sexta-feira, 7 de outubro de 2011

ATAQUE COBRIU BURACO DEFENSIVO - OBJECTIVO MAIS PERTO

FICHA DO JOGO
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Hoje a jogar no Estádio mais belo do Mundo, a Selecção Nacional deu mais um passo importante rumo à qualificação para a fase final do Euro/2012.

Noite de muitos golos, com Portugal a sofrer mais do que inicialmente se supunha. Foram os Islandeses a criar o primeiro grande momento de perigo, com o guarda-redes Patrício a negar o golo, logo aos seis minutos de jogo.

Depois de alguma intranquilidade defensiva, Nani impôs a sua irreverência e, num ápice apontou dois golos, colocando alguma serenidade na equipa portuguesa, que acusou de algum modo a responsabilidade deste encontro. 

A equipa islandesa nunca foi pêra fácil, surpreendendo pelo seu atrevimento, abeirando-se de quando em vez, da área portuguesa com algum perigo.

Antes do intervalo Hélder Postiga faria o terceiro da noite, para gáudio de uma plateia muito bem composta e vibrante.

O jogo parecia sentenciado, porém, o atrevimento forasteiro refinou-se na segunda metade da partida, com dois golos muito consentidos por uma defesa pouco coesa e muito permeável. De repente, pairou no Dragão a possibilidade de um resultado adverso às aspirações portuguesas. A Islândia continuava incómoda e a defesa portuguesa mais intranquila.
Foi João Moutinho, um dos homens da casa, que descansou os adeptos portugueses, a dez minutos do fim, estabelecendo o 4-2, dando desta forma um novo fôlego, à equipa nacional que acelerou na procura de satisfazer o pedido das bancadas de «só mais um, só mais um». Coube aos estreante defesa-esquerdo Eliseu a concretização desse pedido. E que belo golo marcou a coroar uma exibição muito prometedora e surpreendente.

Mas o marcador não fecharia assim. Rolando, o outro homem da casa, hoje, alternando coisas boas com algumas borradas, decidiu intervir tardiamente, a mais uma investida islandesa em direcção da nossa baliza, cometendo falta dentro da área, originando o terceiro golo do adversário concretizado da marca de grande penalidade.
Melhor que a exibição foi o resultado, que coloca Portugal a um pequeno passo de atingir a fase final. Basta um empate no último confronto frente à Dinamarca.

Destaque para Nani e para o «nosso» João Moutinho. 

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

NO DRAGÃO, COM CHAMA DE CAMPEÃO!

Ora aqui está um slogan que espero ver concretizado, na próxima Sexta-feira, relativamente à participação da Selecção nacional, em mais uma jornada de qualificação para o Euro/2012.

A prova encontra-se na sua fase decisiva, com Portugal a disputar os dois últimos jogos do seu Grupo, dias 7 e 11 de Outubro. Primeiro recebe a Islândia, no que será o seu último compromisso em casa, e depois vai à Dinamarca, no jogo de encerramento. Se vencer estes dois encontros garantirá a passagem à fase final.

Portugal lidera o Grupo H, neste momento, com os mesmos pontos (13) de Dinamarca e Noruega. Em Reiquiavique, Portugal venceu os islandeses por 3-1. Contudo, não se esperam facilidades, ainda que o favoritismo português não esteja em causa.
O palco não podia ser melhor: o lindíssimo Estádio do Dragão, da ANTIGA, MUI NOBRE, SEMPRE LEAL E INVICTA CIDADE DO PORTO.
No lote de 23 atletas convocados,  três mosqueteiros do FC Porto: 

OUTROS CONVOCADOS


Braga (Portugal): Nuno Gomes
Sporting (Portugal): Rui Patrício e João Pereira
Benfica (Portugal): Eduardo e Rúben Amorim
Atlético Madrid (Espanha): Sílvio
Málaga (Espanha): Eliseu
Valência (Espanha): Ricardo Costa
Granada (Espanha): Carlos Martins
Saragoça (Espanha): Rúben Micael e Hélder Postiga
Real Madrid (Espanha): Cristiano Ronaldo
Toulouse (França): Paulo Machado
Génova (Itália): Miguel Veloso
Manchester United (Inglaterra): Nani
Chelsea (Inglaterra): Raúl Meireles
Colónia (Alemanha): Sereno
Cluj (Roménia): Beto
Besiktas (Turquia): Ricardo Quaresma
Zenit (Rússia): Bruno Alves


O seleccionador nacional encontra-se privado de uma série de jogadores importantes, por estarem lesionados, como Pepe, Fábio Coentrão, Hugo Almeida e Danny.


EQUIPA PROVÁVEL
Como no grupo dos 23 convocados se encontram 12, entre os que envergaram ou ainda envergam a camisola do FC Porto e tendo em conta que o jogo é no anfiteatro portista, se eu fosse o seleccionador nacional entraria com Beto; Ricardo Costa, Rolando, Bruno Alves e Sereno; Raúl Meireles, João Moutinho e Rúben Micael; Ricardo Quaresma, Hélder Postiga e Silvestre Varela. O Paulo Machado entrava na segunda parte! Esta seria a verdadeira selecção nacional!


Competição: Euro/2012 - fase de qualificação - 7ª Jornada - Grupo H
Palco: Estádio do Dragão - Porto
Data e hora: 07 de Outubro de 2011, às 21:00 h
Árbitro: Bas Nijhuis - Holanda
Transmissão: RTP 1

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

VENCER É O NOSSO DESTINO!

Vencer é o nosso slogan, qualquer que seja a modalidade. Equipado de azul e branco, cores do Dragão, só pode dar campeão!

O FC Porto venceu esta tarde a Supertaça de Basquetebol, ao derrotar no Pavilhão Municipal de Vagos o CAB Madeira por 76-62.

É a quinta Supertaça, em 12 presenças.

Parabéns rapaziada. Somos Porto!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

FC PORTO - AS ENTRANHAS DO GRUPO EMPRESARIAL

Não sou muito de dedicar este espaço a reposições de artigos ou publicações de autoria alheia.

Hoje vou abrir uma excepção, publicando um artigo da responsabilidade de ANA ISABEL PEREIRA, no site Porto24, datada de 2 de Julho deste ano:


Na semana em que a equipa de futebol do FC Porto regressou aos treinos, o P24 foi conhecer as entranhas do Estádio do Dragão e os novos espaços de trabalho da SAD portista.
A visita foi guiada por Mário Azevedo, da INAIN, a empresa de arquitectura de interiores que está a transformar o dia-a-dia de 400 pessoas.
O gabinete do Porto transformou ao todo mais de 3 mil metros quadrados no Dragão, desde há um ano a esta parte. A última intervenção foi o Hall do Presidente, há 4 meses. Na forja, estão 2 salas de reuniões da Porto Comercial, empresa comercial do FC Porto, onde o cliente particular se vai sentir como se estivesse num camarote do estádio em dia de jogo.
Tendo feito projectos de interiores a nível particular para administradores da SAD, a INAIN foi inicialmente convidada para desenhar o interior do novo autocarro dos azuis e brancos, há cerca de 2 anos. Depois, veio a Casa do Dragão e a área de apoio aos jogadores no centro de treinos do Olival.
“A partir daí, pediram-nos para vir para aqui. O estádio só tem luz do lado exterior e todos estes espaços ficam por baixo das bancadas. Havia uma necessidade de organizar todo este espaço de forma eficaz e ao mesmo tempo criar áreas acolhedoras”, contou ao P24 Mário Azevedo.
Debaixo das bancadas do Dragão, com capacidade para 50 mil espectadores, existem 7 pisos, 4 subterrâneos e 3 acima do nível da rua.
Estes últimos têm 5 metros de pé direito e o desafio colocado à INAIN era “criar uma caixa que fosse rectangular por debaixo das bancadas”, para que os utilizadores destes espaços não tivessem a sensação de estar por debaixo das bancadas, e “trazer a luz do exterior para o interior” do edifício.
Tirar as famílias dos corredores
O primeiro espaço que o gabinete de Mário Azevedo e Paula Ferreira Alves criou no Dragão foi a Sala das Famílias, na zona Oeste no estádio, ao nível da entrada. “Entre o fim do jogo e a hora de saírem daqui, as famílias dos jogadores – se estiverem cá todas, são 18, entre familiares de titulares e suplentes – esperavam por aqui, pelos corredores, numa zona de passagem de carros”, conta o arquitecto de interiores.
As mesas e cadeiras daquilo que antes era uma sala de pequenos-almoços, “onde ninguém ia”, foram recicladas e combinadas com materiais novos, como o viroque, que, fazendo lembrar uma superfície em betão, cria uma continuidade com o exterior.
A sala, onde os familiares que preferem acompanhar os jogos pela televisão jantam, tem um bar de apoio e janelas verticais, “rasgadas para que passar um pouco do que se passa lá fora e, ao mesmo tempo, dar alguma privacidade”.
Versátil, a sala acabaria por ser utilizada para outras funções: serviu, por exemplo, para a apresentação de um Relatório e Contas do clube e é o sítio onde é servido o pequeno-almoço dos jogadores quando há treino no Dragão.
As áreas de trabalho
Para além da Sala das Famílias, a INAIN projectou os novos espaços do Desporto – onde são geridos o futebol e as modalidades e trabalham os técnicos –, dos Serviços Partilhados do grupo – do marketing à contabilidade, passando pelos Recursos Humanos e pelos Serviços Jurídicos – e da Administração – com novas salas de reunião e o Hall do Presidente.
Todos estes espaços ficam no piso 3. A intervenção revolucionou o dia-a-dia de quem trabalha aqui. Há mais luz natural e maior comunicação entre departamentos.
“Antigamente, isto era um labirinto de muitos gabinetezinhos. Quando lhes falei em criar espaços de trabalho abertos e transparências em vidro, estranharam, mas disseram-me: ‘O presidente concordou? Se concordou, está resolvido’”.
Os Serviços Partilhados ficam em frente ao elevador que dá acesso ao piso 3. Esta área veio “concentrar departamentos que estavam espalhados”, explica Mário Azevedo.
Apesar de a nova dinâmica ser a de um open space, era importante sublinhar a identidade de cada departamento. Como? Nos armários de cada área, vê-se a mesma árvore com um fruto diferente que identifica o departamento. “O limão é o fruto dos Recursos Humanos. É amargo”. Os funcionários da SAD ganharam uma cafetaria, onde podem almoçar e conviver.
Sala de visitas do FC Porto
O espaço que dá acesso aos gabinetes e salas da administração, incluindo o gabinete do presidente de Pinto da Costa, “era um espaço de passagem e completamente impessoal”.
Agora, há portas de vidro que separam o corredor desta área nobre onde “são recebidos os convidados do presidente”, há reuniões com agentes de jogadores e são assinados contratos com novos atletas.
“Trouxe uma maqueta – a única que existe do estádio –, que estava praticamente abandonada. Optamos por uma iluminação difusa e criamos estes tapetes para colmatar o frio do chão original em granito”.
Nas paredes, há fotografias. “Não é nenhuma galeria”, avisa Mário Azevedo. São, antes, “pequenos apontamentos de coisas que tem a ver com a história do Porto”.

A taça que era para o Arsenal
À entrada das salas de reunião da adminstração, está a taça feita para um torneio amigável disputado com Arsenal no Campo do Lima, em 1948. “O FC Porto fez uma taça a pensar em dá-la ao Arsenal, que, na altura, era a melhor equipa do mundo do futebol. Vieram cá com o peito feito e o FCP ganhou”. Três bolas a 2.
Resultado: o FC Porto ficou com a taça e foi com a ajuda das gentes da cidade que se fez uma estátua para guardar o troféu. “Toda a gente contribuiu com dinheiro e existe um livro em couro, com gravações a prata, onde está, escrito à mão, o nome de todos os que deram dinheiro, fosse 1 escudo, 15 tostões ou 1000 escudos”, conta Mário Azevedo.
Onde a magia acontece
No espaço aberto onde estão o futebol e as modalidades do FC Porto, foram introduzidos elementos que têm a ver com o futebol como bandeiras de canto, com relva artificial e marcações, e uma baliza.
Entre as 2 salas de reuniões, há uma vitrina que “só tem uma luz em cima, porque era suposto receber a última taça ganha. Ora, este ano, o FC Porto ganhou 4!”, explica o nosso interlocutor.
É aqui que trabalham Vítor Pereira e os seus adjuntos, lado a lado com os responsáveis pelas transferências de jogadores e pelo Scouting, como o ex-jogador Rui Barros.

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

INTERNACIONAIS PORTISTAS (ANOS 2000) PARTE VI

Paulo Ferreira - 94º internacional: Envergou a camisola da Selecção nacional por 62 vezes (15 pelo FC Porto e 47 pelo Chelsea). A 1ª internacionalização aconteceu em 7 de Setembro de 2002, em Birmingham, no Inglaterra-Portugal (1-1), jogo amigável.

No Verão de 2004 esteve presente no Campeonato da Europa, disputado em Portugal, onde foi titular no primeiro e último encontros de Portugal, curiosamente ambos contra a Grécia, com resultados semelhantes (derrota por 1-0). Marcou ainda presença nas fases finais no Mundial/2006 - Alemanha, no Euro/2008 - Áustria/Suíça e no Mundial/2010 - África do Sul.

Jogador ainda em actividade, abdicou da Selecção em Agosto de 2010, logo após a sua participação no último Mundial.

Natural de Cascais, iniciou a sua formação no clube da sua terra, o Grupo Dramático e Desportivo de Cascais. Estreou-se como profissional, na temporada de 1997/98, disputando a II Divisão Nacional, ao serviço do Estoril Praia, que o havia contratado para jogar nos juniores, na época anterior. Em 2001/02 passou a representar o Vitória de Setúbal, estreando-se no escalão principal do futebol nacional, onde despertou o interesse do FC Porto.

Na temporada de 2002/03 concretizou a sua transferência para os Dragões onde, sob a batuta de José Mourinho, venceu 2 Campeonatos Nacionais (2002/03 e 2003/04), 1 Taça de Portugal (2002/03), 1 Supertaça Cândido de Oliveira (2002/03), 1 Taça UEFA (2002/03) e 1 Liga dos Campeões Europeus (2003/04). Foi distinguido com o «Dragão de Ouro», em 2002, como «Futebolista do ano».

Defesa-direito de grande qualidade, com bastante profundidade atacante, logo provocou a cobiça dos endinheirados da Europa. Ainda assim, foi com alguma surpresa que os portistas o viram sair para o Chelsea, pela verba fabulosa de 20 milhões de euros!

Já vai na oitava época consecutiva  ao serviço do clube inglês, tendo acrescentado ao seu palmarés 3 Campeonatos, 3 Taças e 2 Taças da Liga. 
(Continua)
Fontes: International Matches 2002/2010

domingo, 2 de outubro de 2011

CALAR A CRÍTICA COM TRANQUILIDADE

FICHA DO JOGO
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Os três últimos resultados anormais, do FC Porto, faziam levantar bastantes expectativas em redor deste encontro, tendo em conta outras variantes, como por exemplo, a excelente campanha da Académica, ainda sem sofrer golos em casa, somando por vitórias os três jogos ali disputados e quiçá a mais importante, o facto de ter como treinador o ex-adjunto portista Pedro Emanuel, conhecedor privilegiado do seu adversário desta noite.

Como se esperava, os Dragões começaram o jogo com cautelas, perante um adversário defensivamente bem organizado e coeso, capaz de barrar os caminhos da sua área, roubando espaços, queimando linhas de passe, obrigando os jogadores portistas a recorreram, com frequência ao passe longo, geralmente mal direccionado e impreciso, provocando cerca de vinte minutos de futebol pouco vistoso, de muitos passes errados, de opções discutíveis, a fazer recordar momentos dos jogos anteriores.

Com Walter no lugar do lesionado Kleber, foi dele o primeiro golo, correspondendo a um cruzamento de Hulk, cabeceando com eficácia entre os centrais. A Académica tentou esboçar uma reacção e com isso cedeu o espaço de que os campeões nacionais se souberam aproveitar. Guarín teve o segundo golo à mercê cabeceando perigosamente, obrigando Peiser a uma defesa de recurso. Mas novo golo não se fez esperar. Aproveitando a defesa descompensada, James combinou na perfeição com Hulk. O brasileiro deu de pronto para o jovem colombiano,  livre de adversários na área, de forma subtil enganou o guarda-redes contrário, obtendo com toda a tranquilidade um bonito golo.
Num ápice os jogadores portistas viram-se donos do jogo, controlando o meio-campo, partindo para uma exibição mais consistente. O resultado no final da primeira parte é aceitável, apesar do FC Porto ter desperdiçado mais uma ou duas boas oportunidades para o dilatar.

No segundo tempo o ascendente do Porto manteve-se, na procura do terceiro golo que surgiria numa reposição longa de Helton. João Moutinho, descaído sobre o flanco direito, recebeu e desmarcou James que, de pronto assistiu para a entrada sem marcação de Guarín,  com o médio colombiano e em posição frontal atirar certeiro.
Até final ambas as turmas desperdiçaram algumas boas ocasiões. Com esta vitória o FC Porto mantém o comando da classificação.

Vitória inequívoca da melhor equipa sobre o relvado ainda que não tenha executado uma exibição de encher o olho. Nota-se alguma falta de confiança em alguns jogadores, menor estado de forma noutros, razão pela qual o futebol não sai fluído nem sóbrio. Perdem-se muitos passes, falham-se muitos lances e isso não ajuda a cimentar a coesão.

A paragem que se segue, para os compromissos das selecções pode permitir algumas correcções e reflexões profícuas.

sábado, 1 de outubro de 2011

SACUDIR MOMENTO MENOS BOM, JOGANDO À PORTO

Três jogos consecutivos sem vencer é uma evidente anormalidade na vida dos Dragões, ao ponto de fazer com que alguns sectores da massa associativa e não só, desconfiem das capacidades actuais do plantel e até da direcção técnica liderada por Vítor Pereira. Trata-se no fundo, da estranheza natural de quem está (bem) habituado e possui índices de exigência pouco vulgares, em clubes portugueses, porque conhece a capacidade dos atletas e sabe que são capazes de muito melhores performances.

Não pode nem deve ser razão suficiente para abalar a confiança quer dos responsáveis portistas como dos próprios jogadores, já que, durante os jogos, não lhes tem faltado o apoio vindo das bancadas.

A deslocação a Coimbra para defrontar a Académica, orientada pelo nosso ex-adjunto Pedro Emanuel,  profundo conhecedor de cada um dos jogadores portistas, vai ser com certeza  uma dificuldade adicional que o FC Porto vai ter de superar. Para tal, só conheço uma forma eficaz: jogar à Porto, com determinação, atitude, competência, ambição e classe, independentemente dos interpretes chamados à liça, garantindo desta forma a manutenção da liderança do campeonato.
Sabemos que nem todos estão disponíveis: Sapunaru está a contas com uma mialgia de esforço, Kléber lesionado na articulação acrómio-clavicular esquerda e Alex Sandro, ainda a recuperar da lesão que o apoquenta desde o defeso. 

O treinador portista fez a sua escolha  deixando de fora da convocatória Maicon e Silvestre Varela, por opção. Guarín e Walter, regressam para este jogo.

LISTA DOS CONVOCADOS

Guarda-redes: Helton e Bracali;
Defesas: Fucile, Rolando, Otamendi, Mangala e Álvaro Pereira;
Médios: Fernando, Souza, João Moutinho, Guarín, Belluschi e Defour;
Avançados: Hulk, Walter, James Rodríguez, Cristian Rodríguez e Djalma

EQUIPA PROVÁVEL
Competição: Liga Zone Sagres 2011/2012
Palco: Estádio Cidade de Coimbra - Coimbra
Data e hora: 2 de Outubro de 2011, às 20:15 h
Árbitro: Paulo Baptista - A.F. Portalegre
Transmissão: SportTv1