de 2014

A NOVA EQUIPA TÉCNICA

Aproxima-se um novo compromisso dos Dragões, no Campeonato nacional e, em função dos maus resultados e do terceiro pedido de demissão do técnico Paulo Fonseca, Pinto da Costa não pode ficar indiferente ao ambiente carregado que se tem vivido e principalmente às dúvidas e falta de soluções evidenciadas e de algum modo confessadas pelo responsável técnico.

Desta vez aceitou o pedido de demissão e decidiu entregar interinamente a responsabilidade da orientação da equipa principal, ao técnico da equipa B, Luís Castro que terá o apoio dos seus adjuntos que transitam igualmente do FC Porto B. 

Paulinho Santos e Wil Coort, da anterior equipa técnica, mantêm as suas funções.


quinta-feira, 6 de março de 2014

DESEMPENHO PORTISTA NAS SELECÇÕES

Ontem foi dia de jogos particulares das diferentes selecções nacionais de vários países. O FC Porto teve 9 atletas do plantel principal (mais um que não fazendo parte, continua vinculado ao Clube) envolvidos nesses jogos, alguns como titulares, outros com suplentes utilizados, ainda os que não saíram do banco e outro que nem sequer se equipou.

O quadro abaixo reflecte exactamente essas incidências, com indicação do jogo, do tempo de utilização e do nº de internacionalizações totais e enquanto atletas portistas.


quarta-feira, 5 de março de 2014

DRAGÃO CATEDRÁTICO - SABIA QUE...
















... o FC Porto foi o único clube português a ganhar por TRÊS VEZES, numa mesma época, o Campeonato nacional e uma competição europeia?



A primeira vez que o FC Porto passeou a sua superioridade e classe aquém e além fronteiras, mostrando ser possível vencer simultaneamente dentro e fora do país, aconteceu na temporada de 2002/03, com José Mourinho. Os Dragões deixaram os seus rivais a 11 pontos (Benfica) e a 27 pontos (Sporting) no Campeonato nacional, venceram a Taça de Portugal (1-0, contra o U. Leiria) e ergueram a Taça Uefa, em Sevilha, frente ao Celtic de Galsgow (3-2);










Repetiu o feito, na temporada seguinte (2003/04), ainda com José Mourinho, deixando os rivais a 8 pontos (Benfica) e a 9 pontos (Sporting). Juntaram a Supertaça Cândido de Oliveira (1-0 U. Leiria) e a Liga dos Campeões, em Gelsenkirchen, frente ao AS Mónaco (3-0);












A terceira foi em 2010/11, na temporada de ouro, com André Villas-Boas, em que venceu 4 das 5 provas em que participou. Só falhou a famigerada Taça da Liga.  No Campeonato Nacional deixou os seus rivais a 21 pontos (Benfica) e a 36 pontos (Sporting). Venceu a Supertaça Cândido de Oliveira, em Aveiro (2-0 Benfica), A Taça de Portugal (6-2 V. Guimarães) e ainda a Liga Europa, em Dublin, frente ao SC Braga (1-0).






















O Benfica conseguiu-o apenas numa única vez, em 1960/61, quando ganhou  o Campeonato e a Taça dos Campeões europeus.

terça-feira, 4 de março de 2014

E O SISTEMA É...

Tem-se falado muito no sistema, no futebol português, mas sem que nunca ninguém conseguisse definir o que isso quer dizer. Houve até quem, em tempos não muito distantes, lhe atribuísse três rostos. Para uns será uma desculpa para os insucessos do seu clube; para outros o controlo sobre os árbitros; há ainda os que acham tratar-se de manipulação de resultados; os que entendem que é as negociatas com os fundos; Enfim, ideias para todos os gostos. 

Ora para mim, o sistema é algo bem mais palpável, visível, implantado,  branqueado pelos pasquins amestrados e por isso bastante diferente da ideia que esses pretendem passar para a opinião pública.

















Então o que é afinal o sistema? Vou dar algumas dicas.

O sistema é:

- Aliciar atletas de outros clubes, prometendo-lhes contratos, nas vésperas de os defrontar;

- Fazer contratos com atletas de outros clubes, na semana em que os vão defrontar;

- É vender o passe de atletas a outros clubes e garantir que os mesmos não possam defrontar o clube que os vendeu;

- É alterar os locais dos jogos, de forma unilateral, em violação clara dos regulamentos;

É preparar emboscadas aos adversários nos túneis de acesso ao relvado e balneários;

- É ter alguém na Liga de Clubes, da sua confiança, que lhe seja Leal e conivente com as coisas feitas por outro lado.

Muitas outras poderiam completar este quadro, mas não quero ser exaustivo.

A propósito, conhecem algum clube que se enquadre na perfeição, nesta definição? Pois claro que conhecem!

segunda-feira, 3 de março de 2014

GOLEADORES PORTISTAS -Nº 45












JAIME MAGALHÃES - Goleador Nº 45

Apontou 46 golos em 408 jogos em que participou com a camisola do FC Porto, ao longo das 15 épocas em que esteve ao seu serviço (1980/81 a 1994/95).

Jaime Fernandes Magalhães nasceu no dia 10 de Julho de 1962, na cidade do Porto e, pode-se dizer, foi um produto das escolas de formação do Clube, onde começou a praticar futebol.

Médio-extremo muito rápido, repentista, envolvente e senhor de oportunas assistências para golo, assinou também alguns bons e certeiros remates, contribuindo para a conquista de uma série de títulos que enriqueceram o seu palmarés.






















A sua estreia na equipa principal aconteceu em 24 de Agosto de 1980, em Alvalade, quando o técnico austríaco Hermann Stelssl o chamou para fazer os últimos 6 minutos do jogo que o FC Porto venceu por 1-2, a contar para a 1ª jornada do campeonato nacional.

Não foi muito utilizado nesta sua primeira época no plantel principal, época em que apenas marcou 3 golos, tendo feito o seu primeiro na goleada à Académica (7-0), em Abril de 1981, na 26ª jornada. Depois de conquistar o seu espaço revelou-se um jogador importante na manobra da equipa, fazendo o equilíbrio entre a defesa e o ataque.

As suas boas exibições levaram-no até à Selecção nacional principal por 20 vezes, com estreia em 18 de Novembro de 1981, frente à Escócia. Curiosamente nunca marcou com a camisola das quinas.

Na sua última época com a camisola portista fez apenas dois jogos, 1 para o Campeonato Nacional (em Chaves contra o Salgueiros, últimos 21 minutos) e 1 para a Taça de Portugal (nas Antas contra o Louletano, nos últimos 15 minutos).

Na temporada seguinte saiu para o Leça mas só participou em 4 partidas, terminando a sua carreira.

Palmarés ao serviço do FC Porto (21 títulos):
1 Taça Intercontinental (1987)
1 Taça dos Clubes Campeões Europeus (1986/87)
1 Supertaça Europeia (1987/88)
7 Campeonatos nacionais (1984/85, 1985/86, 1987/88, 1989/90, 1991/92, 1992/93 e   1994/95)
4 Taças de Portugal (1983/84, 1987/88, 1990/91 e 1993/94)
7 Supertaças Cândido de Oliveira (1980/81, 1982/83, 1983/84, 1985/86, 1989/90, 1990/91 e 1992/93)

Fontes: Almanaque do FC Porto, de Rui Miguel Tovar e ZeroaZerop.pt 

domingo, 2 de março de 2014

NA LUTA... PELO 3º LUGAR!















FICHA DO JOGO


























Decididamente esta equipa de Paulo Fonseca não sabe conservar  vantagens confortáveis, deitando tudo a perder com a habitual desorganização defensiva. Depois de mais um empate, este bastante comprometedor, parece restar ao FC Porto a luta pelo 3º lugar do campeonato nacional. E não se pode distrair muito porque o Estoril já lhe morde os calcanhares. Em apenas duas jornadas reduziu em 5 pontos a diferença pontual para os Dragões.

Paulo Fonseca teve de fazer alterações no onze titular porque não pode contar com Mangala (castigado) e pelo menos a 100%, com Jackson e Varela (estes estiveram no banco e foram chamados ao jogo em desespero de causa).

EQUIPA TITULAR





















Os azuis e brancos entraram relativamente bem no jogo, ensaiando algumas jogadas de perigo junto à área vimaranense com Ghilas em destaque pela sua capacidade física e sagacidade, provocando alguma instabilidade no último reduto minhoto. O primeiro golo nasceu de um cruzamento de Danilo, da direita. O avançado argelino apareceu com oportunidade na pequena área, obrigando um defensor contrário a intervir de qualquer jeito, de tal forma que a bola ficou jogável ao alcance de Carlos Eduardo que foi autenticamente atropelado pelo guarda-redes Douglas. Marco Ferreira, o árbitro da partida, fez o que lhe competia, assinalando a respectiva grande penalidade que Quaresma se encarregou de transformar em golo.



















Um minuto depois Ghilas esteve de novo em foco quando, lançado sob a esquerda, entrou na área, evitou dois adversários e atirou cruzado fazendo a bola esbarrar na barra, com o guardião a seguir a bola com os olhos. Aos 23 minutos, mais uma vez o argelino, surgiu na área a rematar de cabeça, mas de novo a não ser feliz, enviando a bola para fora. E ainda uma terceira vez, Ghilas, na área com um gesto técnico à matador, matando a bola no peito, deixando-se cair e rematando forte. Douglas, bem posicionado ainda defendeu para a frente, mas Licá surgiu rápido a fazer a recarga, conseguindo um golo fácil.





















O FC porto chegava assim a uma vantagem importante e confortável, muito perto do intervalo, ainda que tivesse permitido algumas incursões no seu último reduto, que poderiam ter tido consequências negativas, não fora a falta de eficácia de Maazou, que apareceu em zonas de finalização por duas ou três vezes, perante a passividade da defensiva azul e branca.

A linha média perdeu muitos passes e a facilitou a crescente instabilidade defensiva portista, tornando-se os grandes responsáveis pelo empate consentido em Guimarães.

O Vitória reagiu ao segundo golo e nos últimos minutos da primeira parte surgiram na área portista com perigo, obrigando os pupilos de Paulo Fonseca a defenderem-se de qualquer forma, sem conseguirem fazer a bola sair de perto da área. Numa jogada de insistência, Abdoulaye atrasou-se ligeiramente no recuo posicional, permitindo a Maazou aparecer isolado na cara de Helton, fazendo o primeiro golo do Guimarães.

Depois do intervalo os jogadores portistas começaram a jogar sobre brasas. Muita intranquilidade, ainda mais passes errados, defesa em apuros e pouco discernimento no ataque. Paulo Fonseca meteu Jackson e Varela, em desespero de causa e mais tarde Quintero, mas a qualidade do futebol portista nunca mais voltou a ter a qualidade da primeira metade do jogo.  O golo do empate acabou por aparecer naturalmente e foi mesmo o Guimarães que esteve mais perto de vencer o jogo. 

Esta é uma equipa sem competência, incapaz de dar confiança aos seus adeptos. O título já estava perdido, apesar do discurso bacoco do técnico que remetia para o último jogo do campeonato a discussão do mesmo, e agora o próprio 3º lugar começa a ficar em perigo.

Enfim, uma época para esquecer, pois não acredito que, mesmo nas restantes provas em que ainda está envolvido, este FC Porto seja capaz de ir muito mais longe.

sábado, 1 de março de 2014

QUE FC PORTO? A VER VAMOS...








De volta ao Campeonato nacional, não há muitas palavras que se possam adiantar sem repisar o que se tem dito sobre o momento actual da equipa. Tudo são interrogações em função da irregularidade que os Dragões vêm patenteado.

Que Porto teremos em Guimarães? Sabe-se lá! Tudo é possível. Espero que a recente qualificação para os oitavos-de-final da Liga Europa tenha alterado para melhor a confiança dos jogadores, capaz de levar de vencida o seu adversário neste jogo, para evitar cavar ainda mais o fosso que separa para os seus mais directos rivais.





















Paulo Fonseca não pode contar com o central francês Mangala, elemento decisivo em Frankfurt, por estar a cumprir castigo, depois da expulsão frente ao Estoril, na jornada anterior. Mas parece poder contar com Jackson e Varela, que estiveram em dúvida por terem regressado lesionados da Alemanha.

Talvez para precaver eventual agravamento destes elementos, o técnico portista alargou a sua convocatória a 20 elementos, com os regressos de Abdoulaye e Kelvin.

QUADRO COMPLETO DOS CONVOCADOS




















EQUIPA PROVÁVEL






















COMPETIÇÃO: Liga Zon Sagres 2013/14 - 21ª Jornada
PALCO DO JOGO: Estádio D. Afonso Henriques - Guimarães
DATA E HORA DO JOGO: Domingo, 2 de Março de 2014, às 19:15 h
ÁRBITRO NOMEADO: Marco Ferreira - A.F. Madeira
TRANSMISSÃO TELEVISIVA: Sport Tv1