OS MEUS DESTAQUES
Para além da influência importante das estruturas, administrativa, técnica e associativa, a quem cabe uma boa parte do êxito nesta temporada, os meus destaques vão para a performance dos atletas.
Num conjunto de 33 atletas, é obvio que todos tiveram os seus momentos positivos e importantes, mas, não esquecendo esse pormenor, decidi eleger estas duas figuras, como o expoente máximo de um conjunto que sem ser perfeito, conseguiu o objectivo principal, o título de campeão nacional, depois de quatro temporadas de interregno.
Diogo Costa foi muito importante na defesa da baliza, conseguindo uma marca de golos sofridos abaixo do normal, com 21 jogos sem sofrer, nos 34 deste campeonato. Foi também o jogador do plantel que mais minutos jogou, na soma de todas as competições (4346 minutos, em 49 participações das 53 possíveis).
Victor Froholdt impressionou pela sua capacidade física, alto ritmo de jogo, visão na distribuição com critério, capacidade técnica e inteligência táctica. Foi também o que participou em mais jogos (51 dos 53 possíveis).
Por tudo isto foi eleito o melhor jogador e melhor jovem da Liga.
Para além dos 21 jogos sem sofrer golos, já mencionados, apenas consentiram 18 golos, constituindo uma imagem de marca na caminhada para o título, uma defesa de betão.


